Elas na liderança: 70% das oficinas certificadas “Oficina Amiga da Mulher” são comandadas por mulheres

O mercado automotivo está em constante transformação, e um dos dados mais reveladores desse cenário é que mais da metade dos clientes que buscam oficinas mecânicas atualmente são mulheres. Nesse contexto, surge a necessidade de repensar o ambiente das oficinas e a preparação de suas equipes. Investir não apenas no aprimoramento das habilidades técnicas, mas também no desenvolvimento de competências voltadas para o atendimento humanizado é uma estratégia indispensável para empresas que desejam se destacar e atender a esse público de forma profissional e acolhedora. A iniciativa da rede Oficina Amiga da Mulher demonstra como essa abordagem pode trazer resultados consistentes. Com mais de 110 oficinas certificadas, Bárbara Brier, idealizadora e fundadora da certificação afirma que 70% delas são lideradas por mulheres, um dado que surpreende as estatísticas. É um indicativo poderoso de que empresas que dão espaço para a representatividade feminina alcançam eficiência e resultados financeiros sólidos. O treinamento de equipes, portanto, torna-se um dos pilares centrais para esse modelo de gestão bem-sucedido. Não basta priorizar competências técnicas: a maneira como os atendimentos são realizados também faz toda a diferença. Compreender as necessidades específicas do público feminino vai muito além de uma simples política de inclusão – trata-se de criar um ambiente que inspire confiança e ofereça respeito. “É fundamental que qualquer cliente, ao entrar em uma oficina, sinta-se valorizado e recebido com profissionalismo, especialmente mulheres, que por vezes enfrentam desafios no relacionamento com esse tipo de serviço.”, explica Bárbara Brier. Além de trazer benefícios diretos para o cliente, valorizar o atendimento humanizado reflete positivamente no desempenho do negócio. Oficinas que estabelecem relações respeitosas e empáticas com sua clientela conquistam maior fidelidade e fortalecem sua reputação no mercado. Esse impacto se soma à crescente percepção de que diversidade e resultados caminham lado a lado. Lideranças femininas nas oficinas certificadas pela rede comprovam que apostar em equipes bem-preparadas tecnicamente e sensíveis à importância do contato humano é uma escolha inteligente, que vai além do simples cumprimento de tendências. “A combinação de competência técnica, atendimento eficiente e representatividade feminina está moldando um novo padrão de referência para o segmento. Esse modelo, valorizado pelas “Oficinas Amiga da Mulher”, não apenas melhora o bem-estar dos clientes, mas também coloca as empresas em uma posição vantajosa no mercado. O futuro das oficinas mecânicas está sendo construído com estratégias que conectam pessoas e resultados, comprovando que acolhimento e inovação andam de mãos dadas na busca pelo sucesso.”, finaliza Brier. Para conhecer mais sobre as iniciativas e como se tornar uma oficina certificada, acesse @oficinamigadamulher.
SINCOPEÇAS-SP reelege Heber Carvalho e formaliza posse da nova Diretoria

Heber Carlos de Carvalho foi reeleito na presidência, com mandato até 2030 Reunião de Diretoria do Sincopeças-SP, realizada em 05 de fevereiro, na sede da entidade, formalizou a posse dos novos membros eleitos na Assembleia Geral Extraordinária, de 06 de outubro de 2025, para exercício definitivo do mandato de quatro anos, iniciados em 24 de janeiro de 2026 e com término em 23 de janeiro de 2030. Heber Carlos de Carvalho foi reeleito Presidente e, na Ordem do Dia, tomou a palavra para apresentar os componentes da nova Diretoria e detalhar as propostas e ações de trabalho programadas para 2026, entre elas o empenho em defender os interesses do comércio de autopeças nas negociações coletivas de trabalho, promover a capacitação dos profissionais por meio das parcerias com Sebrae, FecomercioSP e G&B distribuidora, como também representar o setor nos pleitos pautados pela Aliança do Aftermarket Automotivo, grupo que reúne as entidades do mercado de reposição e reparação automotiva. Também entram na pauta da nova gestão:✔ acompanhamento das mudanças tributárias e regulatórias que impactam o varejo✔ fortalecimento da representação do setor junto às entidades nacionais✔ orientação jurídica e empresarial preventiva aos associados✔ produção de informação técnica para apoiar decisões estratégicas✔ ampliação do diálogo com a categoria “O compromisso da nova Diretoria é fortalecer o empresário, dar segurança ao setor e preparar o comércio de autopeças para os desafios dos próximos anos, promovendo uma gestão forte em união com a categoria”, afirma Heber Carvalho. Diretoria SINCOPEÇAS-SPSindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São PauloMandato – 24.01.2026 a 23.01.2030 PRESIDENTE: Heber Carlos de CarvalhoVICE-PRESIDENTE: Antônio Carlos Sanches Nunes1º Secretário: Alexandre Lima Pereira2º Secretário: Sergio Augusto Costa Mendes1° Tesoureiro: Álvaro Pereira2º Tesoureiro: Edson Shosaburo Koga1º Diretor: Rui Antonio Girardelli2º Diretor: Telma Patricia Nagaoka Kuhl de Moraes3º Diretor: João Ribeiro da Silva4º Diretor: Bruno Magri da Silva1º Membro do Conselho Fiscal: Alexandre Lima Pereira2º Membro do Conselho Fiscal: Renato Silveira de Carvalho3º Membro do Conselho Fiscal: Roger de Souza Gomes Silva1º Suplente do Conselho Fiscal: Rogério Alves Lins2º Suplente do Conselho Fiscal: Sidney Campos Neto1º Delegado Efetivo: Heber Carlos de Carvalho2º Delegado Efetivo: Álvaro Pereira1º Delegado Suplente: Alexandre Lima Pereira2º Delegado Suplente: Sidney Campos Neto
Inspeção Técnica Veicular precisa ser debatida com toda sociedade civil e entidades do setor automotivo

A Associação Nacional dos Fabricantes e Comercializadores de Autopeças para o Mercado de Reposição – ANFAPE manifesta seu posicionamento sobre o Projeto de Lei (PL) 3507/2025, que propõe a obrigatoriedade da Inspeção Técnica Veicular para veículos com mais de cinco anos de uso. Embora a medida possa, à primeira vista, ser interpretada como mais um encargo tributário sobre os proprietários de veículos, a Inspeção Veicular representa um avanço significativo para a segurança viária no Brasil, alinhando o País aos padrões internacionais de manutenção automotiva, sendo fundamental destacar seus benefícios concretos e de longo prazo. A inspeção periódica garantirá que os automóveis circulem em condições adequadas, reduzindo falhas mecânicas que frequentemente contribuem para acidentes graves. Com isso, espera-se uma diminuição expressiva no número de mortes no trânsito – um problema que ceifa milhares de vidas anualmente no Brasil – além de uma redução nos gastos do sistema público de saúde com o atendimento a vítimas de colisões, aliviando o orçamento do SUS e permitindo a alocação de recursos para outras prioridades. Nas últimas décadas, o Brasil tem vivenciado um crescimento acelerado e expressivo de sua frota de veículos. Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) indicam que o número de automóveis em circulação ultrapassou 60 milhões de unidades em 2023. Quando considerados todos os segmentos de veículos com placa, incluindo motocicletas, esse total chega a 119,2 milhões. Associado à maior circulação de veículos, conforme dados estatísticos do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Departamento de Informação e Informática do SUS (DataSUS), do Ministério da Saúde, o número de acidentes fatais de condutores e passageiros de veículos automotores de vias terrestres cresceu consideravelmente nas décadas de 1990 e 2000, atingindo o pico da série histórica em 2014, com 24.138 mortes registradas. Em 1996 foram 12.952 mortes de pedestres vítimas de atropelamento e 16.463 mortes em acidentes com veículos não identificados. Em 2023 foram 22.034 mortes, reforçando a importância de políticas voltadas à segurança dos ocupantes de veículos automotores. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já determina que os veículos em circulação sejam inspecionados a cada dois anos, excetuando-se aqueles com até três anos desde o primeiro licenciamento. No entanto, estima-se que apenas cerca de 20 milhões de veículos sejam inspecionados anualmente. A ANFAPE enfatiza a necessidade de que todas as entidades representativas do setor, incluindo toda cadeia automotiva, de fabricantes a distribuidores, de varejistas a reparadores, sejam devidamente ouvidas durante o processo legislativo para oferecer sua contribuição enquanto players ativos e conhecedores do mercado. Da mesma forma, toda sociedade civil organizada, assim como entidades de defesa do consumidor, do meio ambiente, de medicina do trânsito, e toda e qualquer representatividade social precisam ser ouvidas, de modo a promover um amplo e profundo debate em busca de soluções que sejam ao mesmo tempo acessíveis, não onerosas e eficientes na preservação de vidas e na promoção de uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Juntos podemos tornar as ruas e estradas brasileiras mais seguras para todos.
ANDAP empossa nova diretoria para o quadriênio 2026–2030 e reconduz Rodrigo Francisco Araujo Carneiro à presidência

A Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças (ANDAP) empossou, no dia 24 de janeiro, a nova diretoria que estará à frente da entidade no quadriênio 2026–2030. A posse ocorre após a eleição realizada em 18 de dezembro de 2025 e marca o início de um novo ciclo de atuação institucional. Rodrigo Francisco Araujo Carneiro foi reconduzido ao cargo de presidente, reforçando a continuidade das diretrizes que vêm contribuindo para o fortalecimento da ANDAP nos últimos anos. A nova gestão mantém o compromisso com a inovação, o diálogo com o mercado e a construção de um futuro sólido e sustentável para o setor de distribuição de autopeças. Segundo a entidade, a composição da diretoria reflete a união entre experiência e renovação, com foco na ampliação das frentes de atuação e no alinhamento às transformações do mercado e às demandas das próximas gerações. Diretoria ANDAP – Gestão 2026–2030 PresidenteRodrigo Francisco Araujo Carneiro Vice-presidentes1º Alcides José Acerbi Neto2º Conrado Comolatti Ruivo Secretários1º Joaquim Alberto da Silva Leal2º Carlos Alberto Pires Tesoureiros1º Guido Maria Luporini2º Mateus Garros de Barros DiretoresAna Paula CassorlaAnselmo DiasFelipe Caldeira Carneiro MartinsNeomar Guimarães CostaRandal Juliano Dias BevilacquaRogério Ferreira Gomide Conselho Fiscal – EfetivoDiogo SturaroGuido LuporiniRafael Palobino Acerbi Conselho Fiscal – SuplenteArnaldo Alberto PiresRenato Franco GianniniSidney Catania Conselho ConsultivoJaime Barrela OziJayme SchererJosé Angelo Bonarette SturaroLuiz CassorlaLuiz Norberto PascoalRenato Agostinho GianniniSergio Comolatti Diretores AdjuntosAntonio Carlos de PaulaMário Vito Domingues CainePaulo César Massulini Acosta Diretores RegionaisCarlos Eduardo (Cacai) – NordesteJacqueline Scherer Caporrino – Santa CatarinaArmando Diniz – SP InteriorCláudio Gilberto Marques – SP Capital A ANDAP agradece a todos os diretores e conselheiros que passam a integrar a nova gestão e destaca a confiança de que o mandato será marcado pela continuidade com inovação, fortalecimento institucional e maior representatividade do setor. A entidade segue atuando com responsabilidade, visão de longo prazo e compromisso com o desenvolvimento do mercado de distribuição de autopeças no Brasil.
Picape inédita da VW se chamará Tukan

– Primeiro o nome, depois a cor: Amarelo Canário está no portfólio de cores da marca e estampará picape como símbolo de conexão, legado e identidade; – Nova picape, em segmento inédito para a Volkswagen, é mais um projeto 100% desenhado, planejado e desenvolvido no País; – Com produção confirmada em São José dos Pinhais (PR), Tukan simboliza um novo capítulo da Volkswagen no Brasil; – Saiba como nasce o nome e a cor de um projeto inédito com vocação regional e global; – Projeto integra a ofensiva de 21 lançamentos da Volkswagen na América do Sul até 2028, sustentada por investimentos de R$ 20 bilhões na região. Alguns projetos começam ganhando forma. Outros começam ganhando nome e cor. A Volkswagen do Brasil anuncia, pela primeira vez, o nome de sua nova picape inédita e antecipa uma das cores que marcarão sua chegada ao mercado. Tukan tem nome revelado e confirma o retorno da tonalidade Amarelo Canário ao portfólio da marca como símbolo de identidade e legado. Parte da ofensiva de 21 novos lançamentos da Volkswagen para a América do Sul até 2028, sustentada por um investimento de R$ 20 bilhões na região, a nova picape Volkswagen Tukan nasce como um projeto que traduz identidade, intenção e significado, dando início a um novo e importante capítulo da Volkswagen no País. A picape Tukan será mais um veículo 100% desenhado, planejado e desenvolvido no Brasil, com produção confirmada para a fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2027. “Como brasileiro, não encontro outra palavra a não ser ‘orgulho’ para descrever este momento. A Tukan simboliza uma virada estratégica para a nossa marca no Brasil e reforça o papel estratégico do País no desenvolvimento de veículos da Volkswagen, valorizando a nossa engenharia, nossas pessoas e a nossa capacidade local de criar produtos com relevância regional e vocação global”, afirma Ciro Possobom, CEO e Presidente da Volkswagen do Brasil. A revelação do nome e cor de lançamento da nova picape Tukan aconteceu na sede da CBF, em uma ação que marcou o anúncio do patrocínio da Volkswagen do Brasil às seleções brasileiras de futebol, masculina e feminina. No primeiro sketch da Tukan, a picape, posicionada em um segmento inédito para a marca, aparece na companhia da mascote da Seleção Brasileira, o Canarinho. Amarelo Canário une legado, futuro e identidade Ao longo da história da Volkswagen, a cor amarela esteve presente em modelos que marcaram gerações e ajudaram a construir uma relação afetiva e profunda entre a marca e as pessoas. Ao estampar saudosos modelos como Kombi, Fusca, Brasília, com a cor sendo até tema de música, SP, Passat, Saveiro, Golf, Gol, em diferentes séries especiais, New Beetle, CrossFox e Fox, o amarelo apareceu em momentos emblemáticos da trajetória da Volkswagen no País. A cor sempre esteve associada à ousadia, à emoção e à capacidade da marca de criar produtos que se conectam com o imaginário coletivo brasileiro. Na picape Tukan, o Amarelo Canário surge como uma escolha que reforça essa conexão histórica, traduzindo energia, presença e identidade regional, valores que atravessam décadas da relação da Volkswagen com seu público no Brasil e na região. “A definição da cor para o lançamento de um projeto inédito, como a nova picape Volkswagen Tukan, vai muito além da estética. A cor traduz propósito, reforça a identidade do produto e se conecta diretamente com o perfil e as expectativas do cliente e na Volkswagen, essa escolha é tratada com sensibilidade, garantindo que cada detalhe contribua para uma experiência marcante”, afirma Telma Blasquez, gerente de CMF (Color, Materials and Finishing) da Volkswagen do Brasil. Nome e sobrenome: a cor como parte intrínseca do produto Mais do que um impacto visual imediato, a cor cumpre um papel estratégico na construção da identidade do novo produto. “Nunca é somente a cor pela cor”, explica a executiva. “Quando você vê um carro com uma cor diferente na rua, primeiro você olha a cor em si, sente o que ela desperta em você e, só depois, identifica o modelo”, complementa Telma. Desde a sua concepção, a nova picape Volkswagen Tukan foi pensada para expressar versatilidade e personalidade antes mesmo de chegar às ruas. Por isso, a definição do Amarelo Canário como uma das cores lançamento se deu ainda nas fases iniciais de desenvolvimento do produto, em um processo finamente integrado entre Design, Marketing, Produto e Comunicação locais, em alinhamento com a matriz da Volkswagen, na Alemanha. Em um tom mais sóbrio e maduro do que os amarelos historicamente utilizados pela marca, o Amarelo Canário da Tukan reforça uma proposta de imponência, robustez e confiança, sem perder a conexão emocional com a brasilidade e a identidade regional. Uma escolha que equilibra legado de marca e contemporaneidade, alinhada também a tendências globais de design e comportamento. Tukan: como nasce o nome de um novo Volkswagen A definição do nome de um novo modelo Volkswagen segue o mesmo cuidado e profundidade do processo que envolve a escolha da cor de lançamento do produto. E, no caso da Tukan, não foi diferente. A construção do nome envolveu rodadas de discussão, validações regionais e análises estratégicas, até chegar a opções que representassem, de forma legítima, a identidade do produto e o posicionamento desejado para a nova picape. O processo envolveu um time multifuncional, com representantes das áreas de marketing, marketing de Produto, comunicação, design, estratégia, planejamento e desenvolvimento do Produto, jurídico e mercados regionais, incluindo Brasil e outros países da América do Sul, além de áreas responsáveis por exportação. “O objetivo era encontrar um nome único, curto e forte, capaz de dialogar com diferentes culturas, soar bem em diversos idiomas e refletir a missão do produto desde sua origem”, explica Fernando Silva, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil. Ao longo do processo, diferentes alternativas foram avaliadas e amadurecidas a partir de critérios como leitura cultural, sonoridade, facilidade de pronúncia, memória e adequação aos mercados onde o modelo será comercializado. “E assim chegamos a Tukan, um nome que carrega
Setor automotivo entra em 2026 com demanda imprevisível e decisões cada vez mais guiadas por IA

A incapacidade de prever cenários e reagir rapidamente pode comprometer a competitividade de montadoras e fornecedores nos próximos anos O setor automotivo entra em 2026 sob um cenário de forte incerteza, marcado por oscilações na demanda, pressão sobre custos e desafios estruturais na cadeia de suprimentos. No Brasil, onde a indústria automotiva responde por cerca de 20% do PIB industrial e emprega mais de 1,2 milhão de pessoas, direta e indiretamente, segundo a Anfavea, montadoras e fornecedores precisam planejar em um ambiente cada vez mais instável. A rápida adoção de veículos eletrificados — que vêm crescendo ano a ano no país, mas ainda representam uma fatia minoritária do mercado total — se soma a mudanças em subsídios, variações no poder de compra do consumidor e a impactos macroeconômicos globais, como juros elevados e tensões comerciais. Esse conjunto de fatores torna o planejamento tradicional insuficiente e coloca a inteligência artificial no centro das decisões estratégicas e operacionais do setor. “Hoje, o maior desafio das empresas automotivas não é apenas produzir mais ou reduzir custos, mas lidar com a incerteza. A pergunta deixou de ser ‘quanto produzir’ e passou a ser ‘como reagir rapidamente quando o cenário muda’”, afirma Gabriel Vasconcellos, CEO Latam da o9 Solutions, plataforma líder em IA, planejamento e tomada de decisão empresarial. Incerteza na demanda e risco de excesso de capacidade De acordo com análises da o9 Solutions, um dos principais pontos de atenção para o setor automotivo em 2026 é a crescente dificuldade de prever a demanda com precisão. A adoção de veículos elétricos segue avançando, mas de forma desigual entre regiões, segmentos e perfis de consumidores, o que torna os ciclos de planejamento mais instáveis. Ao mesmo tempo, montadoras convivem com o risco de excesso de capacidade produtiva em um ambiente de competição global mais acirrada e preços pressionados, além de eventos externos como pandemias, gargalos logísticos e escassez de semicondutores. Nesse contexto, o uso de inteligência artificial tem se tornado essencial para lidar com variáveis que mudam em ritmo quase diário. “No passado, as empresas planejavam com base em históricos relativamente estáveis. Hoje, isso não funciona mais. Mudanças em subsídios, nas preferências do consumidor ou nas condições de crédito impactam a demanda quase em tempo real”, explica Gabriel Vasconcellos. Segundo ele, plataformas que combinam simulação de cenários e análise preditiva permitem avaliar rapidamente diferentes caminhos antes de decisões irreversíveis, como investimentos em capacidade ou o lançamento de novos modelos. “Sem ferramentas que permitam simular cenários e entender o impacto dessas variáveis, o risco de decisões equivocadas aumenta significativamente.” Pressão sobre fornecedores e necessidade de colaboração digital Outro ponto crítico para 2026 é a situação dos fornecedores automotivos, historicamente pressionados por margens estreitas. Além de lidar com custos elevados e exigências de eficiência, muitos fornecedores precisam investir em novas tecnologias, como eletrificação, novos materiais e componentes, em um cenário de incerteza sobre volumes futuros. Para Vasconcellos, o gargalo está na forma como as informações circulam ao longo de uma cadeia altamente interdependente. A produção de um veículo depende de centenas de fornecedores. Quando um desses elos falha, seja por dificuldade financeira, falta de insumos ou incapacidade de reagir a uma mudança repentina de volume, o efeito se propaga rapidamente, provocando atrasos, paradas de produção ou custos adicionais em toda a cadeia. Em muitos casos, decisões ainda são tomadas com base em dados fragmentados, trocados por e-mails, planilhas e sistemas que não conversam entre si. Isso faz com que sinais importantes, como uma mudança no mix de produtos, um pico inesperado de demanda ou uma restrição de capacidade de um fornecedor, cheguem tarde demais para orientar o planejamento. Nesse contexto, plataformas digitais apoiadas por inteligência artificial passam a ter um papel estrutural. Elas permitem consolidar informações de demanda, produção e capacidade em um único ambiente, dando visibilidade em tempo real para montadoras e fornecedores. “Com esse nível de integração, é possível antecipar gargalos, simular alternativas e ajustar planos antes que o problema se materialize”, explica Vasconcellos. O resultado é uma cadeia mais coordenada, capaz de reagir com maior rapidez às oscilações do mercado e reduzir o risco de rupturas que, no modelo tradicional, só seriam percebidas quando o impacto já estivesse instalado. Expansão em 2026 Para a o9 Solutions, o setor automotivo avança para um modelo em que as decisões serão cada vez menos lineares e mais orientadas por dados, simulações e cenários integrados, envolvendo não apenas as montadoras, mas toda a cadeia de valor, de fornecedores a distribuidores. A capacidade de antecipar impactos, testar alternativas e reagir rapidamente passa a ser um diferencial competitivo. “As empresas que conseguirem integrar dados, pessoas e decisões estarão mais preparadas para atravessar esse período de volatilidade com resiliência”, conclui Vasconcellos. “Não se trata de substituir o fator humano, mas de ampliar sua capacidade de decisão em um ambiente que se tornou estruturalmente mais complexo.”
O mercado automotivo está contratando — mas quem não se torna visível está ficando de fora

Por Carla Nórcia O setor automotivo brasileiro vive um paradoxo que pouca gente tem coragem de dizer em voz alta: há vagas abertas, mas falta gente disponível — e, principalmente, gente localizável. Enquanto oficinas, distribuidoras, indústrias e varejos de autopeças reclamam da escassez de mão de obra, milhares de profissionais seguem trabalhando sem perceber que estão fora do radar do mercado. Não por falta de competência, mas por invisibilidade. Dados do IBGE mostram que o Brasil ainda não recuperou totalmente a participação da população na força de trabalho no pós-pandemia. O envelhecimento da população, a redução da entrada de jovens na indústria e o crescimento acelerado do trabalho informal — que já responde por mais de 40% das ocupações no país — estão mudando silenciosamente a lógica da empregabilidade. No Estado de São Paulo, o saldo migratório negativo retirou quase 170 mil pessoas do mercado formal entre 2010 e 2022. O resultado é simples e duro: o mercado precisa de gente, mas não encontra quem não aparece. Nesse novo cenário, o currículo deixou de ser um documento guardado “para quando precisar”. Ele virou instrumento de sobrevivência profissional. Quem não mantém seu histórico atualizado, organizado e exposto em uma vitrine certa corre o risco de só descobrir isso quando a urgência bater — e a vaga já tiver sido preenchida. É nesse ponto que o Vagas Automotivas deixa de ser apenas um site e passa a cumprir um papel estrutural no setor. A plataforma, única no Brasil dedicada exclusivamente à empregabilidade automotiva, vem se consolidando como o principal ponto de encontro entre quem precisa contratar e quem precisa ser encontrado. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 — um período tradicionalmente fraco para contratações — o portal registrou a entrada de mais de 2 mil novos currículos, elevando sua base para mais de 4 mil profissionais ativos. O dado não indica apenas crescimento da plataforma, mas um movimento claro de conscientização: o trabalhador começou a entender que precisa estar visível antes de precisar da vaga. Criado a partir de um projeto entre CONAREM e SENAI e hoje liderado pela Insight Trade, o Vagas Automotivas nasceu dentro do ecossistema do aftermarket, com linguagem, curadoria e inteligência alinhadas à realidade do setor. Diferente dos portais genéricos, ele conecta oficinas, retíficas, fábricas, distribuidores e varejo a profissionais que realmente pertencem a esse mercado. A plataforma permite cadastro gratuito de currículos, utiliza inteligência artificial para cruzar perfis e oportunidades e reduz em até 70% o custo de recrutamento para as empresas, eliminando ruído, desperdício de tempo e desalinhamento técnico. Mas o recado mais importante não é tecnológico. É humano. Hoje, não basta trabalhar bem. É preciso ser encontrado. Não basta ter experiência. É preciso organizá-la. Não basta esperar ser indicado. É preciso estar disponível quando o mercado procura. O Vagas Automotivas se posiciona, assim, como a solução prática e imediata para um problema estrutural: dar visibilidade a quem sustenta o setor com o próprio trabalho e ajudar empresas a preencher vagas que hoje ficam abertas por falta de acesso ao talento certo. Num mercado cada vez mais pressionado por produtividade, tempo e escassez de pessoas, ficar invisível não é mais uma opção. Quem atua no setor automotivo — do balcão à gestão — precisa entender que o jogo mudou. E quem se movimentar agora, estará um passo à frente quando a próxima vaga surgir. Profissionais podem cadastrar seus currículos gratuitamente em www.vagasautomotivas.com.br. Empresas encontram ali o caminho mais direto entre necessidade real e talento real. O mercado está contratando. A pergunta é: você está visível?
Etanol e gasolina sobem em janeiro, impactados por ajuste do ICMS

Combustíveis tiveram preço médio de R$ 6,46 e R$ 4,70, respectivamente Em janeiro, o preço médio da gasolina nos postos de todo o Brasil registrou alta de 1,89% em comparação com dezembro, chegando a R$6,46. O etanol também avançou no período, com aumento de 3,52%, sendo comercializado a preço médio de R$4,70. Os dados são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações realizadas nos postos de combustível em todo o País, garantindo uma média precisa. Valores médios e variações nacionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 “O aumento observado em janeiro reflete uma retomada gradual da demanda típica do início do ano, aliada a fatores regionais de oferta, especialmente no caso do etanol. A gasolina apresentou alta moderada, influenciada principalmente pelo reajuste do ICMS, enquanto o biocombustível sofreu maior pressão, impulsionado por reajustes mais intensos em alguns estados”, explica Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade. Segundo o executivo, apesar da redução de 5,2% anunciada pela Petrobras no preço da gasolina para as distribuidoras, o reajuste do ICMS, que representou um aumento médio de 6,37%, acabou se sobrepondo, resultando em um balanço final positivo de cerca de 1,17% em relação a dezembro. “Na prática, isso significa que, mesmo com a queda no preço de origem, o consumidor ainda percebeu um leve aumento nas bombas, com impacto relativamente limitado no bolso”, completa. Na análise por regiões, todas registraram aumento tanto para gasolina quanto para etanol em janeiro. O Nordeste apresentou a maior alta do etanol (5,23%), alcançando preço médio de R$5,03. Já o Sudeste seguiu como a região com o etanol mais barato do País, mesmo após avanço de 3,82%, com média de R$4,62. O Norte manteve o etanol mais caro entre as regiões, a R$5,30 (+1,73%). Para a gasolina, o Sul registrou a maior alta regional (2,38%), chegando ao preço médio de R$6,46. O Sudeste, apesar do aumento de 1,77%, permaneceu como a região com a gasolina mais barata do País, com média de R$6,34. O Norte seguiu como a região mais cara, com preço médio de R$6,83 (+0,59%). Valores médios e variações regionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 Na análise por estados, o etanol mais caro do País em janeiro foi novamente o do Amazonas, com preço médio de R$5,48 (+0,18%), enquanto São Paulo registrou o menor valor, a R$4,50, mesmo após alta de 3,69%. O Rio Grande do Norte apresentou o maior aumento mensal do biocombustível (15,18%), chegando a R$ 5,31, enquanto Rondônia teve a maior redução (-2,05%), com o etanol recuando para R$5,25. Já para a gasolina, Roraima manteve o maior preço médio do País, a R$7,41 (estável). A Paraíba apresentou a gasolina mais barata, a R$6,20, após alta de 1,81%. O maior aumento estadual foi registrado no Rio Grande do Norte (7,06%), onde o combustível chegou a R$6,52, enquanto Alagoas teve a maior queda (-0,61%), com preço médio de R$6,55. “Mesmo com os reajustes observados no início do ano, a escolha do combustível mais vantajoso segue dependente do perfil do veículo e dos preços locais. Ainda assim, o etanol permanece como uma alternativa mais sustentável, por emitir menos poluentes e contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, reforça Mascarenhas. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, apoiado por uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações, garantindo alta confiabilidade. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, possui mais de 30 anos de experiência e administra uma frota superior a 1 milhão de veículos, com média de oito transações por segundo, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar a gestão de mobilidade de seus clientes.
VW consolida América do Sul como a região com maior expansão global

• Região América do Sul é uma das mais importantes para a Volkswagen no mundo. • Com 569.174 unidades comercializadas em 2025, a região América do Sul foi a que registrou o maior crescimento em volume de vendas (+14,6%) para a marca VW globalmente. • Brasil é o 3º maior mercado global de vendas da marca, atrás apenas da China e da Alemanha. País registrou mais de 436 mil unidades vendidas em 2025 (+9%). • No Brasil, a Volkswagen fechou 2025 como líder absoluta entre os carros de passeio e líder dos dois principais segmentos do setor (SUVs e hatches) há 3 anos consecutivos. • Em exportações, Volkswagen do Brasil cresceu 29%, com 116.495 veículos embarcados em 2025. Polo e Tera foram os mais exportados, respectivamente. • Em 2025, a Volkswagen do Brasil teve crescimento em todos os seus principais mercados de exportação: Argentina (+45%), México (+20%), Colômbia (+27%) e Chile (+42%). A Volkswagen reafirma a Região América do Sul como o principal polo de crescimento da marca no cenário global. Com um aumento sólido de 14,6% nas vendas em 2025, comparando com 2024, a Região SAM manteve a liderança como a que mais cresceu em volume para a marca no mundo. Ao todo, 569.174 unidades Volkswagen foram comercializadas na América do Sul em 2025, resultado que demonstra consistência, reforça a relevância estratégica da região para o desempenho mundial da companhia e endossa a acertada renovação dos produtos e a força da Rede de Concessionárias VW e dos importadores parceiros. No Brasil, a Volkswagen consolidou sua posição como o terceiro maior mercado global de vendas da marca, atrás apenas da China e da Alemanha. O Brasil registrou mais de 436 mil unidades vendidas em 2025, o que representa um crescimento de 9% em relação a 2024, mesmo em um ambiente de forte competitividade no setor automotivo. No Brasil, a Volkswagen fechou 2025 como líder absoluta entre os carros de passeio e líder dos dois principais segmentos do setor (SUVs e hatches) há 3 anos consecutivos. Com 122.675 unidades emplacadas em 2025, o Polo foi o hatch e o carro de passeio mais vendido do Brasil em 2023, 2024 e 2025. Em SUVs, o Novo T-Cross foi o mais vendido do Brasil também em 2023, 2024 e 2025, com 92.839 unidades comercializadas no ano passado. O desempenho consistente do modelo foi determinante para que a Volkswagen mantivesse a liderança no segmento de SUVs, o que mais cresce no mercado brasileiro, com 204.896 unidades vendidas dos modelos Tera, Nivus, Novo T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 no ano passado. Além do Brasil, outros importantes mercados da América do Sul contribuíram significativamente para o avanço da marca em 2025: • Argentina: crescimento expressivo de 47,4% (2025 x 2024), com 94.635 unidades vendidas em 2025. • Colômbia: alta de 39% (2025 x 2024), com 10.679 unidades em 2025. • Chile: avanço de 23% (2025 x 2024), com 7.132 unidades em 2025. • Uruguai: aumento de 13% nas vendas (2025 x 2024), com 6.120 unidades em 2025. Os resultados reforçam a consolidação da Volkswagen em mercados estratégicos e evidenciam a força do portfólio regional, exemplificado por modelos já conhecidos e ainda absolutamente fortes em números de vendas e queridos pelo consumidor. Entre os destaques do portfólio, alguns modelos produzidos no Brasil tiveram papel decisivo no desempenho da Volkswagen na América do Sul: • Polo: protagonista da VW na região, com 150.802 unidades vendidas em 2025. • Novo T-Cross: crescimento de 14,6% (2025 x 2024), totalizando 112.442 unidades vendidas em 2025. • Saveiro: avanço de 19,4% (2025 x 2024), atingindo 75.337 unidades vendidas em 2025. • Nivus: 63.878 unidades vendidas em 2025. • Tera: estreante com impacto imediato, registrando 56.241 unidades já nas garagens da região em seu primeiro ano. O modelo começou a ser vendido em junho no Brasil e teve as exportações iniciadas em julho para 18 países da América Latina. Pessoas, rede e clientes, os pilares da performance “A América do Sul é uma das regiões mais importantes para a marca Volkswagen no mundo e a que mais cresceu em volume de vendas em 2025. O aumento de 14,6% no ano passado, com 569.174 veículos emplacados, demonstra a força do nosso portfólio e a relevância estratégica da marca na região. Os resultados da Volkswagen na América do Sul foram impulsionados pelo trabalho dedicado dos nossos times e pela parceria sólida com a nossa rede de concessionárias e importadores, que é fundamental para conectar a estratégia à operação. Outro resultado que celebramos foi o crescimento de 29% nas exportações da Volkswagen do Brasil, com 116.495 unidades embarcadas e destaque para o Polo e o Tera, os modelos mais exportados em 2025, respectivamente”, afirma Hendrik Muth, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen para a Região América do Sul. A Volkswagen projeta manter seu ritmo de crescimento na América do Sul com foco em inovação, competitividade e relacionamento com o cliente. Volkswagen do Brasil tem crescimento de 29% em exportações A importante presença da Volkswagen do Brasil na América Latina também é comprovada com os números de exportações. Em 2025, a marca exportou um total de 116.495 veículos, com crescimento de 29% em relação a 2024 (90.142 unidades embarcadas). Dois modelos se destacaram em 2025: Polo e Tera. O Polo, fabricado na unidade Anchieta (São Bernardo do Campo, SP) e Taubaté (SP) foi o VW mais exportado em 2025, com 32.579 unidades embarcadas no ano e um crescimento de 10% em relação a 2024. O Polo é exportado para 11 mercados da América Latina, sendo os principais Argentina, México, Colômbia e Uruguai. O Tera, produzido em Taubaté, já é o segundo modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil, com 25.763 unidades embarcadas em 2025 para 18 mercados: Argentina, México, Chile, Colômbia, Uruguai, Peru, Equador, Paraguai, Guatemala, Bolívia, Panamá, República Dominicana, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Curaçao, St. Maarten e Aruba. Em 2025, a Volkswagen do Brasil teve crescimento expressivo em todos os seus principais mercados de exportação. Argentina é o principal deles, com crescimento de 45%
Ram inicia pré-reserva da nova Dakota com lote limitado

– Serão 750 unidades com condições exclusivas para os primeiros compradores; – Nova Ram Dakota chega ao mercado brasileiro nas versões Warlock e e Laramie entregando muita capacidade, luxo e tecnologia. A Ram Dakota chega ao Brasil para oferecer aos consumidores força, capacidade, luxo e tecnologia em um segmento em que marca ainda não atuava, o de picapes médias. O início da nova história, agora com a marca Ram, de um nome que carrega um grande legado e que deixou saudade entre os brasileiros se dará em regime de pré-reserva para um total de 750 unidades entre as versões Warlock e Laramie, apresentadas ao público brasileiro no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2025. A partir das 09h do dia 21 de janeiro, os interessados em adquirir a nova Ram Dakota podem realizar a pré-reserva em uma das concessionárias da marca distribuídas pelo Brasil. A versão Warlock, com apelo mais voltado para o off-road, tem preço sugerido de R$ 289.990 na pré-reserva, enquanto a Laramie, que se destaca pela identidade visual com os cromados tradicionais da Ram, é comercializada por R$ 309.990 nas unidades destinadas para o lote inicial. Estarão disponíveis 460 unidades da versão Warlock nas cores Branco Glacier, Prata Knox, Cinza Graphite e Preto Absolut e 290 unidades na Laramie nos mesmos tons mais o Laranja Terra Sunrise, exclusivo desta versão. “Iniciamos a pré-reserva da nova Ram Dakota trazendo duas versões completas em equipamento, com visual interno e externo refinados e distintos, que permite ao cliente escolher a que mais combina com ele”, destaca Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul. A nova Ram Dakota chega com características que a posicionam de forma muito competitiva em um segmento tão disputado. O modelo é impulsionado pelo eficiente motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, com câmbio automático de oito marchas. Já a tração é 4×4 Auto, que conecta automaticamente o eixo dianteiro, além dos modos 4×4 reduzida e 4×2, que podem ser acionados por meio de um comando eletrônico rotativo no console central, assim como o bloqueio mecânico do diferencial traseiro, ativado por um botão. Como toda Ram, a Dakota entrega muita capacidade e força, podendo carregar até 1.020 kg, rebocar até 3.500 kg e comportando 1.210 litros na caçamba. O compartimento de carga possui revestimento interno, com iluminação de LED dentro e na terceira luz de freio e capota marítima. A tampa traseira é amortecida e com travamento elétrico. Uma ampla lista de itens de série confere muito luxo e tecnologia ao modelo, tanto na Warlock quanto na Laramie. Entre diversos equipamentos, destaque para os faróis de LED com dois projetores, faróis de neblina com função cornering e lanternas também de LED. As luzes indicadoras de direção são dinâmicas, inclusive as traseiras. Ainda sobre o conjunto ótico, a versão Laramie possui uma barra frontal de LED que une os dois faróis e exibe uma animação ao trancar e destrancar a picape. A central multimídia de 12,3” dispõe de Android Auto e Apple CarPlay sem fio, navegação embarcada, páginas off-road e assistente virtual. Há um sistema de câmeras 540°, que permite a visualização superior e tridimensional da picape e deixar a carroceria transparente e, assim, visualizar o que está debaixo dela – daí o nome 540°. Já o quadro de instrumentos é digital e colorido de 7” e está disposto ao lado da central multimídia. Fecha o pacote tecnológico o carregador de celular por indução com refrigeração integrada. Ambas as versões contam também com diversos sistemas avançados de auxílio à condução, como piloto automático adaptativo com alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas; sistema de monitoramento de ponto cego; sistema de manutenção na faixa de rodagem; e, alerta de tráfego traseiro cruzado, este último exclusivo da versão Laramie. O pacote de equipamentos de segurança é complementado pelos seis airbags, controle eletrônico de estabilidade com assistente de partida em rampa e de descida e freio a disco nas quatro rodas. O interior da nova Ram Dakota apresenta muito luxo com painéis de instrumentos e de porta forrados com revestimento premium e materiais macios ao toque, bancos de couro genuíno na cor preta na Warlock – assim como o revestimento das colunas e do teto desta versão – e marrom na Laramie, com ajustes elétricos para os assentos dianteiros. O console central também adota revestimento premium e possui dois níveis. Na parte inferior há um porta-objetos, além de duas portas USB, sendo uma do tipo C, de carregamento rápido, e uma tomada de 12V. Acima encontram-se dois porta-copos; apoia-braço com porta-objetos embutido; freio de estacionamento eletrônico; câmbio do tipo joystick, que, ao desligar a Ram Dakota no modo Drive, retorna automaticamente para a posição P (Park); e o botão de seleção dos quatro modos de condução da picape: Normal, Sport, Snow (neve) e Sand/Mud (areia/lama). O ar-condicionado é digital de duas zonas e possui duas saídas de ar traseiras, onde também está localizada uma porta USB do tipo C. A chave é presencial com partida por botão (Keyless Enter’N Go) e completam os itens de conforto da picape o retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e faróis com acendimento automático. Para encontrar a concessionária mais próxima e reservar uma das 750 unidades da nova Ram Dakota em uma condição exclusiva, os clientes devem entrar no site da marca.