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GM revela primeira imagem da traseira do Chevrolet Sonic

A GM revela a primeira imagem da traseira do Chevrolet Sonic, com destaque para a assinatura luminosa em LED que conecta as lanternas. O recurso evidencia o design marcante do novo SUV de estilo cupê, acentua o visual tecnológico e reforça a proposta de eficiência do modelo. Com lançamento previsto para 2026, o Sonic será produzido na fábrica da GM em Gravataí, no Rio Grande do Sul, complexo industrial reconhecido pela excelência operacional.

Emplacamentos de importados sofrem queda em novembro, mas no acumulado mantêm alta de 29,9%

As dez marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 11.573 unidades, anotaram em novembro último queda em suas vendas de 7,5% ante outubro, quando foram comercializadas 12.509 unidades. Comparado a novembro de 2024, o aumento é de 12,8%: 11.573 unidades contra 10.262 veículos. No acumulado de 2025, veículos importados mais as unidades aqui produzidas, a Abeifa soma agora 119.826 unidades, 29,9% mais em relação ao ano passado, quando foram emplacadas 92.250 unidades. Os dados de emplacamento de veículos eletrificados no período de janeiro a novembro continuam expressivos: os 111.653 veículos eletrificados da Abeifa respondem por 45,5% do mercado interno total de 245.143 unidades emplacadas.    Para o presidente da Abeifa, Marcelo Godoy, “já podemos afirmar que as nossas associadas fecharão o ano de 2025 com volume superior a 130 mil unidades importadas, o que representará um crescimento expressivo de 24% sobre as 104,7 mil unidades do ano passado. E certamente vão superar nossas expectativas do início do ano, quando indicávamos que o total anual chegaria a 120 mil unidades”. Na avaliação de Godoy, “não fossem juros elevados e restrição de crédito no varejo automotivo brasileiro, as vendas teriam sido ainda melhores. Para 2026, embora a alíquota do imposto de importação alcance 35% aos eletrificados em julho, projetamos crescimento inicial de 5%, algo em torno de 137 mil unidades, com as atuais associadas. No entanto, ao longo do próximo ano, provavelmente teremos em nossos quadros novas empresas associadas, com a chegada de players da China”.  Em novembro último, com 11.573 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 5,1% do mercado total de autos e comerciais leves (227.174 unidades). As 119.826 unidades emplacadas nos primeiros onze meses do ano mantiveram marketshare de 5,3% do total de 2.282.119 unidades do mercado interno brasileiro de automóveis e comerciais leves.

Natal 2025 deve injetar R$ 84,9 bilhões no varejo brasileiro

O comércio brasileiro prevê movimentação de R$ 84,9 bilhões com as vendas de Natal deste ano, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A expectativa é que 124,3 milhões de consumidores realizem ao menos uma compra para presentear, o que representa 76% da população adulta das capitais. Cada consumidor deve adquirir, em média, quatro presentes, número que sobe para cinco entre as classes A e B. O valor médio por presente será de R$ 174, aumento de R$ 37 em relação ao Natal de 2023.Os filhos aparecem como principais presenteados (58%), seguidos pela mãe (46%), cônjuge (40%), pai (23%) e irmãos (23%). Para 28% dos entrevistados, o presente de maior valor será destinado aos filhos.Roupas lideram a lista de itens mais procurados (52%), seguidas por perfumes e cosméticos (36%), calçados (30%), brinquedos (30%) e acessórios (22%). Quase metade dos consumidores (43%) já trocou ou pretende trocar presentes físicos por experiências, como viagens, jantares, passeios ou shows. Comparado a 2024, 38% planejam comprar a mesma quantidade de presentes, 31% pretendem comprar mais e 20% menos. Em relação aos gastos, 41% vão gastar mais, 26% menos e 23% o mesmo valor. Entre os que aumentarão o orçamento, os principais motivos são oferecer presentes melhores (36%) e alta nos preços (34%). As lojas físicas seguem como canal principal: 75% dos consumidores pretendem comprar presencialmente, especialmente em lojas de departamento (36%) e shopping centers (31%). Já 58% farão ao menos parte das compras pela internet, o equivalente a 94,2 milhões de pessoas. Entre quem comprará online, sites e aplicativos de lojas internacionais são os preferidos (64%), à frente dos sites nacionais (42%), que perderam 13 pontos percentuais em relação ao ano passado. Classificados de produtos novos e usados aparecem com 41%.Oitenta e dois por cento dos consumidores afirmam que farão pesquisa de preços antes de comprar, sendo 87% pela internet e 63% em lojas físicas. Dos pesquisados, 59% percebem os preços dos presentes deste ano mais altos que em relação a 2024. PIX será a forma de pagamento mais usada (54%), seguido por cartão de crédito parcelado (39%), cartão de débito (28%) e dinheiro (23%). Quem optar pelo parcelamento deve dividir em média em 4,8 vezes, com a última parcela prevista para abril ou maio de 2026.A pesquisa foi realizada entre 15 e 23 de outubro de 2025, com 755 entrevistas nas 27 capitais brasileiras, margem de erro de 3,6 p.p. para o universo total e 4,0 p.p. para quem pretende presentear, em intervalo de confiança de 95%.

Recuo nas vendas e nas exportações levam à queda da produção em novembro

Alta nos emplacamentos desacelera para 1,4% no acumulado do ano Os indicadores de desempenho do setor automotivo em novembro apresentaram uma série de recuos em relação ao mês anterior, que teve quatro dias úteis a mais, e a novembro do ano passado, de acordo com o balanço mensal apresentado pela Anfavea. Houve desaceleração no mercado interno e nos embarques para outros países, o que foi acompanhado por uma queda na produção. Embora a média diária de vendas de 12,6 mil autoveículos em novembro tenha sido a mais alta do ano, ela ficou abaixo de 2024 pelo quarto mês consecutivo. Assim, o crescimento acumulado de janeiro a novembro de 2025 segue acima do registrado no mesmo período do ano passado, mas por uma margem bem pequena. No total, foram emplacadas 2,410 milhões de unidades, alta de apenas 1,4% em relação a janeiro-novembro de 2024. Na prática, essa alta é sustentada por modelos importados, já que os emplacamentos de nacionais neste período subiram apenas 0,1%. Em novembro, foram vendidas 238,6 mil unidades, um recuo de 8,5% em relação a outubro e de 5,9% em relação ao mesmo mês de 2024. A situação mais preocupante segue sendo a dos caminhões, com queda acumulada de 8,7% no ano. Até mesmo os autoveículos importados, que vinham em alta, verificaram retração de 10% no mês. Esse fenômeno, associado à chegada de novos lotes de fora do país, fez com que os estoques de importados subissem de 130 para 153 dias. Se o fluxo de importações subiu, o de exportações caiu em novembro. Apenas 35,7 mil veículos nacionais seguiram para outros mercados, o que representou o segundo pior mês do ano. A retração nas vendas da Argentina, o principal destino dos veículos fabricados no Brasil, explica o resultado. Apesar disso, devido especialmente aos bons resultados do primeiro semestre, os embarques para o país vizinho ainda registram alta de 37,9% no acumulado deste ano. O cenário de desaceleração levou a uma queda relevante na produção do mês de novembro. As 219 mil unidades fabricadas representaram volume 11,6% inferior ao de outubro, com a ressalva dos 4 dias úteis a menos do mês passado. Na comparação com novembro de 2024, no entanto, quando houve o mesmo número de dias, a redução foi de 8,2%. “Ainda estamos com uma produção acumulada 4,1% mais alta do que nos primeiros onze meses de 2024, mas esse crescimento está muito abaixo do havíamos projetado para 2025, o que vem nos colocando em estado de alerta nos últimos meses”, afirmou Igor Calvet, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. “Esperamos que dezembro traga um alento às vendas de automóveis e comerciais leves, após o sucesso estrondoso do Salão do Automóvel. Já o segmento de pesados, o mais impactado pelos juros elevados, precisa de um olhar mais atento para que retorne a patamares normais e o setor possa garantir a manutenção de empregos”, disse Calvet.

Nissan revela mundialmente no Brasil o seu SUV Nissan Kait

Modelo começou a ser produzido no Complexo Industrial da marca em Resende, no estado do Rio de Janeiro, e foi apresentado pela primeira vez em um evento na cidade de São Paulo Pronto para ocupar um lugar de destaque na linha Nissan e na preferência dos clientes que buscam um SUV que alia modernidade com atributos já reconhecidos e confiáveis da linha de modelos fabricados no país, o Nissan Kait, foi revelado mundialmente hoje. O carro, que já começou a ser produzido no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no Brasil, surge com design expressivo, excelente espaço interno, muita tecnologia e um conjunto mecânico com eficiência e reputação comprovadas. A primeira aparição pública do Nissan Kait foi realizada em um evento para cerca de 400 convidados na cidade de São Paulo, no Brasil. Nele, a Nissan confirmou que o novo modelo dá sequência à chegada ao mercado da nova geração de SUVs da marca, iniciada com o lançamento do novo Nissan Kicks. Como parte dessa estratégia, a empresa também anunciou que, no fim de 2026, iniciará no país as vendas do emblemático utilitário esportivo Nissan X-Trail, equipado com a inovadora tecnologia e-POWER, já reconhecida por clientes de vários países da América Latina e que garante a tração 100% elétrica do carro com a flexibilidade de abastecimento em postos de combustíveis tradicionais.   Pronto para ocupar um lugar de destaque na linha Nissan e na preferência dos clientes que buscam um SUV que alia modernidade com atributos já reconhecidos e confiáveis da linha de modelos fabricados no país, o Nissan Kait, foi revelado mundialmente hoje. O carro, que já começou a ser produzido no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no Brasil, surge com design expressivo, excelente espaço interno, muita tecnologia e um conjunto mecânico com eficiência e reputação comprovadas. A primeira aparição pública do Nissan Kait foi realizada em um evento para cerca de 400 convidados na cidade de São Paulo, no Brasil. Nele, a Nissan confirmou que o novo modelo dá sequência à chegada ao mercado da nova geração de SUVs da marca, iniciada com o lançamento do novo Nissan Kicks. Como parte dessa estratégia, a empresa também anunciou que, no fim de 2026, iniciará no país as vendas do emblemático utilitário esportivo Nissan X-Trail, equipado com a inovadora tecnologia e-POWER, já reconhecida por clientes de vários países da América Latina e que garante a tração 100% elétrica do carro com a flexibilidade de abastecimento em postos de combustíveis tradicionais.  

Novembro apresenta queda nos emplacamentos de veículos, mas acumulado tem alta de 7,3%

Segmento de motos puxa resultado do setor para cima, com crescimento de quase 23% em novembro comparado ao mesmo período de 2024 e acumulado superior a 16% De acordo com dados da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos de veículos em novembro, mês que teve 19 dias úteis, somaram 438.607 unidades, um resultado 11,1% abaixo de outubro (493.333 unidades), mês com 23 dias úteis. Se considerarmos a comparação entre novembro/2025 e novembro/2024, ambos com igual número de dias úteis, houve alta de 4,5%. No acumulado dos 11 meses de 2025, o setor já registra 4.632.129 veículos emplacados, um crescimento de 7,3% na comparação com igual período de 2024 (4.315.655 unidades). Apesar da retração, na comparação mensal, a média diária de vendas avançou em novembro: foram cerca de 23 mil veículos licenciados por dia, crescimento de 7,5% frente a outubro. “Com quatro dias úteis a menos, é natural uma queda no volume total, mas o ritmo de vendas por dia útil aumentou, comprovando que a demanda segue estável, mesmo em um ambiente de juros elevados”, avalia Arcelio Junior, Presidente da Fenabrave. “Com quatro dias úteis a menos, é natural uma queda no volume total, mas o ritmo de vendas, no acumulado, para todos os segmentos, exceto caminhões e implementos rodoviários, vem se mantendo em alta, de acordo com as nossas projeções. A demanda segue estável, mesmo em um ambiente de juros elevados, que tornam o crédito mais caro e com critérios mais rígidos”, comenta Arcelio Junior, Presidente da Fenabrave. Emplacamentos de Veículos – Avaliação por Segmento PROJEÇÕES PARA 202 Considerando o período de janeiro a novembro, o setor, em geral, já alcançou a estimativa de crescimento estimado pela Fenabrave. A entidade comentará os resultados finais de 2025, na Coletiva de Imprensa que será realizada em janeiro de 2026.

Em entrevista, Jim Farley, CEO global da Ford, fala sobre a revolução dos carros definidos por software

Em uma entrevista exclusiva ao No Lucro, Jim Farley, CEO global da Ford e um dos nomes mais influentes da indústria automotiva mundial, detalha por que vê o atual momento como o mais transformador da história do setor. O executivo analisa o avanço dos veículos definidos por software, a disputa tecnológica entre montadoras e os caminhos da eletrificação que devem moldar o futuro da mobilidade. Farley afirma que a indústria vive uma ruptura inédita. “Temos veículos definidos por software, pela primeira vez. Nossos arquitetos elétricos podem criar um software que transforma um veículo num dispositivo digital comum. Ele tira fotos, mas também existe um risco social e geográfico de uma máquina inteligente que trafega por aí. Então, a política dos carros está prestes a mudar completamente, porque ela é definida por software.”  O executivo também destaca que a transição ambiental exige uma visão mais ampla do que o mercado imaginava no início da eletrificação. “Pensávamos que seria só de híbridos ou totalmente elétricos, mas agora vemos tantas soluções individuais e parciais. E, claro, é um produto emocional. Gosto de dizer que não vendemos xampu, mas um produto de forte apelo emocional.”  Na conversa com o apresentador Phelipe Siani, Farley comenta a pressão competitiva das montadoras chinesas, em especial a BYD, e como isso influenciou decisões estratégicas da Ford. “A BYD trabalha há 20 anos em carros 100% elétricos. Eles são inteligentes, focados e atuam globalmente. E eles querem nosso mercado. A única maneira de enfrentá-los é fazer do nosso jeito. Para competirmos no mercado dos EUA, criamos um grupo de trabalho na Califórnia para formar e testar as pessoas.”  O CEO reforça que a reinvenção da Ford passa pela capacidade de direcionar recursos de forma estratégica. “Meu trabalho é alocar capital, talento e capital para fazer as escolhas certas, para reinventar a empresa.” Ele lembra que a força da marca está em seu legado e em sua especialização. “Estamos no mercado há 125 anos e somos a única montadora que nunca faliu. Nós fazemos caminhões, veículos comerciais e produtos de apelo emocional. Podemos envolver software e serviços nisso, mas esse é o básico do nosso negócio.”  Crítico à complacência, Farley diz que o desconforto é parte essencial da evolução. “Aprendi que, sempre que você se sentir confortável, é melhor dar uma olhada para trás.” Ele também fala sobre a dualidade da percepção pública sobre a marca. “A Ford é estranha, porque as pessoas pensam em veículos baratos como o Modelo T ou um Ka, mas também não temos problemas em vender um supercarro.”  O episódio com Jim Farley já está no ar. Na TV, a edição completa, com 47 minutos, será exibida no sábado, às 23h30, na CNN Brasil.

Lexus lança RZ 500e, o primeiro elétrico da marca no Brasil

A Lexus anuncia o lançamento do novo RZ 500e, o primeiro veículo totalmente elétrico do portfólio no Brasil. Pioneira em eletrificação no segmento de luxo, a marca reforça seu compromisso com a inovação e a experiência do cliente – bem como diferenciais exclusivos na categoria. Além disso, o modelo oferece a possibilidade de personalização e já está disponível para pré-venda por R$ 499.990. Além de a prioridade no recebimento do veículo, a partir do segundo trimestre de 2026, os primeiros compradores terão condições exclusivas, como o financiamento pelo Lexus Privilege com taxa de juros a partir de 0% e recompra garantida com pelo menos 80% do valor da FIPE – um benefício pensado principalmente para investidores e clientes com altos rendimentos – ou supervalorização de seminovos da Lexus para a troca no novo RZ 500e. Todo o desenvolvimento deste produto se concentrou em intensificar o prazer fundamental de dirigir e proporcionar novas experiências de condução. “Não é apenas mais um lançamento, já que o RZ 500e simboliza mais um avanço da marca no Brasil e o compromisso de disseminar todas as tecnologias eletrificadas. Esse modelo foi projetado para atender às necessidades dos clientes, desde aqueles que priorizam a conveniência e a praticidade no dia a dia até quem deseja uma experiência de direção mais envolvente e dinâmica”, explica Nancy Serapião, Head da Lexus no Brasil. Lexus Driving Signature Todos os produtos da Lexus são criados, desde o primeiro esboço, para respeitar o Lexus Driving Signature, uma experiência unificada na qual o motorista desfruta conforto, confiança ao volante e controle a todo momento. Para isso, o RZ 500e passou por um extenso processo de desenvolvimento no Centro Técnico da Lexus em Shimoyama, no Japão, sob os cuidados do time de engenheiros da marca, além de pilotos profissionais para ajustes finos. Construído sobre uma plataforma exclusiva para veículos elétricos, batizada e-TNGA, o modelo se favorece da posição da bateria, instalada entre os eixos e sob o assoalho, e pelo uso do próprio conjunto como parte da estrutura. Técnicas avançadas de construção, incluindo laser peening e soldagem a laser, também contribuem para aumentar a robustez da carroceria, junto ao uso extensivo de adesivos de alta resistência e espuma de alta rigidez. “Queremos mostrar que, se tratando de um veículo elétrico, não é apenas sobre vender novos carros, mas também de oferecer diferentes experiências por meio da tecnologia e eletrificação”, explica Shinya Ito, engenheiro-chefe do projeto. “Não estamos fazendo um veículo elétrico; nós estamos fazendo um Lexus. Esse é o ponto de partida”, completa o executivo. Powertrain eficiente e divertido  No novo RZ 500e, todo o conjunto mecânico foi projetado para oferecer qualidade, praticidade e prazer ao dirigir. Exemplo disso são os novos eAxle, como são chamados os motores em cada eixo, que estão mais eficientes para reduzir as perdas de energia e, também, mais potentes, com até 167 kW cada. Além disso, há uma nova bateria de íons de lítio com sistema de refrigeração líquida e capacidade de 77 kWh, o que favorece a entrega de desempenho. Em ambos os motores, o sistema de lubrificação foi reprojetado para eliminar a necessidade de bombas mecânicas, enquanto o inversor passou utilizar semicondutores de carbeto de silício, que contribuem para melhor eficiência. Além disso, houve uma redução de peso e de tamanho do rotor, enquanto uma nova disposição dos imãs permite alcançar regimes mais altos de rotação e as bobinas do estator redesenhadas reduzem o consumo de energia. Como resultado, o modelo entrega 381 cv de potência e 26,9 kgfm de torque instantâneo em cada eixo, o que permite cumprir de zero a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Na prática, o motorista tem à disposição acelerações mais fortes e respostas mais rápidas em uso cotidiano, com autonomia urbana de 600 km no ciclo europeu WLTP. Por sua vez, a recarga tem capacidade de até 150 kW em carregadores rápidos (DC) e chega a 80% de bateria em 30 minutos. Tração integral DIRECT4  Para garantir uma experiência ainda mais prazerosa ao volante, o novo RZ 500e é equipado com o sistema de tração integral DIRECT4, que controla automaticamente a distribuição de potência entre os eAxles dianteiro e traseiro, de acordo com as condições de condução e com as ações do motorista, aprimorando ainda mais a capacidade de tração e a estabilidade. Nas arrancadas e em acelerações em linha reta, a distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro varia de 60:40 a 0:100, o que reduz as movimentações longitudinais da carroceria e proporciona uma sensação de aceleração mais direta. Já no modo de condução Range, focado na eficiência, o equilíbrio de força entre os eixos é mantido sempre em 50:50. Em curvas, a proporção é otimizada entre 80:20 e 0:100, conforme a velocidade e o ângulo de esterçamento. Desta forma, mais potência é direcionada ao eixo dianteiro para garantir um giro suave. Na saída, por sua vez, a distribuição de torque segue a carga aplicada a cada roda, mantendo o equilíbrio do veículo e permitindo uma aceleração contínua. Como resultado, o RZ 500e permite uma condução mais envolvente e maior precisão na trajetória. Design com exclusividade O desenho do Lexus RZ 500e reforça a sensação do centro de gravidade mais baixo e favorece a aerodinâmica sem afetar as formas elegantes da carroceria. Como uma evolução da tradicional grade Spindle Grille, o modelo adota o conceito Spindle Body, com linhas em formato de ampulheta que se integram capô e paralamas para garantir a identidade da marca. Já os faróis exibem uma nova assinatura, com destaque para os indicadores de direção. Nas laterais, os vincos se estendem até a traseira, onde o teto de caimento suave – ao estilo SUV cupê – destaca a grande lanterna horizontal com emblema integrado da Lexus. Também chamam a atenção as rodas de liga leve de 20 polegadas, que, para o mercado brasileiro, terão acabamento diamantado, o que adiciona ainda mais refinamento e exclusividade. Disponível em dez diferentes opções de cores externas, a novidade é oferecida nos tons Branco Pérola, Cinza Cromo, Prata Iridium, Preto Grafite, Azul Eter, Bronze,

O universo das duas rodas também acelera no Salão do Automóvel

Motocicletas também ganham destaque na 31ª edição do evento Os apaixonados por motocicletas têm um motivo especial para sair de casa nos próximos dias: a 31ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que será realizada até 30 de novembro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, abriu espaço para uma verdadeira celebração das duas rodas. O público poderá acompanhar a esperada volta da Vespa ao Brasil, ver de perto a GWM Souo S2000 e descobrir as novidades das marcas AIMA, Honda e Suzuki. “As motos sempre fizeram parte da história do Salão do Automóvel e não poderiam ficar de fora nesta edição de retorno. Quem é apaixonado pelo universo das duas rodas vai encontrar modelos para todos os perfis, desde elétricos e scooters até clássicos que marcaram gerações”, diz Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. A Vespa, ícone mundial do design italiano, retorna ao mercado brasileiro unindo tradição e modernidade — uma combinação que sempre despertou paixão entre colecionadores e atraí novos entusiastas. Representada pela 2W Motors, também responsável pelas scooters Piaggio, a marca exibe desde modelos de entrada, como a VXL 150, até a sofisticada linha de 300 cilindradas, que inclui a Vespa 300 GTS, 300 Supersport e 300 Supertech. Entre os destaques, está a edição especial Primavera 150 Disney Mickey Mouse Edition e as scooters Piaggio, com os modelos Beverly 400, Liberty 150 e Liberty 150 Sport. Quem passa pelo estande, não resiste: faz várias selfies para postar nas redes sociais. A chegada da Touring Souo S2000 marca a estreia da GWM no universo das motos, ampliando ainda mais o leque de novidades do evento. “Isso reforça a importância do Salão do Automóvel como uma verdadeira vitrine de novidades para o consumidor, onde as marcas apresentam novas tecnologias e produtos”, destaca Ferreira. Quem visita o estande do Grupo J. Toledo Motos do Brasil — representante de Suzuki, Suzuki Haojue, Zontes, Kymco e Hisun — encontra lançamentos como a Suzuki GSX-S1000GX, a GSX-8R e a V-Strom 800 (agora com rodas de liga leve). Há ainda a Haojue DL 160 e os quadriciclos Hisun Tactic 550 e 750. No total, são 26 motocicletas e três quadriciclos em exposição, reunindo todo o line-up nacional das marcas. A Honda também atrai olhares com modelos que agradam diferentes estilos e perfis de consumidores, como a CBR1000RR-R, a Transalp e a luxuosa Gold Wing. Já no espaço Memórias Sobre Rodas, com curadoria do Dream Car Museum, o clima é de nostalgia: a Ducati Panigale 1199 S Senna 2014 e a Ducati Monster Senna 2024 emocionam fãs que acompanham a história dessas máquinas lendárias. A AIMA traz uma vitrine completa de produtos, além de demonstrações e test drives. Em seu portfólio, destaque para seis modelos de motos de pequeno porte, com motor elétrico e opções com autonomia superior a 100 km. Entre as e bicicletas elétricas, os visitantes podem encontrar produtos que combinam potência e estabilidade, tanto para ser usadas em ciclovias ou em trajetos irregulares.   Ingressos disponíveis Palco das grandes tendências e do futuro da mobilidade, o Salão do Automóvel retorna ao Distrito do Anhembi com uma programação repleta de atividades para visitantes de todas as idades. Os ingressos continuam à venda exclusivamente no site oficial www.salaodoautomovel.com.br. Além de Honda, GWM, Suzuki Motos e Vespa, BYD, Caoa Changan, Caoa Chery, Citroën, Denza, Fiat, GAC, Geely, Hyundai, Jeep, Kia, Leapmotor, Lecar, MG Motors, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Peugeot, RAM, Renault e Toyota, estão entre as marcas expositoras. A maior pista indoor Test drive Uma das grandes novidades dessa edição é o Drive Experience, a maior pista de test drive do mundo, com 14 mil metros quadrados, projetada para receber 1 mil visitantes por dia. Ali, eles podem testar veículos de marcas como BYD, Caoa Changan, Citroën, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Jeep, Leapmotor, Peugeot, RAM e Renault. O SDA Talks é o ponto de encontro para quem deseja se atualizar e se conectar às principais tendências do universo automotivo, com conteúdo dinâmicos, interativos e voltados ao futuro do setor. A Arena de Customização by Batistinha apresenta ao vivo o processo criativo e técnico das modificações automotivas com Fernando Baptista, um dos principais nomes do segmento. Clássicos e simuladores Para quem admira os carros clássicos, dois espaços trazem modelos exclusivos e raros. Além das motos históricas, o Memória sobre Rodas do Dream Car Museum São Roque, exibe 13 carros, como o único Bugatti EB110 GT existente no Brasil, de 1994, além de outros modelos, como a Dodge Daytona ano 1969, Ferrari Dino 1973, Miura X8 Targa 1988, DeLorean DMC-12 ano 1981, Batmóvel 1989, e a nova Ducati Monster Senna 2024. Já o CARDE Arte Design Museu traz uma linha do tempo interativa com carros que marcaram época em outras edições do Salão do Automóvel, como VW Kombi 1960, Ferrari F40, Uirapuru, Dodge Charger R/T, VW SP2 e VW Gol GTI na sua inconfundível cor Azul Mônaco. Também representado na edição 2025, o universo dos games e dos simuladores traz toda a emoção das pistas de corrida. A Racing Game Zone by João Barion conta um simulador de drift de última geração e o mais recente carro do piloto, o Corvette C7 Z06. Os fãs de corridas também podem conferir os espaços dedicados ao FIA WEC – Rolex 6 Horas de São Paulo e à NASCAR, com carros de corrida e simuladores interativos. Pensado para crianças, o LEGO® Experience apresenta um carro de Fórmula 1 em tamanho real e o capacete de Ayrton Senna, ambos construídos inteiramente com peças LEGO®. SERVIÇO 31º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo De 22 a 30 de novembro de 2025 Distrito Anhembi – Rua Olavo Fontoura, 1209 – São Paulo/SP Ingressos: www.salaodoautomovel.com.br

Pequenas oficinas, grande impacto: 8 em cada 10 negócios do setor são de porte reduzido

Estudo da Oficina Brasil mostra o protagonismo dos reparadores independentes e aponta desafios na relação com a indústria de autopeças   Oito em cada dez oficinas brasileiras são de pequeno porte, e nelas a manutenção preventiva se consolidou como principal motor de crescimento. É o que mostra o estudo exclusivo da Oficina Brasil ‘O Futuro da Relação: Indústria Reparador’.  O levantamento também evidencia que a realidade do setor é marcada por operações enxutas: 80% das oficinas são de médio e pequeno porte, geralmente com a gestão concentrada no proprietário. Nesse cenário, a busca por qualificação técnica é quase unânime. 97% dos reparadores afirmam precisar de atualização contínua para atender à crescente demanda por manutenção preventiva. “A manutenção preventiva se tornou o principal motor de crescimento das oficinas independentes, que hoje respondem por grande parte dos atendimentos no Brasil. Isso mostra como o reparador desempenha um papel central não apenas na rotina dos motoristas, mas também na sustentabilidade econômica de toda a cadeia automotiva”, afirma André Simões, diretor da Oficina Brasil. Reparadores e indústria Quando o tema é a relação com a indústria, surgem sinais de distanciamento. Embora 82% dos reparadores sintam orgulho em indicar uma marca, 60% acreditam que não são ouvidos e 34% nunca receberam apoio relevante de fabricantes. A fidelização também mostra fragilidade: 67% têm sempre duas ou três opções equivalentes ao escolher peças, e apenas 12% declaram fidelidade real. Entre os atributos mais valorizados, destacam-se a qualidade (65%) e a confiança (48%), que superam preço ou status da marca. Os desafios diários também reforçam o papel estratégico das oficinas independentes. Segundo o estudo, os problemas que mais tiram o sono dos reparadores são turnover (47%), retrabalho (40%) e prazo de entrega de peças (30%). Entre as maiores necessidades, 97% destacam a qualificação profissional e atualização técnica, seguidos por gestão da oficina (54%) e acesso a ferramentas (11%). A força das comunidades O estudo evidencia que os reparadores recorrem cada vez mais às suas próprias comunidades para trocar informações e resolver problemas técnicos. Entre os entrevistados, 70% afirmaram buscar colegas de profissão ou participar de grupos e fóruns, enquanto 50% mencionaram tutoriais em vídeo e 39% citaram materiais técnicos como recursos utilizados. Esses percentuais são complementares e revelam a diversidade de canais acionados pelos profissionais no dia a dia. Os insights revelam que a maior parte dos reparadores que participam de grupos interage de forma ativa nesses espaços, demonstrando engajamento na troca de informações. Ainda assim, 75% afirmam já ter deixado algum grupo em função de conflitos, excesso de propaganda ou falta de conteúdo útil. Os dados também mostram que a objetividade é determinante na rotina dos reparadores. O vídeo curto desponta como o formato preferido de aprendizado (60%) e também como a principal alternativa quando estão sem tempo (63%). Além disso, outros recursos complementam essa busca por praticidade: 37% recorrem a materiais técnicos em PDF ou manuais, 34% a vídeos passo a passo e 17% a cursos longos estruturados.  Em momentos de maior demanda, além do vídeo rápido, 45% priorizam a troca direta com colegas e 28% a pesquisa na internet, reforçando que o conteúdo técnico precisa ser prático, acessível e adaptado ao ritmo dinâmico das oficinas. “Os reparadores buscam proximidade, capacitação e canais de comunicação mais diretos com as marcas. Fortalecer esse diálogo é essencial para conquistar fidelidade e criar comunidades sólidas de profissionais”, destaca Rômulo Galvão, Diretor de Produto e Tecnologia do Oficina Brasil. Metodologia da pesquisa A pesquisa teve abrangência nacional e considerou oficinas em diferentes estágios de maturidade. Do total, 45,9% são negócios maduros (11 a 20 anos de operação), enquanto 40% já ultrapassaram duas décadas de atuação. Em termos de porte, 47% são pequenas e 42% médias empresas, reforçando que o segmento é composto majoritariamente por operações enxutas, mas com papel central no ecossistema automotivo.