Stellantis e Bolt fazem parceria para avançar na implantação em larga escala da mobilidade autônoma na Europa

• Colaboração aproveita as AV-Ready Platforms™ da Stellantis para viabilizar uma implantação escalável de veículos autônomos Nível 4 (sem condutor)• Parceria representa o próximo passo na ambição da Bolt em ter 100.000 veículos autônomos disponíveis em sua plataforma de mobilidade compartilhada até 2035• As duas empresas compartilham o compromisso com os mais altos padrões de segurança, confiabilidade e cibersegurança na Europa• Projetos pilotos terão início na Europa a partir de 2026 A Stellantis e a Bolt, principal plataforma de mobilidade da Europa, anunciaram hoje que firmaram uma parceria para desenvolver e implantar conjuntamente veículos autônomos de Nível 4 (sem condutor) para operações comerciais em toda a Europa. A colaboração irá combinar as AV-Ready Platforms™ da Stellantis – especificamente a plataforma da van média eK0 e a plataforma STLA Small – com a ampla rede de mobilidade da Bolt. Atualmente, a Bolt oferece serviços de mobilidade por aplicativo em mais de 50 países, incluindo 23 países da União Europeia, e pretende integrar os veículos autônomos da Stellantis à sua plataforma de mobilidade compartilhada para oferecer serviços totalmente autônomos de transporte sob demanda, sem motorista.As Plataformas™ AV-Ready da Stellantis são projetadas para flexibilidade e escalabilidade, integrando conjuntos avançados de sensores, computação de alto desempenho e sistemas para atender aos mais altos padrões de segurança e confiabilidade, enquanto otimizam o custo de posse para os operadores de serviço, tornando-as uma das soluções mais competitivas do setor. As empresas planejam começar a implantar veículos de teste na Europa a partir de 2026, com foco em construir um serviço que ofereça os mais altos padrões de segurança e desempenho da Europa. A implantação seguirá uma abordagem faseada, desde protótipos e pilotos, até uma expansão industrial progressiva, com uma meta inicial de produção em 2029. Ambas as empresas trabalharão em estreita colaboração com reguladores europeus para apoiar uma abordagem responsável em testes, certificação e implantação escalável, em total alinhamento com os padrões europeus de segurança, proteção de dados e cibersegurança. Para a Stellantis, essa colaboração amplia o crescente ecossistema de parceiros na Europa e reforça sua estratégia global de mobilidade autônoma, aproveitando as AV-Ready Platforms™, projetadas para uma implantação segura e confiável de veículos autônomos Nível 4 em larga escala.Para a Bolt, a parceria representa o próximo passo rumo à sua ambição de ter 100 mil veículos autônomos disponíveis na plataforma até 2035. Antonio Filosa, CEO da Stellantis, afirmou: “Nossas AV-Ready Platforms™ foram projetadas para oferecer o máximo de flexibilidade, garantindo a melhor experiência possível aos clientes europeus. Frotas autônomas também podem reduzir a pegada de carbono ao promover uma mobilidade compartilhada e otimizada, diminuindo congestionamentos e emissões. A parceria com a Bolt reforça essa visão, unindo nossa expertise em engenharia ao alcance operacional da empresa para tornar a mobilidade sem condutor uma solução confiável no cotidiano europeu.” Markus Villig, Founder and CEO da Bolt, declarou: “Esta parceria une duas empresas que compreendem profundamente as dinâmicas específicas de operar na Europa. Ao combinar as AV-Ready Platforms™ da Stellantis com nossa expertise operacional, planejamos criar a melhor oferta de veículos autônomos, adaptada às necessidades europeias e alinhada aos padrões europeus, para que milhões de pessoas possam utilizá-la. A parceria marca o próximo passo na nossa ambição de ter 100.000 veículos autônomos disponíveis na plataforma Bolt até 2035.”
Setor de autopeças cresce 8,6% no faturamento acumulado até outubro, mas outubro mostra desaceleração

Segundo o Sindipeças, as vendas para as montadoras impulsionaram o faturamento do setor com alta de 11,4% nos primeiros dez meses de 2025, enquanto o mercado de reposição registrou leve recuo de 0,3% A indústria brasileira de autopeças manteve trajetória de crescimento em 2025, com avanço de 8,6% no faturamento nominal acumulado de janeiro a outubro, o que representa uma alta real de 5,4%, segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelas vendas para as montadoras, que cresceram 11,4% em termos nominais (8,1% reais), seguidas pelas exportações, com alta de 8,6% nominal (5,5% real), e pelas vendas intrassetoriais, que avançaram 7,1% nominal (4,0% real). Já o mercado de reposição apresentou leve recuo de 0,3% nominal (-3,2% real), com queda mais acentuada no segmento de veículos leves (-0,6% nominal e -3,5% real) e uma pequena alta no de linha pesada (0,8% nominal, mas -2,1% real). No entanto, o mês de outubro isoladamente revelou sinais de desaceleração. O faturamento nominal caiu 4,4% em relação a setembro e registrou queda de 6,2% na comparação com outubro de 2024 (-8,5% em termos reais). As vendas recuaram em todos os canais: montadoras (-4,19% reais), reposição (-3,2%), exportações (-4,61%) e intrassetoriais (-10,91%). O Sindipeças atribui parte dessa retração mensal aos impactos de uma forte tempestade que destruiu mais de 90% da unidade da Toyota em Porto Feliz (SP), paralisando a produção da montadora por dois meses e afetando a cadeia de suprimentos. Além disso, o setor enfrenta uma desaceleração geral da indústria automotiva no segundo semestre. A capacidade produtiva das fábricas caiu de 75% em agosto para 72% em outubro, refletindo esses efeitos. No mercado de trabalho, houve redução de 0,85% nos postos de emprego em outubro ante setembro e de 0,2% na comparação anual, embora o acumulado do ano mostre expansão de 4,6% em relação a janeiro-outubro de 2024. De acordo com a Anfavea, a produção de autoveículos acumula alta de 4,1% até novembro, enquanto os emplacamentos crescem 1,4% no mesmo período. Apesar dos desafios recentes, o Sindipeças projeta que o faturamento do setor fechará 2025 com crescimento entre 6% e 7%. Uma sondagem mensal realizada em outubro, porém, indicou piora nas expectativas das empresas para o próximo ano: apenas 58,8% preve em aumento no volume de vendas (contra 86,4% no início de 2025), e 30,9% esperam melhora na rentabilidade (ante 54,6% em janeiro). O balanço reflete a resiliência do setor em meio a um cenário de recuperação gradual da indústria automotiva brasileira, mas também alerta para vulnerabilidades externas e sazonais que podem influenciar o desempenho nos próximos meses.
ANFAPE encerra 2025 com avanços históricos para fortalecer o mercado de reposição e reparação automotiva

Entidade consolida certificação inédita de autopeças, defende o direito à reparação e impulsiona iniciativas para segurança veicular e o fortalecimento do associativismo A Associação Nacional dos Fabricantes e Comercializadores de Autopeças para o Mercado de Reposição – ANFAPE encerra o ano celebrando conquistas fundamentais para o fortalecimento do setor e a promoção da concorrência saudável no mercado automotivo brasileiro. Em 2025, a entidade consolidou avanços que impactam diretamente a qualidade, a segurança, a liberdade de escolha dos consumidores e o engrandecimento de sua representatividade no mercado com a ampliação do quadro de empresas associadas. Para o Presidente da ANFAPE, Renato Fonseca, o compromisso da entidade na defesa das pautas propostas e o empenho da diretoria ao longo do ano foram fatores decisivos para as conquistas alcançadas. “Tivemos um ano de grandes incertezas políticas e monetárias, que afetaram o mercado como um todo e consequentemente o setor de autopeças. Dentro do nosso setor, além dos problemas macroeconômicos temos as nossas próprias dificuldades, como o crescimento da concorrência formal, agravada pela concorrência desleal, fato que obriga nossas empresas a trabalhar na busca de reduções de custo, inovações, melhoria dos produtos e do atendimento. Diante desse contexto, a ANFAPE vem atuando fortemente em algumas frentes: – Junto aos associados e à empresa certificadora no desenvolvimento de procedimentos técnicos para a Certificação de Autopeças, onde duas empresas associadas já possuem peças certificadas; – Lutando pelo Direito de Reparar, o Right to Repair, em conjunto com as demais entidades integrantes da Aliança do Aftermarket Automotivo Brasil, evidenciando para o mercado e para a sociedade o direito que temos e ainda não exercemos; – Negociando com empresas fornecedoras de produtos e serviços, fazendo parcerias para trazer aos associados vantagens comerciais e financeiras que melhor atendam os interesses dos associados. E seguiremos firmes e fortes em nossa missão de congregar e representar em todo o território nacional os agentes econômicos que atuam diretamente na fabricação e comercialização de autopeças para o mercado de reposição de veículos nacionais e importados, defendendo valores da livre iniciativa, da preservação de um mercado livre, do livre acesso às informações e referências técnicas, sempre fomentando o controle de qualidade e a expansão sustentável do mercado de reposição diante da sua relevância para a economia brasileira.” A VOZ INDISPENSÁVEL DAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Como assegura o Diretor de Comunicação, Ronaldo Teffeha, todas as ações empreendidas pela ANFAPE durante o ano foram de suma importância para evidenciar a qualidade das empresas e produtos do segmento, bem como promover a captação de novos associados. “Encerramos mais um ano desafiador para o setor de autopeças, marcado por mudanças profundas, pressões competitivas e a necessidade constante de adaptação. Mas, acima de tudo, foi um ano de união, de resistência e de reafirmação do propósito que nos move: defender e fortalecer a indústria nacional de autopeças e todos os fabricantes que dela fazem parte. A ANFAPE consolidou em 2025 o seu papel como voz atuante e indispensável das pequenas e médias empresas do nosso setor. Trabalhamos intensamente para ampliar a representatividade da Associação, fortalecer nossa estrutura e aprimorar a prestação de serviços aos nossos associados. Seguimos firme na defesa do Direito de Reparar (Right to Repair), uma bandeira que transcende interesses individuais e representa a liberdade de escolha do consumidor, a sustentabilidade da cadeia produtiva e a preservação da concorrência justa. A ANFAPE tem sido protagonista desta luta, enfrentando desafios legislativos, judiciais e comerciais com coragem, preparo e convicção. Nosso compromisso permanece claro: proteger e impulsionar nossos associados, garantindo que cada empresa, especialmente as pequenas e médias, possa competir com dignidade, crescer com segurança e inovar com liberdade. Acreditamos em um aftermarket saudável, plural e competitivo, e trabalhamos diariamente para que esse ecossistema continue sendo um dos pilares da economia brasileira. Que o próximo ano traga ainda mais força, união e conquistas. Seguiremos lado a lado, firmes na missão de representar, defender e engrandecer quem produz, gera empregos e movimenta o Brasil. Juntos, vamos continuar construindo uma ANFAPE cada vez mais forte, moderna e essencial para o futuro da reparação automotiva. Feliz Ano Novo a todos os nossos associados, parceiros e colaboradores. Que 2026 seja um ano de vitórias, expansão e reconhecimento para toda nossa cadeia produtiva!” PRINCIPAIS AÇÕES DE 2025 Certificação de Qualidade A ANFAPE lançou a Certificação de Conformidade ANFAPE + Intertek, instituto acreditado pelo INMETRO para esse escopo, garantindo que os componentes fabricados pelos associados e comercializados no mercado de reposição atendam aos mais rigorosos padrões técnicos. Essa iniciativa reforça a integridade estrutural dos veículos e a segurança dos ocupantes, elevando o nível de confiança do consumidor. Defesa ao Direito de Reparar (Right to Repair) Liderando no Brasil o debate global sobre o direito do proprietário de escolher livremente onde e como reparar seu veículo, a ANFAPE combate práticas que restringem o acesso a peças e serviços fora das redes autorizadas haja vista que o mercado independente de reposição e reparação automotiva, por sua imensa capilaridade, é o único segmento que consegue solucionar prontamente problemas de desabastecimento no fornecimento de peças para reparação. A pauta, encampada pela Aliança do Aftermarket Automotivo Brasil, coalizão de entidades e associações do segmento, é essencial para democratizar a manutenção, fomentar a concorrência e fortalecer o mercado independente. Regulamentação da Inspeção Técnica Veicular Ainda no âmbito da Aliança, a ANFAPE apoia a implementação da Inspeção Técnica obrigatória como ferramenta de prevenção de acidentes causados por falhas mecânicas. A medida contribui para a segurança coletiva e preservação de vidas, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais. Programa de Associativismo Com foco no crescimento e na representatividade, a ANFAPE intensificou a captação de novos associados, oferecendo benefícios estratégicos com diversas empresas parceiras, em diferentes áreas como Certificação de Operações Industriais, Consultoria Fiscal e Tributária, Terceirização Logística, Gestão Energética Personalizada, Serviços Aduaneiros, entre outros de interesse imediato à gestão e operação fabril e comercial. Atualmente, 11 empresas parceiras já disponibilizam soluções que agregam valor aos negócios de fabricantes e comercializadores de autopeças, tornando a ANFAPE cada vez mais reconhecida no mercado de
Em defesa da indústria local, AEA lança Fórum Estratégico de Engenharia

Associação Brasileira de Engenharia Automotiva lançou no dia 16 de dezembro, em evento que reuniu cerca de 60 executivos de montadoras e sistemistas, em sua maioria heads de engenharia, o Fórum Estratégico de Engenharia, cujo objetivo é o de mobilizar o setor para fortalecer a localização de centros de pesquisa e de desenvolvimento no Brasil e, por consequência, valorizar a engenharia automotiva nacional e o adensamento da produção de autoveículos, sistemas, peças e componentes. O lançamento do Fórum Estratégico de Engenharia faz parte do Planejamento Estratégico da AEA, concluído este mês, para os próximos anos da entidade, em parceria com os governos federal e estaduais, academia e a iniciativa privada. Na abertura do evento, realizado Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, o presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar, fez o breve histórico dos últimos 35 anos, a partir da abertura do mercado brasileiro aos veículos importados, aumento expressivo do número de players no País (com a instalação de unidades fabris) e mais recentemente com a chegada de novos entrantes, com produtos CBU (Completely Built Unit), SKD (Semi Knocked Down) e CKD (Completely Knocked Down). “Esse cenário mais recente nos preocupa porque, nos últimos anos, estamos assistindo, de braços cruzados, certo enfraquecimento da engenharia nacional, quando – em realidade – nossos profissionais possuem domínio tecnológico, em se tratando de descarbonização veicular, para mostrar ao mundo sua capacitação em tecnologias inovativas de biocombustíveis, diante da realidade brasileira de ser privilegiada com abundância de fontes renováveis”, argumenta Marcus Vinicius Aguiar. Everton Lopes, vice-presidente da AEA, responsável pela construção do Planejamento Estratégico e também do Fórum Estratégico de Engenharia, por sua vez, fez uma exposição detalhada sobre o atual quadro da engenharia automotiva nacional e o quê pode ser feito para incentivar a retomada da relevância dos centros de pesquisa e de desenvolvimento locais e, por consequência, o adensamento da produção brasileira de autoveículos. Painel – A partir das exposições do presidente e do vice-presidente da AEA, o Fórum Estratégico de Engenharia apresentou o painel “Como impulsionar a Engenharia Automotiva Brasileira”, com as participações de Margarete Gandini, diretora do Departamento de Desenvolvimento da Indústria de Alta-Média Complexidade Tecnológica/MDIC; José Luís Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo do BNDES, Igor Calvet, presidente da Anfavea; Claudio Sahad, presidente do Sindipeças e Gastón Diaz Perez, presidente e CEO da Bosch América Latina, com a mediação de Antonio Calcagnotto, diretor de Relações Institucionais da AEA. Na avaliação unânime dos painelistas, os investimentos em centros de pesquisa e de desenvolvimento automotivos são vitais no processo de retomada do crescimento da indústria local, cujo direcionamento indica as tecnologias de biocombustíveis e de bioeletrificação. A AEA pretende realizar quatro edições do Fórum Estratégico de Engenharia por ano, a partir de 2026, com o objetivo de oferecer estudos técnicos ao Governo Federal na continuidade das políticas industriais de Estado do setor automotivo brasileiro.
GWM amplia experiência digital no site oficial com simulador de recarga e autonomia de seus veículos eletrificados

Novos simuladores online permitem estimar tempo de recarga e desempenho da bateria em diferentes cenários de uso Iniciativa amplia o acesso a informações sobre eletrificação e uso de baterias A GWM Brasil passa a oferecer em seu site oficial duas novas ferramentas digitais voltadas à educação e apoio ao consumidor de veículos eletrificados: o simulador de tempo de recarga e o simulador de autonomia da bateria. As funcionalidades permitem ao público entender, de maneira simples e personalizada, como diferentes condições de uso impactam a recarga e a autonomia do veículo no dia a dia. “Os simuladores de tempo de recarga e autonomia foram desenvolvidos para tornar a experiência com veículos eletrificados mais simples e transparente. Queremos ajudar o consumidor a entender, de forma prática, como diferentes cenários de uso impactam o dia a dia, reduzindo dúvidas e aproximando ainda mais as pessoas da mobilidade elétrica”, afirma Marcelo Valdivia, Gerente de Canais Digitais da GWM Brasil. No simulador de tempo de recarga, o usuário pode configurar variáveis como o tipo de carregador (portátil, wallbox ou carregador rápido), além da potência do carregador e do ajuste das condições de recarga. A partir dessas informações, a ferramenta apresenta um tempo de recarga aproximado, auxiliando o consumidor a planejar rotinas e compreender melhor o uso do veículo eletrificado. Já o simulador de autonomia da bateria permite avaliar o desempenho do veículo conforme o tipo de condução, com opções de uso em cidade ou estrada, além de considerar o impacto do uso do ar-condicionado, que pode ser ativado ou desativado. O simulador também leva em conta a quantidade de ocupantes, com cenários que variam entre apenas o motorista, dois ou quatro passageiros, e até quatro passageiros mais bagagem. Com essas soluções, a GWM Brasil amplia a experiência digital do consumidor ao oferecer ferramentas que ajudam a entender melhor o uso, a recarga e a autonomia dos veículos eletrificados, trazendo mais clareza ao processo de escolha. Os simuladores estão disponíveis em:• Página de simuladores:https://www.gwmmotors.com.br/pt/experience/simuladores • Simulador de tempo de recarga:https://www.gwmmotors.com.br/pt/experience/simulador-recarga • Simulador de autonomia:https://www.gwmmotors.com.br/pt/experience/simulador-autonomia Site da GWM Brasil passa a reunir mais informações sobre produtos e serviços Além dos simuladores de recarga e autonomia, a GWM Brasil vem ampliando continuamente o conteúdo e as funcionalidades de seu site oficial. Entre as melhorias mais recentes está a disponibilização dos preços de acessórios, oferecendo mais transparência e facilitando o planejamento de compra dos consumidores. Na seção de Serviços Conectados, o site apresenta de forma detalhada os recursos digitais disponíveis nos veículos da marca, que proporcionam mais conveniência, segurança e conectividade no dia a dia, integrando o carro ao ecossistema digital do usuário. Entre as funcionalidades estão o controle remoto pelo aplicativo My GWM, o Hotspot Wi-Fi, que garante conectividade a bordo, e o OTA Update, sistema de atualização remota de software que mantém o veículo sempre atualizado sem a necessidade de visita à concessionária. O site também disponibiliza, de forma transparente, os preços dos diferentes planos de internet, permitindo que o cliente conheça antecipadamente todas as opções de conectividade oferecidas. Além dos recursos de conectividade, o site da GWM Brasil reúne, na aba “Serviços”, informações completas dedicadas aos proprietários. Ali, estão disponíveis os manuais do proprietário na íntegra, os planos de revisão com preços definidos para todos os modelos e os valores dos pacotes de serviços conectados, garantindo mais clareza sobre uso, manutenção e tecnologia dos veículos. Com essas atualizações, a GWM Brasil consolida seu site como uma plataforma completa de informação e experiência, reunindo conteúdos que apoiam o consumidor desde a pesquisa inicial até a decisão de compra do veículo.
Automação inteligente acelera a transformação e reforça a competitividade da indústria automobilística nacional

Mitsubishi Electric Brasil reforça como suas soluções tecnológicas aceleram eficiência, rastreabilidade e produtividade nas plantas automotivas O cenário automobilístico vive um dos períodos mais transformadores de sua história. Com a pressão por maior eficiência produtiva, qualidade total, eletrificação, segurança e rastreabilidade, montadoras e sistemistas têm buscado soluções que conectem processos, reduzam custos e aumentem a competitividade global. Nesse movimento, a Mitsubishi Electric Brasil, uma das líderes mundiais em tecnologia, automação industrial e soluções para diversos segmentos, reforça o papel da automação inteligente como pilar para acelerar essa nova era da manufatura automotiva. Presente em linhas de produção de veículos, motores, transmissões, baterias e sistemas embarcados, a empresa oferece um portfólio que abrange desde CLPs de alta performance, robôs industriais, IHMs, servo acionamento, inversores de frequência, até plataformas de IIoT e análise avançada de dados. O objetivo é apoiar a indústria automotiva na transição para processos mais conectados, flexíveis e sustentáveis. A necessidade de ciclos produtivos mais curtos, reduzido índice de falhas e controle rigoroso de variáveis tem impulsionado a adoção de tecnologias inteligentes nas montadoras. Soluções como o MELSEC iQ-R, por exemplo, garantem comunicação de alta velocidade entre equipamentos, rastreabilidade completa e sincronização de processos críticos, fundamentais em operações como solda, pintura, estamparia e montagem final. “A indústria automotiva exige precisão absoluta. Nossos sistemas garantem estabilidade, repetibilidade e visibilidade em todo o ciclo produtivo, permitindo decisões rápidas e assertivas”, destaca Bruno Sacute Iorio, Supervisor de Produto / Aplicação (Servo & Motion) da Mitsubishi Electric Brasil. Produtividade e segurançaA automação robótica também vem ganhando protagonismo nas plantas automotivas. Robôs articulados da linha MELFA são amplamente utilizados em aplicações manipulação de peças, montagem, inspeção e embalagem, aumentando a produtividade e reduzindo riscos operacionais. Com integração simplificada e programação intuitiva, os robôs permitem que as fábricas avancem em direção a ambientes mais seguros, flexíveis e eficientes. Plataformas de Edge Computing e soluções de smart manufacturing possibilitam que plantas automotivas monitorem ativos em tempo real, identifiquem gargalos e otimizem o consumo energético. A análise contínua de dados amplia a previsibilidade, reduz paradas inesperadas e melhora o uso de recursos. “A inteligência operacional é hoje um diferencial competitivo. A indústria automotiva que conecta dados, pessoas e máquinas estará pronta para competir em qualquer mercado”, reforça a empresa.
2026: diesel em baixa no mundo, mas a queda no Brasil é incerta

Por Vitor Sabag A U.S. Energy Information Administration (EIA), agência dos Estados Unidos responsável por monitorar o setor de energia, projeta que o preço médio do diesel nos Estados Unidos será de US$3,50 por galão em 2026, o que representa uma queda de cerca de 4% em relação a 2025. Essa expectativa reflete, principalmente, a tendência de baixa no custo do petróleo bruto, além de ajustes nas margens de refino e nos padrões globais de demanda. A agência também prevê uma queda de aproximadamente 20% no preço do barril de petróleo Brent em 2026, com média anual estimada em US$55. Essa tendência está ligada ao aumento dos estoques globais, à desaceleração da demanda por petróleo e à expansão da oferta liderada pelos países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+). Mesmo assim, ainda que os preços do diesel e do petróleo caiam no mercado internacional, isso não garante por si só que o preço do diesel vá recuar na mesma velocidade e proporção no Brasil. O comportamento do mercado interno depende de vários fatores adicionais. Embora existam outros agentes no abastecimento, como refinarias privadas e importadores, é a Petrobras quem ainda exerce a maior influência sobre a formação dos preços no país. A companhia tem forte presença no mercado e sua política de preços atual é menos previsível, na prática, do que o modelo de paridade adotado anteriormente. Desde maio de 2023, a companhia abandonou a política de paridade internacional, que antes seguia as cotações do petróleo no mercado externo e o câmbio. No modelo atual, os reajustes são baseados em dois critérios: o custo alternativo do cliente, ou seja, quanto custaria importar o combustível, e o valor marginal para a Petrobras, considerando seus custos internos de produção e refino. A companhia também passou a adotar uma postura mais flexível, mencionando a possibilidade de usar um mecanismo de amortecimento para suavizar oscilações de curto prazo. No entanto, esse “colchão” não tem regras públicas definidas, o que aumenta a incerteza sobre se, quando e como ele será aplicado. Com isso, surgem dúvidas importantes. Se o petróleo cair, e os outros fatores que impactam no diesel se mantiverem constantes, será que a Petrobras reduziria os preços do diesel quando o PPI (Preço de Paridade de Importação) estivesse a patamares próximos do preço doméstico? Existiria uma demora nos anúncios das reduções ou seria feito de imediato, beneficiando o consumidor? Será que manteria os preços artificialmente mais altos por algum tempo, usando “o colchão” como justificativa? Ou vai seguir com a prática de operar abaixo do PPI por mais tempo, como tem feito nos últimos meses? A realidade é que prever o comportamento da Petrobras nesse cenário é complexo. Ainda que o petróleo bruto represente em torno de 50% da composição do preço final do diesel, existem muitos outros fatores que influenciam o valor cobrado nos postos. O câmbio, biodiesel, impostos, os níveis de estoques, os riscos geopolíticos como guerras, sanções ou decisões da OPEP, além das margens de refino, impactam diretamente no custo do produto. Hoje, a estatal já está há vários meses sem reajustar o preço do diesel, operando com valores abaixo do mercado internacional, o que acende um alerta no setor sobre a previsibilidade e a coerência dessa política no médio prazo. Além de tudo isso, 2026 é ano eleitoral no Brasil, e nós sabemos bem o peso que a política já exerceu sobre decisões na Petrobras. Isso adiciona mais uma camada de incerteza ao cenário e levanta dúvidas sobre possíveis interferências ou decisões estratégicas voltadas para manter os preços artificialmente controlados. Mesmo com a previsão de queda do petróleo e do diesel no mercado internacional, o cenário brasileiro carrega muitas particularidades e incertezas. A forma como a Petrobras irá atuar diante desse contexto, somada às tensões políticas e econômicas do ano que vem, tanto internas quanto externas, pode fazer com que os preços no Brasil não necessariamente acompanhem a tendência internacional. Fato é que, no início de janeiro, já temos previsto o primeiro aumento no diesel… R$0,05 por litro, culpa do reajuste do ICMS. Vitor Sabag é especialista em combustível da Gasola by nstech
Volkswagen abre a fábrica Anchieta para visitação

Volkswagen do Brasil reabriu o agendamento para visitas à fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. É rápido e simples: basta clicar aqui e escolher sua data ou acessar: https://www.vw.com.br/pt/volkswagen/programa-de-visitas.html • Você pode agendar visitas individuais ou em grupos entre 15 e 25 pessoas. • Tour do Programa de Visitas Volkswagen é gratuito, para maiores de 18 anos e sempre às quintas-feiras, em dois horários: às 8h30 ou às 13h30. • Com a mais alta tecnologia em desenvolvimento e produção de veículos, a Anchieta é a primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha. • Anchieta responde por 57% dos 26,2 milhões de veículos produzidos pela Volkswagen do Brasil, a maior fabricante do setor brasileiro. • Visita passa pela produção e pela Garagem VW, o maior acervo de clássicos de uma montadora no Brasil. A Volkswagen do Brasil acaba de reabrir ao público em geral o agendamento para visitas à fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. É fácil e rápido. Basta clicar aqui e reservar a data para conhecer a fábrica que reúne a mais alta tecnologia em desenvolvimento e produção de automóveis e a tradição de ser a primeira planta da Volkswagen fora da Alemanha, iniciando a expansão global da marca. Ou acesse: https://www.vw.com.br/pt/volkswagen/programa-de-visitas.html As visitas são gratuitas, para maiores de 18 anos e realizadas todas as quintas-feiras, em dois períodos: manhã (8h30) ou tarde (13h30). O tour pode ser feito em duas modalidades: individual ou grupos entre 15 e 25 pessoas. As próximas turmas serão recebidas a partir de 22 de janeiro de 2026. “O Programa de Visitas Volkswagen é um grande sucesso e nos orgulha receber os fãs da marca para essa experiência única e fascinante, passando pela produção e a Garagem VW, o maior acervo de clássicos de uma montadora no Brasil, que conta a história da indústria automotiva. Quando retomamos as visitas à fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, em julho, as vagas esgotaram em poucas horas. Sempre dizemos que todo brasileiro tem uma história com a Volkswagen, mas ficamos impressionados com a paixão e o interesse em conhecer essa fábrica estratégica para a marca, que reúne inovação, a mais alta tecnologia e qualidade em desenvolvimento e produção de automóveis”, afirma Cláudio Rawicz, diretor executivo de Comunicação e Sustentabilidade da Volkswagen do Brasil e LAM (América Latina). Alta tecnologia e história dos clássicos Volkswagen O tour pela fábrica Anchieta dura cerca de 2h30 e passa pelos principais pontos do processo de fabricação dos veículos, como: • Armação: onde as peças são soldadas, formando a carroceria. • Montagem Final: etapa em que os veículos são finalizados e seguem para as concessionárias. Atualmente, a fábrica Anchieta produz os modelos Novo Nivus, Nivus GTS, Polo Track, Virtus e Saveiro. É impressionante acompanhar cada etapa do processo produtivo. A programação inclui também a Garagem Volkswagen, o maior acervo de clássicos de uma montadora no Brasil, com modelos icônicos como Fusca, Kombi, SP1, Gol e muitos outros. É um momento emocionante, quando temos a certeza de que todo brasileiro tem uma história (ou muitas) com a Volkswagen. Estão lá o carro do avô, do pai, da infância, da adolescência… Uma mistura de emoção, nostalgia e muitos cliques para as redes sociais. Inclusive, fica o convite para seguir e curtir muito o Instagram da Garagem VW. Clique aqui ou acesse: https://www.instagram.com/garagem.volkswagen Primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha Inaugurada em 1959, a fábrica Anchieta foi a primeira planta da Volkswagen fora da Alemanha, dando início à expansão global da marca e produziu diversos clássicos, como o Fusca e a Kombi. Localizada em São Bernardo do Campo (SP), berço da indústria automotiva brasileira, a unidade já produziu 14,9 milhões de veículos, o que representa 57% dos 26,2 milhões de automóveis fabricados pela Volkswagen no País. A Volkswagen é a maior fabricante de automóveis do Brasil, responsável por 26% das 100 milhões de unidades produzidas pelo setor. Presente no Brasil há 72 anos, a marca une tradição e inovação, e o Programa de Visitas é uma oportunidade para vivenciar essa história. O tour é totalmente gratuito e aberto ao público em geral. É necessário que os visitantes sejam maiores de 18 anos. Programa de Visitas Volkswagen do Brasil – Fábrica Anchieta Local: Fábrica Anchieta, São Bernardo do Campo (SP) Dia e horários: Quintas-feiras, às 8h30 ou às 13h30 Clique aqui para agendar sua visita ou acesse:
Yamaha R15 ABS chega à linha 2026

Modelo ganhou nova opção de cor, além de grafismos e acabamentos atualizados A Yamaha R15 ABS, uma esportiva de 155 cc completa e tecnológica, com atrativos até então vistos apenas em motos de maior cilindrada, chega à linha 2026 com novas opções de cores e grafismos. A Yamaha R15 ABS 2026 é equipada com Sistema de Atuação de Válvula Variável (Variable Valve Actuation – VVA) e refrigeração líquida, quadro Deltabox, balança traseira da suspensão em alumínio, rodas e pneus largos, freios com ABS nas duas rodas e um design arrebatador. Unindo esportividade e desempenho com a versatilidade de uma motocicleta de uso cotidiano, a Yamaha R15 ABS é uma moto inspirada nas corridas para a correria do dia a dia. O visual esportivo da Yamaha R15 ABS 2026 chama atenção por onde passa, graças às linhas marcantes e arrojadas, que carregam o DNA R-Series. O conjunto de carenagens da motocicleta também é funcional. Sua estrutura em camadas foi desenvolvida com a mais alta tecnologia em túnel de vento com o propósito de otimizar o fluxo de ar, oferecendo um ótimo desempenho aerodinâmico, capaz de reduzir a turbulência ao redor da área do capacete de quem a pilota. Um dos maiores destaques da Yamaha R15 ABS 2026 está em seu moderno e tecnológico motor, único da categoria esportiva de baixa cilindrada com refrigeração líquida e Sistema de Atuação de Válvula Variável. Esse motor é capaz de alcançar a potência máxima de 18,8 cv a 10.000 rpm e o torque máximo de 1,5 kgf.m a 8.500 rpm. O destaque tecnológico deste motor fica por conta do Sistema VVA, que é capaz de oferecer um excelente torque em baixas rotações, potência surpreendente em médias e altas, e ainda assim garantir economia de combustível. O sistema define o momento em que as válvulas abrem e fecham, o quanto abrem e o tempo em que permanecem abertas. Tudo isso controlado por meio de uma unidade eletrônica. Dessa forma é possível ter duas características diferentes na mesma motocicleta. Na prática, o VVA faz com que a esportiva da Yamaha seja ágil nas arrancadas e retomadas no uso urbano, e tenha fôlego para encarar estradas. De acionamento suave e engates precisos, o câmbio da Yamaha R15 ABS 2026 é de seis velocidades, o que permite pilotar em rotações mais baixas, contribuindo para a economia de combustível, mas sem perder a emoção na pilotagem. Recurso comum em motos potentes de alta cilindrada, a embreagem assistida e deslizante presente na R15 ABS 2026 evita a frenagem excessiva do motor e o travamento das rodas traseiras em reduções bruscas de marcha. Isso garante não só a maior durabilidade de toda a transmissão da motocicleta, como aumenta seu controle na pilotagem. A embreagem assistida e deslizante da esportiva de baixa cilindrada da Yamaha reduz a pressão no manete de acionamento da embreagem, garantindo trocas de marchas mais suaves e controladas, minimizando a fadiga no uso diário. A Yamaha R15 ABS 2026 apresenta um consumo de combustível de até 54,7 km/l* em trajetos urbanos. Com um tanque com capacidade para 11 litros de gasolina, a R15 ABS 2026 oferece uma autonomia de até 600 quilômetros. As suspensões da Yamaha R15 ABS são robustas, capazes de filtrar as irregularidades do piso com eficiência. Na dianteira, o garfo telescópico tem 41mm de diâmetro e curso de 130 mm. Na traseira, a balança da suspensão totalmente de alumínio, é do tipo monocross, garantindo baixo peso e minimizando torções, com curso de 97 mm. A Yamaha R15 ABS tem freio a disco com ABS nas duas rodas. Na dianteira o freio tem duplo pistão e um grande disco de 282 mm, na traseira, a R15 tem disco de 220 mm e pinça de um pistão. Os pneus têm medidas 100/80-17 na dianteira, e 140/70-17 na traseira, com rodas de liga leve de 17 polegadas. A Yamaha R15 ABS tem luz de posição e farol de última geração de LED, garantindo amplitude de luminosidade de forma homogênea e abrangente, nos fachos do farol baixo e alto, além de lanterna traseira de LED, com maior eficiência na iluminação, fundamental para ser visto em condução noturna. O modelo tem ainda lampejador de farol. Já o painel multifunção é 100% digital com iluminação de LED e fundo branco, garantindo ótimo contraste das informações no display, facilitando a leitura na pilotagem diurna e noturna. No display são exibidos o conta-giros, medidor de combustível, indicador de marcha e indicador VVA, que mostra quando o sistema privilegia o funcionamento esportivo. Outro recurso do painel destinado à esportividade é o Shift Light, localizado na parte superior do painel. Ele indica o momento ideal para troca de marchas e pode ser ajustado pelo condutor para acender na rotação de sua preferência. O painel exibe ainda os indicadores de velocidade média, de consumo instantâneo e média de consumo, perfeitos para quem busca economia. Outras funções disponíveis são o velocímetro, o hodômetro total e dois parciais (TRIP-1 e TRIP-2) e “Fuel Trip”, que indica a quilometragem percorrida na reserva de combustível, relógio, e ainda as luzes indicadoras de piscas, farol alto, neutro e alerta de temperatura do motor e de funcionamento do sistema ABS, por exemplo. A YAMAHA R15 ABS 2026 está disponível na nova cor X-Black (Preto Fosco) e na clássica cor Racing Blue (Azul Metálico) com novos grafismos, com preço público sugerido de R$ 23.390 (além de frete). A esportiva de entrada da Yamaha tem três anos de garantia e Revisão Preço Fixo. *Dados obtidos através de testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, simulando o uso em circuito urbano e realizado em condições e ambiente controlados. Fatores externos como peso, carga transportada, forma de condução, entre outros, podem influenciar no resultado
Honda lançará novo serviço de preservação histórica — “Honda Heritage Works” — em abril de 2026

Vendas globais de peças Honda Heritage e um novo serviço de restauração Honda no Japão para modelos esportivos clássicos da Honda A Honda Motor Co., Ltd. anunciou hoje seus planos de lançar a Honda Heritage Works, uma nova empresa de serviços de restauração para modelos clássicos esportivos da Honda (e Acura), em 1º de abril de 2026. Para os clientes que prezam e desejam continuar dirigindo seus amados veículos por muitos anos, a Honda oferecerá peças de reposição em todo o mundo para substituir peças descontinuadas, além de um serviço de restauração no Japão. A Honda Heritage Works será composta por dois serviços: Honda Heritage Parts, que reproduz e fornece determinadas peças genuínas descontinuadas que não estão mais em produção em massa, e Honda Restoration Service, um novo serviço que será oferecido no Japão para restaurar veículos dos clientes utilizando as peças reproduzidas. Ambos começarão com a primeira geração do NSX, com planos de expansão para outros modelos esportivos clássicos no futuro. Antes do lançamento do serviço em abril de 2026, a Honda lançou hoje o site oficial da Honda Heritage Works. Informações detalhadas, incluindo preços e serviços oferecidos, serão divulgadas gradualmente até o início do serviço. URL do site oficial da Honda Heritage Works:Link (em japonês)