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O mercado automotivo está contratando — mas quem não se torna visível está ficando de fora

Por Carla Nórcia O setor automotivo brasileiro vive um paradoxo que pouca gente tem coragem de dizer em voz alta: há vagas abertas, mas falta gente disponível — e, principalmente, gente localizável. Enquanto oficinas, distribuidoras, indústrias e varejos de autopeças reclamam da escassez de mão de obra, milhares de profissionais seguem trabalhando sem perceber que estão fora do radar do mercado. Não por falta de competência, mas por invisibilidade. Dados do IBGE mostram que o Brasil ainda não recuperou totalmente a participação da população na força de trabalho no pós-pandemia. O envelhecimento da população, a redução da entrada de jovens na indústria e o crescimento acelerado do trabalho informal — que já responde por mais de 40% das ocupações no país — estão mudando silenciosamente a lógica da empregabilidade. No Estado de São Paulo, o saldo migratório negativo retirou quase 170 mil pessoas do mercado formal entre 2010 e 2022. O resultado é simples e duro: o mercado precisa de gente, mas não encontra quem não aparece. Nesse novo cenário, o currículo deixou de ser um documento guardado “para quando precisar”. Ele virou instrumento de sobrevivência profissional. Quem não mantém seu histórico atualizado, organizado e exposto em uma vitrine certa corre o risco de só descobrir isso quando a urgência bater — e a vaga já tiver sido preenchida. É nesse ponto que o Vagas Automotivas deixa de ser apenas um site e passa a cumprir um papel estrutural no setor. A plataforma, única no Brasil dedicada exclusivamente à empregabilidade automotiva, vem se consolidando como o principal ponto de encontro entre quem precisa contratar e quem precisa ser encontrado. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 — um período tradicionalmente fraco para contratações — o portal registrou a entrada de mais de 2 mil novos currículos, elevando sua base para mais de 4 mil profissionais ativos. O dado não indica apenas crescimento da plataforma, mas um movimento claro de conscientização: o trabalhador começou a entender que precisa estar visível antes de precisar da vaga. Criado a partir de um projeto entre CONAREM e SENAI e hoje liderado pela Insight Trade, o Vagas Automotivas nasceu dentro do ecossistema do aftermarket, com linguagem, curadoria e inteligência alinhadas à realidade do setor. Diferente dos portais genéricos, ele conecta oficinas, retíficas, fábricas, distribuidores e varejo a profissionais que realmente pertencem a esse mercado. A plataforma permite cadastro gratuito de currículos, utiliza inteligência artificial para cruzar perfis e oportunidades e reduz em até 70% o custo de recrutamento para as empresas, eliminando ruído, desperdício de tempo e desalinhamento técnico. Mas o recado mais importante não é tecnológico. É humano. Hoje, não basta trabalhar bem. É preciso ser encontrado. Não basta ter experiência. É preciso organizá-la. Não basta esperar ser indicado. É preciso estar disponível quando o mercado procura. O Vagas Automotivas se posiciona, assim, como a solução prática e imediata para um problema estrutural: dar visibilidade a quem sustenta o setor com o próprio trabalho e ajudar empresas a preencher vagas que hoje ficam abertas por falta de acesso ao talento certo. Num mercado cada vez mais pressionado por produtividade, tempo e escassez de pessoas, ficar invisível não é mais uma opção. Quem atua no setor automotivo — do balcão à gestão — precisa entender que o jogo mudou. E quem se movimentar agora, estará um passo à frente quando a próxima vaga surgir. Profissionais podem cadastrar seus currículos gratuitamente em www.vagasautomotivas.com.br. Empresas encontram ali o caminho mais direto entre necessidade real e talento real. O mercado está contratando. A pergunta é: você está visível?

Etanol e gasolina sobem em janeiro, impactados por ajuste do ICMS

Combustíveis tiveram preço médio de R$ 6,46 e R$ 4,70, respectivamente Em janeiro, o preço médio da gasolina nos postos de todo o Brasil registrou alta de 1,89% em comparação com dezembro, chegando a R$6,46. O etanol também avançou no período, com aumento de 3,52%, sendo comercializado a preço médio de R$4,70. Os dados são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações realizadas nos postos de combustível em todo o País, garantindo uma média precisa. Valores médios e variações nacionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 “O aumento observado em janeiro reflete uma retomada gradual da demanda típica do início do ano, aliada a fatores regionais de oferta, especialmente no caso do etanol. A gasolina apresentou alta moderada, influenciada principalmente pelo reajuste do ICMS, enquanto o biocombustível sofreu maior pressão, impulsionado por reajustes mais intensos em alguns estados”, explica Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade. Segundo o executivo, apesar da redução de 5,2% anunciada pela Petrobras no preço da gasolina para as distribuidoras, o reajuste do ICMS, que representou um aumento médio de 6,37%, acabou se sobrepondo, resultando em um balanço final positivo de cerca de 1,17% em relação a dezembro. “Na prática, isso significa que, mesmo com a queda no preço de origem, o consumidor ainda percebeu um leve aumento nas bombas, com impacto relativamente limitado no bolso”, completa. Na análise por regiões, todas registraram aumento tanto para gasolina quanto para etanol em janeiro. O Nordeste apresentou a maior alta do etanol (5,23%), alcançando preço médio de R$5,03. Já o Sudeste seguiu como a região com o etanol mais barato do País, mesmo após avanço de 3,82%, com média de R$4,62. O Norte manteve o etanol mais caro entre as regiões, a R$5,30 (+1,73%). Para a gasolina, o Sul registrou a maior alta regional (2,38%), chegando ao preço médio de R$6,46. O Sudeste, apesar do aumento de 1,77%, permaneceu como a região com a gasolina mais barata do País, com média de R$6,34. O Norte seguiu como a região mais cara, com preço médio de R$6,83 (+0,59%). Valores médios e variações regionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 Na análise por estados, o etanol mais caro do País em janeiro foi novamente o do Amazonas, com preço médio de R$5,48 (+0,18%), enquanto São Paulo registrou o menor valor, a R$4,50, mesmo após alta de 3,69%. O Rio Grande do Norte apresentou o maior aumento mensal do biocombustível (15,18%), chegando a R$ 5,31, enquanto Rondônia teve a maior redução (-2,05%), com o etanol recuando para R$5,25. Já para a gasolina, Roraima manteve o maior preço médio do País, a R$7,41 (estável). A Paraíba apresentou a gasolina mais barata, a R$6,20, após alta de 1,81%. O maior aumento estadual foi registrado no Rio Grande do Norte (7,06%), onde o combustível chegou a R$6,52, enquanto Alagoas teve a maior queda (-0,61%), com preço médio de R$6,55. “Mesmo com os reajustes observados no início do ano, a escolha do combustível mais vantajoso segue dependente do perfil do veículo e dos preços locais. Ainda assim, o etanol permanece como uma alternativa mais sustentável, por emitir menos poluentes e contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, reforça Mascarenhas. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, apoiado por uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações, garantindo alta confiabilidade. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, possui mais de 30 anos de experiência e administra uma frota superior a 1 milhão de veículos, com média de oito transações por segundo, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar a gestão de mobilidade de seus clientes.

VW consolida América do Sul como a região com maior expansão global

• Região América do Sul é uma das mais importantes para a Volkswagen no mundo. • Com 569.174 unidades comercializadas em 2025, a região América do Sul foi a que registrou o maior crescimento em volume de vendas (+14,6%) para a marca VW globalmente. • Brasil é o 3º maior mercado global de vendas da marca, atrás apenas da China e da Alemanha. País registrou mais de 436 mil unidades vendidas em 2025 (+9%). • No Brasil, a Volkswagen fechou 2025 como líder absoluta entre os carros de passeio e líder dos dois principais segmentos do setor (SUVs e hatches) há 3 anos consecutivos. • Em exportações, Volkswagen do Brasil cresceu 29%, com 116.495 veículos embarcados em 2025. Polo e Tera foram os mais exportados, respectivamente. • Em 2025, a Volkswagen do Brasil teve crescimento em todos os seus principais mercados de exportação: Argentina (+45%), México (+20%), Colômbia (+27%) e Chile (+42%). A Volkswagen reafirma a Região América do Sul como o principal polo de crescimento da marca no cenário global. Com um aumento sólido de 14,6% nas vendas em 2025, comparando com 2024, a Região SAM manteve a liderança como a que mais cresceu em volume para a marca no mundo. Ao todo, 569.174 unidades Volkswagen foram comercializadas na América do Sul em 2025, resultado que demonstra consistência, reforça a relevância estratégica da região para o desempenho mundial da companhia e endossa a acertada renovação dos produtos e a força da Rede de Concessionárias VW e dos importadores parceiros. No Brasil, a Volkswagen consolidou sua posição como o terceiro maior mercado global de vendas da marca, atrás apenas da China e da Alemanha. O Brasil registrou mais de 436 mil unidades vendidas em 2025, o que representa um crescimento de 9% em relação a 2024, mesmo em um ambiente de forte competitividade no setor automotivo. No Brasil, a Volkswagen fechou 2025 como líder absoluta entre os carros de passeio e líder dos dois principais segmentos do setor (SUVs e hatches) há 3 anos consecutivos. Com 122.675 unidades emplacadas em 2025, o Polo foi o hatch e o carro de passeio mais vendido do Brasil em 2023, 2024 e 2025. Em SUVs, o Novo T-Cross foi o mais vendido do Brasil também em 2023, 2024 e 2025, com 92.839 unidades comercializadas no ano passado. O desempenho consistente do modelo foi determinante para que a Volkswagen mantivesse a liderança no segmento de SUVs, o que mais cresce no mercado brasileiro, com 204.896 unidades vendidas dos modelos Tera, Nivus, Novo T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4 no ano passado. Além do Brasil, outros importantes mercados da América do Sul contribuíram significativamente para o avanço da marca em 2025: • Argentina: crescimento expressivo de 47,4% (2025 x 2024), com 94.635 unidades vendidas em 2025. • Colômbia: alta de 39% (2025 x 2024), com 10.679 unidades em 2025. • Chile: avanço de 23% (2025 x 2024), com 7.132 unidades em 2025. • Uruguai: aumento de 13% nas vendas (2025 x 2024), com 6.120 unidades em 2025. Os resultados reforçam a consolidação da Volkswagen em mercados estratégicos e evidenciam a força do portfólio regional, exemplificado por modelos já conhecidos e ainda absolutamente fortes em números de vendas e queridos pelo consumidor. Entre os destaques do portfólio, alguns modelos produzidos no Brasil tiveram papel decisivo no desempenho da Volkswagen na América do Sul: • Polo: protagonista da VW na região, com 150.802 unidades vendidas em 2025. • Novo T-Cross: crescimento de 14,6% (2025 x 2024), totalizando 112.442 unidades vendidas em 2025. • Saveiro: avanço de 19,4% (2025 x 2024), atingindo 75.337 unidades vendidas em 2025. • Nivus: 63.878 unidades vendidas em 2025. • Tera: estreante com impacto imediato, registrando 56.241 unidades já nas garagens da região em seu primeiro ano. O modelo começou a ser vendido em junho no Brasil e teve as exportações iniciadas em julho para 18 países da América Latina. Pessoas, rede e clientes, os pilares da performance “A América do Sul é uma das regiões mais importantes para a marca Volkswagen no mundo e a que mais cresceu em volume de vendas em 2025. O aumento de 14,6% no ano passado, com 569.174 veículos emplacados, demonstra a força do nosso portfólio e a relevância estratégica da marca na região. Os resultados da Volkswagen na América do Sul foram impulsionados pelo trabalho dedicado dos nossos times e pela parceria sólida com a nossa rede de concessionárias e importadores, que é fundamental para conectar a estratégia à operação. Outro resultado que celebramos foi o crescimento de 29% nas exportações da Volkswagen do Brasil, com 116.495 unidades embarcadas e destaque para o Polo e o Tera, os modelos mais exportados em 2025, respectivamente”, afirma Hendrik Muth, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen para a Região América do Sul. A Volkswagen projeta manter seu ritmo de crescimento na América do Sul com foco em inovação, competitividade e relacionamento com o cliente. Volkswagen do Brasil tem crescimento de 29% em exportações A importante presença da Volkswagen do Brasil na América Latina também é comprovada com os números de exportações. Em 2025, a marca exportou um total de 116.495 veículos, com crescimento de 29% em relação a 2024 (90.142 unidades embarcadas). Dois modelos se destacaram em 2025: Polo e Tera. O Polo, fabricado na unidade Anchieta (São Bernardo do Campo, SP) e Taubaté (SP) foi o VW mais exportado em 2025, com 32.579 unidades embarcadas no ano e um crescimento de 10% em relação a 2024. O Polo é exportado para 11 mercados da América Latina, sendo os principais Argentina, México, Colômbia e Uruguai. O Tera, produzido em Taubaté, já é o segundo modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil, com 25.763 unidades embarcadas em 2025 para 18 mercados: Argentina, México, Chile, Colômbia, Uruguai, Peru, Equador, Paraguai, Guatemala, Bolívia, Panamá, República Dominicana, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Curaçao, St. Maarten e Aruba. Em 2025, a Volkswagen do Brasil teve crescimento expressivo em todos os seus principais mercados de exportação. Argentina é o principal deles, com crescimento de 45%

Ram inicia pré-reserva da nova Dakota com lote limitado

– Serão 750 unidades com condições exclusivas para os primeiros compradores;  – Nova Ram Dakota chega ao mercado brasileiro nas versões Warlock e e Laramie entregando muita capacidade, luxo e tecnologia.  A Ram Dakota chega ao Brasil para oferecer aos consumidores força, capacidade, luxo e tecnologia em um segmento em que marca ainda não atuava, o de picapes médias. O início da nova história, agora com a marca Ram, de um nome que carrega um grande legado e que deixou saudade entre os brasileiros se dará em regime de pré-reserva para um total de 750 unidades entre as versões Warlock e Laramie, apresentadas ao público brasileiro no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2025.  A partir das 09h do dia 21 de janeiro, os interessados em adquirir a nova Ram Dakota podem realizar a pré-reserva em uma das concessionárias da marca distribuídas pelo Brasil. A versão Warlock, com apelo mais voltado para o off-road, tem preço sugerido de R$ 289.990 na pré-reserva, enquanto a Laramie, que se destaca pela identidade visual com os cromados tradicionais da Ram, é comercializada por R$ 309.990 nas unidades destinadas para o lote inicial. Estarão disponíveis 460 unidades da versão Warlock nas cores Branco Glacier, Prata Knox, Cinza Graphite e Preto Absolut e 290 unidades na Laramie nos mesmos tons mais o Laranja Terra Sunrise, exclusivo desta versão.  “Iniciamos a pré-reserva da nova Ram Dakota trazendo duas versões completas em equipamento, com visual interno e externo refinados e distintos, que permite ao cliente escolher a que mais combina com ele”, destaca Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul.  A nova Ram Dakota chega com características que a posicionam de forma muito competitiva em um segmento tão disputado. O modelo é impulsionado pelo eficiente motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, com câmbio automático de oito marchas. Já a tração é 4×4 Auto, que conecta automaticamente o eixo dianteiro, além dos modos 4×4 reduzida e 4×2, que podem ser acionados por meio de um comando eletrônico rotativo no console central, assim como o bloqueio mecânico do diferencial traseiro, ativado por um botão.  Como toda Ram, a Dakota entrega muita capacidade e força, podendo carregar até 1.020 kg, rebocar até 3.500 kg e comportando 1.210 litros na caçamba. O compartimento de carga possui revestimento interno, com iluminação de LED dentro e na terceira luz de freio e capota marítima. A tampa traseira é amortecida e com travamento elétrico.  Uma ampla lista de itens de série confere muito luxo e tecnologia ao modelo, tanto na Warlock quanto na Laramie. Entre diversos equipamentos, destaque para os faróis de LED com dois projetores, faróis de neblina com função cornering e lanternas também de LED. As luzes indicadoras de direção são dinâmicas, inclusive as traseiras. Ainda sobre o conjunto ótico, a versão Laramie possui uma barra frontal de LED que une os dois faróis e exibe uma animação ao trancar e destrancar a picape. A central multimídia de 12,3” dispõe de Android Auto e Apple CarPlay sem fio, navegação embarcada, páginas off-road e assistente virtual. Há um sistema de câmeras 540°, que permite a visualização superior e tridimensional da picape e deixar a carroceria transparente e, assim, visualizar o que está debaixo dela – daí o nome 540°. Já o quadro de instrumentos é digital e colorido de 7” e está disposto ao lado da central multimídia. Fecha o pacote tecnológico o carregador de celular por indução com refrigeração integrada.  Ambas as versões contam também com diversos sistemas avançados de auxílio à condução, como piloto automático adaptativo com alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas; sistema de monitoramento de ponto cego; sistema de manutenção na faixa de rodagem; e, alerta de tráfego traseiro cruzado, este último exclusivo da versão Laramie. O pacote de equipamentos de segurança é complementado pelos seis airbags, controle eletrônico de estabilidade com assistente de partida em rampa e de descida e freio a disco nas quatro rodas.  O interior da nova Ram Dakota apresenta muito luxo com painéis de instrumentos e de porta forrados com revestimento premium e materiais macios ao toque, bancos de couro genuíno na cor preta na Warlock – assim como o revestimento das colunas e do teto desta versão – e marrom na Laramie, com ajustes elétricos para os assentos dianteiros.  O console central também adota revestimento premium e possui dois níveis. Na parte inferior há um porta-objetos, além de duas portas USB, sendo uma do tipo C, de carregamento rápido, e uma tomada de 12V. Acima encontram-se dois porta-copos; apoia-braço com porta-objetos embutido; freio de estacionamento eletrônico; câmbio do tipo joystick, que, ao desligar a Ram Dakota no modo Drive, retorna automaticamente para a posição P (Park); e o botão de seleção dos quatro modos de condução da picape: Normal, Sport, Snow (neve) e Sand/Mud (areia/lama). O ar-condicionado é digital de duas zonas e possui duas saídas de ar traseiras, onde também está localizada uma porta USB do tipo C. A chave é presencial com partida por botão (Keyless Enter’N Go) e completam os itens de conforto da picape o retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e faróis com acendimento automático.  Para encontrar a concessionária mais próxima e reservar uma das 750 unidades da nova Ram Dakota em uma condição exclusiva, os clientes devem entrar no site da marca. 

Vagas Automotivas registra mais de 2 mil novos currículos em dois meses

Plataforma especializada no setor automotivo amplia base de profissionais entre dezembro e janeiro e reforça papel estratégico na empregabilidade do aftermarketEntre os meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o VagasAutomotivas.com.br registrou a entrada de mais de 2.000 novos profissionais, que passaram a integrar o banco de currículos da plataforma. O crescimento ocorre em um período tradicionalmente mais lento para contratações e indica o aumento da procura por oportunidades qualificadas no setor automotivo. Criado como uma plataforma de empregabilidade 100% voltada ao mercado automotivo, o Vagas Automotivas conecta profissionais e empresas de toda a cadeia — incluindo oficinas, retíficas, indústrias, distribuidores e varejo de autopeças. Diferente dos portais generalistas, o site foi estruturado para atender às demandas específicas do aftermarket, com vagas, perfis e linguagem alinhados à realidade do setor. O aumento no número de currículos cadastrados reflete um movimento relevante do mercado: profissionais em busca de recolocação, crescimento ou transição de carreira dentro de um ambiente mais segmentado e assertivo. Em paralelo, empresas encontram na plataforma um banco de talentos direcionado, reduzindo ruídos no processo de recrutamento e seleção. O acesso à plataforma é gratuito para os profissionais. Para se candidatar às vagas, basta acessar www.vagasautomotivas.com.br, realizar o cadastro do currículo e manter o perfil atualizado. As oportunidades são divulgadas de forma contínua, de acordo com a demanda das empresas cadastradas. Além da conexão entre vagas e candidatos, o Vagas Automotivas integra iniciativas de capacitação e desenvolvimento profissional, contribuindo para enfrentar um dos principais desafios do setor: a escassez de mão de obra qualificada. Com crescimento consistente e foco exclusivo no universo automotivo, a plataforma vem se consolidando como um hub de empregabilidade setorial, fortalecendo a ponte entre pessoas, empresas e o futuro do aftermarket brasileiro.

Relatório Automotive Digital Twindex traz insights para o futuro da mobilidade

O documento estabelece diretriz estratégica para soluções de mobilidade inteligentes e prontas para o futuro A Tata Consultancy Services (TCS) (BSE: 532540, NSE: TCS) apresentou o Relatório TCS Digital Twindex para Mobilidade Pronta para o Futuro 2026 na CES 2026, em Las Vegas. O relatório destaca como a IA, arquiteturas definidas por software e gêmeos digitais estão convergindo para remodelar veículos, fábricas, frotas e cadeias de suprimentos em sistemas adaptativos e de aprendizado. Os principais insights do Relatório TCS Digital Twindex para Mobilidade Pronta para o Futuro 2026 incluem: O lançamento do Relatório TCS Digital Twindex para Mobilidade Pronta para o Futuro 2026 reflete a aspiração da TCS de se tornar a maior empresa de serviços de tecnologia liderada por IA do mundo. Central para essa ambição é tornar a IA real, escalável e impactante para os clientes, incorporando inteligência diretamente nos principais sistemas de negócios. No contexto da mobilidade, o relatório ilustra como a inteligência integrada em veículos, fábricas, redes de suprimentos e plataformas digitais está indo além dos projetos-piloto para a escala operacional, permitindo resultados de mobilidade mais seguros, confiáveis e sustentáveis. Anupam Singhal, presidente de Manufatura da TCS, afirma: “Para a maioria das pessoas, mobilidade é sobre confiança, chegar onde precisam ir com segurança, confiabilidade e conforto. O que está mudando é como a inteligência está sendo tecida em veículos, fábricas e ecossistemas de mobilidade para apoiar essa confiança, muitas vezes sem ser notada. O Relatório TCS Digital Twindex para Mobilidade Pronta para o Futuro 2026 reúne essas mudanças e mostra como a tecnologia liderada por IA está melhorando silenciosamente as experiências cotidianas, entregando uma mobilidade pronta para o futuro que é mais confiável, sustentável e responsiva ao longo do tempo”. Ajay Wadhwa, CEO da Tata Motors Global Services Limited, complementa: “Na última década, testemunhamos uma série de mudanças incrementais. Essa evolução gradual acelerou significativamente nos últimos dois ou três anos, marcando um período de rápido progresso. No entanto, apesar desses avanços, a adoção generalizada de novas tecnologias e o trabalho fundamental essencial ainda precisam alcançar o ritmo em muitas empresas. À medida que o passo da inovação continua a acelerar, os próximos anos estão prontos para ser verdadeiramente revolucionários, inaugurando mudanças profundas que redefinirão as formas de trabalhar”. À medida que os ecossistemas de mobilidade se tornam mais interconectados, o relatório ressalta a importância de orquestrar a inteligência entre veículos, operações de manufatura, fornecedores e plataformas digitais, sem adicionar complexidade ou comprometer a confiabilidade. Esta é a primeira edição do TCS Digital Twindex focada especificamente no setor de mobilidade e automotivo. A edição baseia-se em estudos anteriores do TCS Digital Twindex em Manufatura, Sustentabilidade e Ciências da Vida e Saúde, que exploraram como a inteligência digital, IA e plataformas orientadas por dados estão remodelando as operações empresariais. Enquanto os relatórios anteriores se concentraram em estabelecer fundações de inteligência dentro das organizações, o relatório Mobilidade Pronta para o Futuro 2026 estende a narrativa para mostrar como essas capacidades estão sendo agora expressas em veículos conectados, fábricas adaptáveis e sistemas de mobilidade em nível de ecossistema. Com décadas de experiência, a TCS é uma parceira confiável para fabricantes em toda a cadeia de valor, apoiando OEMs intersetoriais, fornecedores de diversos níveis e ecossistemas globais da cadeia de valor. Ao reunir consultoria, modernização de TI, engenharia, manufatura digital, plataformas de nuvem e operações lideradas por inteligência, a TCS ajuda as empresas a se tornarem verdadeiramente prontas para o futuro e a moldarem as fábricas do futuro. Por meio de capacidades lideradas por IA combinadas com profunda experiência de domínio em resiliência da cadeia de suprimentos, qualidade preditiva, operações de fábrica inteligentes e manufatura sustentável, a TCS permite que as organizações se tornem inteligentes, resilientes e perpetuamente adaptáveis.

CONAREM inicia 2026 com eleição de diretoria e inclusão de programas dedicados a mulheres e jovens

Entidade ampliará escopo do trabalho com foco em capacitação para mulheres empresárias e jovens que assumem o comando das retíficas. O Conselho Nacional de Retíficas de Motores – CONAREM, inicia 2026 com muitas novidades e iniciativas para acompanhar a evolução dos negócios nas empresas que têm cada vez mais mulheres à frente da gestão, assim como muitas passam por processo de sucessão com a ingressão de novos membros da família. “Diante dessas necessidades, a proposta é alterar a estrutura e incorporar reforços no sentido de dinamizar os trabalhos, inovar e construir novos programas para dar voz ao público feminino e promover a preparação de jovens sucessores, garantindo o desenvolvimento contínuo do setor de retíficas”, afirma José Arnaldo Laguna, presidente do CONAREM. Laguna explica que a ideia é criar um conselho consultivo, incluindo o CONAREM Mulher e o CONAREM Jovem Empresário, duas novas frentes importantes para dar suporte e atender a atual composição da gestão empresarial das retíficas. A entidade também vai lançar a programação da missão empresarial que este ano terá dois roteiros diferentes, sendo um contemplando atividades voltadas ao mundo automotivo e outro com foco em destinos culturais, mas os dois contam com visita à Automechanika, em Frankfurt. Além destes e outros assuntos, a primeira plenária que acontecerá, no dia 24 de janeiro, será dedicada à eleição da nova diretoria, conselho fiscal e diretorias regionais. O quadro diretivo será divulgado posteriormente. Para obter mais informações, os associados devem pelo número (11) 99617-0241 ou pelo e-mail: secretaria@conarem.com.br.

Venda total de pneus produzidos no país recua 5,8% em 2025

Resultado negativo foi pressionado principalmente por importações de países da Ásia, que afetam especialmente o segmento de reposição. Setor alerta para risco de desindustrialização e desorganização da cadeia produtiva no país A indústria brasileira de pneus fechou 2025 com queda nas vendas frente a 2024. No total foram comercializados 37,7 milhões de unidades no ano passado contra 40 milhões em 2024, o que resultou numa retração de 5,8% no período. No total, a indústria produziu 2,3 milhões de pneus a menos frente ao ano anterior, segundo os dados da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP). O resultado negativo foi puxado especialmente pela queda de 7,5% no segmento de reposição, que fechou o ano com 25,3 milhões de unidades comercializadas, 2,1 milhões a menos que no ano anterior. “As importações de pneus vindos da Ásia seguem afetando duramente a indústria nacional, com produtos que entram no país muitas vezes a valores abaixo do custo de produção, entre outras inconformidades, como apontam investigações no âmbito do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)”, diz Rodrigo Navarro, presidente da ANIP. As vendas para montadoras também registraram recuo de 2,1%. Foram 12,4 milhões de unidades em 2025 contra 12,6 milhões em 2024. Em pneus de passeio, principal fatia do mercado, as vendas dos pneus produzidos no país registraram retração de 5,4%, pressionadas por uma queda de 7,2% no mercado de reposição e um encolhimento 1,8% nas vendas para montadoras. “Nitidamente o problema central está no mercado de reposição para automóveis leves. Aqui a importação está causando desequilíbrio importante de mercado. O Brasil tem mecanismos de investigação para tratar importações com dumping, mas têm processos muito demorados e custosos. Estamos trabalhando junto ao Governo para termos medidas que assegurem de forma mais célere e eficaz uma competição justa, não só no quesito custo, mas também no cumprimento de normas ambientais e de conformidade técnica. Estamos falando, afinal, de um item de segurança para consumidores e com um ecossistema estratégico para o país”, aponta Navarro. O mercado de pneus de carga também fechou 2025 em queda. Foram 6,1 milhão de unidades comercializadas contra 6,7 milhões em 2024, consolidando uma queda de 7,7%. Já as vendas de pneus nacionais para motocicletas, no mercado de reposição, recuaram de 11,3% no comparativo com 2024. “Em todas as frentes detectamos efeitos negativos que estão deteriorando o mercado e criando problemas estruturais para a indústria. Vamos mudar isso em 2026”, diz Navarro. A ANIP aponta que esse desequilíbrio estrutural derrubou a participação da indústria brasileira de pneus ao longo dos últimos anos. Em 2020, a indústria Nacional respondia por 73% das vendas no mercado doméstico e os importados detinham 27% de participação. Este número se inverteu. Em 2025, a indústria nacional respondeu por 41% das vendas e os importados ficaram com 59% de participação. “É uma anomalia. Temos uma indústria com plena capacidade para abastecer o mercado doméstico e estamos enfrentando uma invasão de importados que ameaçam empregos, investimentos e toda a cadeia produtiva”. Navarro lembra que a situação está se tornando insustentável para atores importantes no complexo industrial brasileiro. “Os produtores de borracha natural, por exemplo, estão avaliando mudar de atividade e o Brasil pode perder capacidade de produção. Somos um país de modal rodoviário. É fundamental termos um ecossistema produtivo pronto para atender a demanda. Demoramos décadas para construir uma cadeia produtiva completa de pneus no Brasil e agora estamos colocando todo este esforço em risco”, aponta o dirigente. “VENDAS TOTAIS DE PNEUS” contempla apenas os segmentos de passeio e carga. Os dados de pneus de motocicleta foram excluídos, uma vez que, por se tratar de produtos de menor peso e dimensão, distorcem a estatística setorial. Dezembro de 2025: retração expressiva no segmento de montadoras As vendas de pneus em dezembro de 2025 registraram uma queda de 12,7% em relação a novembro. Segundo o balanço da ANIP, a queda foi ligada principalmente à retração expressiva de 25% no segmento de montadoras. O mercado de reposição também sofreu queda, totalizando um recuo de 9,3%. Na comparação com dezembro de 2024, as vendas totais registradas no último mês de 2025 caíram 13,1%, puxadas pelo desempenho do mercado de montadoras que sofreram um declínio de 17,4%. Com relação às vendas para o segmento de reposição, a queda observada foi de 12,1%.

GNV tem maior queda de preço do País em São Paulo no início de janeiro

Dados da última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontaram que, na primeira quinzena de janeiro, o preço médio do GNV (Gás Natural Veicular) apresentou um cenário de queda em São Paulo, na comparação com a média registrada no mesmo período de dezembro. O combustível registrou redução de 15,45%, a maior do Brasil para o combustível no período, fazendo com que fosse vendido a R$ 3,94. “O início do ano trouxe um cenário de queda para o GNV em São Paulo. O estado concentra grande parte da frota que utiliza o combustível, o que ajuda a explicar o impacto mais significativo no resultado”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Stellantis tem o melhor resultado de sua história em exportação e produção na América do Sul

A Stellantis celebrou em 2025 seu quinto ano de atuação na América do Sul com resultados históricos, registrando o melhor desempenho anual de exportação e produção desde a criação da companhia, em 2021. Ao longo de 2025, foram exportados mais de 158 mil veículos produzidos no Brasil. Este volume representa uma alta de aproximadamente 36% frente a 2024 e de cerca de 165% na comparação o primeiro ano de operação da companhia, em 2021. Com isso, o ano passado se torna o melhor ano da história da Stellantis em exportações a partir do Brasil. O desempenho foi sustentado pela forte atuação dos três polos industriais da companhia no país. O Polo Automotivo de Betim (MG) liderou as exportações em 2025, com 81,5 mil veículos embarcados, um avanço de cerca de 41% em relação ao ano anterior. Já o Polo Automotivo de Porto Real (RJ) manteve um ritmo consistente de crescimento e registrou alta de 38%, com 28,9 mil unidades exportadas no acumulado do ano. Na sequência, o Polo Automotivo de Goiana (PE) alcançou novos recordes em 2025 e foi responsável por 47,3 mil veículos exportados, um crescimento de 27% na comparação com 2024. A fábrica pernambucana também contribuiu para a expansão global da Stellantis, com dois modelos produzidos no polo estreando em novos mercados: o Jeep Commander e a Ram Rampage. Entre os modelos que se destacaram nas exportações de 2025, a Fiat Strada, veículo mais vendido de toda a América do Sul, foi a protagonista em Betim (MG) e o veículo mais exportado ao longo do ano, com 39,6 mil unidades embarcadas, também exportadas em alguns países como Ram 700. Em Goiana (PE), o Jeep Compass liderou as exportações, com 15,8 mil unidades, enquanto em Porto Real (RJ) o Citroën Aircross foi o modelo mais exportado, totalizando 9,6 mil veículos enviados ao exterior. “O ano de 2025 foi excepcional para a Stellantis. Esses resultados confirmam a competitividade do nosso portfólio e a força das nossas marcas. A América do Sul tem um papel estratégico dentro da Stellantis e segue como um pilar fundamental para atender às demandas da região. Os produtos que desenvolvemos no país reafirmam o compromisso das nossas equipes em entregar soluções que realmente impactam o mercado com qualidade, eficiência e disciplina operacional”, destaca Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul. Produção atinge recorde histórico e reforça escala industrial no país Além do desempenho histórico nas exportações, a Stellantis também alcançou, em 2025, o maior volume anual de produção desde sua criação. Ao todo, foram 993 mil veículos produzidos na América do Sul ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde para a companhia. No Brasil, a produção registrou um avanço de aproximadamente 12% em relação ao ano anterior, com mais de 846 mil veículos fabricados em 2025. A maior parte desse volume esteve concentrada no Polo Automotivo de Betim (MG), com mais de 525 mil unidades, alta de 12% em relação a 2024. Em Goiana (PE), a produção alcançou mais de 250 mil veículos, crescimento de aproximadamente 7%, enquanto Porto Real (RJ) registrou mais de 67 mil unidades produzidas, avanço de 29% na comparação anual. O resultado reflete a escala industrial da operação brasileira, sustentada por um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões, iniciado em 2025 e previsto até 2030, o maior da história da indústria automotiva brasileira e sul-americana, além da eficiência dos processos produtivos e da amplitude do portfólio multimarcas da Stellantis, capaz de atender diferentes segmentos e mercados. “Alcançar o maior volume de produção desde a criação da companhia demonstra a solidez da nossa base industrial na América do Sul e a nossa preparação para acelerar novos ciclos de crescimento. Seguiremos empenhados em atender às necessidades e aos desejos dos clientes, com foco em inovação e excelência industrial em todos os mercados em que atuamos”, finaliza Zola.