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Etanol e gasolina encerram maio em queda na comparação com abril

De acordo com o IPTL, combustíveis registraram preços médios de R$ 4,45 e R$ 6,43 em maio, respectivamente No mês de maio, o preço médio do litro do etanol foi de R$ 4,45 nos postos de abastecimento do País, registrando queda de 0,67% na comparação com a média de abril. O preço médio da gasolina também caiu no mesmo período (-0,46%), com o combustível sendo comercializado à média de R$ 6,43. Os números são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa. “Mesmo com a leve queda registrada em maio, os preços dos combustíveis seguem em patamar alto para os motoristas. Regionalmente, o cenário também foi de queda. A maior redução para o etanol foi registrada no Sudeste, de 1,14%. Já a gasolina apresentou a maior redução, de 0,77% no Sul”, detalha Renato Mascarenhas, Diretor de Operações e Transformação de Negócios da Edenred Mobilidade. Os menores preços médios dos dois combustíveis foram os do Sudeste: R$ 4,33 para o etanol e R$ 6,28 para a gasolina. Já as médias mais altas foram, novamente, as observadas na região Norte: R$ 5,22 para o etanol e R$ 6,88 para a gasolina. Apenas a região Centro-Oeste registrou aumento para ambos os combustíveis em maio: de 0,91% para o etanol, que custou, em média, R$ 4,45 na região, e de 0,62% para a gasolina, com preço médio de R$ 6,54. Na análise por estados, o etanol apresentou sua maior alta do período no estado de Goiás, onde passou a custar R$ 4,54, após alta de 3,42%. O estado com o etanol mais em conta para o motorista no período foi São Paulo, onde o preço médio registrado foi de R$ 4,20, após queda de 0,94%. O Maranhão apresentou a maior queda para o biocombustível em maio, de 3,65%, recuando ao preço médio de R$ 5,02. Já o etanol mais caro em abril foi o do Amazonas, com valor médio de R$ 5,48. O Distrito Federal foi a unidade federativa a registrar o maior aumento para a gasolina no período: de 2,40%, chegando ao preço médio de R$ 6,82. A maior queda da gasolina entre estados, de 1,66%, ocorreu no Amazonas, que registrou média de R$ 7,13. O Rio de Janeiro teve a gasolina mais em conta: R$ 6,23, após recuo de 0,48% observado na comparação com abril. Mesmo registrando queda de 0,13%, o Acre seguiu como estado com a gasolina mais cara do Brasil em maio, com preço médio de R$ 7,60. “A gasolina se mostrou a opção mais vantajosa economicamente na maior parte do Brasil em abril, principalmente para quem abastece nas regiões Nordeste e Sul. Entretanto, é importante ressaltar que o etanol traz mais benefícios ambientais, uma vez que emite menos poluentes, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, reforça Mascarenhas. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Déficit na balança comercial de autopeças cresce e reforça dependência de insumos importados

Setor acumula saldo negativo de US$ 1,2 bilhão em abril; importações avançam e exportações perdem fôlego, segundo relatório do Sindipeças A indústria brasileira de autopeças registrou déficit comercial de US$ 1,2 bilhão em abril, resultado 6,1% superior ao do mesmo mês de 2024, segundo balanço divulgado pelo Sindipeças. O número reflete um desequilíbrio crescente entre importações e exportações no setor. As exportações somaram US$ 674,5 milhões no mês, apresentando retração tanto na comparação com março quanto com abril do ano passado, o que sinaliza uma perda de dinamismo, conforme avaliação da entidade. No acumulado de janeiro a abril, no entanto, houve leve crescimento de 5,7%, com US$ 2,64 bilhões exportados — ante US$ 2,5 bilhões no mesmo período de 2024. A Argentina se manteve como principal destino das autopeças brasileiras, com crescimento de 22,6% no quadrimestre e participação de 38,5% nas exportações, superando US$ 1 bilhão. Em contraste, os Estados Unidos reduziram suas compras em 4,8%, em meio à adoção de barreiras comerciais, com queda de US$ 438,7 milhões para US$ 417,8 milhões. Por outro lado, as importações seguem em alta em todas as comparações. No primeiro quadrimestre, o setor importou US$ 7,54 bilhões em componentes — avanço de 14,1% sobre os US$ 6,6 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. A China lidera como principal fornecedora, com US$ 1,43 bilhão exportado ao Brasil, alta de 23,7% e fatia de 19% nas importações. Para o Sindipeças, os dados evidenciam uma dependência estrutural crescente de insumos e componentes estrangeiros, especialmente no início de 2025. A entidade também aponta preocupações com o cenário internacional: “O avanço do protecionismo global e a maior inserção da China em mercados tradicionalmente abastecidos pelo Brasil tendem a limitar a expansão das exportações. Além disso, há risco de impactos indiretos das novas tarifas de importação dos EUA, que podem redirecionar produtos do México para mercados onde o Brasil atua”, alerta o boletim. IMPORTAÇÕES AUTOPEÇAS JAN/ABRIL 2025 País 2025 (US$) 2024 (US$) Variação (%) Participação (%) 1. China 1.431.061.800 1.156.653.368 23,7% 19,0% 2. EUA 776.228.340 722.559.176 7,4% 10,3% 3. Japão 686.535.065 567.253.182 21,0% 9,1% 4. Alemanha 661.437.298 619.748.516 6,7% 8,8% 5. México 533.295.356 483.722.587 10,2% 7,1% 6. Itália 410.814.182 335.534.320 22,4% 5,4% 7. Coreia do Sul 310.819.409 272.339.615 14,1% 4,1% 8. Índia 310.548.806 216.021.870 43,8% 4,1% 9. Suécia 304.480.441 278.241.376 9,4% 4,0% 10. França 294.741.042 259.340.567 13,7% 3,9% EXPORTAÇÕES AUTOPEÇAS JAN/ABRIL 2025 País 2025 (US$) 2024 (US$) Variação (%) Participação (%) Argentina 1.018.530.507 830.978.094 22,6 38,5 EUA 417.861.982 438.708.498 -4,8 15,8 México 209.687.716 310.691.263 -32,5 7,9 Alemanha 145.347.851 144.657.141 0,5 5,5 Chile 75.976.378 71.212.660 6,7 2,9 Colômbia 65.237.999 75.666.397 -13,8 2,5 China 53.395.811 32.402.410 64,8 2,0 Noruega 48.525.581 11.968.350 305,4 1,8 Paraguai 48.196.778 54.067.287 -10,9 1,8 Uzbequistão 45.501.746 31.494.766 44,5 1,7

Novas chamadas do Programa Mover vão destinar mais de R$ 319 milhões à indústria automotiva

Iniciativa coordenada por SENAI, EMBRAPII e MDIC impulsionará projetos estruturantes, alianças industriais e formação profissional com foco em inovação e sustentabilidade do setor automotivo O Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) lança novas chamadas públicas para impulsionar o desenvolvimento tecnológico, a sustentabilidade e a competitividade da indústria automotiva nacional. A iniciativa, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), prevê mais de R$ 319 milhões em investimentos destinados a projetos estruturantes, parcerias com empresas, consultorias de produtividade e digitalização e capacitação de profissionais para os desafios da mobilidade do futuro.  “O Mover é um importante estímulo à inovação da indústria automotiva nacional. Com essas novas chamadas de mais de R$ 319 milhões, o programa cria mais condições para o investimento em pesquisa, tecnologias de baixa emissão e na qualificação de mão de obra, atendendo assertivamente às demandas do setor industrial”, destaca o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (26), durante o Dia da Indústria, evento realizado na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. O SENAI é responsável pela coordenação do programa prioritário Alavancagem de Alianças para o Setor Automotivo e desempenha papel estratégico na execução das iniciativas, com aportes que ultrapassam R$ 190 milhões. “Estamos diante de uma oportunidade histórica de acelerar a transformação da nossa indústria automotiva, tornando-a mais limpa, digital e preparada para competir globalmente. O SENAI atua como indutor dessa mudança, conectando empresas, startups e centros de pesquisa em um ecossistema de inovação robusto e inclusivo”, afirma o diretor geral do SENAI, Gustavo Leal. No Mover, a Embrapii é responsável pelo atendimento das demandas tecnológicas da cadeia de mobilidade e logística. Para essa nova chamada pública, o aporte da instituição será de R$ 20 milhões. “O Mover alinha ciência, tecnologia e política industrial com os compromissos ambientais do Brasil. A Embrapii tem orgulho de integrar esse esforço nacional por uma mobilidade mais sustentável e inteligente”, ressalta o presidente da Embrapii, Alvaro Prata. Conheça a estrutura do Programa Mover 1. Projetos Estruturantes 2. Alianças Industriais e Startups/PMEs Industriais 3. Chamada Hands-on e Formação Profissional (MBI) As regras de participação e o cronograma completo estão disponíveis na Plataforma Inovação para a Indústria.

Eletrocar Show 2025 reúne líderes globais e nacionais da mobilidade elétrica em São Paulo

 A Eletrocar Show 2025, nova feira de mobilidade elétrica promovida pelo Grupo Eletrolar All Connected, confirma a participação de marcas nacionais e internacionais do setor. Voltado ao público profissional e entusiastas do segmento, o evento acontece pela primeira vez entre os dias 23 e 26 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo, em paralelo à tradicional Eletrolar Show. Entre os destaques confirmados está a Riddara, marca de picapes elétricas pertencente ao grupo chinês Geely, além da WEG, tradicional multinacional brasileira com amplo portfólio de carregadores AC e DC e da Yala, fabricante de motos elétricas voltadas à mobilidade urbana. Na área de infraestrutura de recarga, a feira ainda contará com empresas como: • On-Charge – startup que desenvolve soluções de recarga inteligentes para o mercado nacional; • Zeta Uno – fabricante de carregadores rápidos com produção no Rio Grande do Sul; • Riseon e Teison – players internacionais com atuação no fornecimento de estações de recarga para frotas e uso doméstico. Outros expositores confirmados incluem: • Autarcia – especializada em mantas térmicas e segurança para baterias de veículos elétricos; • Celink, DB5, Tianying, Lvju, Karstsolar, Coletek e Kamai, que atuam em áreas como componentes, baterias, energia solar e soluções OEM para eletromobilidade. “A Eletrocar Show 2025 nasce com vocação técnica e comercial. O evento foi desenhado para ser uma vitrine de soluções concretas e um hub de negócios, reunindo montadoras, fornecedores e integradores que estão moldando o futuro da mobilidade no país, por isso, é uma satisfação contar com empresas como essas que estão escrevendo a história da eletromobilidade no Brasil”, afirma Juan Pablo De Vera, presidente da Eletrocar Show. A Eletrocar Show vai reunir empresários com foco no desenvolvimento do mercado de veículos elétricos, incluindo todos os que protagonizam o ecossistema virtuoso de expansão e crescimento. Desde incorporadoras imobiliárias, administradores de grandes shoppings, aeroportos, redes de varejo, até gestores de frotas corporativas, concessionárias, locadoras de veículos, investidores, representantes do governo e da imprensa especializada, além de contar com o tradicional público de grandes varejistas, distribuidores e representantes que participam tradicionalmente da Eletrolar Show e que são apaixonados pela tecnologia, a conectividade e a inovação.  Como parte das atividades, a Eletrocar Show também terá um Fórum de Conteúdos com destaque para assuntos institucionais, suporte às estratégias de vendas e distribuidores, treinamento para oficinas de reparação de veículos elétricos e gestores de frotas corporativas e de logística. ELETROCAR SHOW 2025 Data: de 23 a 26 de junho de 2025 Local: Distrito Anhembi, São Paulo Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – SP www.eletrocarshow.com

Fechamento da 1.ª quinzena de autos e leves registra crescimento, mas aumento das taxas de juros reduz o ritmo de novos negócios

Por: Marcelo Cavalcante de Lima O setor de automóveis e comerciais leves já sente os efeitos do aumento das taxas de juros nos financiamentos de veículos, reduzindo o ritmo de negócios em muitas concessionárias. A primeira quinzena de maio fechou com 94.430 unidades, esse volume representa um crescimento de 2,76% em relação ao mês de abril, quando comparamos com o mesmo período de 2024 as vendas avançam 15,81%. No acumulado do ano já foram vendidos 809.188 veículos, volume 4,69% acima do realizado no ano de 2024, na comparação com o ciclo pré-pandemia o setor recua 10%. As vendas diretas fecharam a quinzena com uma participação de 52,45% com um volume de quase 50 mil veículos, enquanto o varejo vendeu 44.900 unidades, com uma participação de 47,55%, as locadoras seguem sendo fundamentais para o desempenho do setor. A chegada das novas entrantes em um mercado ainda em processo de recuperação diminui a fatia do mercado, em 2024 o número de concessionárias registrou um crescimento de 6% em relação ao ciclo 2020/2021. Segundo o Sr. Marco Antônio R. Mota , Diretor do Grupo Motauto que representa as marcas Nissan e Fiat (Ubá MG), o volume de vendas projetadas para a 1.ª quinzena registrou recuo acima de dois dígitos. Destacamos que o impacto na queda das vendas do varejo é muito maior fora das capitais, onde se concentram a maior parte das matrizes das locadoras e grandes frotistas. O Sr. Marcos M Marques, Gerente Nacional de Vendas da HPE Automotores do Brasil, fabricante dos veículos Mitsubishi, já relata crescimento no fluxo de novos negócios com o lançamento da nova Pick-up Mitsubishi Triton. O Sr. André Scinocca Operador no Grupo DAHRUJ das marcas Nissan e BYD, relata queda nas vendas da Nissan na 1.ª quinzena em relação ao projetado, já a BYD está mantendo um bom fluxo de negócios ancorados por uma ação comercial favorável aos novos compradores. Ele destaca que o fluxo de loja não diminuiu nas concessionárias em que ele é responsável, porém o percentual de fechamento caiu, conforme ele pontua o cliente não está comprando de primeira. O Sr. Davidson de Morais, Diretor da Plataforma Auto Avaliar, reporta que em conversas com os concessionários encontra diversos cenários, os mais citados são queda no fluxo, reprovação de crédito, tempo mais alongado para a tomada de decisão. O Sr. Leonardo Petersen, especialista em Gestão de Concessionárias, relata queda de fluxo, dificuldade de aprovação de crédito, crescimento do estoque de seminovos e demora para a tomada de decisão. Os relatos acima demonstram que o ano será de muito trabalho para as concessionárias e fabricantes, exigindo uma maior eficiência de gestão para a tomada de decisão, a grande dificuldade é que a oferta de novos produtos aumentou, o número de concessionárias cresceu e o mercado tem uma expectativa moderada de crescimento. RANKING DE MARCAS O demonstrativo das vendas da 1.ª quinzena demonstra a dificuldade enfrentada pelos concessionários, entre as 20 marcas mais vendidas, doze registram queda em relação ao mês anterior. O mês é longo e a tendência é de recuperação, com certeza absoluta vamos superar em mais de 10% as vendas realizadas em maio de 2024, quando foram vendidos 183.214 veículos, destacando que no ano anterior o feriado de Corpus Christi foi no final do mês, comprometendo o fechamento. Enquanto algumas marcas registram quedas acima de 15% outras como a Fiat, Hyundai, Jeep e GWM tem um excelente desempenho na primeira quinzena. A liderança permanece com a Fiat, a marca anota um crescimento no mês de 13,65%, com vendas de 20.185 unidades, no acumulado do ano já foram vendidos 173.679 veículos, avançando 7,56% ante o ano anterior. Sua carteira de vendas de maio está concentra 64,78% nas vendas diretas. Destacando que a marca encerrou o 1.º quadrimestre liderando o varejo e o atacado. A segunda posição é da VW com 15.387 unidades, registrando um crescimento de 4,61%, no acumulado a marca já abre uma vantagem de mais de 40 mil veículos para a GM. A Hyundai é destaque é assume a terceira posição no fechamento da 1.ª quinzena, com vendas mensais de 10.749 unidades, sua carteira de vendas de maio está concentrada 66% nas vendas diretas. A GM segue com dificuldades, seus principais modelos de vendas anotam queda com a perspectiva de novos lançamentos. A marca lançou uma garantia adicional para os modelos que tem a correia dentada interna, com certeza terá efeitos positivos, mas pode ser abaixo do esperado. Na quinzena ela caiu para a quarta posição e no acumulado segue em terceiro, com registro de queda de 11,67%. A Renault se destaca na quinzena pela grande participação das vendas diretas, 74,40% das vendas de maio foram realizadas através de faturamento direto de fábrica. A Nissan anota uma queda de 16% em relação ao mês anterior, caindo para a 11.ª posição, no acumulado do ano a marca recua 9,27%. O lançamento do Novo Nissan Kicks foi ofuscado pelo excesso de notícias negativas da marca, com anúncio de demissões mundiais e redução de capacidade produtiva. A BYD encerra a quinzena com queda de 17,31%, a tendência é a marca intensificar ainda mais a divulgação e as promoções, se é que é possível, visto que é quase impossível navegar sem ver uma propaganda da marca, novos navios estão chegando e vem com novas novidades. RANKING DE MODELOS Temos novidades no ranking da 1.ª quinzena com a liderança do Hyundai HB20 com 5.631 unidades vendidas, destaque que 79% dos emplacamentos foram realizados através da modalidade de vendas diretas. No acumulado ele está na quinta posição com 26.915 entregas. Na segunda posição está a Fiat/Strada com 5.315 unidades e fecha o trio o VW Polo com 5.244 entregas. O SUV mais vendido na quinzena é o VW/T Cross, que também lidera as vendas do sub segmento. O GM Onix cai para a 7.ª posição enquanto o Toyota/Corolla Cross está em 8.ª, ficando mais uma vez entre os 10 mais vendidos. Os modelos de entrada Fiat/Mobi e Renault/Kwid tem mais de 94% das vendas da quinzena concentrados

Região Sudeste lidera as ocorrências de acidentes em 2024; Estado de São Paulo ocupa primeiro lugar do ranking, com 27% dos registros

Levantamento da nstech com dados da Polícia Federal Rodoviária e da CNT também apontam cargas mais visadas, rotas mais perigosas, períodos e dias da semana; o estudo é divulgado em meio a campanhas de Maio Amarelo De acordo com o Painel CNT de Acidentes Rodoviários de 2024, o Brasil registrou 73.114 acidentes de trânsito no ano, resultando em 6.153 vidas perdidas, uma média de 16 mortes por dia, além de um impacto econômico superior a R$ 16 bilhões. A mesma pesquisa ainda aponta que, em 20% dos sinistros, caminhões estejam envolvidos. No período, dados de um estudo da nstech apontam 1.437 acidentes envolvendo veículos de transporte de cargas. Como forma de conscientização da importância da segurança nas estradas, a companhia lança o relatório juntamente às campanhas de Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. O levantamento reúne informações operacionais das principais gerenciadoras de risco do país — BRK, Buonny e Opentech — e dados oficiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Confederação Nacional do Transporte (CNT), analisando causas, tipos e padrões de sinistros, além das rotas, horários e perfis de carga mais afetados. A região sudeste apresentou o maior volume de incidências, representando 53% do total. As operações com fracionados e alimentos foram as mais sinistradas em 2024. Juntas, somaram 631 acidentes contra 125 ocorrências envolvendo outros tipos de carga.  Na liderança das ocorrências, está o estado de São Paulo (388), seguido por Minas Gerais (208), Rio de Janeiro (142) e Paraná (137). Os quatro estados apresentaram aumento no registro de ocorrências em comparação ao ano anterior, com destaque para o crescimento de 41% em São Paulo, 17% em Minas Gerais e 84% no Rio de Janeiro. Veículos de cargas fracionadas e alimentícias sofreram o maior número de acidentes desde 2023. Em 2024, o número representou cinco vezes mais ocorrências do que transportes de outros perfis de conteúdo (631 x 135). Quanto ao tipo de ocorrência, as colisões lideraram o ranking, totalizando 490 sinistros, um aumento de 50,31% em relação a 2023. O aumento de 58,12% em saídas de pista chama a atenção, visto que, em 2024, foram 117 casos contra 74 em 2023. Os trechos urbanos concentraram o maior número de acidentes em 2024, com 219 sinistros, sendo 45 deles registrados às terças-feiras. As ocorrências nos trechos urbanos foram mais comuns em operações com cargas alimentícias: 113 ocorrências. Entre as rodovias, foram contabilizados 208 acidentes na BR-116 e 106 sinistros na BR-101, considerando operações monitoradas pela nstech. Quanto ao período dos acidentes, assim como em 2023, as manhãs concentraram as ocorrências: foram 34 saídas de pista, 189 colisões e 178 tombamentos neste período do dia. O levantamento também apontou um aumento de 51,1% nos acidentes ocorridos durante a noite. Em 2024, o dia da semana recordista em acidentes foi a quinta-feira. Domingo foi o dia menos crítico para operações de transporte de carga, mas, ainda assim, registrou 129 acidentes.  “Prevenção de acidentes vai além de uma preocupação com prazos ou ativos: trata-se de preservar vidas e promover a sustentabilidade no setor. Por isso, a prevenção deve ser encarada como estratégia fundamental — e não como um custo adicional”, reforça Thiago Azevedo, diretor Executivo do Onisys, produto de Prevenção de Acidentes da nstech. Infraestrutura e comportamento ao volante são as principais causas de acidentes O transporte rodoviário é fundamental para manter o Brasil em movimento e, para isso, melhorias na infraestrutura e na segurança das estradas são necessárias. Pesquisa da CNT indica que, em 2024, um total de 2.446 ocorrências como grandes buracos, erosão na pista, queda de barreira, pontes caídas ou outras situações foram identificados nas rodovias.  No entanto, segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, nove em cada dez acidentes de trânsito são causados por comportamento humano. Dados do Onisys, produto dedicado à prevenção de acidentes do ecossistema nstech, demonstram que os principais comportamentos de risco em 2024 foram: excesso de velocidade, uso do celular, fadiga e não uso do cinto de segurança continuam entre os atos inseguros mais recorrentes.  As longas jornadas de trabalho também contribuem significativamente para o aumento do risco nas estradas. Motoristas frequentemente enfrentam extensas horas ao volante e essa rotina extenuante favorece o surgimento da fadiga extrema, reduzindo os reflexos e a atenção, o que compromete a capacidade de reação diante de imprevistos e aumenta a probabilidade de acidentes.  Tecnologia e dados a favor da vida Uma vez que o uso de tecnologia e a adoção de uma cultura de prevenção têm impactos positivos na segurança do transporte, a nstech tem investido fortemente em soluções que unem tecnologia, capacitação e inteligência de dados para tornar o transporte rodoviário mais seguro. A adoção da Onisys, que avalia o desempenho dos motoristas a partir dos dados coletados, destacando padrões de condução e hábitos que necessitam de correção, aposta em foco em dados e aplicação de ações preventivas e corretivas.  Além desta, outra solução destaque no uso de dados preditivos para mitigar riscos é a Torre de Prevenção de Acidentes, uma estrutura de gestão e observação que atua como um sistema de monitoramento em tempo real, coletando dados e informações para auxiliar na tomada de decisões e na prevenção de acidentes.  O impacto na redução de acidentes também é possível por meio do treinamento de equipes envolvidas – especialmente motoristas – para garantir o uso correto dos recursos tecnológicos e reforçar o comprometimento com práticas de direção segura. “A integração entre tecnologia e educação é um dos principais pilares para tornar o processo mais eficiente e assertivo. Dessa forma, as decisões ficam mais inteligentes à medida que os dados deixam de ser registros e passam a ser instrumentos de transformação”, finaliza Azevedo.

Aliança do Aftermarket reforça papel estratégico na segurança viária durante o Maio Amarelo

Entidades do setor automotivo destacam a importância da manutenção preventiva e da inspeção veicular como políticas públicas de preservação da vida Durante o Maio Amarelo — movimento global de conscientização sobre a redução de acidentes de trânsito — a Aliança do Aftermarket Automotivo Brasil reforça seu protagonismo na defesa da segurança viária, destacando a importância da manutenção preventiva e da regulamentação da inspeção veicular no país. Para a entidade, preservar vidas nas ruas e estradas começa pela valorização da cadeia de reposição, composta por indústria, distribuidores, varejistas e oficinas mecânicas. Formada por seis das principais entidades do setor — ANDAP/SICAP, ANFAPE, ASDAP, CONAREM, SINCOPEÇAS BRASIL, SINDIREPA BRASIL—, a Aliança atua para construir políticas públicas estruturantes que valorizem os serviços de manutenção e assegurem que veículos em circulação estejam em condições seguras. Durante a Automec 2025, a entidade apresentou uma proposta concreta para a implementação nacional da inspeção veicular periódica, tema previsto há anos no Código de Trânsito Brasileiro (Art. 104), mas ainda sem execução plena. A proposta foi detalhada durante o 1º Congresso da Aliança, com destaque para a palestra “Inspeção Veicular: a desconhecida experiência brasileira”. O conteúdo apresentou dados robustos: o Brasil já possui estrutura técnica instalada, com 504 estações de inspeção, cerca de 5.000 profissionais atuando no setor e mais de 30 milhões de inspeções realizadas desde os anos 1990. No entanto, apesar dos avanços pontuais, a falta de regulamentação nacional impede que o país usufrua dos benefícios plenos da inspeção como ferramenta de segurança pública. Durante a apresentação, foram apontados os principais motivos de reprovação de veículos: iluminação (47,58%), pneus e rodas (16,43%), freios (10,31%) e suspensão (6,05%). Esses números evidenciam a urgência de uma cultura sólida de manutenção preventiva, pois esses componentes, quando negligenciados, aumentam significativamente o risco de acidentes fatais. Para a Aliança, estimular a prevenção é um dos caminhos mais eficazes para reduzir as estatísticas de sinistros no trânsito brasileiro. Além da segurança, a proposta da Aliança também se alinha a objetivos de sustentabilidade. A inspeção veicular contribui para a redução da emissão de poluentes e ruídos, tema cada vez mais central na agenda de ESG (ambiental, social e governança). A experiência bem-sucedida de municípios como São Paulo, com inspeções obrigatórias em táxis, escolares e veículos a GNV, mostra que é possível combinar viabilidade técnica com impactos positivos à mobilidade urbana e ao meio ambiente. O Maio Amarelo, ao propor uma reflexão coletiva sobre o valor da vida, oferece o ambiente ideal para que iniciativas como a da Aliança ganhem visibilidade e engajamento. Mais do que uma campanha, é uma convocação para ação conjunta entre sociedade, governo e setor produtivo. A proposta da Aliança traz soluções concretas e viáveis, capazes de transformar o cenário da mobilidade no Brasil. A entidade também propõe que empresas de reparação, retíficas e centros de inspeção veicular sejam reconhecidos como agentes de transformação, valorizando a mão de obra qualificada e o uso de peças e serviços certificados. “A segurança veicular começa na escolha do componente certo, no cuidado técnico e no compromisso com a excelência. Essa é a mensagem que a Aliança reforça neste Maio Amarelo”, destaca a coordenação da iniciativa. Ao liderar esse movimento, a Aliança do Aftermarket se posiciona como uma força articuladora de mudanças estruturais no setor automotivo, reafirmando seu papel não apenas como representante da cadeia de reposição, mas como promotora ativa de soluções que impactam diretamente na segurança e qualidade de vida da população brasileira.​​​

Inscrições abertas para a 5ª edição do Prêmio IQA da Qualidade Automotiva

Interessados podem se inscrever até o dia 4 de agosto em três categorias de premiação: qualidade nos processos produtivos, inovação e novas tecnologias, e produção de conteúdo jornalístico voltado à qualidade na indústria automotiva Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Prêmio IQA da Qualidade Automotiva, que reconhece profissionais e iniciativas de destaque no setor. A premiação contempla três categorias: qualidade nos processos produtivos, qualidade em inovação e novas tecnologias, e produção de conteúdo jornalístico voltado à qualidade na indústria automotiva. O evento conta com o apoio institucional da Anfavea e Abipeças-Sindipeças. Os interessados podem se inscrever até o dia 4 de agosto, no site do evento. A cerimônia de premiação acontecerá durante o 11º Fórum IQA da Qualidade Automotiva, programado para o dia 9 de outubro, em São Paulo (SP). Para garantir uma análise criteriosa, os trabalhos inscritos serão avaliados por uma banca formada por representantes do IQA, Anfavea e Abipeças-Sindipeças. Nas categorias Qualidade nos Processos Produtivos, Qualidade em Inovação e Novas Tecnologias, a avaliação ocorrerá em duas etapas: na primeira, a banca selecionará os 10 projetos finalistas; na segunda, esses finalistas farão uma apresentação online para a Comissão Julgadora, que definirá os três primeiros colocados de cada categoria. Já na categoria Qualidade Automotiva no Jornalismo, a avaliação será realizada em etapa única. “Os vencedores serão premiados com um troféu exclusivo do prêmio, além de receberem, exceto na categoria de jornalismo, um treinamento como parte do reconhecimento pelo seu trabalho”, explicou o superintendente do IQA, Alexandre Xavier. Para mais informações, acesse o site do Prêmio.

Financiamento de veículos cai 11,5% no Estado de São Paulo em abril

Em abril, o Estado de São Paulo foi responsável pelo financiamento de 146,4 mil veículos, entre novos e usados, de acordo com dados da B3. O número representa uma queda de 11,5% em relação ao mesmo período de 2024 e alta de 1% no comparativo com março de 2025.  No segmento de autos leves, verificou-se uma redução de 10,4% frente ao mesmo período do ano passado e crescimento de1,5% comparado ao mês anterior. Na categoria de motos, foi registrado uma diminuição de 12,9% na comparação com abril de 2024 e redução de 1,1% em relação a março. O número de financiamento de veículos pesados no Estado foi 11,9% menor em abril, em base anual, e recuou 2,5% frente a março de 2025.  A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do País, que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo território nacional.

Inteligência na indústria automotiva: como a tecnologia pode melhorar o pós-venda?

por Lorena França*  Quando se fala em setor automotivo, é bem comum o assunto recair sobre inovação, design e desempenho dos veículos. Contudo, uma área que merece igual atenção é o serviço de pós-venda, etapa do atendimento que tende a ser a espinha dorsal de uma marca de sucesso.  O motivo dessa afirmação é bem simples: se bem desempenhado, o pós-venda pode garantir a fidelização do consumidor e ter impacto relevante na rentabilidade de longo prazo nas empresas. No entanto, para conquistar a satisfação do cliente, essa etapa exige um engajamento da equipe de atendimento e um bom sistema de gestão integrado.  A incorporação desse processo, por sua vez, é uma tarefa complexa que envolve uma consulta precisa a diversas bases de dados, sejam elas estruturadas ou não. Com isso, as informações mais relevantes, como datas de fabricação e venda, revisões, disponibilidade de peças e acessórios, entre outras, devem ser tratadas em uma nuvem robusta.  Uma tecnologia com infraestrutura segura e escalável para armazenamento de dados permitirá que o usuário possa consultar e armazenar dados de forma ágil. Além disso, integrar essas bases de dados com outras ferramentas analíticas e de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) potencializa ainda mais a capacidade de consolidar informações para entender e antecipar as necessidades dos consumidores.  Tendo essa base sólida é possível criar um assistente conversacional com uso de linguagem natural, por exemplo. Por meio desse recurso, o cliente é capaz de consultar informações de forma praticamente instantânea, no formato conversacional, podendo fazer perguntas aos dados, por exemplo.  Com isso, a tecnologia é capaz de auxiliar no agendamento de revisões e test drive, respondendo dúvidas frequentes dos veículos, relembrando vencimento de garantia, entre outros. E isso é feito sem a necessidade de intermediários, reduzindo drasticamente o tempo de resposta.  Com a aplicação efetiva desse processo, além de garantir a satisfação do cliente em função de um atendimento mais rápido e mais preciso, também é possível ampliar as atividades da equipe de atendimento, como a tomada de decisão de forma facilitada. Isso porque o sistema libera recursos anteriormente dedicados a tarefas repetitivas, permitindo que haja concentração em análises de mais valor agregado, sustentando uma personalização altamente eficaz.  À medida que avançamos pela era digital, fica cada vez mais evidente o papel fundamental da tecnologia para ampliar as soluções do atendimento pós-venda na indústria automotiva. Com a implementação de bases de dados robustas e sistemas inteligentes, as empresas estão estabelecendo novos padrões de eficiência e satisfação do cliente, garantindo a fidelização direta com a marca. *Lorena França é account managerda A3Data, consultoria especializada em dados e Inteligência Artificial, parceira da AWS (Amazon Web Services)