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Novo Toyota RAV4 estreia no Brasil com duas versões híbridas full, mais tecnologia e preço a partir de R$ 317 mil

A Toyota anuncia o lançamento da nova geração do RAV4 no Brasil, que chega em pré-venda em maio, quando começará a ser entregue aos primeiros clientes. Disponível em duas configurações híbridas full, S e SX, o SUV mais vendido do mundo consolida a expansão do portfólio da marca no País com preços a partir de R$ 317.190. Com mais de 20 milhões de unidades comercializadas em mais de 180 países ao longo de mais de 30 anos, o modelo reafirma seu protagonismo sob o conceito “Go Anywhere, Do Anything” – que favorece o uso urbano e, também, em aventuras fora de estrada –, além de reforçar o DNA QDR da Toyota (sigla em inglês para Qualidade, Confiabilidade e Durabilidade). Entre os diferenciais para o mercado brasileiro, o novo RAV4 reafirma a estratégia Peace of Mind da marca, que consiste em garantir a tranquilidade aos clientes por meio de custos previsíveis e competitivos, alto valor de revenda e baixo índice de manutenção. Com a missão de dobrar as vendas de 2025, o SUV tem os menores valores de revisões do segmento de híbridos, sendo a primeira delas por apenas R$ 559. Design com funcionalidade O novo RAV4 2026 apresenta um design exterior que reforça suas proporções típicas de SUV, com grandes rodas de aro 20 em todas as versões, maior altura em relação ao solo e uma traseira mais verticalizada. A dianteira adota o conceito “Hammerhead”, com capô esculpido e para-lamas angulares que criam uma postura mais robusta e um visual contemporâneo. Na lateral, o caimento do teto, combinado às superfícies mais definidas das portas, cria um visual marcado pela combinação de elementos hexagonais e octogonais. Essa abordagem não é apenas estética: contribui diretamente para a eficiência aerodinâmica, com redução de até 8% no ruído percebido em cabine, evidenciando a funcionalidade do design. Além disso, o banco traseiro foi reposicionado para uma posição mais baixa, o que, junto à maior área envidraçada – tanto nas laterais como na tampa traseira – favorecem a visibilidade para o motorista. Isso se reflete em uma sensação de amplitude da cabine e, também, em mais facilidade para as manobras do dia a dia. O novo RAV4 está disponível nas coresPreto Atitude Metálico,Branco Lunar e Cinza Titan em ambas as versões. Já a versão SX oferece duas opções exclusivas, incluindo a inédita cor Imperial Aureum, além do Azul Topázio. Interior tecnológico e intuitivo O interior do novo RAV4 prioriza a funcionalidade, buscando um equilíbrio entre conforto e tecnologia de uso intuitivo. O painel com desenho horizontal reforça a percepção típica de um SUV e organiza os principais comandos e informações na mesma linha de visão, reduzindo o movimento dos olhos durante a condução. As saídas de ar-condicionado e os comandos físicos são posicionados para acesso imediato, favorecendo a ergonomia e a facilidade de uso. No console central, diferentes funções são integradas em um único conjunto, incluindo o novo seletor de marchas “shift-by-wire”, do tipo joystick, que contribui para um visual mais moderno e para uma operação intuitiva. O sistema também reúne os comandos do freio de estacionamento eletrônico e da função Brake Hold em uma posição mais acessível. A cabine reforça a proposta centrada no condutor, com foco em organização, praticidade e redução de movimentos, elevando a experiência a bordo em diferentes condições de uso. Exemplos disso são o porta-copos com divisória removível e o compartimento sob o apoio de braço central, que conta com abertura bidirecional e uma prática tampa reversível, podendo ser utilizada como mesa de apoio, ampliando a versatilidade no uso cotidiano. Outro destaque é o inédito Head-Up Display colorido, que passa a adotar projeção inclinada, com gráficos atualizados e três modos de visualização (Full, Standard e Minimum), permitindo ajustar a quantidade de informações exibidas de acordo com a preferência do motorista. Essa configuração melhora a leitura dos dados e reduz interferências no campo de visão. O quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas também oferece diferentes layouts personalizáveis, integrado às informações da central multimídia de até 12,9 polegadas na versão SX. Desenvolvida com LCD de alto contraste e acabamento antirreflexo, a tela tem design flutuante, facilitando a visualização através do volante e reduzindo o impacto da luz. A conectividade interna também evolui com a presença de até dois carregadores sem fio independentes para motorista e passageiro, além de portas USB distribuídas para todos os ocupantes, com posicionamento otimizado para facilitar o acesso. O teto panorâmico com abertura, disponível na versão SX, reforça a sensação de amplitude e luminosidade na cabine. Por sua vez, o porta-malas oferece até 514 litros de capacidade na versão S e conta com importantes tecnologias como o “Walk Away Close”, que permite o fechamento automático da tampa ao se afastar do veículo, e a função “Kick Sensor”, com área de detecção ampliada, que facilita a abertura com movimentos naturais dos pés, mesmo com as mãos ocupadas.  Tecnologia avançada e integração total O novo RAV4 incorpora uma nova geração de central multimídia com tela de até 12,9 polegadas, desenvolvida sobre a plataforma de tecnologia Arene, da Toyota. Trata-se do primeiro passo da marca em direção aos veículos com atualização Over The Air, ampliando as possibilidades de evolução contínua em segurança, conectividade e experiência do usuário. Essa nova arquitetura permite maior integração entre os sistemas do veículo e oferece base para tecnologias mais avançadas, com foco não apenas em conveniência, mas também em segurança e confiabilidade ao longo do ciclo de vida do produto. Com isso, o sistema multimídia passa a oferecer uma experiência mais fluida e personalizada, com tela inicial configurável de acordo com as preferências do usuário e interface redesenhada para facilitar a navegação entre funções. Um novo botão “home” permanece sempre visível, independentemente do ambiente utilizado, seja no sistema nativo, Apple CarPlay® ou Android Auto™, garantindo acesso rápido às principais funcionalidades. A conectividade também foi ampliada com compatibilidade sem fio com Apple CarPlay® e Android Auto™, além de conexão simultânea de dois dispositivos via Bluetooth®. Além disso, o assistente de voz nativo também evolui, com respostas

Stellantis divulga vendas consolidadas estimadas de 1,4 milhão de unidades no 1º trimestre de 2026, alta de 12% em comparação com 2025

Crescimento em todas as regiões, liderado pela América do Norte e Europa ampliada A Stellantis N.V. divulgou hoje suas vendas consolidadas estimadas para o primeiro trimestre de 2026. O termo “vendas” descreve o volume de veículos entregues a concessionárias, distribuidores ou diretamente pela companhia a clientes de varejo e frotas, que geralmente impulsionam o reconhecimento de receita. As vendas consolidadas no período de três meses encerrado em 31 de março de 2026 foram estimadas em 1,4 milhão de unidades, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Esse aumento foi impulsionado principalmente pela Europa Ampliada e pela América do Norte, com a contribuição adicional do crescimento registrado no Oriente Médio & África e na América do Sul. Na América do Norte, as remessas do primeiro trimestre cresceram aproximadamente 54 mil unidades em comparação com o mesmo período de 2025, o que representa alta de 17% na comparação anual. O resultado reflete o maior dinamismo da região, com destaque para os modelos Ram 1500 (light-duty) HEMI® V8, o renovado Jeep® Grand Wagoneer e o totalmente novo Jeep® Cherokee, que, juntos, responderam por mais de 100% do crescimento ano a ano. Esse desempenho foi parcialmente compensado por menores remessas do Jeep® Compass, em função do ramp-up do Jeep® Cherokee, também produzido na planta de Toluca. Na Europa Ampliada, as remessas no trimestre aumentaram cerca de 69 mil unidades, alta de 12% na comparação anual. O volume de veículos comerciais leves (LCV) mantiveram-se estável, em aproximadamente 135 mil unidades. Já o crescimento de veículos de passeio foi impulsionado por lançamentos recentes. As marcas Fiat, Opel/Vauxhall e Citroën foram favorecidas pelo desempenho dos modelos da plataforma Smart Car (Citroën C3, C3 Aircross, Opel/Vauxhall Frontera e Fiat Grande Panda), que avançaram cerca de 48 mil unidades, ou 85% na comparação anual. Os veículos da marca Leapmotor ganharam tração comercial, com remessas crescendo em 22 mil unidades, para aproximadamente 27 mil unidades, impulsionadas pelo desempenho do T03 no segmento de entrada de veículos elétricos a bateria (BEV) na Europa, especialmente na Itália. No Oriente Médio & África, as remessas cresceram cerca de 11 mil unidades (+11% na comparação anual), puxadas principalmente pela Turquia (+ aproximadamente 12 mil unidades). O resultado reflete a normalização dos níveis de estoque e a melhora do desempenho comercial no país, impulsionada sobretudo pela introdução de novos modelos Smart Car da Citroën e da Opel. A Argélia também contribuiu positivamente, com o avanço contínuo da produção local. Já nos países do Conselho de Cooperação do Golfo, as remessas recuaram mais da metade, para cerca de 3 mil unidades. Na América do Sul, as remessas aumentaram aproximadamente oito mil unidades (+4% na comparação anual), impulsionadas pelo Brasil, onde cresceram cerca de 17 mil unidades (+11%), refletindo um ambiente de mercado mais favorável. Esse desempenho foi parcialmente compensado pela queda de cerca de 8 mil unidades na Argentina (-19%), em função da retração da indústria e da pressão de novos entrantes chineses. A Stellantis manteve a liderança na região, assim como em seus dois principais mercados, Brasil e Argentina. NOTAS Com efeito a partir de 1º de janeiro de 2026, nosso segmento reportável Maserati foi eliminado e seus embarques são relatados de forma consistente com nossas outras marcas, em que as transações são tratadas em uma base “onde vendidas”. As informações comparativas foram reapresentadas. As vendas consolidadas incluem vendas para a Leapmotor International, que é uma empresa controlada pela Stellantis, criada em 2024 e detida em 51% pela Stellantis e 49% pela Leapmotor, para distribuir veículos da marca Leapmotor fora da China.

Financiamento de veículos cresce 12,8% no trimestre e tem melhor início de ano desde 2008

Modelos usados e autos leves lideram vendas financiadas no período As vendas financiadas de veículos no Brasil alcançaram 1,89 milhão de unidades no primeiro trimestre de 2026, somando automóveis leves, motos e veículos pesados, considerando novos e usados. O volume representa crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2025 e marca o melhor desempenho para um primeiro trimestre desde 2008, quando foram financiadas 2,037 milhões de unidades no período.  No acumulado de janeiro a março deste ano, a liderança dos financiamentos de veículos segue com os modelos usados, que contabilizaram 1,21 milhão de unidades, enquanto os veículos novos somaram 675 mil unidades. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, houve crescimento tanto nos usados, com avanço de 12,2%, quanto nos novos, com alta de 14,1%.  Entre as categorias, os autos leves concentraram a maior parte das operações no trimestre, com 1,31 milhão de unidades financiadas, alta de 12,4% na comparação anual. As motos somaram 510,6 mil unidades, um avanço de 18,1% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Os veículos pesados alcançaram 69,3 mil financiamentos, com aumento de 3,9% no mesmo período.  O avanço foi observado em todas as regiões do país no comparativo entre o primeiro trimestre de 2026 e o mesmo intervalo de 2025. O Nordeste liderou o crescimento percentual, com alta de 16,6%, seguido por 15,3% no Centro-Oeste (15,3%), Sul (11,8%), Sudeste (11,7%) e Norte (9,4%) no Norte.  No recorte por modalidades de crédito, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), financiamento tradicional oferecido por bancos e financeiras para a compra de veículos, manteve a maior participação no trimestre. No acumulado até março de 2026, o CDC somou 1,619 milhão de unidades financiadas, alta de 14,3% em relação ao mesmo período de 2025. O consórcio alcançou 261,9 mil unidades, com crescimento de 5,5%, enquanto as modalidades de leasing e outros tipos de financiamento registraram volumes de 12,3 mil e 10,3 mil unidades, respectivamente.  “O primeiro trimestre mostra uma expansão consistente do crédito para a compra de veículos, com crescimento espalhado por todas as regiões do País. Esse movimento reforça a trajetória observada ao longo do último ano e aponta um cenário mais favorável para o mercado automobilístico”, afirma Daniel Takatohi, superintendente de Produtos da Trillia. Março acelera e tem melhor resultado mensal desde 2011 Na leitura mensal, março de 2026 mostrou uma aceleração do mercado. As vendas financiadas de veículos somaram 703 mil unidades no mês, alta de 27,6% em relação a março de 2025, e o melhor resultado desde agosto de 2011, quando foram financiadas 729.687 unidades. Na comparação com fevereiro de 2026, o crescimento foi de 22,2%.  O resultado de março foi impulsionado tanto pelos veículos novos quanto pelos usados. Entre os novos, os financiamentos passaram de 206 mil unidades em março de 2025 para 267 mil em março de 2026, avanço de 29,7%. No segmento de usados, o volume subiu de 345 mil para 436 mil unidades no mesmo período, alta de 26,4%. Na comparação com fevereiro de 2026, o crescimento foi de 30,3% para os novos modelos e de 17,7% para os usados.  Entre os autos leves, março registrou 480,6 mil financiamentos, alta de 27,7% em relação a março de 2025, com 376,3 mil unidades, e aumento de 21,0% na comparação com fevereiro de 2026. As motos somaram 192,3 mil unidades, crescimento de 27,9% frente ao mesmo mês do ano anterior e de 23,7% em relação a fevereiro, enquanto os veículos pesados atingiram 28,7 mil financiamentos, alta de 24,5% na comparação anual e de 37,4% frente ao mês imediatamente anterior. Tabela Auto B3 indica alta nos preços de veículos em março O acompanhamento mensal da Tabela Auto B3 mostra que, em março, o mercado de veículos registrou um movimento de alta nos preços de transação, após os ajustes observados nos meses anteriores. O comportamento foi distinto entre veículos novos e usados, com maior intensidade de aumento no mercado de 0 km e estabilidade predominante no mercado secundário.  Veículos novos Em março, os veículos 0 km apresentaram alta média de 0,86% nos preços de transação. O avanço foi observado na maioria dos segmentos, com destaque para picapes médias, SUVs, hatchbacks e sedans, além de crossovers e picapes derivadas de automóveis. As picapes compactas se destacaram como exceção, registrando queda mais acentuada no período. O movimento indica recomposição de preços, em um ambiente de menor intensidade promocional e demanda mais equilibrada em alguns segmentos. Veículos usados No mercado de usados, março foi marcado por maior estabilidade nos preços, com leve alta média de aproximadamente 0,18%. O comportamento foi bastante moderado entre os segmentos, com pequenas variações positivas e negativas. O principal destaque foi o desempenho das picapes médias, que registraram valorização mais expressiva, enquanto os demais segmentos, como hatchbacks, SUVs, sedans e veículos derivados de automóveis, apresentaram oscilações próximas da estabilidade, entre leves altas e quedas marginais. Esse cenário reforça a leitura de um mercado secundário ainda em processo de ajuste, com menor volatilidade e gradual acomodação dos preços. 

AMMA Talks reforça liderança feminina no aftermarket com encontro focado em prática e troca real

Evento reuniu profissionais do setor para discutir carreira, protagonismo e os desafios de liderar em um dos mercados mais técnicos do país O AMMA Talks reuniu mulheres do aftermarket automotivo em um encontro que foi além do conteúdo tradicional e apostou na troca direta de experiências e vivências do setor. Realizado pela AMMA (Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo), o evento aconteceu no dia 27 de março de 2026, em São Paulo. A proposta foi clara: criar um ambiente onde a liderança feminina pudesse ser discutida a partir da prática — com quem vive o mercado todos os dias. A abertura ficou por conta de Carla Nórcia, que trouxe reflexões sobre o papel da mulher no setor automotivo, destacando a importância da liderança com propósito e da construção de trajetórias que deixem legado dentro de um mercado ainda desafiador. Na sequência, Simone de Azevedo apresentou a “Casa AMMA” como um espaço de conexão e desenvolvimento, reforçando o papel da associação na construção de uma rede que apoia o crescimento profissional das mulheres no setor. Talita Peres abordou a liderança feminina sob a ótica da estratégia e da gestão de pessoas, destacando a necessidade de equilibrar resultados com uma atuação mais consciente e conectada com as equipes. Já Vanessa Martins trouxe o tema da autoliderança, ressaltando que o desenvolvimento individual é parte fundamental para quem assume posições de decisão. O encontro contou ainda com a participação de Sabrina Carbone, ampliando a troca de experiências e fortalecendo o debate sobre o protagonismo feminino no aftermarket. Mais do que um evento pontual, o AMMA Talks se consolida como um espaço de construção contínua, onde conexões são criadas e conversas seguem acontecendo mesmo após o encerramento. A iniciativa teve o apoio de empresas como Dayco, Mobensani e Sampel, que reconhecem a importância de incentivar o desenvolvimento de lideranças e ampliar a diversidade no setor automotivo.

Carros elétricos avançam e transformam estacionamentos em nova infraestrutura energética nas cidades

Brasil já ultrapassa 300 mil veículos eletrificados e crescimento pressiona adaptação urbana O avanço dos carros elétricos no Brasil revelou uma limitação ainda pouco explorada na mobilidade urbana: a falta de infraestrutura de recarga compatível com o ritmo de crescimento da frota. Dados recentes da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) indicam que o país já ultrapassou a marca de 300 mil veículos elétricos em circulação, com crescimento acelerado ano a ano. A frota de veículos eletrificados no Brasil já ultrapassa 600 mil unidades, com base em dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), e indica crescimento de cerca de 60% em 2025, apenas o ano passado, foram mais de 220 mil veículos vendidos, recorde histórico Esse movimento pressiona cidades e operadores a repensarem onde e como esses veículos serão abastecidos no dia a dia. E é nesse ponto que um espaço tradicionalmente subestimado ganha protagonismo: o estacionamento. A parceria entre a Hubees, plataforma de mobilidade que transforma o estacionamento em infraestrutura inteligente da cidade, e a EON, estação de recarga de carros elétricos, busca integrar pontos de recarga elétrica à infraestrutura de estacionamentos já existentes. A proposta é acelerar a expansão da mobilidade elétrica sem depender exclusivamente da criação de novas redes físicas dedicadas. “Quando a recarga é incorporada ao estacionamento, reduz-se a necessidade de deslocamentos específicos apenas para abastecimento, o que pode diminuir a pressão sobre o trânsito urbano e tornar a mobilidade mais eficiente, interferindo positivamente na mobilidade urbana, destaca Roberto Hissa, CEO da Hubees. O movimento também reforça uma tendência maior: a transformação dos estacionamentos em hubs de serviços urbanos. Ao combinar energia, tecnologia e dados, esses espaços deixam de ser passivos e passam a atuar como plataformas ativas dentro da dinâmica da cidade. Além da expansão da infraestrutura pública de recarga, ganha relevância a integração do carregamento aos momentos em que os veículos já permanecem estacionados, como em garagens e estacionamentos. A  vaga deixa de ser apenas um espaço de permanência e passa a assumir um papel estratégico no abastecimento energético. A mudança é sustentada por um dado recorrente em estudos do U.S. Department of Energy, que indicam que os carros permanecem estacionados por mais de 90% do tempo. O dado reforça que o desafio da eletromobilidade não está restrito à ampliação de eletropostos em vias públicas. Na prática, isso coloca estacionamentos em shoppings, hospitais, centros corporativos e áreas comerciais como peças-chave na expansão da mobilidade elétrica. Cada área urbana estrategicamente ocupada amplia o alcance do sistema, o desenvolvimento segue uma lógica menos visível, porém eficaz.  “O avanço dos carros elétricos não é apenas uma mudança tecnológica, mas estrutural. E a adaptação da infraestrutura urbana será determinante para sustentar esse crescimento”, comenta Roberto Hissa. Deixando o estacionamento de ser apenas um ponto final da jornada e passa a ocupar uma posição central: a de elo entre mobilidade, energia e planejamento urbano.

Produção de motocicletas alcança 561 mil unidades e registra segundo melhor trimestre da história

Setor mantém ritmo acelerado; mês de março também alcança recorde de produção   As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) seguem em ritmo acelerado de produção. No primeiro trimestre, foram produzidas 561.448 unidades, o que indica um crescimento de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o volume registrado representa o segundo melhor desempenho histórico para o primeiro trimestre. O setor atingiu um recorde histórico no mês de março, com 212.716 unidades produzidas. O volume representa um avanço de 34,5% na comparação com março do ano passado e de 29,6% em relação a fevereiro. “O resultado reafirma o bom momento do segmento, com ritmo consistente de produção e alinhados à demanda do mercado”, afirma o presidente da Abraciclo, Marcos Bento. “Apesar do desempenho positivo, seguimos atentos aos desafios previstos para o ano, especialmente no que se refere ao cenário internacional e a possibilidade de estiagem na região amazônica. Mesmo assim, mantemos uma perspectiva de continuidade do crescimento ao longo do ano”, completa. A Abraciclo projeta fechar o ano com 2.070.000 motocicletas fabricas, crescimento de 4,5% em relação a 2025. Produção por categoria e cilindrada         A partir deste mês, a Abraciclo passa a adotar uma nova classificação para o segmento motocicleta, refletindo de forma mais precisa a evolução do mercado. O novo modelo estabelece a segmentação dos produtos em 14 categorias, com a inclusão da Crossover, Classic, Super Sport e Sport Touring, bem como a exclusão da Custom. A revisão da classificação foi desenvolvida em conjunto com as associadas e acompanha as transformações no perfil de consumo, a introdução de novas tecnologias nos produtos e a diversificação do mercado de motocicletas. Dentro da nova classificação, a categoria mais produzida no primeiro trimestre foi a Street (290.340 motocicletas e 51,7% da fabricação total). Na sequência, vieram a Trail (112.031 unidades e 20% da produção) e a Motoneta (73.600 unidades e 13,1%). No ranking do primeiro trimestre, os modelos de baixa cilindrada ficaram em primeiro lugar, com 435.731 unidades produzidas e 77,6% do volume total. Em segundo lugar, ficaram as motocicletas de média cilindrada, com 110.405 unidades (19,7% da fabricação), seguidas pelas de alta cilindrada, que somaram 15.312 unidades (2,7%). As posições foram mantidas no levamento mensal: baixa cilindrada (164.812 motocicletas e 77,5% do volume total produzido, média cilindrada (42.317 unidades e 19,9%) e alta cilindrada (5.587 bicicletas e 2,6%). Varejo O mercado de motocicletas registrou volumes recordes de licenciamentos tanto no acumulado do primeiro trimestre quanto no mês de março. Nos três primeiros meses de 2026, as vendas no varejo totalizaram 571.728 unidades, resultado 20,6% superior ao observado no mesmo período do ano anterior. Em março, foram licenciadas 221.618 motocicletas, o que representa crescimento de 33,5% na comparação com o mesmo mês de 2025 e de 29,2% em relação a fevereiro. Considerando os 22 dias úteis do mês, a média diária de vendas alcançou 10.074 unidades. Para o fechamento de 2026, a Abraciclo projeta o licenciamento de 2.300.000 motocicletas, volume que corresponde a um avanço de 4,6% na comparação com o ano anterior. Exportações         Os embarques de motocicletas produzidas no PIM para o mercado externo no primeiro trimestre cresceram 18,6%, totalizando 11.441 unidades.         Desse total, 4.606 unidades foram exportadas em março, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado e 29,1% maior na comparação com janeiro.         Em 2026, a expectativa é de exportação de 45.000 motocicletas, crescimento de 4,4% frente a 2025. 50 anos de atividades A Abraciclo comemora, neste mês, 50 anos de atuação dedicados ao fortalecimento da indústria nacional de duas rodas. Desde sua fundação, em 1976, a associação tem pautado suas iniciativas para o desenvolvimento socioeconômico sustentável e para a ampliação da competitividade do setor. Com esse objetivo, a associação estrutura sua atuação em três pilares estratégicos: Política Industrial, Segurança Viária e Desenvolvimento Técnico. Ao longo dessas cinco décadas, a Abraciclo desempenhou papel relevante na consolidação do Brasil como um dos principais polos globais de produção de veículos de duas rodas, sendo o maior fora do eixo asiático. “Ao celebrarmos os 50 anos da Abraciclo, reforçamos o orgulho de fazer parte de uma indústria que se tornou referência global. A indústria brasileira de motocicletas e bicicletas se destaca pela qualidade, pela inovação e pelo alto valor agregado de seus produtos. Essa trajetória é resultado do empenho conjunto de toda a cadeia produtiva e de um parque industrial moderno, eficiente e cada vez mais conectado aos principais mercados internacionais”, destaca Bento.

Automechanika Buenos Aires 2026 apresenta sua agenda com mais de 40 atividades paralelas

Evento reunirá fabricantes, distribuidores, oficinas mecânicas e profissionais de todo o mundo. A feira será realizada de 8 a 11 de abril, no La Rural Predio Ferial, em Buenos Aires. Com mais de 700 marcas presentes, será o principal ponto de atualização, networking e geração de negócios da indústria automotriz e de autopeças da região A Automechanika Buenos Aires 2026 se prepara para oferecer uma agenda com mais de 40 atividades que acontecerão paralelamente à exposição. Com uma área expositiva de mais de 33.000 m², quatro pavilhões repletos de novidades e expositores de 30 países, o evento espera receber 27.000 visitantes nacionais e internacionais.Um dos destaques será o Encontro da Indústria Automotriz, organizado pela Associação de Fábricas Argentinas de Componentes (AFAC), onde líderes do setor debaterão sobre o presente e o futuro da indústria em um contexto de transformação tecnológica e novos desafios de mercado. Por sua vez, a Câmara de Comerciantes de Reposições Automotivas (CCRA), a Federação Argentina de Associações de Oficinas de Reparação de Automotores (FAATRA) e o Grupo PROA (Câmara Empresarial de Autopeças) organizarão diversas conferências, palestras e espaços de debate. Além disso, acontecerão as Conferências dos Expositores: palestras especializadas com lançamentos de produtos e demonstrações ao vivo. Para consultar os dias e horários das atividades, acesse o link: Cronograma completo. Simultaneamente, será realizada a Rodada de Negócios Internacionais, promovida pela PromArgentina em conjunto com a Messe Frankfurt Argentina, assim como as Rodadas Comerciais Terminais-Fornecedores, organizadas pela AFAC e pela Associação de Fábricas de Automotores (ADEFA). Outra grande atração será o Projeto EQ, que durante os quatro dias do evento realizará uma oficina ao vivo, onde será montado em tempo real um Ford Mustang Hardtop V8 de 1968. Dessa forma, oferecerá uma experiência imersiva de aprendizado técnico, na qual os profissionais do projeto compartilharão seus conhecimentos e segredos do processo de restauração. Além disso, será possível ver de perto o Hot Rod Ford 1929 (V8 350), a joia montada integralmente na Automechanika Buenos Aires 2024. Também será realizado o Congresso Latam One to One de Groupauto, um encontro regional que retorna à Argentina após sua bem-sucedida edição anterior. Sob o lema “Groupauto: o futuro do aftermarket se constrói em rede”, o congresso reunirá 200 participantes, entre distribuidores da América Latina, fornecedores líderes do aftermarket, oficinas da rede Eurotaller e representantes de e-parts. Serão analisados temas como digitalização, acesso à informação, desenvolvimento de redes de oficinas e a competitividade do setor. Organizada pela Associação de Fábricas Argentinas de Componentes (AFAC) e pela Messe Frankfurt Argentina, a Automechanika Buenos Aires faz parte da rede internacional de feiras B2B mais importante do mundo e se consolida como o evento que define a agenda da indústria automotriz na região.Para ver mais detalhes das atividades do evento, acesse: https://automechanika.ar.messefrankfurt.com/buenosaires/es/eventos.html

Acordo Mercosul–União Europeia: possíveis impactos e pontos de atenção para o Aftermarket automotivo brasileiro

Por: Luiz Sergio Alvarenga Após mais de duas décadas de negociações, o Mercosul e a União Europeia assinaram, em 17 de janeiro de 2026, o Acordo de Parceria Estratégica Mercosul–União Europeia. Trata-se de um dos mais relevantes movimentos de abertura comercial já realizados pelo Brasil, com potencial de gerar impactos significativos sobre a estrutura produtiva nacional — especialmente para a indústria de autopeças e, de forma indireta, para o mercado de reposição automotivo (Aftermarket). O acordo inaugura uma nova fase de inserção internacional do país, ampliando o acesso a mercados, estimulando investimentos e promovendo maior integração às cadeias globais de valor. No entanto, seus efeitos tendem a ser heterogêneos: ao mesmo tempo em que cria oportunidades, também impõe desafios relevantes em termos de competitividade, produtividade e adaptação tecnológica para empresas instaladas no Brasil. Próximos passos e implementação O acordo é composto por dois instrumentos principais: Para sua entrada em vigor, ainda são necessários: Impactos no setor de autopeças e possíveis reflexos no Aftermarket Embora o setor de autopeças seja considerado sensível — com prazos de até 15 anos para a liberalização completa e previsão de mecanismos de salvaguarda — o acordo estabelece a redução progressiva e, em alguns casos, a eliminação das tarifas de importação. Essa mudança tende a alterar, de forma gradual, a dinâmica competitiva do setor. Nesse contexto, alguns pontos merecem atenção: 1. Reconfiguração da cadeia de fornecimentoA redução de tarifas pode incentivar empresas a revisarem suas estratégias de sourcing global. Montadoras com cadeias internacionais já estruturadas poderão ampliar o uso de fornecedores externos, o que pode aumentar a concorrência para fabricantes locais. 2. Relação entre canal original e AftermarketExiste a possibilidade de fortalecimento do canal original (OEM), especialmente se houver maior integração entre fabricantes globais e suas redes autorizadas. No entanto, o impacto efetivo sobre oficinas independentes, distribuidores e seguradoras dependerá de fatores como política comercial das montadoras, acesso a peças e regulação de mercado. 3. Acesso à informação e tecnologiaUm ponto sensível já presente no mercado brasileiro diz respeito ao acesso a informações técnicas e sistemas de conectividade veicular. Caso não haja avanços regulatórios ou acordos que garantam maior equilíbrio, esse fator pode continuar influenciando a competitividade do Aftermarket independente. 4. Investimentos e assimetrias competitivasO acordo pode estimular a entrada de investimentos europeus e acelerar a modernização tecnológica. Por outro lado, empresas globais já consolidadas partem de uma posição competitiva mais avançada, o que pode ampliar a pressão sobre empresas nacionais, especialmente as de menor porte. 5. Ambiente de negócios domésticoOs efeitos do acordo também serão condicionados a fatores internos, como carga tributária, custo de capital, eficiência logística e produtividade. Esses elementos continuarão sendo determinantes para a capacidade de resposta da indústria brasileira. Considerações finais O Acordo Mercosul–União Europeia representa uma mudança estrutural no ambiente competitivo, com reflexos que tendem a se estender por toda a cadeia automotiva, incluindo o Aftermarket. Mais do que uma ameaça imediata, o cenário aponta para um processo gradual de transformação, no qual empresas precisarão se adaptar a um ambiente mais aberto e competitivo. Nesse contexto, ganha relevância a adoção de estratégias voltadas à eficiência operacional, inovação, qualificação técnica e posicionamento de mercado. A atenção a esses fatores será fundamental para que os diferentes elos do Aftermarket automotivo brasileiro consigam não apenas mitigar riscos, mas também identificar oportunidades dentro do novo contexto de integração internacional.

GAC anuncia cooperação com a HPE Automotores para iniciar a produção de veículos no Brasil

A base de produção começará a operar em Catalão (GO) em 2027, com capacidade anual de até 50 mil unidades A montadora pretende se tornar a primeira fabricante chinesa a estabelecer uma linha completa de produção no Brasil para veículos a combustão, híbridos e elétricos A produção local reforça o compromisso de longo prazo da GAC com o Brasil A GAC anunciou nesta quarta-feira (18), a formalização de um acordo de cooperação com a HPE Automotores, montadora de veículos 100% nacional, com fábrica no Brasil desde 1998, instalada na cidade de Catalão (GO), para iniciar a produção local de veículos no Brasil. A iniciativa representa mais um passo na estratégia de expansão internacional da montadora e reforça o compromisso de longo prazo da empresa com o mercado brasileiro. A futura operação industrial será localizada em Catalão, no estado de Goiás, com início previsto para 2027 e capacidade anual de produção de até 50 mil veículos. O projeto faz parte do plano de investimentos da GAC no país e está alinhado à estratégia da companhia de ampliar sua presença na América Latina. A GAC é uma empresa estatal e atualmente é a sexta maior fabricante de automóveis da China, com operações em mais de 100 países e uma trajetória marcada por inovação, qualidade e eficiência industrial. Em 2024, a empresa produziu 1,9 milhão de veículos e registrou 2 milhões de unidades vendidas, incluindo 455 mil veículos de novas energias. Na China, o grupo mantém joint ventures estratégicas com a Toyota e a Honda, ao mesmo tempo em que desenvolve tecnologias próprias voltadas à eletrificação, conectividade e mobilidade inteligente. A GAC alcançou os mais altos padrões globais no desenvolvimento de tecnologia automotiva e lidera a quarta revolução industrial com o uso mais avançado de automação e tomada de decisão autônoma. A empresa também conta com uma ampla rede global de inovação, com mais de 6.000 profissionais de pesquisa e desenvolvimento distribuídos em dez países, além de centros de inovação em Guangzhou, Milão e no Vale do Silício. A GAC esteve entre as pioneiras na China no desenvolvimento de veículos de alta tecnologia, expertise que a companhia agora busca expandir para mercados internacionais como o Brasil. Compromisso de longo prazo com o Brasil Desde seu lançamento oficial no Brasil, a GAC vem estruturando sua operação local com foco no desenvolvimento sustentável da indústria automotiva. Trabalhar no Brasil, para o Brasil: servindo o país e contribuindo para o seu crescimento. A GAC já formou uma equipe local de P&D para adaptar os produtos ao mercado brasileiro e às necessidades dos consumidores. Mesmo antes de iniciar as vendas no país, a empresa inaugurou um Centro de Distribuição de Peças em Cajamar (SP), garantindo agilidade logística na reposição de componentes. A companhia já introduziu cinco modelos no mercado brasileiro, iniciou a expansão de sua rede de concessionárias e estabeleceu parcerias institucionais com o Inmetro, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. Além disso, a GAC firmou acordos de cooperação com universidades brasileiras como a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), a UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), com o objetivo de avançar no desenvolvimento de tecnologias automotivas. O início da produção local reforça a estratégia da empresa de atuar e contribuir para o fortalecimento da cadeia automotiva no país, além de impulsionar o desenvolvimento tecnológico do setor. A decisão de produzir localmente também está alinhada às políticas industriais brasileiras, incluindo o programa Nova Indústria Brasil e o programa Mover, que incentivam a inovação, a eficiência energética e a modernização da indústria automotiva. Até 2030, a GAC investirá US$ 1,3 bilhão para estabelecer a marca e sua operação no país. O projeto industrial da marca no Brasil concentrará investimentos em infraestrutura de manufatura, capacitação técnica e no desenvolvimento da base de fornecedores locais. A produção combinará componentes importados e nacionais. A partir de 2027, a unidade industrial deverá atingir uma capacidade de produção de até 50 mil veículos, ampliando a presença da marca no país e fortalecendo o Brasil como um dos principais mercados estratégicos da companhia fora da China. “A produção local no Brasil representa um passo importante em nossa estratégia global e reforça nossa confiança no potencial do setor industrial brasileiro. Nossa cooperação com a HPE Automotores combinará a expertise de manufatura local com a tecnologia global da GAC para entregar veículos cada vez mais alinhados à mobilidade verde e às necessidades dos consumidores brasileiros”, afirmou Lu Guojie, vice-presidente da GAC International. Para a HPE Automotores, a parceria marca uma nova fase de desenvolvimento para a indústria automotiva brasileira. “A HPE é uma empresa de capital 100% nacional que produz veículos em solo brasileiro há mais de 25 anos. Não à toa, nos tornamos referência em qualidade, processos fabris e confiabilidade. A parceria com a GAC abre um novo e importante capítulo da nossa história, trazendo ainda mais benefícios para o Brasil, em especial para a região de Catalão, o interior Goiano”, afirmou Mauro Correia, CEO da HPE Automotores. Segundo Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, o país desempenha um papel estratégico nos planos globais da companhia. “O Brasil reúne todas as condições para se tornar um dos principais polos de desenvolvimento de mobilidade do mundo. Nosso compromisso é construir uma presença sólida no país, investindo em indústria, inovação e soluções que atendam às necessidades dos consumidores brasileiros. A GAC se torna não apenas uma empresa presente no Brasil, mas uma empresa que cresce junto com o Brasil”, afirmou o executivo. Com o anúncio da produção local, a GAC entra em uma nova fase de sua atuação no país, ampliando sua participação na indústria automotiva brasileira e reforçando sua estratégia de crescimento sustentável no mercado internacional.

Aliança Automotiva Gaúcha reforça integração do setor no RS

A Aliança Automotiva Gaúcha promoveu, no dia 19 de março, uma reunião estratégica para apresentar a Agenda de Eventos 2026 a parceiros e empresas da cadeia automotiva. O encontro foi realizado na FIERGS, em Porto Alegre, e reuniu mais de 70 participantes, entre presencial e on-line. Com a participação de representantes de transportadoras, distribuidores, fabricantes, representantes comerciais, varejo de autopeças, concessionárias e reparadores, o encontro evidenciou a força da integração entre os diferentes elos do setor. O principal destaque da reunião foi o reforço de um entendimento comum: a Aliança Automotiva Gaúcha se sustenta na união de esforços entre as entidades que a compõem e toda a cadeia automotiva. Um movimento que conecta desde a indústria, passando pela distribuição e varejo até o reparador, promovendo alinhamento, desenvolvimento e geração de oportunidades. Durante a apresentação, foi divulgada a Agenda 2026, que prevê a realização de dois Superencontros do Conhecimento Automotivo, dois Pit Stops e a 12ª edição do Encontro da Cadeia Automotiva. A programação também inclui o apoio à Reparasul, uma das principais feiras do setor. A iniciativa reforça o compromisso da Aliança com o fortalecimento do segmento automotivo no Rio Grande do Sul, por meio de ações colaborativas, geração de conhecimento e estímulo ao networking qualificado. A Aliança Automotiva Gaúcha é formada pelas entidades Cars, Asdap, Sincopeças-RS e Sindirepa-RS.