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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Fenatran 2026 abre credenciamento gratuito com recorde de montadoras confirmadas 

Maior evento de transporte da América Latina acontece em novembro, no São Paulo Expo, e reunirá mais de 700 marcas do setor de transporte rodoviário de cargas e logística A Fenatran abre, na próxima segunda-feira (10 de agosto), o credenciamento de visitantes para sua 25ª edição. O principal encontro do setor de transporte rodoviário de cargas e logística da América Latina será realizado de 9 a 13 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo mais de 700 marcas expositoras. A 25ª Fenatran marcará um novo recorde ao reunir, pela primeira vez, 13 fabricantes de caminhões, o maior número de montadoras já registrado na história do evento.   O credenciamento permanece gratuito se realizado antecipadamente até o dia 7 de novembro. A partir de domingo, 8 de novembro, o acesso passará a custar R$ 150. A iniciativa acompanha uma tendência consolidada entre grandes feiras internacionais de negócios. “A cobrança na reta final busca elevar ainda mais a qualificação dos visitantes, garantindo um ambiente focado em negócios e na tomada de decisão. Como ainda faltam cerca de três meses para o evento, os profissionais e frotistas têm tempo de sobra para se planejarem e garantirem o acesso sem custos”, explica Thiago Braga Ferreira, gerente executivo da Fenatran. Os interessados podem realizar o credenciamento acessando o site da Fenatran por meio do link, e preencher o formulário de inscrição. A credencial dá acesso aos pavilhões durante os cinco dias de evento, à programação de conteúdo e ao espaço dedicado aos test drives.  Experiências e conteúdo ampliados Além das 13 montadoras de caminhões confirmadas, a Fenatran reunirá marcas de implementos rodoviários, intralogística e soluções voltadas para o last mile, segmento fundamental para a distribuição de cargas nos grandes centros urbanos. A programação de conteúdo será ampliada e abordará temas estratégicos para o setor, como inovação, eficiência operacional e descarbonização do transporte. As palestras serão realizadas no Auditório Fenatran e incluem a Rota Fenatran, o Fórum Transporte Sustentável, o Frotas Conectadas, o Seminário da NTC e o Fórum de Mulheres no Transporte e Logística – iniciativa voltada a promover a inclusão e acelerar a chegada de mulheres aos cargos de liderança.  Na área externa, a Fenatran Experience terá sua estrutura ampliada para os testes de pista. Os visitantes habilitados poderão experimentar, ao volante, caminhões das marcas DAF, Foton, IVECO, Mercedes-Benz, Scania, Sany e Volkswagen Caminhões e Ônibus, com opções que vão dos comerciais leves aos extrapesados, em um circuito composto por retas e curvas.  “Nossa expectativa é realizar uma edição ainda mais completa, reunindo lançamentos, conteúdo qualificado e oportunidades de negócios em um único ambiente. A Fenatran se consolidou como um ponto de encontro estratégico para acompanhar as principais transformações do transporte rodoviário de cargas e da logística, além de fomentar conexões e impulsionar o desenvolvimento do setor”, conclui Thiago Braga Ferreira, gerente executivo da Fenatran. Serviço 25ª Fenatran – Feira Internacional do Transporte de Carga Data: 9 a 13 de novembro de 2026 Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5. Credenciamento gratuito: de 10 de agosto a 7 de novembro de 2026 Informações e credenciamento: www.fenatran.com.br

Emplacamentos de veículos alcançam 3º. melhor mês de julho da história e registram 2º. maior volume no acumulado

Entre janeiro e julho de 2026, foram emplacadas 3,2 milhões de unidades, numa alta de 15,1% sobre igual período de 2025 Com 3 dias úteis a mais sobre junho, os emplacamentos de veículos no Brasil somaram 504.574 unidades em julho, alta de 3,3% em relação a junho e crescimento de 10,2% sobre julho de 2025. Esse foi o 3º. Melhor mês de julho da história, segundo levantamento da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. No acumulado do ano, até o momento, o setor somou 3.219.957 emplacamentos, 2º. número mais alto já registrado nos sete primeiros meses do ano e avanço de 15,1% na comparação com o mesmo período de 2025. “Estamos vivendo um ano com resultados positivos nos segmentos de maior volume, principalmente, no varejo de automóveis, comerciais leves e motocicletas. Além do Programa Carro Sustentável, observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado. Segundo o presidente da Fenabrave, há uma tendência de acomodação do mercado, no segundo semestre, em função das eleições, que acontecem em outubro, e da forte disponibilidade de crédito, ocorrida no primeiro semestre, que pode ter levado a uma antecipação de compras. “Já o Move Brasil Táxi e Aplicativos deverá surtir efeito nos próximos meses, mas ainda não temos como prever resultados, pois depende da aprovação cadastral dos motoristas, que deve melhorar com o FGI- Fundo Garantidor de Investimentos”, avalia Arcelio Junior. Para ele, apesar de as taxas de juros ainda estarem elevadas, os programas como Carro Sustentável e Move Brasil têm ajudado também nos resultados do segmento de pesados. “No caso de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, o Programa Move Brasil estancou a queda que vínhamos observando, e os emplacamentos que estão por vir, derivados dos pedidos já realizados, podem melhorar ainda mais os números, reduzindo a queda mais acentuada que esperávamos para esses segmentos”, analisa o Presidente da Fenabrave. Para os segmentos ligados ao agronegócio, a Fenabrave também acredita numa retração na queda observada até o momento. “O Move Agrícola, atrelado ao Programa de Renegociação de Dívidas para produtores rurais, vigentes no final de julho, podem também reduzir a queda estimada para as vendas máquinas agrícolas, como tratores e colheitadeiras”, afirma Arcelio Junior, Presidente da Fenabrave. EMPLACAMENTOS DE VEÍCULOS EM JULHO DE 2026 EMPLACAMENTOS – Avaliação por Segmento PROJEÇÕES PARA 2026 A Fenabrave manteve suas projeções para 2026, divulgadas em julho, e nova revisão poderão ocorrer em outubro, caso algum novo movimento de mercado seja observado.

Financiamento de veículos cresce 10,9% no semestre e tem melhor início de ano desde 2008

Volume de financiamentos sobe de 3,41 milhões para 3,78 milhões de unidades entre o primeiro semestre de 2025 e o de 2026 As vendas financiadas de veículos no Brasil somaram 3,78 milhões de unidades no primeiro semestre de 2026, entre novos e usados, considerando autos leves, motos e veículos pesados. O número representa crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2025 e é o maior volume para um primeiro semestre desde 2008, quando foram registrados 4,23 milhões de financiamentos no período. Os dados são da Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial. “Os dados do primeiro semestre de 2026 mostram um avanço relevante do crédito para a compra de veículos, em um mercado que vem se tornando mais organizado e transparente, com instrumentos de proteção como o Sistema Nacional de Gravames. A maior previsibilidade para bancos e financeiras por meio de dados ajuda a explicar o melhor início de ano em financiamentos desde 2008”, afirma Thiago Gaspar, superintendente de Relacionamento com Clientes na Trillia, nova linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial. No acumulado de janeiro a junho de 2026, os veículos usados responderam por 2,38 milhões de unidades financiadas, enquanto os novos somaram 1,39 milhão. Em 2025, os volumes haviam sido de 2,18 milhões e 1,22 milhão, respectivamente. Thiago Gaspar destaca o papel dos dados na sustentação desse movimento. “O financiamento cresce com base em informação e análise de risco. Instituições financeiras têm usado dados mais granulares para avaliar o perfil dos clientes, calibrar prazos e limites e ajustar políticas de concessão, o que contribui para um ciclo de crédito mais saudável em autos leves, motos e pesados”, complementa. Autos leves seguem na liderança Os autos e comerciais leves seguem concentrando a maior parte dos financiamentos. Em junho de 2026, o segmento somou 434 mil unidades financiadas, ante 388 mil em junho de 2025, alta de 11,9%. Na comparação com maio de 2026, houve variação negativa de 2,6%. Entre autos leves novos, foram 112 mil unidades financiadas em junho de 2026, queda de 3,3% em relação ao mesmo mês de 2025. Os usados chegaram a 323 mil unidades, crescimento de 12,0% na mesma base de comparação. No acumulado do semestre, o prazo médio dos contratos de autos e comerciais leves foi de 47,2 meses, ante 46,3 meses um ano antes. O aumento é observado em todas as faixas de uso, com destaque para veículos entre 4 e 8 anos, cujo prazo médio passou de 50,0 para 51,3 meses, e para os modelos de 0 a 3 anos, de 49,4 para 51,6 meses. Motos mantêm expansão O segmento de motos mantém trajetória de crescimento, apoiado na demanda para uso diário e trabalho. Em junho de 2026, foram financiadas 155 mil motos, frente a 147 mil em junho de 2025, alta de 5,6%. Em relação a maio de 2026, houve queda de 3,9%. As motos usadas somaram 116 mil unidades financiadas em junho de 2026, aumento de 5,5% na comparação anual. As novas responderam por 39 mil unidades, com variação negativa de 2,4% em relação a junho de 2025. Pesados avançam com moderação Os veículos pesados – caminhões e ônibus – também registraram crescimento. Em junho de 2026, foram financiadas 24 mil unidades, ante 22 mil no mesmo mês de 2025, avanço de 7,1%. Na comparação com maio de 2026, o aumento foi de 5,8%. Os pesados novos somaram 13 mil unidades financiadas em junho de 2026, alta de 33,2% em relação a junho de 2025, enquanto os usados ficaram em 11 mil unidades, crescimento de 19,9% na mesma comparação. O desempenho indica continuidade dos investimentos em transporte de cargas e passageiros. Desempenho por região O crescimento do financiamento foi disseminado entre as regiões do país. No comparativo entre o primeiro semestre de 2026 e o mesmo período de 2025, o Centro-Oeste registrou a maior alta, de 13,1%. Em seguida aparecem Nordeste (12,6%), Sul (11,2%), Sudeste (10,6%) e Norte (4,4%). Na distribuição do total financiado entre janeiro e junho de 2026, o Sudeste concentra 42,1% das operações, seguido por Sul (20,0%), Nordeste (19,6%), Centro-Oeste (10,8%) e Norte (7,5%).

Honda lança linha XRE300 Sahara 2027 com controle de tração, aprimoramentos de segurança e novidades no painel

A Honda anunciou o lançamento oficial da XRE300 Sahara 2027, atualizando a consagrada linha de motocicletas trail no mercado brasileiro. A nova versão do modelo chega às concessionárias de todo o país a partir de meados de agosto de 2026 nas opções Standard, Rally e Adventure, trazendo um pacote focado em avanços tecnológicos, segurança e refinamento ciclístico. Entre as principais novidades do lançamento está a incorporação do sistema de controle de tração HSTC, que atua para limitar a perda de aderência da roda traseira durante acelerações em pisos escorregadios. O modelo também passa a contar de fábrica com a tecnologia HISS, um sistema antifurto de bloqueio eletrônico de ignição acionado por chip na chave original, além de piscas dianteiros integrados continuamente às luzes de posição e o mantido sistema de sinalização de frenagem de emergência. A visibilidade do painel digital LCD blackout foi aprimorada com a aplicação da tecnologia Optical Bonding, uma resina especial entre as telas que elimina o ar e reduz drasticamente os reflexos provocados pela luz solar direta. A estrutura conta ainda com tomada USB-C, computador de bordo e mantém a ergonomia voltada para longos trajetos e pilotagem urbana, com destaque para a versão Adventure que inclui para-brisa estendido, protetor de cárter e barras de proteção tubular. Na parte ciclística, o chassi de aço do tipo semi berço duplo derivado de modelos off-road recebeu novos componentes mais leves, como mesas de suspensão dianteira e links do monoamortecedor traseiro em alumínio forjado. A motorização é garantida pelo motor monocilíndrico OHC de 293,5 cm³ com tecnologia FlexOne, capaz de entregar até 25,2 cv de potência e 2,74 kgf.m de torque no etanol, associado a um câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante. A linha Honda XRE300 Sahara 2027 conta com garantia de três anos sem limite de quilometragem e fornecimento gratuito de óleo em sete revisões. Os preços públicos sugeridos para o estado de São Paulo iniciam em R$ 31.855,00 para a versão Standard na cor Cinza Perolizado, R$ 32.555,00 para a versão Rally na cor Vermelho, e R$ 33.660,00 para a versão Adventure na cor Branco.

Crise nas exportações e avanço chinês geram déficit inédito na balança automotiva

A indústria automotiva brasileira acendeu o sinal de alerta para o mercado externo, registrando um déficit inédito em sua balança comercial após muitos anos de superávit. No primeiro semestre de 2026, o Brasil importou 63 mil autoveículos a mais do que conseguiu exportar. Os embarques para o exterior despencaram 21,2% no acumulado dos seis meses, somando apenas 216,6 mil unidades. O principal fator para esse recuo severo foi o colapso do mercado argentino, que comprou quase 60 mil unidades a menos do Brasil no período, além da perda de espaço para concorrentes internacionais. Diante disso, a Anfavea projeta que as exportações fechem o ano com queda de 12,8%, revertendo totalmente a estimativa de janeiro, que previa alta de 1,5%. Na outra ponta da balança, as importações ganharam velocidade histórica, acumulando 280,6 mil veículos emplacados no semestre, um crescimento de 22,8% que superou o ritmo dos modelos nacionais. Metade desse volume importado teve origem na China, que dobrou seus envios para o Brasil em apenas um ano, saltando de 70 mil para 140 mil unidades. O cenário gerou fortes críticas do presidente da Anfavea, Igor Calvet, que lamentou o fato de a recuperação do mercado interno estar sendo capturada por importações incentivadas por alíquotas abaixo da média mundial e pela montagem em regime SKD com isenção de imposto para eletrificados. Mesmo com o mercado interno aquecido e a produção nacional projetando o melhor resultado desde 2019 com 2,8 milhões de unidades, a força dos competidores chineses e mexicanos nos destinos tradicionais do Brasil continua limitando o potencial exportador do país.

Ranking traz os 50 carros zero-quilômetro mais vendidos do Brasil em junho de 2026

Apesar de leve oscilação mensal, emplacamentos disparam quase 29% em relação ao ano anterior e consolidam primeiro semestre aquecido. O mercado automobilístico brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2026 mostrando forte poder de reação. De acordo com dados consolidados da consultoria K.Lume, o país registrou 259.760 emplacamentos em junho, o que representa uma expansão expressiva de 28,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Embora o volume denote uma sutil retração de 1,3% frente a maio (quando 263.138 veículos foram vendidos), o balanço dos primeiros seis meses do ano é altamente positivo: foram 1.356.225 unidades comercializadas, um salto de 19,9% sobre o primeiro semestre de 2025. No topo da tabela de junho, a Fiat Strada segue imbatível como o veículo mais vendido do Brasil, somando 14.303 registros. A grande novidade do mês ficou por conta da Volkswagen. O SUV T-Cross surpreendeu, ultrapassou o Polo e assumiu o posto de carro de passeio e utilitário esportivo mais vendido do país, com 11.753 unidades. Com esse resultado, o modelo ficou a apenas 2.550 emplacamentos da liderança geral. O hatch VW Polo completou o pódio na terceira colocação, com 10.939 licenciamentos. Esse movimento de mercado reflete não apenas o desejo do consumidor final, mas também o forte impacto das vendas corporativas de carro, modalidade que tem impulsionado a renovação de frotas de empresas e locadoras, garantindo volume expressivo para os modelos mais eficientes e robustos do ranking. Outro destaque do período foi o avanço de marcas de eletrificados e novos players no mercado nacional. O compacto elétrico BYD Dolphin Mini consolidou sua força ao cravar a 8ª posição geral. Lista: Os 50 carros mais vendidos do Brasil em junho de 2026 Confira abaixo o desempenho detalhado de cada modelo no último mês: 1º) Fiat Strada: 14.303 unidades 2º) Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades 3º) Volkswagen Polo: 10.939 unidades 4º) Fiat Argo: 9.381 unidades 5º) Volkswagen Tera: 9.289 unidades 6º) Chevrolet Onix: 7.972 unidades 7º) Hyundai HB20: 6.914 unidades 8º) BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades 9º) Hyundai Creta: 5.533 unidades 10º) BYD Dolphin: 5.512 unidades 11º) Fiat Pulse: 5.349 unidades 12º) Fiat Mobi: 5.073 unidades 13º) Renault Kwid: 4.621 unidades 14º) Volkswagen Nivus: 4.545 unidades 15º) Jeep Renegade: 4.533 unidades 16º) Chevrolet Tracker: 4.490 unidades 17º) Geely EX2: 4.383 unidades 18º) Fiat Fastback: 4.278 unidades 19º) Fiat Toro: 4.202 unidades 20º) Honda HR-V: 4.166 unidades 21º) Jeep Compass: 4.132 unidades 22º) Toyota Yaris Cross: 3.896 unidades 23º) Toyota Hilux: 3.888 unidades 24º) GWM Haval H6: 3.848 unidades 25º) Caoa Chery Tiggo 5X: 3.831 unidades 26º) BYD Song Pro: 3.802 unidades 27º) Chevrolet Onix Plus: 3.587 unidades 28º) Hyundai HB20S: 3.239 unidades 29º) Volkswagen Virtus: 3.206 unidades 30º) Volkswagen Saveiro: 3.142 unidades 31º) Honda WR-V: 3.137 unidades 32º) Toyota Corolla Cross: 3.130 unidades 33º) Chevrolet S10: 2.964 unidades 34º) Ford Ranger: 2.951 unidades 35º) Nissan Kait: 2.941 unidades 36º) BYD Song Plus: 2.830 unidades 37º) Jaecoo 7: 2.731 unidades 38º) Fiat Cronos: 2.686 unidades 39º) Chevrolet Sonic: 2.532 unidades 40º) Caoa Chery Tiggo 7: 2.330 unidades 41º) Nissan Kicks: 2.294 unidades 42º) Fiat Fiorino: 2.014 unidades 43º) Ram Rampage: 1.996 unidades 44º) Omoda 5: 1.964 unidades 45º) Toyota Corolla: 1.947 unidades 46º) Chevrolet Spin: 1.803 unidades 47º) Chevrolet Montana: 1.680 unidades 48º) BYD King: 1.643 unidades 49º) Honda City sedã: 1.596 unidades 50º) Jeep Commander: 1.552 unidades

Honda Automóveis registra melhor primeiro semestre em seis anos

A Honda Automóveis do Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com resultados expressivos em vendas e produção, reforçando sua presença no mercado nacional. A empresa registrou crescimento de 5% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, com mais de 53 mil unidades comercializadas, alcançando o melhor desempenho em um primeiro semestre dos últimos seis anos.  O resultado foi impulsionado pela aceleração observada ao longo do período. Em junho, a Honda registrou crescimento de 9% nas vendas em comparação ao mesmo mês de 2025, demonstrando o fortalecimento do ritmo de crescimento da marca e a crescente aceitação de seus produtos pelo mercado brasileiro.  O destaque em vendas no semestre foi o HR-V, que manteve a liderança entre os modelos da marca, com mais de 22 mil unidades comercializadas no período. O modelo atingiu ainda um marco histórico em janeiro de 2026, acumulando mais de 500 mil unidades vendidas desde seu lançamento no Brasil, em 2015.  Outro destaque foi o WR-V, que reafirmou sua forte aceitação pelo público, com mais de 17 mil unidades vendidas no semestre. O modelo também registrou seu melhor desempenho mensal em março, quando foram comercializadas 3.540 unidades, consolidando sua relevância estratégica no portfólio da marca.  Além da forte performance no mercado nacional, os principais modelos da Honda no Brasil também se destacam no cenário global da marca. Em maio de 2026, o país ocupou posição de liderança em vendas para os modelos HR-V, WR-V e City entre países como Japão, Índia e Tailandia, reforçando a relevância da operação brasileira na estratégia global e evidenciando a força e a consistência do portfólio nacional.  Acompanhando a evolução da demanda, a produção também apresentou crescimento expressivo, com aumento de 42% em relação ao período anterior. No início de 2026, a empresa atingiu o marco de 2,5 milhões de automóveis produzidos no país, evidenciando a consistência de sua atuação local ao longo de mais de 30 anos de presença da Honda no Brasil e 28 anos de produção nacional.  “O desempenho do semestre reflete a confiança dos clientes na marca Honda e a consistência da nossa estratégia de longo prazo para o Brasil. Seguimos fortalecendo nossa proposta de valor com produtos de alta qualidade, liderando a experiência do cliente com o NPS nº 1 em nossa rede, além de oferecer forte valor de revenda e garantia total de seis anos, atributos que sustentam o crescimento da marca e reforçam nossa competitividade no mercado”, afirma Marcelo Langrafe, Head Comercial da Honda Automóveis e CRM Honda South America.  Reforçando esse compromisso com a qualidade e a satisfação dos clientes, a Honda passou a oferecer, desde o início de 2026, garantia total de fábrica de seis anos para toda a linha de automóveis. O benefício é válido para veículos ano/modelo 26/26, produzidos no Brasil ou importados, sem limite de quilometragem, evidenciando a confiança da marca na durabilidade e no desempenho de seus produtos, além de proporcionar ainda mais tranquilidade e segurança aos clientes ao longo de toda a jornada.  Outro ponto relevante foi a expansão da rede de concessionárias, com a inauguração de dois novos pontos de venda, seguindo o plano de ampliação da marca e proporcionando uma experiência ainda mais próxima e qualificada aos clientes em diferentes regiões do país.

Anfavea revisa para cima projeções de produção; vendas podem superar 3 milhões de unidades após 12 anos 

Apesar do bom desempenho do mercado interno, produção não acompanha o mesmo ritmo em razão do avanço das importações e da queda das exportações  Com o encerramento do primeiro semestre e diante do desempenho acima do esperado das vendas de veículos no mercado interno, a Anfavea revisou para cima as projeções divulgadas em janeiro. A expectativa agora é que o Brasil ultrapasse a marca de 3 milhões de autoveículos emplacados em 2026, patamar que não é alcançado desde 2014. Caso a projeção se confirme, o crescimento será de 11,7% em relação a 2025, bem acima dos 2,7% previstos no início do ano. O avanço será impulsionado principalmente pelos segmentos de automóveis e comerciais leves, cuja expectativa de crescimento passou para 12,6%. Já os segmentos de caminhões e ônibus devem encerrar o ano com retração de 6%. Na contramão do mercado doméstico aquecido, as exportações deverão fechar 2026 com queda de 12,8%, reflexo da retração do mercado argentino e da maior presença de veículos chineses e mexicanos nos principais destinos dos produtos brasileiros. Em janeiro, a projeção da entidade era de uma alta de 1,5%. Com esse cenário, a produção nacional deve registrar um desempenho positivo, mas ainda distante do potencial proporcionado pela demanda interna. A projeção de crescimento passou de 3,7% para 5,8% sobre 2025, alcançando um volume próximo de 2,8 milhões de autoveículos produzidos, o melhor resultado desde 2019. “Por um lado, ficamos satisfeitos com o vigor do mercado nacional e com essa alta na produção, que vem se refletindo em ligeira elevação do nível de empregos. Por outro lado, lamentamos muito que parte dessa recuperação venha sendo capturada por importações incentivadas por alíquotas abaixo da média mundial ou pela produção de eletrificados em SKD isenta de Imposto de Importação, algo que vem se provando desnecessário e fora de propósito, dado o bom desempenho dos veículos eletrificados no mercado”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet. Primeiro semestre registra melhor desempenho desde o período pré-pandemia Junho apresentou desempenho de emplacamentos e produção ligeiramente inferior ao de maio, mas suficiente para consolidar o melhor primeiro semestre desde 2019, último ano antes da pandemia. Nos seis primeiros meses de 2026, foram produzidos 1,372 milhão de autoveículos, volume 8,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O principal motor desse crescimento foi o segmento de automóveis, cujas vendas avançaram 23,7%, o equivalente a 208 mil unidades a mais do que no primeiro semestre do ano passado. Desse incremento, 73 mil unidades são atribuídas ao programa Carro Sustentável, que impulsionou as vendas dos veículos de entrada. Outros 130 mil veículos vieram do crescimento dos eletrificados, sendo 70 mil produzidos no Brasil e 60 mil importados. Em junho, os eletrificados alcançaram participação recorde nas vendas de veículos leves, chegando a 20,9% do mercado. Já o segmento de veículos pesados segue em recuperação mais lenta, impulsionado pela segunda fase do programa Move Brasil. No acumulado do semestre, as vendas de caminhões recuaram 10,5%, enquanto as de ônibus registraram queda de 11,6%. Embora junho tenha apresentado os melhores resultados do ano para ambos os segmentos, o desempenho ainda não é suficiente para reverter a expectativa de mais um ano de retração. As exportações, por sua vez, continuam sem sinais de recuperação. Em junho, os embarques ficaram 26,7% abaixo do registrado no mesmo mês de 2025. Com isso, o acumulado do primeiro semestre chegou a 216,6 mil unidades exportadas, uma queda de 21,2%. Apenas para a Argentina, a redução foi de quase 60 mil unidades no período, reflexo tanto da retração do mercado local quanto da perda de participação dos veículos brasileiros para modelos chineses e mexicanos. Importações ampliam déficit na balança comercial Depois de muitos anos, o Brasil voltou a registrar déficit na balança comercial do setor automotivo. No primeiro semestre, ingressaram no país 63 mil autoveículos a mais do que o total exportado. Entre janeiro e junho, foram emplacados 280,6 mil veículos importados, dos quais metade teve origem na China. Em apenas um ano, o volume de veículos chineses enviados ao Brasil dobrou, passando de 70 mil para 140 mil unidades.

Carros usados com 13 a 20 anos registram alta nos preços de até 14,6% em 12 meses; veja os modelos que mais valorizaram

Levantamento mostra que modelos mais antigos e com câmbio manual tiveram os maiores aumentos nos preços entre maio de 2025 e maio de 2026 Carros usados fabricados entre 2006 e 2013 registraram valorização de quase 15% nos preços para determinados modelos no acumulado de 12 meses, segundo levantamento do Data OLX Autos. Entre os destaques estão Fiat Palio, Volkswagen Voyage e Honda Civic, que apresentaram altas superiores a 12% no intervalo analisado. O resultado ressalta a força de modelos mais antigos no mercado de seminovos e usados, impulsionados principalmente por fatores como custo-benefício, manutenção acessível e liquidez na revenda. Essa análise faz parte da nova edição do relatório de preços, elaborado pelo Data OLX Autos, fonte de inteligência automotiva do Grupo OLX. O levantamento avaliou o comportamento dos preços dos automóveis na plataforma entre maio de 2025 e maio de 2026. Principais destaques do mercado No panorama geral, o Volkswagen Gol (hatch) segue como líder isolado do IVU, Índice de Veículos Usados. Entre os sedãs, o Honda Civic é o primeiro colocado no ranking do IVU de maio de 2026, enquanto o Ford EcoSport ocupa a primeira posição no ranking entre os SUVs da mesma faixa etária, consolidando-se como os veículos com o maior índice em suas respectivas categorias. O IVU é composto por dois indicadores complementares: o Indicador de Demanda, fornecido pela OLX, que revela as preferências e o interesse dos consumidores; e o Indicador de Vendas, fornecido pela Fenauto, que reflete as vendas do mercado. O ranking final do Índice é calculado pela média entre os dois, oferecendo uma visão 360º que equilibra o que o consumidor busca com o que, de fato, está sendo vendido.  O peso do ano: veteranos registram maior valorização que modelos mais novos Ao analisar o ano de fabricação, o relatório revela um movimento: os modelos mais antigos do estudo registraram uma valorização de preço mais expressiva que a dos veículos relativamente mais novos da mesma amostra, com alguns chegando inclusive a desvalorizar. Os grandes campeões de valorização são projetos da década passada. O Fiat Palio de 2008 registrou alta de 14,67% em 12 meses – de R$ 25.900 para R$ 29.700 em 2026. Logo atrás, o Volkswagen Voyage fabricado em 2009 apresentou valorização de 13,33% em seu preço mediano, passando de R$ 25.500 para R$ 28.900. Em contrapartida, modelos da safra de 2013 enfrentaram readequações de mercado. O Volkswagen Gol 2013 sofreu desvalorização de 5,1%, saindo de R$ 29.499 para R$ 28.000, enquanto o Ford EcoSport registrou recuo de 8,82%, passando de R$ 49.900 para R$ 45.500. Transmissão: a força do câmbio manual No quesito câmbio, as versões manuais apresentaram os resultados mais consistentes de valorização entre os veículos analisados. O Honda Civic 2013, por exemplo, valorizou 12,73% (R$ 55.000 em 2025 para R$ 62.000 em 2026), enquanto o Toyota Corolla 2010 manual subiu 10,64% (R$ 47.000 vs. R$ 52.000). “Os dados mostram que os consumidores prezam mais veículos de manutenção simples, mecânica confiável e custo-benefício atrativo. A expressiva valorização de modelos manuais mais antigos reflete uma busca por economia, desafiando a preferência pelos automáticos vista em carros mais novos”, afirma Flávio Passos, vice-presidente de Autos do Grupo OLX. Entre os SUVs analisados, as versões automáticas mais antigas apresentaram uma variação de preço inferior à observada entre os modelos manuais da mesma categoria. Enquanto o Ford EcoSport manual 2006 subiu 9,52%, indo de R$ 21.000 para R$ 23.000, sua contraparte automática de 2013 apresentou queda de valor. A exceção à regra foi o Mitsubishi Pajero automático 2007, que registrou alta de 7,25% (de R$ 39.999 para R$ 42.900). Motorização: 1.6 e 1.8 mostram maior vigor Quando o recorte é feito pela motorização, os propulsores intermediários (1.6 e 1.8) apresentam os resultados mais sólidos de valorização de preços. As três maiores altas de preço mediano registradas no relatório pertencem a essa categoria: o Fiat Palio 1.8 de 2008 (+14,67%), o Volkswagen Voyage 1.6 de 2009 (+13,33%) e o Honda Civic 1.8 de 2013 (+12,73%). Todos superaram a marca de 12% de valorização em apenas um ano. Já os populares motores 1.0 apresentaram comportamento misto. O destaque positivo foi o Fiat Uno 1.0 de 2009, que registrou valorização de 13,16%. Em contrapartida, o Volkswagen Gol 1.0 de 2013 apresentou queda de -5,10%, enquanto o Chevrolet Corsa 1.0 de 2009 registrou desvalorização de -2,08% e o Chevrolet Celta 1.0 de 2013 teve recuo de -0,34%. Metodologia e abrangência Para a análise de cada carroceria contida no relatório, foi reportado o preço anunciado mediano e sua variação em 12 meses (maio de 2025 vs. maio de 2026). O levantamento analisou a visão nacional e as seguintes características: ano do modelo (2006 a 2013), câmbio (manual, automatizado e automático) e motor (potência, se aspirado ou turbo). Os modelos selecionados têm como referência os cinco veículos com 13 a 20 anos de uso que apresentaram os maiores valores de IVU nacional. A metodologia considera a distribuição de anúncios, atribuindo quantidade suficiente para análise estatística precisa. Modelos líderes em buscas e vendas (Destaques do IVU Nacional): Hatches: Volkswagen Gol (1°), Fiat Palio (2°), Fiat Uno (3°), Chevrolet Corsa (4°) e Chevrolet Celta (5°) Sedãs: Honda Civic (1°), Fiat Siena (2°), Toyota Corolla (3°), Volkswagen Voyage (4°) e Chevrolet Vectra (5°) SUVs: Ford EcoSport (1°), Mitsubishi Pajero (2°), Hyundai Tucson (3°), Renault Duster (4°) e Honda CR-V (5°) O relatório completo pode ser consultado na landing page do Data OLX Autos: https://autos.grupoolx.com.br/dataolx.