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Ministério dos Transportes lança programa que busca reduzir emissões de gases poluentes por veículos

Portaria publicada na última sexta (28) estabelece diretrizes de atuação conjunta com ANTT e Infra S.A Alinhado aos compromissos globais de diminuição das emissões de gases do efeito estufa, o Ministério dos Transportes lançou o Programa MelhorAR, que busca reduzir o volume de poluentes atmosféricos provenientes de veículos de cargas e de passageiros. A Portaria instituindo a política foi publicada na última sexta-feira (28) no Diário Oficial da União. Por meio do MelhorAR o Ministério dos Transportes irá estabelecer diretrizes e coordenar os órgãos partícipes no desenvolvimento e implementação do programa; estimular a cooperação nacional e internacional com organizações públicas e privadas visando fortalecer a redução de emissões de poluentes atmosféricos para o setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros; e acompanhar e monitorar a execução deste Projeto e os seus resultados. Dentre os desafios do programa estão o estímulo ao consumo eficiente de combustíveis e a compatibilização do transporte rodoviário de cargas e de passageiros com a preservação do meio ambiente no sentido de alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) assumidos pelo Governo Federal.  ParceriaO subsecretário de Sustentabilidade do MT, Cloves Benevides, reforçou que o Programa MelhorAR terá uma ação conjunta entre o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Infra S.A., autarquia e empresa pública, respectivamente, ligadas à pasta.  Conforme estabelecido na Portaria, a Infra S.A. terá um papel fundamental na gestão do programa, estabelecendo critérios claros para a obtenção, renovação, suspensão e cancelamento do selo. Além disso, será responsável pela definição dos critérios técnicos para mensuração das emissões e pela criação de mecanismos de registro e monitoramento.  Enquanto isso, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ficará incumbida de revisar normas que estimulem a redução contínua das emissões atmosféricas no transporte rodoviário de cargas e passageiros. Esta ação será crucial para garantir que as regulamentações vigentes sejam adequadas e que os dados do Programa MelhorAR sejam integrados ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).  “Essa sinergia entre a ANTT e a Infra S.A. é vital para o sucesso do programa, pois assegura uma abordagem coordenada e eficaz em relação à redução das emissões”, completou Cloves Benevides.  O monitoramento das emissões será consolidado pelo Observatório Nacional de Transportes e Logística (ONTL), garantindo que as ações sejam respaldadas por dados precisos e que as decisões sejam embasadas em informações confiáveis.  Deste modo, mais do que uma medida técnica, o Programa MelhorAR configura-se em um passo decisivo rumo a um futuro mais sustentável, alinhado com os objetivos de desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social que o Ministério dos Transportes se propõe a abraçar.

Instituto Escola do Mecânico e ICONIC oferecem qualificação gratuita, em mecânica, no Rio de Janeiro

Curso de capacitação beneficiará moradores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que tenham interesse em trabalhar ou se aprofundar no segmento. As inscrições já começaram pelo site Começar o ano com uma nova perspectiva de trabalho e, quem sabe, uma oportunidade de recomeçar a carreira. É com esse espírito de geração de renda e emprego que o Instituto Escola do Mecânico – projeto mantido e licenciado pela empresa detentora da marca “Escola do Mecânico”, e a ICONIC, líder nacional em lubrificantes – oferecem 15 vagas, que são destinadas, majoritariamente, para pessoas em vulnerabilidade social e mulheres. Para participar, a pessoa interessada precisa ter mais de 18 anos e morar na região de Duque de Caxias. O curso terá 145 horas e acontecerá de forma presencial, na Escola do Mecânico de Caxias. O conteúdo programático abordará desde questões técnicas de mecânica automotiva até desenvolvimento comportamental. Para se inscrever, basta acessar o link. A aula inaugural está prevista para 27 de março, às 19h, e contará com a presença da Diretora de Tecnologia e Sustentabilidade da ICONIC, Roberta Teixeira, e da CEO e Fundadora da Escola do Mecânico, Sandra Nalli. “Acreditamos na transformação por meio da educação e, por isso, consideramos que esta é uma oportunidade para impulsionar jovens talentos a entrarem no mercado e apoiar profissionais mais experientes que desejam crescer em suas carreiras. Por meio desta parceria, poderemos qualificar pessoas para atender um setor com demandas específicas e que trabalha com elevados padrões internacionais de inovação, segurança e sustentabilidade”, analisa Roberta Teixeira. O objetivo do Instituto é capacitar alunos para que desenvolvam autoconhecimento e habilidades técnicas, tornando-os aptos para o mundo do trabalho. Esse é o cerne do Instituto, promover impacto social levando oportunidades de conhecimento do segmento automotivo. “O homem, ao longo da história, foi ocupando seu espaço nessa área, porém, para a mulher, ainda existe um longo processo para quebrar os estereótipos e preconceitos. Um dos caminhos é se qualificar. Ao longo da minha própria trajetória profissional sempre tive que estudar mais, me dedicar mais e me esforçar mais que os homens para provar que também era capaz de estar ali naquela tarefa e, aos poucos, desconstruir essa ideia de que mecânica é só para homens”, afirma a executiva Sandra Nalli, que soma mais de 30 anos de experiência na área.

Preços dos combustíveis na terceira semana, mas ainda acumulam alta em fevereiro

Levantamento nacional revela que diesel S-10 está 4,23% mais caro nos postos. Gasolina (+2,54%) e etanol (+2,11%) também ficaram mais caros no mês Após duas semanas de aumento, os preços dos combustíveis registraram discreto recuo na terceira semana de fevereiro. A despeito da acomodação mais recente, os motoristas ainda estão pagando mais para completar o tanque. Os números foram extraídos do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).  Considerando o comportamento dos preços dos combustíveis entre a última semana de janeiro e a terceira semana de fevereiro, a maior alta foi registrada pelo diesel S-10: o preço médio nacional do combustível acumula uma alta de 2,54% no período, o equivalente a um acréscimo de R$ 0,26 por litro, resultando em um preço médio de R$ 6,53 por litro. No mesmo período, o preço da gasolina subiu 2,54% (+R$ 0,16, para R$ 6,53/litro), enquanto o valor médio do etanol exibiu um incremento de 2,11% (+R$ 0,09, para R$ 4,45/litro).  Variações similares foram observadas na média das capitais. Considerando o balanço parcial de fevereiro, por exemplo, o diesel S-10 registrou um acréscimo de 4,29% (+R$ 0,27, para R$ 6,55/litro), seguido pela gasolina, com alta de 2,53% (+R$ 0,11, para R$ 6,48/litro) e também pelo etanol, cujo preço registrou elevação de 2,51% nos postos (+R$ 0,11, para R$ 4,56/litro).  Em termos regionais, o levantamento semanal identificou diferenças importantes no comportamento dos preços entre os estados. No caso da gasolina comum, por exemplo, as maiores altas no balanço parcial de fevereiro foram notadas em postos sediadas no Paraná (+4,8%), Amazonas (+4,4%) e Rio Grande do Norte (+4,4%). Em contraponto, no Ceará (+0,4%), Goiás (+1,0%) e Bahia (+1,3%), os incrementos forma menos significativos.  Comparativamente, no caso do etanol, as maiores elevações foram observadas no Amazonas (+9,4%), Distrito Federal (+5,7%) e Maranhão (+5,6%). Já no caso do diesel S-10, os incrementos mais significativos até a terceira semana de fevereiro foram registrados no Amapá (+8,1%), Distrito Federal (+6,6%) e Amazonas (+6,2%).  Na avaliação do Indicador de Custo-Benefício Flex, que compara o preço médio do etanol e da gasolina comum, considerando o rendimento médio de cada combustível, não houve mudanças significativas entre a última semana de janeiro (71,8%) e a terceira semana de fevereiro (71,7%), uma vez que as variações de preço dos dois combustíveis foram bem próximas. Embora possa ser lido como ligeiramente favorável ao abastecimento com gasolina comum (acima de 70%), o resultado não implica vantagem significativa em termos de economia para os consumidores nos parâmetros do levantamento (entre 70% e 75%).  Em termos desagregados, por outro lado, os percentuais obtidos referendam a opção pela gasolina em estados como Ceará, Maranhão e Alagoas, enquanto no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, a opção pelo etanol é visivelmente mais econômica.  Essas variações refletem, entre outros fatores, os recentes reajustes anunciados pela Petrobras, aliados à volatilidade do mercado internacional de petróleo. Com a combinação desses elementos, o setor segue em monitoramento, podendo apresentar novas oscilações conforme mudanças na política de preços da estatal e no cenário econômico global.

Fechamento de vendas do 2.º decêndio de fevereiro – Base 20.02.2025

Por: Marcelo Cavalcante Em uma semana de boa recuperação, o setor de automóveis e comerciais leves avança 15% em relação ao mês de janeiro, na comparação com o ano anterior as vendas de fevereiro registra um crescimento de 4,63%, foram vendidos no 2.º decêndio 108.690 unidades.As vendas acumuladas totalizam 268.558 veículos, anotando um crescimento de 4,93% ante o ano de 2024, na análise com o ciclo pré pandemia (ano 2019) o setor recua 13%.A participação do varejo em fevereiro é de 52,45% e do atacado é de 47,55%, o varejo está recuando 2,74% ante o ano anterior e o atacado cresce na parcial 14%.Os eletrificados encerram o 2.º decêndio com 9.874 unidades, com uma participação de 9,08%, as vendas parciais de fevereiro anotam um crescimento de 2,67%, vamos detalhar a parcial dos eletrificados em outra publicação.No ranking de marcas a Fiat segue na liderança com 24.445 vendas parciais, anotando um crescimento de 14,82% em relação ao mês anterior. No acumulado a marca já abre uma vantagem de quase 20 mil unidades, registrando um crescimento de 14,48% ante o ano de 2024. Sua carteira de vendas está concentrada 59,62% no atacado.A VW tem um ótimo desempenho no fechamento do 2.º decêndio, registrando um crescimento de 56% em relação ao mês de janeiro, com vendas parciais de 18.305 unidades. No acumulado do ano segue na vice liderança com 39.433 unidades, volume 1,39% acima do realizado em 2024. Sua carteira de venda do mês está concentrada 60,36% no atacado.A GM registra uma queda de 16,39% na parcial de fevereiro, sua vendas acumuladas estão recuando 2,07% ante o ano anterior, começo de ano difícil para a marca americana. Sua carteira de vendas de fevereiro está concentrada 60,72% no varejo.Destaques positivos da parcial para mais um excelente começo de ano da Fiat, para o Honda que registra um crescimento de 41,89%, a BYD avança 44,81%, Caoa Chery que cresce 28,65% ante o ano anterior.No segmento Premium a BMW é líder com 1.917 unidades acumuladas com um crescimento de 21%, Volvo está na segunda posição com 1.172 vendas, registrando um crescimento de 29% e fecha o trio a Mercedes-Benz com 980 vendas e um crescimento de 93% ante o ano de 2024.No ranking de modelos a Fiat Strada é líder com 6.870 vendas, seguida pelo VW/Polo e VW/T Cross.O segundo decêndio foi de recuperação, demonstrando mais uma vez a capacidade de reação do setor, o grande volume de promoções desse final de semana deve impactar positivamente o fechamento do mês, caindo por terra a máxima de que o ano só começa depois do Carnaval.O 1.º bimestre é sempre desafiador para o setor, principalmente em um ano de mudanças nas regras de emissões com a implementação do Proconve 8.Os investimentos programados pela indústria de transformação, demonstram otimismo, o aumento nas taxas de juros e a turbulência política internacional seguem sendo variáveis de preocupação do setor.Sucesso e bons negócios.Ative para ver a imagem maior.

Abrafiltros fecha parceria com o IQA – Instituto da Qualidade Automotiva

Iniciativa prevê condições especiais para associados Abrafiltros nos inúmeros serviços oferecidos pelo instituto. A Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso, está ampliando os benefícios a seus associados com a nova parceria com o IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, renomado organismo de certificação especializado no setor automotivo, criado e dirigido pela ANFAVEA, Sindipeças e outras entidades. “Esta parceria visa promover ainda mais a qualidade e sustentabilidade do setor automotivo”, comenta João Moura, presidente executivo da Abrafiltros. Por meio da iniciativa, os associados terão condições diferenciadas nos inúmeros serviços oferecidos pelo instituto, entre eles certificações, ensaios de filtros, treinamentos, entre outras oportunidades. Os interessados em saber um pouco mais sobre o IQA podem acessar o link: www.iqa.org.br. Para mais informações sobre a parceria, basta entrar em contato pelo e-mail secretaria@abrafiltros.org.br

Preços dos combustíveis seguem em alta na segunda semana de fevereiro

Entre os combustíveis monitorados, diesel S-10 lidera alta com 4,41% no balanço parcial do mês, após impacto do ICMS e reajuste da Petrobras Os preços dos combustíveis registraram leve aumento na segunda semana de fevereiro, após a entrada em vigor das novas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do reajuste da Petrobras, cujos impactos se concentraram na primeira semana do mês. Os números foram extraídos do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). ELABORADO PELA FIPE A PARTIR DE INFORMAÇÕES DA VELOE, ANP, IPC-FIPE E IBGE. Segundo o levantamento nacional, que compara a segunda semana de fevereiro com a última de janeiro de 2025, revela que o diesel S-10 lidera a alta acumulada no mês, com um avanço de 4,41%, atingindo a marca de R$ 6,54 por litro na média dos postos nacionais. A gasolina comum (+2,60%) e o etanol (+2,21%) acompanharam esse movimento, chegando aos valores médios de R$ 6,45 e R$ 4,45 por litro, respectivamente. No levantamento exclusivo das capitais, as variações acompanham a tendência nacional, refletindo, dentre os fatores, como o câmbio, os reajustes nos impostos e no, caso do diesel, nos preços praticados pelas refinarias da Petrobras: diesel S-10 (+4,36%), etanol (+2,59%) e gasolina comum (+2,52%).  Embora tenham seguido padrão similar, houve diferenças nas variações regionais e estaduais, sendo que as maiores altas se concentraram em estados e capitais do Nordeste e Norte do país. No caso da gasolina comum, os maiores aumentos foram identificados no: Rio Grande do Norte (+5,1%), Paraná (+4,6%), Santa Catarina (+4,2%), Acre (+3,8%) e Amazonas (+3,6%). Quanto ao etanol, a liderança coube ao Ri Grande do Norte (+8,0%), Amazonas (+8,0%), Maranhão (+4,9%), Distrito Federal (+4,8%) e Santa Catarina (+3,1%). Finalmente, no tocante ao diesel s-10, a liderança nas altas de preço coube ao Amapá (+8,4%), seguido por Amazonas (+6,8%), Acre (+6,8%), Distrito Federal (+6,4%) e Rio Grande do Norte (+6,2%).  ELABORADO PELA FIPE A PARTIR DE INFORMAÇÕES DA VELOE, ANP, IPC-FIPE E IBGE.

Parcial de vendas de automóveis e comerciais leves – base 17.02.202

Por: Marcelo Cavalcante O setor de automóveis e comerciais leves vendeu na primeira quinzena de fevereiro 82.913 unidades, volume 2,61% acima do realizado no mesmo período do ano anterior e um avanço de 9,35% ante o mês de janeiro.O 1.º bimestre caminha para fechar com um crescimento entre 6% até 7% em relação ao ano de 2025.No acumulado do ano já foram vendidos 242.781 unidades, registrando um crescimento de 4,26%.O varejo está participando com 52,45% das vendas do mês e o atacado 47,55%, as locadoras e os grandes frotistas devem intensificar suas compras no 2.º bimestre.Os veículos eletrificados venderam até a última segunda-feira 7.571 unidades, registrando uma queda de 2,76% ante o mês anterior.A Fiat segue líder com vendas parciais de 17.250 unidades, no acumulado do ano a marca registra um crescimento de 9,64%.A VW está na segunda posição com 14.328 unidades, sua quinzena fechou com um crescimento de 50% em relação a parcial de janeiro. No acumulado a marca anota um crescimento de 1,51%.A GM fecha o trio com 8.189 unidades, volume 19% abaixo do realizado em janeiro, no acumulado a marca recua 1,19%.A grande novidade do mês é a o acordo de produção e distribuição da chinesa Geely e a Renault do Brasil, a Geely já está presente no Brasil com as marcas Volvo e Zeekr.No ranking de modelos mais vendidos a Fiat/Strada é líder, seguida por VW/Polo e VW/T-Cross.A participação dos automóveis na parcial é de 75,71% e dos comercias leves é de 24,88%.Daqui a pouco eu publico a análise completa da parcial do setor de eletrificados.Ative para ver a imagem maior.

Mistura de biodiesel no diesel é mantida em 14% para conter inflação

Governo desistiu de aumentar o percentual para 15% em março O percentual de biodiesel misturado ao óleo diesel ficará em 14% para conter a alta no preço dos alimentos, decidiu nesta terça-feira (18) o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O percentual subiria para 15% em 1º de março. Embora a maior parte do biodiesel no país tenha origem na soja, produto majoritariamente exportado e pouco consumido pelos brasileiros, a decisão ajuda a segurar o preço dos alimentos. Isso porque a elevação da mistura para 15% encareceria o combustível, usado no transporte de cargas, com impacto no preço da comida. Atualmente, o óleo diesel representa 35% do valor do frete. “O preço dos alimentos é a grande prioridade do nosso governo. Considerando a necessidade de buscarmos todos os mecanismos para que o preço seja mais barato na gôndola do supermercado, mantemos a mistura em B14 [teor de 14% de biodiesel] até que tenhamos resultados no preço dos alimentos da população, já que boa parte da produção do biodiesel vem da soja”, afirmou, em nota, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Apesar de ser menos poluente e renovável, o biodiesel é mais caro que o diesel, combustível fóssil. Quanto maior o teor de biodiesel no diesel, mais alto fica o preço na bomba. Caso o percentual de mistura subisse, o diesel teria o segundo aumento em um mês. No fim de janeiro, a Petrobras elevou o preço do combustível para as distribuidoras em R$ 0,22 para diminuir a defasagem em relação ao preço internacional. O biodiesel, que é adicionado ao diesel fóssil, esteve em trajetória de alta nas últimas semanas. Sancionada em outubro de 2024, a Lei Combustível do Futuro estabelece que a parcela de biodiesel varie de 13% a 25%. No entanto, a adição é obrigatória desde 2008, como política nacional para reduzir o nível de poluição do transporte de cargas. Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Produção industrial cai em janeiro

Recuo na passagem de ano era esperado, mas foi mais brando do que o usual. Otimismo dos empresários para os próximos seis meses e intenção de investimento aumentaram A produção da indústria caiu na passagem de dezembro para janeiro, aponta a Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (19). O índice ficou em 48,9 pontos, abaixo da linha de 50 pontos, que separa aumento de queda na produção do setor. O levantamento mostra que a produção diminuiu nas pequenas e médias empresas, mas cresceu entre as grandes. No recorte por região, o indicador revelou queda da produção nas indústrias do Centro-Oeste, Norte e Sudeste. No Nordeste e no Sul, a produção cresceu. “Normalmente, a produção acelera no fim do terceiro trimestre para atender as festas de fim de ano. Após isso, é normal que a produção caia, mas é importante notar que, em 2025, ela foi mais branda que em outros períodos semelhantes”, compara Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI. O emprego industrial ficou praticamente estável no primeiro mês de 2025. Em janeiro, o índice de evolução do número de empregados ficou em 49,6 pontos. Assim como a produção, o emprego avançou nas grandes indústrias, mas recuou nas pequenas e médias. A quantidade de trabalhadores nas indústrias do Centro-Oeste e do Sul aumentou, mas caiu no Nordeste, no Norte e no Sudeste. Depois de avançar 1 ponto percentual frente a dezembro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) fechou janeiro em 69%. Trata-se do 11º mês consecutivo em que a UCI fica acima das médias mensais da série histórica. A UCI subiu nas grandes indústrias, manteve-se estável nas médias e recuou nas pequenas. No recorte por região, a UCI só não avançou no Norte e no Centro-Oeste. Pelo terceiro mês consecutivo, o indicador de evolução do nível de estoques ficou abaixo dos 50 pontos. O movimento foi visto entre pequenas, médias e grandes empresas. Na passagem para janeiro, o índice se aproximou da linha divisória de 50 pontos, o que mostra que o recuo observado no mês foi menos intenso do que o recuo em dezembro. Entre as regiões, apenas as indústrias do Norte e do Nordeste não revelaram queda dos estoques. De acordo com a pesquisa, o índice de estoque efetivo em relação ao usual permaneceu em 49,3 pontos. O indicador, que não ultrapassa os 50 pontos há 14 meses, revela que os estoques ficaram abaixo do nível planejado pelos industriais no mês. O nível de estoques ficou abaixo do planejado nas pequenas e médias indústrias, mas, nas grandes, ultrapassou o planejado. O índice ficou abaixo da linha divisória em todas as regiões. Expectativas positivas crescem Em fevereiro, os indicadores que medem as expectativas de demanda, quantidade exportada, compras de matérias-primas e número de empregados aumentaram. Todos eles já estavam acima da linha de 50 pontos. Por isso, o resultado mostra que o otimismo dos industriais para os próximos seis meses se intensificou. VEJA INFOGRÁFICO O indicador de intenção de investimento também subiu em fevereiro. Avançou 0,3 ponto em relação a janeiro, chegando aos 58 pontos. O índice está 5,7 pontos acima da média histórica. Amostra Nesta edição da Sondagem Industrial, a CNI consultou 1.453 empresas: 595 de pequeno porte; 514 de médio porte; e 344 de grande porte, entre 3 e 12 de fevereiro de 2025.  Fonte: Agência de notícias da indústria

Ônibus são os preferidos para 29% dos turistas, aponta pesquisa

Levantamento encomendado pelo Ministério do Turismo mostra que a procura pelo transporte rodoviário de passageiros cresceu em relação ao verão passado Os ônibus são o meio escolhido por 29% das pessoas que pretendem viajar durante o verão 2025. A preferência cresceu 1% em relação ao ano passado e reflete a importância do setor e confiança da população no transporte rodoviário de passageiros. Os números fazem parte da pesquisa Tendências de Turismo Verão 2025 – comportamento da população brasileira, encomendada pelo Ministério do Turismo (MTur). E, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), este é um bom momento para os consumidores aproveitarem as promoções das companhias rodoviárias, com cashback e descontos de até 50% para viagens nos primeiros meses do ano. A pesquisa foi realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados. O cenário mostra a importância da segurança nas estradas brasileiras, já que 69% dos turistas utilizam o transporte rodoviário para os momentos de lazer. Além dos que preferem os ônibus, 40% dos entrevistados viajarão em seus próprios veículos neste verão. E esse índice vem caindo, já que, em 2023, 45% das viagens eram feitas de carro. O transporte aéreo foi o escolhido por apenas 23% dos entrevistados. “Os números refletem a preferência dos brasileiros pelo modal rodoviário. E garantir a segurança nas estradas é um trabalho contínuo, que depende da fiscalização das autoridades e das escolhas seguras dos passageiros. Por isso, é fundamental optar por empresas regulares, que seguem as normas de transporte, garantindo veículos em boas condições e motoristas treinados para uma viagem tranquila, em que a única preocupação seja aproveitar as belezas do trajeto e do destino escolhido”, destacou a conselheira da Abrati, Leticia Pineschi. Segundo a pesquisa, as belezas da região Nordeste são o destino escolhido por 53% dos turistas neste início de ano. Em seguida, as regiões Sudeste e Sul são as preferidas para 37% e 20% dos viajantes, respectivamente. Com serviços seguros e de alta qualidade, as tarifas rodoviárias de curtas e médias distâncias representaram uma economia de cerca de 90% em relação a outros modais de transporte, como por exemplo os trechos aéreos operados para os mesmos destinos em trajetos de até 12 horas. E, para garantir a segurança e o conforto dos passageiros, as empresas associadas à Abrati investem constantemente em melhorias. Em 2024, foram investidos mais de R$ 3,6 bilhões na modernização e manutenção de frotas, incluindo ônibus com diferentes configurações de poltronas, como executivo, leito e cama, além de Wi-Fi, serviços de bordo, telemetria, rastreamento em tempo real e sistemas antitombamento. “São muitos motivos para escolher os ônibus regulares. A segurança e o conforto são itens indispensáveis, mas as empresas também investem em promoções. Por isso, é importante que o passageiro siga as empresas nas redes sociais e fiquem atentos às promoções-relâmpago exclusivas dos canais próprios de vendas da marca”, destacou a conselheira da Abrati.