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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Diesel inicia setembro até 0,48% mais barato

Tipo comum do combustível foi comercializado, em média, a R$ 6,17 na primeira quinzena do mês, enquanto o S-10 recuou para R$ 6,21 De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel comum e o S-10 tiveram, na primeira quinzena de setembro, recuos de 0,48% e 0,16% em seus respectivos preços médios na comparação com período equivalente de agosto, custando R$ 6,17 e R$ 6,21, respectivamente. “Os preços do diesel iniciaram setembro em queda, mantendo um cenário de maior estabilidade no mercado. O diesel comum apresentou recuo mais expressivo do que o S-10, mas ambos seguem em patamares próximos. Essa proximidade entre os dois tipos do combustível tende a influenciar a escolha dos motoristas e das empresas no momento do abastecimento”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade. Na análise por regiões, nota-se que, em comparação com a primeira quinzena de agosto, a maioria das regiões acompanharam a média nacional e registraram leves quedas no preço do diesel. Entre essas regiões, o destaque ficou com o Sul, que apresentou a maior queda para o tipo S-10, de 0,33%. A maior queda para o tipo comum do diesel ocorreu no Norte, de 1,18%. O Sudeste foi a única região a registrar estabilidade para os dois tipos de diesel no período. O Norte seguiu com as médias mais altas entre as regiões: R$ 6,71 para o diesel comum e R$ 6,59 para o S-10.  As médias mais baratas foram as do Sul:  R$ 5,99 para o tipo comum e R$ 6,04 para o S-10. Na avaliação por estados, o destaque da primeira quinzena de setembro seguiu sendo o Acre. Após registrar alta de 0,13%, o tipo comum alcançou o valor de R$ 7,60 no estado e seguiu como o mais caro do Brasil, assim como o S-10, que apresentou redução de 0,66%, caindo para R$ 7,49. A maior redução para o diesel comum no País aconteceu no Amazonas, onde o preço médio do combustível recuou 4,27%, chegando a R$ 6,50. Já o maior recuo para o diesel S-10 ocorreu no Rio Grande do Sul: de 0,82%, fazendo o combustível recuar ao preço médio de R$ 6,03 no estado. O menor preço médio para o diesel comum foi registrado nos postos do Rio Grande do Sul: R$ 5,97, após recuo de 0,83% na comparação com a primeira quinzena de agosto. Já a média mais em conta para o S-10 foi a de Pernambuco, de R$ 5,92 (-0,67%). Vale destacar também que a maior alta para o diesel comum foi registrada em Alagoas. No estado, o combustível subiu 1,44%, elevando o preço médio para R$ 6,34. O S-10 teve sua maior alta, de 1,10%, no Piauí, onde o preço médio chegou a R$ 6,46. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. 

A Reparação do Futuro: da chave de boca ao software embarcado

Por Carla Nórcia O setor de reparação automotiva está vivendo uma transformação silenciosa, mas profunda. Se no passado o mecânico era reconhecido pelo domínio em motores a combustão e pela habilidade de “ouvir” o carro para identificar problemas, hoje a oficina virou quase um laboratório tecnológico. Com a chegada de máquinas agrícolas conectadas e de veículos híbridos e eletrificados nas ruas, o perfil do reparador mudou: ele precisa dominar não apenas porcas e parafusos, mas também algoritmos, sensores e softwares embarcados. Essa mudança tem um ponto de partida concreto: a tecnologia chegou para ficar. O híbrido, que há pouco tempo parecia distante da realidade brasileira, já é parte das frotas urbanas e começa a ser o carro do dia a dia em grandes cidades. Ele combina dois mundos – o motor a combustão e o sistema elétrico – e exige do reparador um conhecimento híbrido também. Não basta trocar óleo ou substituir filtros; é preciso entender comandos digitais, protocolos de comunicação e até noções de cibersegurança automotiva. No bastidor das oficinas, o cenário é desafiador. Muitos profissionais que cresceram na era mecânica tradicional agora se deparam com scanners, centrais eletrônicas e atualizações de software que lembram mais a bancada de TI do que uma oficina. Esse choque de realidade cria uma linha tênue: ou o mecânico se atualiza e se torna um “tecnólogo da mobilidade”, ou corre o risco de perder espaço para novas gerações que já chegam ao mercado falando a linguagem digital. Além das oficinas e concessionárias, as próprias retíficas de motores também entram nessa onda de transformação. Tradicionalmente focadas em processos mecânicos pesados — como usinagem, ajustes de bloco e cabeçote — elas agora precisam dialogar com um novo tipo de demanda: motores híbridos e eletrificados. Ainda que esses propulsores mantenham componentes convencionais, como pistões e virabrequins, trazem sistemas eletrônicos sofisticados que interagem diretamente com a mecânica. Isso significa que o retificador do futuro não será apenas um especialista em precisão metalúrgica, mas também um parceiro estratégico na manutenção de motores inteligentes, integrando conhecimento de software, calibração eletrônica e sustentabilidade na reparação. A repercussão é direta na cadeia produtiva. Concessionárias, centros técnicos e entidades de classe como SENAI e Sindirepa já sentem a pressão por novos cursos, certificações e treinamentos. O aftermarket brasileiro movimenta bilhões, mas sofre com a escassez de mão de obra preparada para atender esse novo parque circulante. O problema não é só nacional: países europeus também enfrentam gargalos na formação de técnicos capazes de lidar com a eletrônica veicular de ponta. A ação necessária é clara: investir em capacitação contínua, criar trilhas de aprendizado que unam teoria e prática e, sobretudo, reconhecer o mecânico como peça estratégica da transição energética. Ele deixa de ser apenas “quem conserta” e passa a ser um guia tecnológico do motorista, alguém capaz de traduzir a complexidade de um híbrido para o consumidor comum. É um salto de protagonismo. O futuro da mobilidade não será apenas elétrico ou híbrido. Ele será múltiplo, conectado e inteligente. Mas, em qualquer cenário, haverá um ponto comum: o mecânico preparado, atualizado e valorizado será tão indispensável quanto a própria inovação.

ANFAPE reforça apoio à Semana Nacional do Trânsito e destaca ações pela segurança veicular e liberdade de reparação

Entidade reconhece que a segurança no trânsito começa com veículos em boas condições de uso e com peças de qualidade comprovada A ANFAPE – Associação Nacional dos Fabricantes e Comercializadores de Autopeças para o Mercado de Reposição se une à mobilização nacional da Semana Nacional do Trânsito 2025, promovida em todo Brasil pela Senatran, de 18 a 25 de setembro, que este ano tem como tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”. A campanha visa conscientizar sobre os riscos da imprudência e da pressa, e promover uma cultura de respeito e responsabilidade nas vias. Para o setor automotivo, a segurança viária está diretamente ligada à qualidade das peças utilizadas na manutenção e reparação dos veículos. Nesse contexto, a ANFAPE destaca sua atuação em três frentes estratégicas: Segundo dados recentes, o Brasil já registrou mais de 453 mil sinistros de trânsito em 2025, com cerca de 7.500 mortes. A maior parte das vítimas são motociclistas, que representam 40% dos óbitos. Esses números reforçam a urgência de ações integradas entre governo, sociedade civil e setor produtivo. A ANFAPE reafirma seu compromisso com a segurança veicular, com a liberdade de escolha do consumidor e com o fortalecimento de um mercado de reposição ético, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais. Como ressalta o Diretor de Comunicação da entidade, Ronaldo Teffeha, ao longo de quase duas décadas de sua existência a ANFAPE sempre tem apoiado iniciativas e eventos que defendem a segurança dos motoristas e de suas famílias, salvando e preservando o bem mais precioso: a vida! “Os nossos associados são fabricantes de autopeças que têm esse mesmo objetivo e para isso garantem a qualidade das peças que fabricam. Contem sempre com o apoio da ANFAPE”, afirma Teffeha. Desacelerar é salvar vidas. E a ANFAPE está ao lado de quem escolhe a responsabilidade como caminho.

Dia Mundial Sem Carro lembra a importância da mobilidade consciente

No dia 22 de setembro o mundo inteiro para, ao menos simbolicamente, para refletir sobre o impacto que o uso excessivo dos automóveis causa nas cidades e no planeta. É a celebração do Dia Mundial Sem Carro, uma data que nasceu na Europa nos anos 1990 como um convite à mudança de hábitos. Mais do que um gesto isolado, trata-se de um movimento global de conscientização sobre mobilidade, sustentabilidade e qualidade de vida. A origem remonta a experiências pioneiras em cidades como La Rochelle, na França, que organizou em 1997 a primeira grande ação oficial pedindo à população que deixasse o carro em casa por um dia. A ideia se espalhou rapidamente pelo continente europeu e, a partir dos anos 2000, ganhou adesão em países das Américas, Ásia e África, até se tornar um marco internacional do calendário de sustentabilidade. A comemoração não se limita a simplesmente não dirigir. Em muitas cidades, ruas são fechadas para automóveis e abertas para pedestres, ciclistas, patinetes e transporte coletivo. Festivais culturais, passeios ciclísticos e ações educativas integram a programação, mostrando que o espaço urbano pode ser mais democrático, seguro e saudável quando o carro não ocupa o centro das atenções. No Brasil, capitais como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Recife já realizaram intervenções urbanas no Dia Sem Carro, promovendo atividades que estimulam a reflexão sobre poluição, congestionamentos e o excesso de tempo perdido no trânsito. A mensagem é clara: a data não é contra o automóvel em si, mas a favor de uma convivência equilibrada entre diferentes meios de transporte. O grande recado do Dia Mundial Sem Carro é que pequenas escolhas individuais podem gerar grandes transformações coletivas. Deixar o carro em casa um dia por semana, optar pela bicicleta, usar o transporte público ou dividir carona são atitudes que ajudam a reduzir emissões, economizar energia e humanizar a vida nas cidades. Mais do que um evento no calendário, o 22 de setembro é um convite à ação permanente. Afinal, a mobilidade do futuro precisa ser inteligente, inclusiva e sustentável — e isso só será possível se cada pessoa fizer a sua parte hoje.

Imposto Seletivo aponta para possível aumento de carga tributária e preocupa setor automotivo 

O Imposto Seletivo é um dos temas que mais preocupa o setor automotivo neste momento, trazendo grande grau de imprevisibilidade para fabricantes, fornecedores, distribuidores e toda a cadeia. “Se algo tem tirado nosso sono é esse tributo, previsto no âmbito da Reforma Tributária a partir de janeiro de 2027”, afirmou Igor Calvet, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). “Estamos a menos de um ano e meio do início da vigência das novas regras e ainda não temos ideia da carga tributária que incidirá sobre os nossos produtos. Ao fim, podemos ter aumento de carga de impostos para os automóveis, o que não era a proposta original do governo”, alertou o dirigente. A declaração de Calvet foi feita durante o painel de encerramento do ABX25, evento promovido pela Automotive Business no São Paulo Expo, e endossada pelos outros palestrantes, todos CEOs de grandes empresas: Rafael Chang, da Toyota América Latina, Ciro Possobon, da Volkswagen Brasil, Mauro Correia, da HPE, e Martin Galdeano, da Ford América do Sul, além de Diego Fernandes, COO da GWM Brasil. O Imposto Seletivo deverá incidir de forma complementar a outros tributos sobre automóveis de todos os tipos de motorização, o que, segundo a Anfavea, terá potencial para afastar compradores de modelos novos, prolongando o uso de modelos com maior tempo de rodagem, menos seguros e mais poluentes – totalmente na contramão da atual política industrial do próprio governo federal, o Mover, que incentiva investimentos em produtos cada vez mais limpos e com itens de segurança de última geração. Calvet também destacou a necessidade de avançar rapidamente nas regulamentações do programa Mover. “Temos uma grande lista de normas a serem publicadas. O Mover ainda não é o grande marco, porque ainda não foram concluídas todas as regulamentações. Previsibilidade era e segue sendo a palavra-chave.” Apesar do atual cenário adverso, nenhuma empresa sinalizou até o momento algum tipo de revisão dos investimentos, estimados em R$ 190 bilhões na soma de fabricantes e fornecedores. “Nosso setor é resiliente. Batemos em agosto o recorde de emplacamentos de novas tecnologias, 11% do mercado interno, sendo que um quarto desse montante já é composto por veículos fabricados no Brasil”, finalizou o presidente da Anfavea.

Licenciamento Ambiental Simplificado: o que sua empresa precisa saber

O licenciamento ambiental é uma das ferramentas mais importantes da política ambiental brasileira. Ele garante que empreendimentos e atividades que utilizam recursos naturais ou que possam causar algum tipo de impacto ambiental sejam analisados, monitorados e regulamentados. Embora muitos empresários ainda enxerguem o licenciamento como um processo burocrático e complexo, nos últimos anos surgiram modelos simplificados, que tornam a regularização mais ágil, acessível e proporcional ao porte e ao risco da atividade. O que é o licenciamento ambiental simplificado? O Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS) foi criado para facilitar a vida de empreendimentos de baixo impacto ambiental. Ele pode ser realizado por meio de uma única licença, geralmente com análise mais rápida e menos exigências técnicas em comparação ao processo tradicional. Entre as principais vantagens estão:– Agilidade no processo: análise em prazos reduzidos;– Menor custo: taxas e estudos técnicos proporcionais ao porte do empreendimento;– Segurança jurídica: a empresa fica regularizada e evita multas ou embargos;– Oportunidade de crescimento: a regularização abre portas para financiamentos, licitações e parcerias. Quem precisa se preocupar com isso? Empresas como oficinas mecânicas, postos de combustíveis, indústrias , estabelecimentos de saúde, comércio e serviços que gerem resíduos ou emissões devem ficar atentas. Mesmo em atividades de baixo impacto, o licenciamento é obrigatório. A ausência do documento pode gerar penalidades graves e afetar a imagem da empresa. Licenciamento como estratégia, não só obrigação Na Judi Cantarin Assessoria de Negócios, defendemos que o licenciamento não deve ser tratado apenas como uma exigência legal, mas como parte da estratégia empresarial. Quando bem conduzido, o processo:– Integra equipes internas, que passam a compreender a importância da conformidade ambiental;– Fortalece a relação com clientes, mostrando comprometimento com práticas responsáveis;– Reduz riscos e custos, evitando autuações e interrupções nas operações;– Cria diferenciais competitivos, posicionando a empresa como sustentável e confiável. Conclusão O Licenciamento Ambiental Simplificado é uma oportunidade de alinhar a sua empresa à legislação sem complicação, trazendo benefícios que vão muito além do compliance. Tratar o licenciamento como parte da gestão estratégica ambiental é investir em credibilidade, sustentabilidade e crescimento. Em um mercado cada vez mais exigente, estar regularizado não é apenas cumprir a lei  é construir vantagem competitiva. Judi CantarinConsultora em Gestão Estratégica e AmbientalJudi Cantarin Assessoria de Negócios

Congresso SAE BRASIL 2025 debate a transformação digital na mobilidade

Ao longo de três palestras, grandes nomes do setor de mobilidade do Brasil e do mundo abordarão IA e novas tecnologias enquanto vetores de inovação e competitividade O 32º Congresso e Mostra Internacionais de Tecnologia da Mobilidade SAE BRASIL, que acontece entre os dias 7 e 8 de outubro no PRO MAGNO, em São Paulo (SP), conta com quatro trilhas de conteúdos distribuídos em sete palcos simultâneos. A trilha de Transformação Digital apresenta uma programação dedicada a suscitar discussões em torno da revolução digital que está moldando a mobilidade, em três painéis. A competitividade no setor de mobilidade – tanto nos processos industriais e serviços ao usuário – está sendo acirrada pelo surgimento de novas tecnologias que ganham tração e aceleram o ritmo da revolução digital no Brasil e no mundo. Os painéis “Conectividade”, “Operações Industriais” e “Transformação Digital”, marcados para o dia 7 de outubro, a partir das 12h15, no Auditório Brose, contarão com grandes executivos e acadêmicos do Brasil. O tema “People, Process & Product: a Jornada da Mobilidade Digital” traçará a jornada completa da transformação digital na mobilidade. Começando no desenvolvimento de competências no trabalhador (people), passando pela estruturação de times e processos digitais (Process) e fechando na entrega de serviços conectados (Product). Na sequência, O Painel de Conectividade abordará um assunto altamente em voga: “Do Sensoriamento Inteligente com inteligência artificial à Comunicação 6G: O Futuro da Infraestrutura Conectada V2X”. Nele, a sinergia tecnológica entre a IA, a comunicação 6G e a infraestrutura conectada V2X, serão abordadas enquanto pavimentadoras do caminho para cidades inteligentes, tendo a inovação e a sustentabilidade como pilares fundamentais, caminhando lado a lado. Por fim, a “Inovação da Mobilidade com Excelência Operacional e Qualidade Engenharia Brasileira do Projeto a Manufatura” será tema central do painel de Operações Industriais, que destrinchará como os enormes avanços tecnológicos e sua massificação estão impulsionando o crescimento e a qualidade da indústria de mobilidade no Brasil. A Trilha de Transformação Digital 2025 reforça o papel do Congresso SAE BRASIL como um dos principais fóruns de discussão sobre o futuro da mobilidade. Ao reunir os setores produtivo e acadêmico, o evento promove um debate técnico, estratégico e intersetorial sobre a urgência da transição energética e as oportunidades para o Brasil neste cenário. “O mundo está mudando. As tecnologias nascem e são aperfeiçoadas em ritmo nunca visto na história. Implementação da IA, 6G, Big Data e toda uma infraestrutura conectada demanda que todo o setor de mobilidade esteja alinhado, compartilhando experiências e achados técnicos. O Congresso SAE BRASIL 2025 se propõe a ser a maior plataforma física de troca de conhecimentos transformacionais tecnológicos no setor de mobilidade”, destaca Claudio Castro, Presidente da SAE BRASIL. As inscrições para o Congresso SAE BRASIL 2025 já estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial da SAE BRASIL. No site também é possível acompanhar a grade de palestras e debates.  Confira, abaixo, a grade de palestras na Trilha Descarbonização durante o 32º Congresso SAE BRASIL. 7 de outubro 12h15 Auditório Brose Participantes: Sinopse: Traçaremos a jornada completa da transformação digital na mobilidade, desde o desenvolvimento de competências no trabalhador (People), passando pela estruturação de times e processos digitais (Process), até a entrega de serviços conectados (Product). 14h45 Auditório Brose Participantes: Sinopse: A convergência do sensoriamento inteligente nos veículos com inteligência artificial, da comunicação 6G e da infraestrutura conectada V2X promete transformar cidades em ecossistemas urbanos mais seguros e eficientes. A IA potencializa a coleta e análise de dados em tempo real, enquanto o 6G viabiliza uma comunicação ultrarrápida e com latência mínima entre dispositivos. Integrando veículos, infraestrutura e cidadãos, a solução V2X cria um ambiente interligado que aprimora a mobilidade e a gestão urbana. Essa sinergia tecnológica pavimenta o caminho para cidades inteligentes, onde inovação e sustentabilidade caminham lado a lado. 16h30 Auditório Brose Participantes: Sinopse: O painel vai destacar como a engenharia brasileira vem se consolidando no cenário global, unindo inovação, excelência operacional e qualidade para atender as crescentes demandas da mobilidade. No bate-papo, os participantes vão falar sobre práticas e experiências de diferentes setores da mobilidade, como automotivo, aeronáutico e de duas rodas, e expor como líderes da indústria estão moldando o futuro da mobilidade com tecnologia, eficiência e visão sustentável. Serviço Congresso SAE BRASIL 2025 Data: 7 e 8 de outubro de 2025 Horário: das 8h30 às 19h Local: PRO MAGNO – Centro de Eventos Endereço: Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo – SP Inscrições: saebrasil.org.br/congresso2025

Seminário da Reposição Automotiva 2025: Inovação, Sustentabilidade e Governança no Aftermarket Brasileiro

No dia 7 de outubro, a Fiesp, em São Paulo, será palco do Seminário da Reposição Automotiva, um dos eventos mais prestigiados do aftermarket brasileiro, que há quase 30 anos reúne líderes e tomadores de decisão do setor para discutir tendências, desafios e o futuro da reposição automotiva. Com uma programação robusta, o encontro, que tem apoio da Wega, abordará temas como sustentabilidade, governança, transição energética e a crescente participação feminina no mercado. Panorama da Indústria Automotiva Às 14h10, Claudio Sahad, presidente do Sindipeças, abrirá o evento com a palestra Panorama Geral da Indústria Automotiva. Ele discutirá os desafios da indústria no contexto do ESG (ambiental, social e governança), o papel dos biocombustíveis e da descarbonização, e o potencial do Brasil para liderar essas iniciativas na América Latina. Painel da Indústria: Sustentabilidade na Mobilidade Das 14h30 às 15h05, o jornalista Adalberto Piotto mediará o Painel da Indústria, que debaterá como o setor de autopeças promove uma mobilidade mais limpa. Participam Guilherme Soares (BorgWarner), Leonardo Araujo (NTN do Brasil), Raul Cavalaro (MANN+HUMMEL) e Sérgio Montagnoli (Frasle Mobility), discutindo os desafios para reduzir o impacto ambiental e a percepção dos consumidores sobre sustentabilidade. Governança em Empresas Familiares Às 15h10, Cris Baumgart, da terceira geração do Grupo Baumgart, compartilhará sua experiência na construção de governança familiar e societária. Com formação em Harvard e atuação como conselheira, ela abordará a continuidade de legados e o protagonismo feminino. Logo após, às 15h45, o Painel da Distribuição, também mediado por Adalberto Piotto, discutirá os desafios da transição de liderança em empresas familiares, com Ana Paula Cassorla (Pacaembu Autopeças), Eduardo Kalabaide, Felipe Martins, Paula Duarte Soares Simões (Goop) e Antonio Fiola (Sindirepa). Varejo e Reparação: Governança e Credibilidade Às 17h05, o Painel do Varejo e Reparação, com Antonio Fiola, Luiz Fraga (The Specialist 4X4 Service), Priscila Rodrigues (Auto Peças e Serviços Rodrigues), Ricardo Cramer (Aires Veículos) e José Arnaldo Motta Laguna (Conarem), abordará a importância da governança para a gestão eficiente e a longevidade das empresas em um mercado globalizado. Transição Energética e o Futuro do Pós-Venda Das 17h45 às 18h00, o MBCB apresentará uma análise sobre a transição energética no Brasil e seus impactos no pós-venda automotivo, explorando novas tecnologias para reduzir emissões e estratégias para o setor. Mulheres que Movem a Reposição Encerrando o evento, às 18h05, o Painel das Mulheres, liderado por Carla Nórcia (AMMA), destacará a crescente influência feminina no setor. Com Camila Bezerra (Chassis Force), Sabrina Carbone (Fras-le Mobility), Simone de Azevedo (Mobensani) e Tania Macriani, o painel discutirá liderança, diversidade e inovação, enfatizando como a pluralidade impulsiona a competitividade no mercado. O Seminário da Reposição Automotiva 2025 promete muito conteúdo relevante, reunindo especialistas, lideranças e debates estratégicos que moldarão o futuro da reposição no Brasil. Data: 7 de outubro de 2025Local: Fiesp, São Paulo https://seminarioautomotivo.com.br

77% dos consumidores do estado de São Paulo consideram comprar carro elétrico

Cerca de oito a cada dez respondentes paulistas avaliam adquirir um carro elétrico futuramente como uma alternativa de mobilidade. É o que mostra a nova edição do Radar Autos, relatório elaborado pelo Data OLX Autos, que traz indicadores de consumo do setor e da plataforma. De acordo com a pesquisa de percepção do consumidor realizada pela OLX com pessoas que têm conhecimento sobre plataformas digitais automotivas e experiência recente ou intenção futura como comprador e/ou vendedor de veículos, 6% dos entrevistados já são proprietários de um modelo elétrico. Considerando esse percentual com os daqueles que consideram comprar (77%), o interesse em automóveis 100% elétricos representa 83%. Já a atração pelos híbridos é maior, somando 91% entre os que consideram adquirir (70%) e aqueles que já têm esse tipo de automóvel (21%). “Essa nova edição do Radar Autos retrata um consumidor mais consciente e diversificado em suas escolhas. Enquanto 83% demonstram interesse em veículos elétricos, observamos que 91% consideram os híbridos, mostrando uma transição gradual, mas consistente. Além disso, o fato de 6 em cada 10 respondentes optarem por seminovos reforça a importância da nossa plataforma como termômetro das tendências automotivas no país”, diz Flávio Passos, vice-presidente de Autos do Grupo OLX. O menor custo de abastecimento e a emissão reduzida de poluentes são os principais motivadores de interesse na compra de modelos elétricos ou híbridos, com 61% cada. O motor silencioso é o terceiro atributo mais citado, com 39% das respostas. Motivadores para a compra de carro elétrico/híbrido Compra do veículo e meio de pagamento no estado de São Paulo Cerca de 6 em cada 10 entrevistados compraram um automóvel seminovo ou usado nos últimos 12 meses, enquanto 39% adquiriram um modelo zero quilômetro. Quase 30% pagaram menos de R$ 50.000 pelo veículo, enquanto o restante desembolsou valores superiores. A faixa entre R$50.000,01 a R$ 100.000 é a que teve mais menções, com 37%. O pagamento do veículo à vista foi citado por mais da metade dos entrevistados, com 55%, seguido pelo financiamento parcial, com 34% e financiamento total, com 13%.  Tempo médio para compra de automóvel Ao considerar o tempo para a aquisição do veículo, a pesquisa da OLX aponta que cerca de 7 em cada 10 pessoas levaram entre 1 e 3 meses para realizar a compra do automóvel desejado. Recorte por carroceria Dentre os respondentes, 45% adquiriram carros do modelo Sedã nos últimos 12 meses, 32% compraram SUV e 22% optaram pelo Hatch. Carro por assinatura Cerca de 4 em cada 10 entrevistados pensam em adquirir um carro por assinatura. A maioria pretende pagar até R$ 2.000 ao mês pelo serviço. Os principais motivos para adquirir o veículo por assinatura estão relacionados a não ter que se preocupar com manutenção, com 52%; pela inclusão dos serviços de revisão, seguro e IPVA, com 48%; além da possibilidade de poder trocar o veículo com maior frequência, também com 48%. Marca com mais vendas por meio da OLX A Chevrolet é a fabricante com mais vendas de automóveis na plataforma entre janeiro e julho deste ano, seguida pela Volkswagen, em segundo lugar, e a Fiat, em terceiro. Modelos com maior liquidez em vendas O estudo do Data OLX Autos mostra que o BYD Dolphin é o automóvel com maior liquidez em vendas por meio da OLX entre janeiro e julho, dentre os hatches com idade de 0-3 anos. Na faixa dos 4-8 anos, lidera o Toyota Etios. O Chery Arrizo lidera em tempo de venda dentre os sedãs com idade de 0-3 anos. O Volkswagen Voyage está à frente no caso dos modelos de 4-8 anos. O Volkswagen Nivus é o destaque na categoria dos SUVs com idade de 0-3 anos. Já a Hyundai Creta lidera na faixa de 4-8 anos. Modelos mais vendidos por região O Ford Fiesta 2014 lidera em vendas nas regiões Sudeste e Sul no período entre janeiro e julho por meio da OLX. O Fiat Uno 2012 domina no Centro-Oeste, o Chevrolet Onix 2019 é destaque na região Norte e o Toyota Corolla 2023 no Nordeste. Destaques regionais na OLX A nova edição do Radar Autos também consolidou dados de procura na plataforma nas cinco regiões do país entre janeiro e julho. Os SUVs têm a maior fatia de participação dentre os automóveis com idade entre 0-3 anos em todas as regiões. “Após a pandemia, as montadoras ampliaram seu portfólio de utilitários esportivos por serem mais lucrativos e reduziram seus modelos hatch e sedã. É uma tendência mundial,” explica Flávio. No Centro-Oeste, o Volkswagen Gol 2010 foi o modelo mais procurado na região por meio da plataforma, com 8,9%. Inclusive, a Volkswagen foi a marca mais pesquisada, com 29,9% de participação. Dentre os carros a partir dos 13 anos, dominam os hatches, com 38,4% de participação. Em relação aos usuários do Nordeste, o Chevrolet Onix 2020 é o mais procurado, com 8,2% de share. A Chevrolet é a marca favorita, com 25,7%. Os hatches representam 41,2% de participação na procura dentre os carros de 13 anos ou mais. Na região Norte, o Onix 2020 é o modelo mais procurado na região entre janeiro e julho, com 8,8% de participação. Ao considerar as marcas mais buscadas, a Chevrolet lidera, com 26,5%. No caso dos automóveis com 13 anos ou mais, predominam os hatches, com 37,1%. No Sudeste, o Honda Civic 2008 foi o carro mais procurado no período, com 9% de participação. A marca Volkswagen é a mais procurada na região, com 27,4% de share. Os hatches somam 39,9% na faixa dos carros com mais de 13 anos. No Sul do país, o Honda Civic 2008 é o automóvel mais procurado na região, com 7,4%. A Volkswagen é a marca mais procurada, com 31,7%. Os hatches representam 34% das pesquisas na plataforma dentre os modelos com 13 anos ou mais.

IQA amplia atuação com certificação do Sistema de Gestão Lixo Zero

O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva acaba de ser credenciado a oferecer a certificação do Sistema de Gestão Lixo Zero (SGLZ), selo que atesta o comprometimento de organizações com a destinação adequada de resíduos. Homologado pela Zeros, referência nacional no tema, o Instituto passa a conduzir auditorias e emitir a certificação para empresas que buscam excelência na gestão de resíduos e redução do impacto ambiental.  “Com essa iniciativa, queremos apoiar organizações a estruturarem suas práticas e atingirem novos padrões de responsabilidade ambiental”, afirma Alexandre Xavier, superintendente do IQA. “A certificação Lixo Zero contribui para redução de custos, reforça a credibilidade institucional e gera diferencial competitivo”, completa.  A certificação reconhece sistemas de gestão capazes de encaminhar, no mínimo, 90% dos resíduos gerados para processos como reciclagem, compostagem, reutilização ou coprocessamento, em conformidade com os princípios da economia circular e as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A iniciativa contempla organizações de diferentes portes e setores, promovendo melhorias efetivas em seus processos de descarte e reaproveitamento.  Por meio de auditorias conduzidas por profissionais qualificados e independentes, o SGLZ garante maior rastreabilidade, controle e desempenho ambiental. A certificação vai além da comunicação institucional, sendo reconhecida por seus impactos práticos – entre eles, a redução de custos com destinação final de resíduos, o aumento da credibilidade institucional e a valorização da marca junto a clientes e investidores.  “Ao adotar a certificação, as empresas demonstram comprometimento real com ESG e se posicionam de forma destacada em seus mercados”, destaca Alexandre.  Além de contribuir para o cumprimento de metas ambientais, a certificação também representa um diferencial competitivo, especialmente em licitações, alianças comerciais e indicadores de ESG. O processo inclui diagnóstico técnico, planejamento, implementação de melhorias e auditoria final. A validade da certificação é de 12 meses, com possibilidade de renovação. A nova oferta consolida o posicionamento do IQA no apoio à sustentabilidade e à inovação em qualidade. Com a homologação, o Instituto fortalece sua missão de fomentar soluções técnicas que estimulem práticas responsáveis na indústria nacional, com foco em resultados mensuráveis e aderência às exigências legais.