Chevrolet reforça pacote de segurança e eficiência urbana do Tracker

SUV ganha mais assistências à condução, sistema Stop/Start nas versões 1.0 Turbo e oito anos de gratuidade nos serviços do OnStar, consolidando o modelo como o maior e mais sofisticado da Chevrolet na categoria No segmento mais relevante do mercado brasileiro, o Chevrolet Tracker segue como uma das principais referências da marca e evolui, na linha 2027, justamente nos atributos com maior impacto na decisão de compra: segurança, conectividade e conveniência. O foco está na nova geração do Chevrolet Intelligent Driving, nas soluções ampliadas de telemática e no aprimoramento dos recursos que colaboram para ganho de eficiência e conforto no trânsito urbano. “O Tracker é um dos SUVs de maior sucesso na região porque evolui em quesitos relevantes para o consumidor. Agora, o produto dá mais um passo importante ao ampliar a oferta de sistemas avançados de assistência ao motorista que o diferenciam dos principais rivais. Também reforça o papel estratégico do modelo no portfólio de SUVs e crossovers da Chevrolet, hoje o mais amplo do mercado”, afirma Rafael Santos, vice-presidente comercial da GM América do Sul. A grande novidade está no reforço do pacote de segurança, com a tradicional frenagem automática de emergência e o alerta de detecção frontal que agora reconhece, além de veículos, pedestres e ciclistas. O Tracker ganha também sistema auxiliar de permanência em faixa, ampliando a atuação do conjunto de assistências à condução em situações reais do dia a dia. O sistema passa a operar com câmera de alta resolução, com área de captação 40% maior, e é capaz de reconhecer diferentes tipos de piso para eventuais correções de rota em caso de distração do motorista. O veículo mantém ainda a oferta de alerta de ponto cego e sistema de monitoramento da pressão dos pneus nas versões mais sofisticadas, reforçando uma proposta de proteção mais abrangente dentro da gama. É nesse contexto que a Chevrolet passa a adotar a nomenclatura nova geração do Chevrolet Intelligent Driving para esse pacote de assistências à condução. A proposta é tornar mais tangível ao consumidor o avanço de tecnologias que atuam na prevenção e na mitigação de acidentes. De acordo com estudo recente do instituto norte-americano MITRE, veículos equipados com frenagem automática de emergência registraram reduções da ordem de 50% nas colisões traseiras. A análise também aponta redução de até 25% nos impactos frontais com pedestres e outros usuários não motorizados, enquanto os sistemas ativos de manutenção em faixa mostraram redução próxima a 5% nas saídas de pista — um índice especialmente relevante em rodovias, onde pequenos descuidos em alta velocidade podem provocar grandes acidentes. São números que ajudam a dimensionar, de forma objetiva, o efeito prático desses recursos no dia a dia. Esse conjunto passa a estar disponível desde a versão LT e chega a um produto que já reúne um pacote competitivo de atributos. Desde a renovação apresentada no segundo semestre do ano passado, o Tracker evoluiu em aspectos como dirigibilidade, acabamento e experiência a bordo. O SUV combina novos conteúdos de segurança ativa a uma proposta já reconhecida pelo equilíbrio do conjunto, o que ajuda a explicar por que o Tracker segue entre os protagonistas da categoria e como o SUV mais vendido da região nos últimos anos. No Brasil, o modelo mantém ritmo comercial consistente e acumula crescimento de quase 10% no primeiro quadrimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado. Mais conveniência e serviços de telemática integrados Outra atualização importante está na conectividade. Toda a linha passa a oferecer oito anos de gratuidade no plano OnStar Basics, que inclui diagnóstico remoto e acesso ao myChevrolet App com funcionalidades como localização do veículo, travamento e destravamento remoto das portas e, nas versões mais sofisticadas, acionamento remoto do motor para pré-climatizar a cabine. Além disso, o cliente conta com até três meses de experimentação do plano Protect. Nele, entram serviços de segurança e emergência, como acompanhamento seguro e resposta automática em caso de acidente, além do Wi‑Fi embarcado. No quesito eficiência, as versões 1.0 Turbo passam a contar com o sistema Stop/Start, que desliga e religa automaticamente o motor em paradas em semáforos e congestionamentos para contribuir para a redução de consumo e emissões. Na prática, o recurso torna o Tracker até 0,5 km/l mais econômico no uso urbano, um ganho que, dependendo do perfil de utilização, pode representar ao longo de um ano uma economia próxima à capacidade de um tanque. O sistema foi aperfeiçoado para um funcionamento mais inteligente, considerando melhor as necessidades dos ocupantes em relação à climatização da cabine e com acionamento mais suave nas retomadas. O recurso também pode ser desabilitado por meio de um botão no painel, permitindo ao condutor adequar sua utilização ao tipo de trajeto ou à preferência de condução. A linha 2027 também atualiza a paleta de cores com a estreia do Cinza Âmbar, tom metálico mais elegante que substitui o Cinza Rush e reforça o alinhamento do modelo às tendências do portfólio global da Chevrolet. No conjunto, o Tracker preserva atributos que ajudam a sustentar sua relevância estratégica na região. São 4,30 m de comprimento, 1,79 m de largura, 1,62 m de altura, 2,57 m de entre-eixos e porta-malas de 393 litros, com sistema de ajuste de espaço variável em dois níveis nas versões equipadas com motor 1.2 Turbo. É um porte que favorece tanto o uso familiar quanto a rotina urbana, em um veículo que combina presença, versatilidade e percepção de refinamento. Ambas as motorizações são flex e trazem sistema de injeção direta de combustível e se destacam pelo balanço entre desempenho e eficiência. As versões 1.0 Turbo entregam 115 cv e até 18,9 kgfm de torque, enquanto as configurações 1.2 Turbo chegam a 141 cv e até 22,9 kgfm de torque, preservando uma proposta coerente com a vocação do modelo de unir agilidade, conforto e economia de combustível no uso cotidiano. O Chevrolet Tracker é oferecido em cinco versões de acabamento. Confira os principais destaques de cada uma, com ênfase para o que é novidade na linha 2027:
Estudo do IQA aponta desafios à competitividade da indústria automotiva no Brasil

Levantamento com entidades que representam cerca de 230.000 empresas atuantes em todos os elos da cadeia automotiva, produtiva e pós-vendas mostra que transformação tecnológica, escassez de mão de obra qualificada e gargalos do ambiente de negócios ameaçam competitividade do setor no país O Brasil corre o risco de perder espaço na nova indústria automotiva global se não conseguir avançar mais rapidamente em tecnologia, formação profissional e ambiente de negócios. O alerta está no “Estudo IQA: Cenário da Qualidade Automotiva no Brasil 2026-2028”, do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, lançado na manhã desta segunda-feira, dia 18 de maio, e reúne contribuições de 36 entidades e lideranças do setor, representando cerca de 230.000 empresas atuantes em todos os elos da cadeia automotiva, produtiva e pós-vendas. O levantamento mostra que a indústria automotiva brasileira enfrenta uma transformação profunda, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial, da eletrificação, da conectividade e da digitalização. Nesse contexto, o automóvel se consolida como uma plataforma tecnológica, baseada em software, eletrônica e dados, exigindo novos padrões de desenvolvimento, validação e qualidade em toda a cadeia. O desafio é ainda maior diante da competição global. A entrada de novas marcas no mercado brasileiro, especialmente de origem chinesa, tem ampliado a pressão por competitividade, com a oferta de novos produtos e tecnologias. Para os entrevistados, essa pressão externa se soma a entraves internos, como carga tributária elevada, custos logísticos, insegurança regulatória e restrições de crédito, que dificultam investimentos e atrasam a modernização do setor. O cenário acende um alerta para um setor estratégico da economia brasileira, responsável por cerca de R$ 107 bilhões em arrecadação anual de impostos, e que sustenta aproximadamente 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos. “É urgente a necessidade de preparar a indústria automotiva brasileira para uma nova etapa, em que a competitividade dependerá cada vez mais de capacidade tecnológica, formação profissional e confiabilidade sistêmica”, afirma o presidente do IQA, indicado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cláudio Moysés. Um dos principais gargalos identificados pelo estudo está na formação profissional. A indústria automotiva passa a demandar cada vez mais competências em áreas como software, eletrônica embarcada, inteligência artificial e novas tecnologias de propulsão, enquanto o país ainda enfrenta escassez de profissionais qualificados, currículos defasados e baixa atratividade do setor entre os jovens. “O estudo do IQA indica que o desafio está em aproximar a percepção sobre o setor da realidade atual da indústria, cada vez mais tecnológica, o que impacta diretamente a capacidade de atrair e formar novos profissionais”, destaca o diretor superintendente do Instituto, Alexandre Xavier. A razão apontada é que muitos ainda associam o setor automotivo a uma realidade tradicional, distante das novas fronteiras tecnológicas que hoje moldam a mobilidade, o que amplia o desafio de atrair e formar a próxima geração de profissionais. A transformação do setor não se limita à tecnologia e ao capital humano. Na agenda ambiental, o estudo indica que a descarbonização continuará sendo um vetor central da transformação, mas destaca que o Brasil possui vantagens competitivas para adotar uma abordagem multitecnológica, combinando biocombustíveis, eletrificação gradual e soluções híbridas — desde que haja avanço regulatório e desenvolvimento técnico consistente. O “Estudo IQA: Cenário da Qualidade Automotiva no Brasil 2026-2028” foi desenvolvido para apoiar empresas, entidades, formuladores de políticas públicas e agentes da cadeia produtiva na definição de estratégias mais resilientes diante das transformações que devem moldar o futuro da indústria automotiva brasileira, com conteúdo que consolida contribuições de especialistas do setor, incluindo representantes do IQA e lideranças envolvidas no desenvolvimento do estudo, e que será disponibilizado ao público por meio dos canais oficiais do instituto após o lançamento.
Honda anuncia reestruturação ambiciosa do negócio automotivo e foco em híbridos

O CEO global da Honda Motor Co., Ltd., Toshihiro Mibe, realizou hoje uma coletiva de imprensa para detalhar o plano de reestruturação do negócio de automóveis da empresa. Diante das mudanças no mercado, a Honda vai priorizar a melhoria de custos, a eficiência de desenvolvimento e o fortalecimento da linha de produtos, com forte ênfase em veículos híbridos. Mibe afirmou que a companhia pretende reestruturar suas operações automotivas nos próximos três anos e alcançar um lucro operacional consolidado superior a 1,4 trilhão de ienes (incluindo motocicletas e serviços financeiros) no ano fiscal que termina em 31 de março de 2029, o maior da história da empresa. Três pilares da reconstrução A estratégia se baseia em três pilares principais: Realocação estratégica de recursos corporativosA Honda vai redirecionar investimentos para modelos híbridos, que apresentam forte demanda atual. A partir de 2027, a empresa lançará uma nova geração de sistemas e plataformas híbridas. Até o final do ano fiscal de 2030, estão previstos 15 novos modelos híbridos no mundo, com foco principal na América do Norte. Em 2029, a região receberá modelos híbridos de grande porte (segmento D ou superior). Durante o evento, a Honda apresentou os protótipos Honda Hybrid Sedan e Acura Hybrid SUV, que devem chegar ao mercado nos próximos dois anos. O novo sistema híbrido promete redução de custo superior a 30% em relação ao de 2023, além de melhorar a economia de combustível em mais de 10% e oferecer uma experiência de condução mais envolvente. A empresa também planeja lançar ADAS (sistemas avançados de assistência ao motorista) de próxima geração em 2028, aplicando a tecnologia em mais de 15 modelos em cinco anos. Todas as fábricas da Honda na América do Norte serão adaptadas para produzir veículos híbridos, e parte da produção de baterias da joint venture com a LG Energy Solution será convertida para baterias híbridas. Fortalecimento da estrutura de manufaturaA Honda busca reduzir custos de peças terceirizadas, padronizar componentes e incorporar soluções locais na China e Índia. Adotará a abordagem “Triple Half”, que visa cortar pela metade custo, prazo e carga de trabalho de desenvolvimento. A eficiência da produção deve aumentar cerca de 20% nos próximos cinco anos. Utilização estratégica de recursos externosA empresa manterá parcerias e usará componentes padrão da indústria, especialmente na China e Índia. O projeto de cadeia completa de veículos elétricos no Canadá foi suspenso indefinidamente. Foco regionalAmérica do Norte: Principal mercado prioritário para os novos híbridos. Japão: Lançamento do N-BOX EV em 2028 e novos híbridos a partir do Vezel.Índia: Novos modelos em 2028, aproveitando a liderança no segmento de motocicletas (quase 6 milhões de unidades/ano) para captar clientes que migram para carros.China: Maior uso de componentes e tecnologias locais para reduzir custos e acelerar produtos de nova energia. Visão de longo prazo e finanças A Honda reafirmou o objetivo de neutralidade de carbono até 2050, adotando uma abordagem multifacetada que inclui híbridos, elétricos, combustíveis neutros e compensações. Continuará investindo em plataformas de EVs e baterias de estado sólido para estar preparada quando a demanda crescer.No plano financeiro, a empresa realocará recursos previstos para EVs para híbridos. Entre os anos fiscais atuais e 2029, investirá 6,2 trilhões de ienes, sendo 4,4 trilhões em veículos a gasolina e híbridos e 1,0 trilhão em tecnologias de software. Espera gerar mais de 7 trilhões de ienes em fluxo de caixa operacional (excluindo perdas de EVs). Manterá dividendos estáveis e busca atingir ROIC de 10% até 2031. No negócio de motocicletas, a Honda projeta expansão do mercado global para 60 milhões de unidades até 2030 e aumentará capacidade na Índia de 6,25 para cerca de 8 milhões de unidades anuais até 2028. Toshihiro Mibe destacou que, após três anos de reconstrução da estrutura automotiva, a Honda entrará em uma fase de crescimento acelerado com novos produtos, combinando sua expertise interna com recursos externos para enfrentar um ambiente de negócios incerto. A coletiva sinaliza uma clara mudança de rumo: a Honda reduz o ritmo de investimentos exclusivos em EVs e aposta fortemente em híbridos como ponte para a mobilidade sustentável, enquanto mantém flexibilidade para o futuro.
Dongfeng planeja iniciar produção no Brasil em 2027 em parceria com a Nissan

A gigante chinesa Dongfeng Motor está avançando em seus planos de expansão no mercado sul-americano, com o Brasil como foco central. Segundo informações que circulam no setor automotivo e negociações reportadas recentemente, a fabricante deve iniciar a produção local de veículos em 2027, utilizando a estrutura da fábrica da Nissan em Resende (RJ). A movimentação faz parte de uma estratégia global de compartilhamento de ativos entre empresas que já possuem parcerias consolidadas em outros mercados, como a joint venture de longa data que as duas marcas mantêm na China. Pontos principais da negociaçãoProdução em Resende: A unidade da Nissan no Rio de Janeiro, que recentemente recebeu investimentos para a produção de novos SUVs e motores, possui capacidade ociosa que poderia abrigar a linha de montagem da Dongfeng. Modelos Eletrificados: O foco da produção nacional deve ser em veículos híbridos e elétricos, seguindo a tendência de outras montadoras chinesas, como BYD e GWM, que já estabeleceram bases industriais no país. Acordo de Cooperação: Diferente de uma compra de fábrica, o modelo de negócio ventilado é o de “contract manufacturing” (produção sob contrato) ou uma ampliação da aliança estratégica, permitindo que a Dongfeng reduza custos de entrada e a Nissan otimize a eficiência de sua planta. O cenário competitivoA chegada da Dongfeng como produtora local em 2027 intensifica a disputa no segmento de entrada e de veículos eletrificados. Atualmente, a marca já atua no Brasil de forma tímida através de importadores e com foco em veículos comerciais leves, mas a fabricação nacional permitiria preços mais competitivos e maior capilaridade no mercado de passeio. Próximos PassosEmbora as empresas mantenham cautela sobre anúncios oficiais detalhados, o cronograma aponta que 2025 e 2026 serão anos dedicados à adaptação das linhas de montagem em Resende e à homologação dos modelos escolhidos para o consumidor brasileiro. A expectativa é que o anúncio oficial do volume de investimento e dos empregos gerados ocorra ainda este ano, consolidando o Rio de Janeiro como um polo automotivo estratégico para as marcas asiáticas.
E32 deve avançar, mas oferta pode ser pressionada pelo El Niño

Governo propõe aumentar mistura de etanol na gasolina para 32% e alcançar autossuficiência O aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% (E32), anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acontecer ainda este mês, possui base jurídica, técnica e estratégica, mas pode enfrentar um obstáculo decisivo: a oferta de etanol diante da possível volta do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. A avaliação é do especialista em agronegócio Domicio Santos Neto, sócio fundador do Santos Neto Advogados, e mestre em Direito Comercial. Segundo ele, o movimento ocorre em um contexto de tensões geopolíticas e preocupação com segurança energética. “O Brasil ainda depende parcialmente da importação de gasolina. Ampliar a participação do etanol reduz essa exposição com um combustível produzido domesticamente em larga escala”, afirma Santos Neto. Do ponto de vista legal, o E32 está amparado pela Lei nº 14.993/2024, que autoriza a elevação da mistura até 35%, desde que haja viabilidade técnica. No entanto, o ritmo acelerado da mudança chama atenção: em menos de um ano, o país passou do E27 para o E30 e agora discute o E32, restando apenas três pontos percentuais até o limite permitido. Impactos econômicos e limites do repasse ao consumidor O E30, implementado em agosto de 2025, trouxe efeitos concretos para o agronegócio, como expansão do etanol de milho, novos investimentos na cadeia sucroenergética e reforço à agenda de descarbonização. Porém, o impacto no preço da gasolina foi menor do que o inicialmente projetado. “O repasse ao consumidor depende menos da norma e mais da dinâmica entre o preço do etanol anidro, o preço da gasolina nas refinarias, margens, tributos e logística”, explica Santos Neto. Levantamentos de mercado indicaram redução média de apenas R$ 0,02 por litro em determinados períodos, muito abaixo das estimativas iniciais. Risco climático: El Niño pode comprometer oferta O principal ponto de atenção, segundo Santos Neto, é a oferta. Projeções climáticas já indicam probabilidade relevante de formação de um novo El Niño ao longo de 2026, com possível persistência até 2027. “O E32 pressupõe crescimento consistente de oferta, e um El Niño ativo pode operar na direção oposta. A produção brasileira de etanol depende essencialmente de dois pilares: cana-de-açúcar no Centro-Sul, onde chuvas excessivas podem reduzir o ATR e diminuir a eficiência de conversão em etanol por tonelada; e milho no Centro-Oeste, no qual veranicos ou atrasos no plantio e na colheita da soja podem comprimir a janela da safrinha, base da expansão do etanol de milho”, alerta. O setor já entra nesse ciclo com estoques de passagem no menor nível em seis anos, embora a produção contínua de etanol de milho e eventuais importações reduzam o risco de desabastecimento. Aspectos técnicos da frota A frota flex brasileira tende a absorver o E32 sem necessidade de adaptações relevantes. O risco maior está em veículos importados projetados para misturas menores, especialmente modelos desenvolvidos para mercados onde o padrão é o E10. “A aprovação do E30 não substitui automaticamente os testes específicos do E32. A validação técnica ainda será importante”, reforça Santos Neto. Para Domicio Santos Neto, o E32 é coerente com a estratégia brasileira de bioenergia e segurança energética no curto prazo. No médio prazo, porém, sua efetividade dependerá de fatores externos. “O E32 faz sentido hoje. O segundo semestre vai dizer se a premissa de oferta que o sustenta resiste ao clima”, conclui.
Volkswagen Novo Tiguan tem mais de 3.000 pedidos em 12 minutos

Mais precisamente, foram 3.136 pedidos do SUV no Open Doors, o início oficial de vendas, realizado na noite de ontem nas concessionárias da marca no Brasil. • Com o Tiguan de nova geração, a Volkswagen confirma o portfólio mais diversificado de SUVs no mercado brasileiro. • Volkswagen é líder de vendas em SUVs desde 2023 com o T‑Cross. Em 2026, o T‑Cross segue no topo do pódio, seguido pelo irmão Tera, o 2º SUV mais vendido do Brasil. O Volkswagen Novo Tiguan teve mais de 3.000 pedidos em apenas 12 minutos no Open Doors, o evento que marca o início das vendas, realizado na noite de ontem nas concessionárias da Volkswagen do Brasil, reunindo mais de 10 mil clientes. Mais precisamente, foram 3.136 pedidos do Novo Tiguan, um sucesso absoluto! “A gente já esperava esse sucesso do Novo Tiguan porque é um carro emblemático para a marca. É um SUV que traduz tudo aquilo que a Volkswagen tem de melhor para a nossa região. Sem dúvida nenhuma, o cliente de Tiguan é fiel e sempre compra um Novo Tiguan. O desempenho do modelo no Open Doors confirma a força de um produto que reúne os principais atributos valorizados por esse cliente fiel do Tiguan: performance incomparável, a tração integrada, e agora com um design ainda mais marcante, tecnologia de ponta, e um pacote de segurança extremamente completo. O Tiguan é um ícone no nosso portfólio e, com isso, essa nova geração eleva ainda mais de patamar o modelo, reforçando a relação de fidelidade que construímos com nossos clientes ao longo dos anos”, diz Fernando Silva, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil. “Mais de 3.000 pedidos do Novo Tiguan em 12 minutos; mais precisamente 3.136 pedidos. Esses números comprovam que o Open Doors é uma estratégia fundamental dentro do modelo de vendas da Volkswagen do Brasil, pois coloca o cliente no centro da experiência desde o primeiro contato com o carro. Ao transformar o início das vendas em um evento nacional nas concessionárias, conseguimos gerar engajamento, valorizar o papel da rede e apresentar o Novo Tiguan de forma consistente em todo o País, potencializando o impacto comercial de um lançamento tão relevante”, afirma Leonardo Tosello, diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil. Benefícios Blindagem Vale + Quem deseja ainda mais proteção no Novo Tiguan pode contar com a Blindagem Vale+, com o grande diferencial da solicitação ser feita diretamente na concessionária e com a garantia do veículo mantida pela Volkswagen. O veículo já chega blindado no momento da entrega, com processos padronizados e realizados por blindadoras parceiras. Novo Tiguan: potência, segurança e tecnologia de ponta Construído sobre a plataforma MQB Evo, o Novo Tiguan reúne os módulos tecnológicos mais avançados da Volkswagen, oferecendo uma integração superior entre sistemas, interiores de alta qualidade e uma arquitetura de infotainment mais intuitiva, elevando a experiência do usuário com mais conforto, sofisticação e usabilidade. Isso permitiu que a nova geração fosse equipada com a motorização mais potente em um Tiguan no Brasil. O motor 2.0l EA888 Evo5 entrega a configuração 350 TSI: são 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. O conjunto está acoplado à transmissão AQ451 de oito velocidades, entregando força para as quatro rodas graças à tração integral 4Motion. A tração, com sistema Haldex, trabalha de forma independente, reconhecendo o terreno e adaptando a entrega de potência de acordo com o escorregamento das rodas, sem a necessidade de ação do motorista. Isso permite que o Novo Tiguan também ofereça o Assistente de Descidas (HDC – Hill Decent Control), que utiliza o sistema ABS e ESC para descida de ladeiras íngremes de forma segura e controlada. A forma como o carro se comporta pode ser configurada entre seis modos de condução disponíveis: Eco, Normal, Sport, Individual, Snow e Off-road. O modo Off-road recebe ainda uma visualização a mais na central multimídia com altitude, ângulo das rodas e inclinação para maior controle em trilhas ou situações fora de estrada mais severas. Outro ponto de destaque é a nova assinatura luminosa. Os faróis e lanternas mais afilados recebem tecnologia IQ. Light Matrix 100% em LED com light strip e o logo iluminado na dianteira e traseira – primeiro modelo da Volkswagen no Brasil com esse conjunto. Forma e função caminham juntos: são mais de 750 lumens de fluxo luminoso nos faróis Matrix (que também são adaptativos) entregando mais segurança e conforto na condução noturna. Ao destravar as portas, os retrovisores externos projetam o logo VW no piso, além da iluminação individual nas maçanetas externas, abrindo o caminho para o embarque. Já nas lanternas traseiras IQ. Light são possíveis três configurações diferentes de animações para a função Coming & Leaving Home. No interior, o Novo Tiguan oferece uma cabine multissensorial. São mais de 25 polegadas de telas à disposição do motorista. O novo painel de instrumentos Digital Cockpit Pro tem 10,25 polegadas e interface totalmente configurável e com visualização 3D dos sistemas de assistência ao condutor. Cores Novas A terceira geração do Tiguan chega em versão única R-Line, sem opcionais. As rodas 19 polegadas e o teto solar panorâmico são itens de série. Os compradores do Novo Tiguan poderão escolher entre seis opções de cores: o Cinza Ascot (sempre com teto em Preto Mystic) e o Azul Pacífico são inéditas para o Tiguan. Também são opções o Cinza Platinum, Prata Pyrit, Branco Puro e Preto Mystic. No momento da compra, o cliente ainda pode escolher entre duas opções de revestimentos de bancos: a configuração Soul Grigio com os bancos em preto e cinza (disponível apenas nas pinturas Azul Pacífico, Cinza Platinum, Prata Pyrit e Branco Puro) e a Soul-Ambar Brown, com couro nas cores preto e marrom (disponível exclusivamente para o Cinza Ascot e Preto Mystic). Volkswagen segue na liderança de SUVs, hatches e carros de passeio no Brasil Líder absoluta em SUVs há três anos consecutivos (2023, 2024 e 2025), a Volkswagen segue dominando, também em 2026, o segmento de mercado que mais cresce no Brasil. No acumulado de janeiro
IQA abre inscrições para o Prêmio da Qualidade Automotiva 2026 com nova subcategoria voltada a estudantes

Premiação passa a reconhecer projetos acadêmicos e amplia incentivo à inovação no setor automotivo O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva abriu as inscrições para o Prêmio da Qualidade Automotiva 2026, que nesta edição passa a incluir uma nova subcategoria voltada a estudantes de graduação e pós-graduação. A premiação reconhece iniciativas de empresas, profissionais e projetos que contribuem para a competitividade e a inovação na indústria da mobilidade. A nova subcategoria, intitulada “Qualidade em Inovação e Novas Tecnologias – Projetos Acadêmicos”, é destinada a trabalhos aplicados ao setor automotivo, ampliando o alcance da premiação e o incentivo à formação de novos talentos. A iniciativa amplia o escopo da premiação ao incorporar o ambiente acadêmico ao reconhecimento de soluções voltadas à qualidade e à inovação, em um momento de transformação da indústria, impulsionada por digitalização, eletrificação e novos modelos de mobilidade. “A inclusão de projetos acadêmicos amplia o alcance do Prêmio da Qualidade Automotiva e aproxima a formação técnica das demandas reais da indústria automotiva, que passa por mudanças estruturais relevantes”, afirma o diretor superintendente do IQA, Alexandre Xavier. Consolidado como uma das principais premiações do setor no país, o Prêmio da Qualidade Automotiva tem como objetivo valorizar iniciativas que impactam positivamente toda a cadeia automotiva, da indústria ao aftermarket, promovendo a adoção de boas práticas e o aprimoramento contínuo dos processos. Na edição de 2026, a premiação está organizada nas seguintes categorias: Qualidade Automotiva no Jornalismo, Qualidade em Inovação e Novas Tecnologias, Qualidade em Processos Produtivos, além da subcategoria de Projetos Acadêmicos. Entre 2021 e 2025, mais de 350 projetos já foram inscritos, reforçando o interesse crescente do setor por iniciativas voltadas à qualidade e à inovação. “O prêmio integra o conjunto de iniciativas do IQA voltadas à disseminação da qualidade na indústria da mobilidade, que incluem certificação, capacitação e normalização técnica. A atuação do Instituto tem como foco fortalecer a competitividade da indústria nacional por meio da qualificação de processos e profissionais”, destaca Alexandre Xavier. A cerimônia de premiação será realizada durante o Fórum IQA da Qualidade Automotiva, em 14 de outubro, no Blue Tree Transatlântico Convention Center, em São Paulo (SP). O evento reúne especialistas e lideranças do setor para discutir tendências e desafios globais. As inscrições para o Prêmio da Qualidade Automotiva 2026 se encerram em 3 de agosto de 2026 e podem ser realizadas pelo site oficial do IQA: Link
MG Motor confirma chegada da IM Motors ao Brasil no segundo semestre de 2026

A MG Motor confirma a chegada da IM Motors ao Brasil no segundo semestre de 2026, ampliando a estratégia de expansão internacional da companhia no mercado brasileiro. A IM Motors é uma marca do grupo SAIC Motor – controladora da MG Motor e uma das maiores empresas automotivas do mundo, que em 2025 comercializou mais de 4,5 milhões de veículos em todo o mundo – que será operada via MG Motor no Brasil. IM significa Intelligent Mobility (Mobilidade Inteligente, em português) e representa a marca premium de veículos elétricos a baterias inteligentes (BEV) da SAIC Motor, criada para explorar novas possibilidades de mobilidade e oferecer uma experiência de condução envolvente, sofisticada e conectada. Quando for lançada no Brasil, a IM irá atuar no segmento premium, com foco em comercializar veículos que tragam características que atendam aos anseios desse público cada vez mais exigente. Além disso, os modelos da IM Motors serão definidos pelo compromisso com o alto padrão, uso de tecnologias avançadas de assistência à condução e controles, além de serviços inteligentes e conectados para os motoristas e powertrains elétricos de última geração. “A chegada da IM Motors ao Brasil em breve reforçará nossa estratégia de ampliar nossa atuação no País e complementar nosso portfólio com uma proposta sofisticada, tecnológica e alinhada ao futuro da mobilidade. Queremos oferecer ao consumidor brasileiro uma nova referência no segmento premium, combinando eletrificação, conectividade, inovação e uma experiência de condução que responda às expectativas de um público cada vez mais exigente”, afirma Thiago Marques, Head de Marketing e Produto da MG Motor.
Novo Toyota RAV4 estreia no Brasil com duas versões híbridas full, mais tecnologia e preço a partir de R$ 317 mil

A Toyota anuncia o lançamento da nova geração do RAV4 no Brasil, que chega em pré-venda em maio, quando começará a ser entregue aos primeiros clientes. Disponível em duas configurações híbridas full, S e SX, o SUV mais vendido do mundo consolida a expansão do portfólio da marca no País com preços a partir de R$ 317.190. Com mais de 20 milhões de unidades comercializadas em mais de 180 países ao longo de mais de 30 anos, o modelo reafirma seu protagonismo sob o conceito “Go Anywhere, Do Anything” – que favorece o uso urbano e, também, em aventuras fora de estrada –, além de reforçar o DNA QDR da Toyota (sigla em inglês para Qualidade, Confiabilidade e Durabilidade). Entre os diferenciais para o mercado brasileiro, o novo RAV4 reafirma a estratégia Peace of Mind da marca, que consiste em garantir a tranquilidade aos clientes por meio de custos previsíveis e competitivos, alto valor de revenda e baixo índice de manutenção. Com a missão de dobrar as vendas de 2025, o SUV tem os menores valores de revisões do segmento de híbridos, sendo a primeira delas por apenas R$ 559. Design com funcionalidade O novo RAV4 2026 apresenta um design exterior que reforça suas proporções típicas de SUV, com grandes rodas de aro 20 em todas as versões, maior altura em relação ao solo e uma traseira mais verticalizada. A dianteira adota o conceito “Hammerhead”, com capô esculpido e para-lamas angulares que criam uma postura mais robusta e um visual contemporâneo. Na lateral, o caimento do teto, combinado às superfícies mais definidas das portas, cria um visual marcado pela combinação de elementos hexagonais e octogonais. Essa abordagem não é apenas estética: contribui diretamente para a eficiência aerodinâmica, com redução de até 8% no ruído percebido em cabine, evidenciando a funcionalidade do design. Além disso, o banco traseiro foi reposicionado para uma posição mais baixa, o que, junto à maior área envidraçada – tanto nas laterais como na tampa traseira – favorecem a visibilidade para o motorista. Isso se reflete em uma sensação de amplitude da cabine e, também, em mais facilidade para as manobras do dia a dia. O novo RAV4 está disponível nas coresPreto Atitude Metálico,Branco Lunar e Cinza Titan em ambas as versões. Já a versão SX oferece duas opções exclusivas, incluindo a inédita cor Imperial Aureum, além do Azul Topázio. Interior tecnológico e intuitivo O interior do novo RAV4 prioriza a funcionalidade, buscando um equilíbrio entre conforto e tecnologia de uso intuitivo. O painel com desenho horizontal reforça a percepção típica de um SUV e organiza os principais comandos e informações na mesma linha de visão, reduzindo o movimento dos olhos durante a condução. As saídas de ar-condicionado e os comandos físicos são posicionados para acesso imediato, favorecendo a ergonomia e a facilidade de uso. No console central, diferentes funções são integradas em um único conjunto, incluindo o novo seletor de marchas “shift-by-wire”, do tipo joystick, que contribui para um visual mais moderno e para uma operação intuitiva. O sistema também reúne os comandos do freio de estacionamento eletrônico e da função Brake Hold em uma posição mais acessível. A cabine reforça a proposta centrada no condutor, com foco em organização, praticidade e redução de movimentos, elevando a experiência a bordo em diferentes condições de uso. Exemplos disso são o porta-copos com divisória removível e o compartimento sob o apoio de braço central, que conta com abertura bidirecional e uma prática tampa reversível, podendo ser utilizada como mesa de apoio, ampliando a versatilidade no uso cotidiano. Outro destaque é o inédito Head-Up Display colorido, que passa a adotar projeção inclinada, com gráficos atualizados e três modos de visualização (Full, Standard e Minimum), permitindo ajustar a quantidade de informações exibidas de acordo com a preferência do motorista. Essa configuração melhora a leitura dos dados e reduz interferências no campo de visão. O quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas também oferece diferentes layouts personalizáveis, integrado às informações da central multimídia de até 12,9 polegadas na versão SX. Desenvolvida com LCD de alto contraste e acabamento antirreflexo, a tela tem design flutuante, facilitando a visualização através do volante e reduzindo o impacto da luz. A conectividade interna também evolui com a presença de até dois carregadores sem fio independentes para motorista e passageiro, além de portas USB distribuídas para todos os ocupantes, com posicionamento otimizado para facilitar o acesso. O teto panorâmico com abertura, disponível na versão SX, reforça a sensação de amplitude e luminosidade na cabine. Por sua vez, o porta-malas oferece até 514 litros de capacidade na versão S e conta com importantes tecnologias como o “Walk Away Close”, que permite o fechamento automático da tampa ao se afastar do veículo, e a função “Kick Sensor”, com área de detecção ampliada, que facilita a abertura com movimentos naturais dos pés, mesmo com as mãos ocupadas. Tecnologia avançada e integração total O novo RAV4 incorpora uma nova geração de central multimídia com tela de até 12,9 polegadas, desenvolvida sobre a plataforma de tecnologia Arene, da Toyota. Trata-se do primeiro passo da marca em direção aos veículos com atualização Over The Air, ampliando as possibilidades de evolução contínua em segurança, conectividade e experiência do usuário. Essa nova arquitetura permite maior integração entre os sistemas do veículo e oferece base para tecnologias mais avançadas, com foco não apenas em conveniência, mas também em segurança e confiabilidade ao longo do ciclo de vida do produto. Com isso, o sistema multimídia passa a oferecer uma experiência mais fluida e personalizada, com tela inicial configurável de acordo com as preferências do usuário e interface redesenhada para facilitar a navegação entre funções. Um novo botão “home” permanece sempre visível, independentemente do ambiente utilizado, seja no sistema nativo, Apple CarPlay® ou Android Auto™, garantindo acesso rápido às principais funcionalidades. A conectividade também foi ampliada com compatibilidade sem fio com Apple CarPlay® e Android Auto™, além de conexão simultânea de dois dispositivos via Bluetooth®. Além disso, o assistente de voz nativo também evolui, com respostas
Stellantis divulga vendas consolidadas estimadas de 1,4 milhão de unidades no 1º trimestre de 2026, alta de 12% em comparação com 2025

Crescimento em todas as regiões, liderado pela América do Norte e Europa ampliada A Stellantis N.V. divulgou hoje suas vendas consolidadas estimadas para o primeiro trimestre de 2026. O termo “vendas” descreve o volume de veículos entregues a concessionárias, distribuidores ou diretamente pela companhia a clientes de varejo e frotas, que geralmente impulsionam o reconhecimento de receita. As vendas consolidadas no período de três meses encerrado em 31 de março de 2026 foram estimadas em 1,4 milhão de unidades, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Esse aumento foi impulsionado principalmente pela Europa Ampliada e pela América do Norte, com a contribuição adicional do crescimento registrado no Oriente Médio & África e na América do Sul. Na América do Norte, as remessas do primeiro trimestre cresceram aproximadamente 54 mil unidades em comparação com o mesmo período de 2025, o que representa alta de 17% na comparação anual. O resultado reflete o maior dinamismo da região, com destaque para os modelos Ram 1500 (light-duty) HEMI® V8, o renovado Jeep® Grand Wagoneer e o totalmente novo Jeep® Cherokee, que, juntos, responderam por mais de 100% do crescimento ano a ano. Esse desempenho foi parcialmente compensado por menores remessas do Jeep® Compass, em função do ramp-up do Jeep® Cherokee, também produzido na planta de Toluca. Na Europa Ampliada, as remessas no trimestre aumentaram cerca de 69 mil unidades, alta de 12% na comparação anual. O volume de veículos comerciais leves (LCV) mantiveram-se estável, em aproximadamente 135 mil unidades. Já o crescimento de veículos de passeio foi impulsionado por lançamentos recentes. As marcas Fiat, Opel/Vauxhall e Citroën foram favorecidas pelo desempenho dos modelos da plataforma Smart Car (Citroën C3, C3 Aircross, Opel/Vauxhall Frontera e Fiat Grande Panda), que avançaram cerca de 48 mil unidades, ou 85% na comparação anual. Os veículos da marca Leapmotor ganharam tração comercial, com remessas crescendo em 22 mil unidades, para aproximadamente 27 mil unidades, impulsionadas pelo desempenho do T03 no segmento de entrada de veículos elétricos a bateria (BEV) na Europa, especialmente na Itália. No Oriente Médio & África, as remessas cresceram cerca de 11 mil unidades (+11% na comparação anual), puxadas principalmente pela Turquia (+ aproximadamente 12 mil unidades). O resultado reflete a normalização dos níveis de estoque e a melhora do desempenho comercial no país, impulsionada sobretudo pela introdução de novos modelos Smart Car da Citroën e da Opel. A Argélia também contribuiu positivamente, com o avanço contínuo da produção local. Já nos países do Conselho de Cooperação do Golfo, as remessas recuaram mais da metade, para cerca de 3 mil unidades. Na América do Sul, as remessas aumentaram aproximadamente oito mil unidades (+4% na comparação anual), impulsionadas pelo Brasil, onde cresceram cerca de 17 mil unidades (+11%), refletindo um ambiente de mercado mais favorável. Esse desempenho foi parcialmente compensado pela queda de cerca de 8 mil unidades na Argentina (-19%), em função da retração da indústria e da pressão de novos entrantes chineses. A Stellantis manteve a liderança na região, assim como em seus dois principais mercados, Brasil e Argentina. NOTAS Com efeito a partir de 1º de janeiro de 2026, nosso segmento reportável Maserati foi eliminado e seus embarques são relatados de forma consistente com nossas outras marcas, em que as transações são tratadas em uma base “onde vendidas”. As informações comparativas foram reapresentadas. As vendas consolidadas incluem vendas para a Leapmotor International, que é uma empresa controlada pela Stellantis, criada em 2024 e detida em 51% pela Stellantis e 49% pela Leapmotor, para distribuir veículos da marca Leapmotor fora da China.