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Diesel fica mais barato em setembro na comparação com agosto

Tipo comum teve média de R$ 6,17, enquanto S-10 custou, em média, R$ 6,21 De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel ficou mais barato em setembro na comparação com agosto: enquanto o tipo comum do combustível diminuiu 0,32% no período, atingindo preço médio de R$ 6,17, o diesel S-10 teve média de R$ 6,21, um recuo de 0,16 % em relação a agosto. “A análise do IPTL mostra que a queda se refletiu nos dois tipos de diesel, com o comum registrando a maior redução no período. Esse movimento ajuda a equilibrar um pouco os gastos do setor de transporte, que sente de forma direta qualquer oscilação no preço do combustível”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade. Na análise individual de cada região do País em setembro, o Nordeste se destacou como a única região a registrar aumento para o diesel comum, de 0,16% (R$ 6,17), A maior queda para o tipo comum do diesel foi registrada no Norte, de 0,74% (R$ 6,71). Para o tipo S-10, a maior queda foi identificada no Sul, de 0,33% (R$ 6,04). Já os menores preços do País entre as regiões foram registrados no Sul: R$ 5,99 para o tipo comum, após queda de 0,17%, e R$ 6,04 para o S-10 (-0,33%). Os preços de diesel comum e S-10 mais altos do País em setembro foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,71 (-0,74%), e R$ 6,59 (-0,15%), respectivamente.  No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em setembro foi registrada no Acre, de R$ 7,59 (estável). A Paraíba, o Paraná e o Rio Grande do Sul aparecem como os estados onde os motoristas encontraram o diesel comum mais em conta em setembro: a R$ 5,98, em média, nos três estados. A Bahia, por sua vez, apresentou a alta mais significativa do País para o diesel comum, de 1,96%, comercializando o combustível por R$ 6,25, em média. O combustível teve sua maior queda no mês registrada no Amazonas, de 2,54%, sendo comercializado, em média, por R$ 6,51. Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em setembro também foi o do Acre: R$ 7,48, após uma queda de 0,93% ante agosto, o maior recuo entre estados no mês. Em Pernambuco, foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 5,92, após recuo de 0,67% no valor do combustível no estado. Em Rondônia foi registrada a maior alta para o diesel S-10, de 0,46%.  O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. 

Futuro do diesel: poder público e setor privado alinham padrões e boas práticas 

O debate sobre combustíveis nunca esteve tão quente no Brasil. Com as mudanças recentes na legislação de misturas de diesel e biodiesel, a eficiência energética e a qualidade do combustível se tornaram pautas centrais para o futuro da mobilidade e da competitividade do setor. É nesse cenário que será realizado a primeira edição do Workshop Diesel de Qualidade: Boas Práticas em Foco, que acontece em Campinas (SP), no dia 14 de outubro de 2025. O evento contará com a presença de Gilles-Laurent Grimberg, CEO da Actioil do Brasil e CTO da Actioil Internacional e um dos maiores especialistas no tema. O workshop leva ao encontro sua experiência técnica e a missão de disseminar pelo país as melhores práticas no armazenamento, transporte, manuseio e recebimento do diesel. Participar desta primeira edição é um compromisso estratégico com a eficiência energética, a preservação ambiental e a proteção dos motores e equipamentos que movem o Brasil. Durante o evento, o público poderá vivenciar de perto a diferença entre um combustível bem cuidado e outro contaminado. Frascos de diesel limpo e contaminado, filtros saturados e tanques de armazenamento estarão expostos para ilustrar de forma prática as consequências da má conservação. “Mais do que falar de qualidade, queremos mostrar o que acontece na realidade e como cada detalhe faz diferença”, adianta Gilles, um dos palestrantes do evento. A expectativa é de reunir cerca de 100 visitantes entre técnicos, mecânicos, revendedores de diesel e especialistas em qualidade, criando um espaço de troca de experiências e aprendizados que extrapola a teoria. “Trata-se de um evento com alma prática e foco em transformar comportamento. Quem participa sai diferente, mais preparado para garantir a eficiência e a durabilidade dos motores”, complementa Gilles. O Workshop terá também a participação de grandes entidades e associações do setor, como ANP, Abiove, Anfavea, CNT, Bosch, Petrobras e representantes de associações de postos, além de especialistas da academia e das montadoras. Essa pluralidade garante que o debate seja não apenas técnico, mas também humano e sistêmico, incluindo todos os elos da cadeia. O evento acontece em um momento estratégico: o Brasil está ampliando a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil, o que aumenta a responsabilidade de todos os agentes envolvidos. Estudos apontam que a má conservação do combustível pode gerar prejuízos expressivos para motores, elevar emissões e impactar diretamente a imagem do setor. “Por isso, é hora de trazer ciência, boas práticas e compromisso para o centro da mesa”, destaca Gilles. Mais do que números ou protocolos, o Workshop promete consolidar uma nova cultura sobre combustíveis no país. Trata-se de um passo inicial de uma caminhada que deverá se multiplicar em outras cidades brasileiras. “Queremos fazer da qualidade do diesel uma bandeira nacional, conectando eficiência, sustentabilidade e credibilidade”, finaliza Gilles. Ficha técnica do eventoWorkshop Diesel de Qualidade: Boas Práticas em FocoData: 14 de outubro de 2025Local: Praça Noel Rosa, 55 – Jardim Chapadão – Campinas (SP)Público esperado:100 participantes (técnicos, mecânicos, especialistas em qualidade, revendedores e consumidores de diesel)Organização e Apoio: Actioil, Abiove, Fecombustiveis, Aprobio, Instituto Legal e Recap.Destaques: vivência prática com exemplos de diesel contaminado, filtros e tanques; debates técnicos sobre qualidade, eficiência e sustentabilidade

COP30 entra na pauta do Seminário de Manufatura da AEA

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) reuniu na quinta-feira, 25, estudantes, engenheiros e profissionais do setor automotivo no X Seminário de Manufatura sob o tema COP 30 e o Papel da Manufatura no Novo Cenário Automotivo Brasileiro. Fernando Villela, um dos coordenadores do evento, iniciou os trabalhos do dia com a introdução da pauta, na qual os desafios da descarbonização e os novos arranjos produtivos seriam fios condutores de apresentações e debates para deixar uma provocação ao questionar modelos de produção: “Vale a pena produzir no Brasil? E de que maneira?” Com seminário aberto, Alessandro Rizzato, gerente de Transição Energética da Confederação Nacional da Indústria (CNI), trouxe o engajamento da entidade nos palcos de debate do clima ao longo dos anos com o objetivo de promover uma transição mais justa por meio do setor privado. Como porta-voz da confederação que representa 930 mil indústrias de todos os ramos, Rizzato destacou ações que potencializam a agenda climática positiva sustentada em impactos econômicos e sociais, além de colaborativa em vista a reforçar soluções e defender clareza nos mecanismos financeiros. “O setor privado surge na cena para avançar discussões e catalisar ações. A partir das COP, os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento triplicaram e já se conhece 73 instrumentos de precificação de carbono em operação”, observou Rizzato. “A COP 30 deverá marcar ponto de inversão da discussão para a implementação de soluções.” Inteligência Artificial e Internet das Coisas – O raciocínio inovador que ressaltou o representante da CNI é a base para inciativa da AEA por meio do Desafio de IA e IoT. Anderson Borille, do Conselho Diretor da AEA, aproveitou o evento para apresentar o projeto que provoca jovens matriculados na rede pública dos ensinos médio e fundamental do País para conceberem soluções baseadas na Inteligência Artificial e Internet das Coisas. Em sua sexta edição, a ação já impactou mais de 500 estudantes. “Não se trata de um mero desafio. É um projeto social, afinal, são jovens que irão liderar a próxima transição industrial. Também não é só o aprendizado do uso de IA e IoT, mas exige a visão de negócio.” O futuro, aliás, é preocupação atual do papel que a indústria automotiva desempenhará. Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura e Materiais da AEA, contribui com a discussão na palestra Verticalização da Cadeia de Suprimentos. Sua apresentação visitou o passado com as revoluções industriais, as transformações nos modelos de negócio e processos produtivos para trazer reflexões a respeito de eficiência, competitividade e vocações regionais. “A depender do período, decisões entre fazer e comprar esteve e estarão em jogo. Mas para ser competitivo não posso comprar o que sei fazer melhor. Cabe ainda aproveitar vantagens regionais. O Brasil, por exemplo, é rico em recursos naturais e energia limpa. Estamos nos beneficiando disso? Vamos conseguir transferir o que se precisa para ser competitivo?”, questionou Sakuramoto. Competências para produzir melhor e garantir competitividade foi exemplo trazido por Rodrigo Marino, gerente sênior de Negócios e Operações Automotivas da Flex, fabricante de componentes eletrônicos. Sob o tema Compartilhamento de Operações Fabris, o executivo apresentou radiografia da empresa e como tem aproveitado tecnologias para se destacar como fornecedora da indústria, em especial IA e IoT. “A pandemia acelerou a automação. Hoje, antes mesmo da linha física, podemos simular a produção, ajustar processos e definir módulos. Assim, projetamos ganhos de produtividade e qualidade, em exemplos até sem o toque humano”, resumiu Marino. A evolução, no entanto, também é a base de desafios da indústria, como a descarbonização no setor. Leonardo Amaral, gerente de Compliance Regulatório da Stellantis, ampliou a discussão com um olhar além da fronteira das montadoras na palestra Clusterização e parque de fornecedores. O executivo contextualizou o cenário em meio às exigências de mais eficiência energética, mais segurança, complexidade logística e necessidade de priorizar e a economia circular. Uma conjuntura na qual a conta da descarbonização não fecha. “Trata-se do planeta. O carvão, por exemplo, continua sendo produzido para gerar energia. Sem nenhuma política que garanta redução do aquecimento global, o aumento será de 4 graus na crosta da terra. A meta, do acordo de Paris, é não passar de 1,5 grau.” Amaral lembrou que o setor de transporte não é maior emissor, mas encaminha regulamentações para minimizar as emissões, com o Brasil como pioneiro a encabeçar política de redução de carbono do “Berço ao Túmulo”, além da vantagem do etanol. “Não se trata apenas do que sai do escapamento, mas também de calcular a pegada de carbono em toda a cadeia, da extração da matéria-prima ao descarte. Temos uma necessidade global de introduzir um padrão de cálculo para todos falarem a mesma língua. Um produto produzido com menos carbono já começa a se apresentar como mais competitivo.” Na parte da tarde, tributação em debate – Descarbonizar o setor também passa por um novo modelo de atuação, tema explorado em mesa redonda intitulada Reconfiguração da Cadeia de Fornecimento Global e Efeito da Tributação na Descarbonização com participação de Juan Padial, da KPMG, Ailson Marques, da Astemo, Rafael Ceconello, da Toyota, e Luís Carlos Di Serio, da FGV O debate foi mediado pelo professor Marcelo Massarani, que dividiu o encontro em subtemas com foco nas ações prioritárias na cadeia de fornecimento para alinhar custos, suprimento e descarbonização. Juan Padial falou sobre cadeia global e os desafios brasileiros, abordando, entre outros assuntos, o tarifaço dos Estados Unidos. “Como tudo, tem sempre os dois lados da moeda. Riscos e oportunidades”, disse. Dentre os desafios, destacou a dependência externa de alguns componentes, como os semicondutores, e os gargalos logísticos, que encarecem os produtos. Nesse último caso, contudo, sugeriu uma saída: a compra de matérias-primas, como o aço, por exemplo, em países mais próximos, como a Argentina. “Não é preciso recorrer aos Estados Unidos ou Europa”, observou, lembrando que a abertura de novas rotas marítimas, no momento, gera novas oportunidades de compras regionais. Ailson Marques, da Astemo, comentou sobre a importância da redução de desperdícios e foco na Indústria 4.0 na busca por maior competitividade. Também falou sobre a necessidade de os

Anfavea defende teto de 5% para Imposto Seletivo, sob risco de alta na carga tributária e pressão sobre preço dos automóveis

Preocupada em proporcionar previsibilidade às empresas e evitar a elevação da carga tributária sobre o setor, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) defende a definição de um teto de 5% para o Imposto Seletivo que será cobrado sobre automóveis e demais veículos leves. Um nova etapa da regulamentação da Reforma Tributária será votada nesta quarta-feira pelo Senado. O texto que será apreciado pelos senadores já contempla a fixação de um limite máximo para outros segmentos da economia. “Não estamos pedindo tratamento especial, mas que seja estendido ao setor a mesma lógica já aplicada a outros setores sujeitos ao Imposto Seletivo. O governo prometeu um imposto regulatório e corremos o risco de ter uma nova base de tributação em patamares elevadíssimos, o que pode encarecer os automóveis, penalizando os consumidores”, afirmou Igor Calvet. Dentro do teto de 5% proposto pela Anfavea, o estímulo a tecnologias menos poluentes seguirá intacto, com faixas de alíquotas menores dentro desse limite, de acordo com o nível de emissão de cada veículo. Ao alargar o entendimento do que seriam produtos nocivos à saúde para formular o Imposto Seletivo, o governo colocou bens sabidamente prejudiciais, caso de cigarros e bebidas alcoólicas, ao lado de um item essencial à população: o automóvel. Agora, arrisca-se a penalizar duplamente o setor automotivo e os milhares de empregos que dele dependem. A definição de um teto já foi feita no caso de bens minerais e ocorrerá agora para o segmento de bebidas açucaradas, dando a esse setor a necessária previsibilidade sobre a carga tributária final. Já o setor automotivo, responsável por investimentos bilionários e com peso fundamental nas exportações industriais brasileiras, corre o risco de ficar sem referência sobre sua tributação. Na ausência de uma trava, o imposto extra começará em 10% e poderá chegar a 35%, o que inibirá a compra de veículos novos, mais seguros e menos poluentes. O resultado pode ser o oposto da ideia original do tributo, pois estimulará o mercado de carros usados, incluindo os chamados “velhinhos”, atrasando a necessária renovação da frota nacional – isso, sim, algo altamente nocivo à saúde da população. “O Senado tem a chance de corrigir essa distorção ao definir um teto de 5% para o Imposto Seletivo dos automóveis. O teto mantém a atual arrecadação do governo e dará segurança para que os fabricantes mantenham os R$ 190 bilhões de investimentos prometidos para os próximos anos”, explicou Igor Calvet.

Diesel inicia setembro até 0,48% mais barato

Tipo comum do combustível foi comercializado, em média, a R$ 6,17 na primeira quinzena do mês, enquanto o S-10 recuou para R$ 6,21 De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel comum e o S-10 tiveram, na primeira quinzena de setembro, recuos de 0,48% e 0,16% em seus respectivos preços médios na comparação com período equivalente de agosto, custando R$ 6,17 e R$ 6,21, respectivamente. “Os preços do diesel iniciaram setembro em queda, mantendo um cenário de maior estabilidade no mercado. O diesel comum apresentou recuo mais expressivo do que o S-10, mas ambos seguem em patamares próximos. Essa proximidade entre os dois tipos do combustível tende a influenciar a escolha dos motoristas e das empresas no momento do abastecimento”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade. Na análise por regiões, nota-se que, em comparação com a primeira quinzena de agosto, a maioria das regiões acompanharam a média nacional e registraram leves quedas no preço do diesel. Entre essas regiões, o destaque ficou com o Sul, que apresentou a maior queda para o tipo S-10, de 0,33%. A maior queda para o tipo comum do diesel ocorreu no Norte, de 1,18%. O Sudeste foi a única região a registrar estabilidade para os dois tipos de diesel no período. O Norte seguiu com as médias mais altas entre as regiões: R$ 6,71 para o diesel comum e R$ 6,59 para o S-10.  As médias mais baratas foram as do Sul:  R$ 5,99 para o tipo comum e R$ 6,04 para o S-10. Na avaliação por estados, o destaque da primeira quinzena de setembro seguiu sendo o Acre. Após registrar alta de 0,13%, o tipo comum alcançou o valor de R$ 7,60 no estado e seguiu como o mais caro do Brasil, assim como o S-10, que apresentou redução de 0,66%, caindo para R$ 7,49. A maior redução para o diesel comum no País aconteceu no Amazonas, onde o preço médio do combustível recuou 4,27%, chegando a R$ 6,50. Já o maior recuo para o diesel S-10 ocorreu no Rio Grande do Sul: de 0,82%, fazendo o combustível recuar ao preço médio de R$ 6,03 no estado. O menor preço médio para o diesel comum foi registrado nos postos do Rio Grande do Sul: R$ 5,97, após recuo de 0,83% na comparação com a primeira quinzena de agosto. Já a média mais em conta para o S-10 foi a de Pernambuco, de R$ 5,92 (-0,67%). Vale destacar também que a maior alta para o diesel comum foi registrada em Alagoas. No estado, o combustível subiu 1,44%, elevando o preço médio para R$ 6,34. O S-10 teve sua maior alta, de 1,10%, no Piauí, onde o preço médio chegou a R$ 6,46. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. 

A Reparação do Futuro: da chave de boca ao software embarcado

Por Carla Nórcia O setor de reparação automotiva está vivendo uma transformação silenciosa, mas profunda. Se no passado o mecânico era reconhecido pelo domínio em motores a combustão e pela habilidade de “ouvir” o carro para identificar problemas, hoje a oficina virou quase um laboratório tecnológico. Com a chegada de máquinas agrícolas conectadas e de veículos híbridos e eletrificados nas ruas, o perfil do reparador mudou: ele precisa dominar não apenas porcas e parafusos, mas também algoritmos, sensores e softwares embarcados. Essa mudança tem um ponto de partida concreto: a tecnologia chegou para ficar. O híbrido, que há pouco tempo parecia distante da realidade brasileira, já é parte das frotas urbanas e começa a ser o carro do dia a dia em grandes cidades. Ele combina dois mundos – o motor a combustão e o sistema elétrico – e exige do reparador um conhecimento híbrido também. Não basta trocar óleo ou substituir filtros; é preciso entender comandos digitais, protocolos de comunicação e até noções de cibersegurança automotiva. No bastidor das oficinas, o cenário é desafiador. Muitos profissionais que cresceram na era mecânica tradicional agora se deparam com scanners, centrais eletrônicas e atualizações de software que lembram mais a bancada de TI do que uma oficina. Esse choque de realidade cria uma linha tênue: ou o mecânico se atualiza e se torna um “tecnólogo da mobilidade”, ou corre o risco de perder espaço para novas gerações que já chegam ao mercado falando a linguagem digital. Além das oficinas e concessionárias, as próprias retíficas de motores também entram nessa onda de transformação. Tradicionalmente focadas em processos mecânicos pesados — como usinagem, ajustes de bloco e cabeçote — elas agora precisam dialogar com um novo tipo de demanda: motores híbridos e eletrificados. Ainda que esses propulsores mantenham componentes convencionais, como pistões e virabrequins, trazem sistemas eletrônicos sofisticados que interagem diretamente com a mecânica. Isso significa que o retificador do futuro não será apenas um especialista em precisão metalúrgica, mas também um parceiro estratégico na manutenção de motores inteligentes, integrando conhecimento de software, calibração eletrônica e sustentabilidade na reparação. A repercussão é direta na cadeia produtiva. Concessionárias, centros técnicos e entidades de classe como SENAI e Sindirepa já sentem a pressão por novos cursos, certificações e treinamentos. O aftermarket brasileiro movimenta bilhões, mas sofre com a escassez de mão de obra preparada para atender esse novo parque circulante. O problema não é só nacional: países europeus também enfrentam gargalos na formação de técnicos capazes de lidar com a eletrônica veicular de ponta. A ação necessária é clara: investir em capacitação contínua, criar trilhas de aprendizado que unam teoria e prática e, sobretudo, reconhecer o mecânico como peça estratégica da transição energética. Ele deixa de ser apenas “quem conserta” e passa a ser um guia tecnológico do motorista, alguém capaz de traduzir a complexidade de um híbrido para o consumidor comum. É um salto de protagonismo. O futuro da mobilidade não será apenas elétrico ou híbrido. Ele será múltiplo, conectado e inteligente. Mas, em qualquer cenário, haverá um ponto comum: o mecânico preparado, atualizado e valorizado será tão indispensável quanto a própria inovação.

ANFAPE reforça apoio à Semana Nacional do Trânsito e destaca ações pela segurança veicular e liberdade de reparação

Entidade reconhece que a segurança no trânsito começa com veículos em boas condições de uso e com peças de qualidade comprovada A ANFAPE – Associação Nacional dos Fabricantes e Comercializadores de Autopeças para o Mercado de Reposição se une à mobilização nacional da Semana Nacional do Trânsito 2025, promovida em todo Brasil pela Senatran, de 18 a 25 de setembro, que este ano tem como tema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”. A campanha visa conscientizar sobre os riscos da imprudência e da pressa, e promover uma cultura de respeito e responsabilidade nas vias. Para o setor automotivo, a segurança viária está diretamente ligada à qualidade das peças utilizadas na manutenção e reparação dos veículos. Nesse contexto, a ANFAPE destaca sua atuação em três frentes estratégicas: Segundo dados recentes, o Brasil já registrou mais de 453 mil sinistros de trânsito em 2025, com cerca de 7.500 mortes. A maior parte das vítimas são motociclistas, que representam 40% dos óbitos. Esses números reforçam a urgência de ações integradas entre governo, sociedade civil e setor produtivo. A ANFAPE reafirma seu compromisso com a segurança veicular, com a liberdade de escolha do consumidor e com o fortalecimento de um mercado de reposição ético, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais. Como ressalta o Diretor de Comunicação da entidade, Ronaldo Teffeha, ao longo de quase duas décadas de sua existência a ANFAPE sempre tem apoiado iniciativas e eventos que defendem a segurança dos motoristas e de suas famílias, salvando e preservando o bem mais precioso: a vida! “Os nossos associados são fabricantes de autopeças que têm esse mesmo objetivo e para isso garantem a qualidade das peças que fabricam. Contem sempre com o apoio da ANFAPE”, afirma Teffeha. Desacelerar é salvar vidas. E a ANFAPE está ao lado de quem escolhe a responsabilidade como caminho.

Dia Mundial Sem Carro lembra a importância da mobilidade consciente

No dia 22 de setembro o mundo inteiro para, ao menos simbolicamente, para refletir sobre o impacto que o uso excessivo dos automóveis causa nas cidades e no planeta. É a celebração do Dia Mundial Sem Carro, uma data que nasceu na Europa nos anos 1990 como um convite à mudança de hábitos. Mais do que um gesto isolado, trata-se de um movimento global de conscientização sobre mobilidade, sustentabilidade e qualidade de vida. A origem remonta a experiências pioneiras em cidades como La Rochelle, na França, que organizou em 1997 a primeira grande ação oficial pedindo à população que deixasse o carro em casa por um dia. A ideia se espalhou rapidamente pelo continente europeu e, a partir dos anos 2000, ganhou adesão em países das Américas, Ásia e África, até se tornar um marco internacional do calendário de sustentabilidade. A comemoração não se limita a simplesmente não dirigir. Em muitas cidades, ruas são fechadas para automóveis e abertas para pedestres, ciclistas, patinetes e transporte coletivo. Festivais culturais, passeios ciclísticos e ações educativas integram a programação, mostrando que o espaço urbano pode ser mais democrático, seguro e saudável quando o carro não ocupa o centro das atenções. No Brasil, capitais como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Recife já realizaram intervenções urbanas no Dia Sem Carro, promovendo atividades que estimulam a reflexão sobre poluição, congestionamentos e o excesso de tempo perdido no trânsito. A mensagem é clara: a data não é contra o automóvel em si, mas a favor de uma convivência equilibrada entre diferentes meios de transporte. O grande recado do Dia Mundial Sem Carro é que pequenas escolhas individuais podem gerar grandes transformações coletivas. Deixar o carro em casa um dia por semana, optar pela bicicleta, usar o transporte público ou dividir carona são atitudes que ajudam a reduzir emissões, economizar energia e humanizar a vida nas cidades. Mais do que um evento no calendário, o 22 de setembro é um convite à ação permanente. Afinal, a mobilidade do futuro precisa ser inteligente, inclusiva e sustentável — e isso só será possível se cada pessoa fizer a sua parte hoje.

Imposto Seletivo aponta para possível aumento de carga tributária e preocupa setor automotivo 

O Imposto Seletivo é um dos temas que mais preocupa o setor automotivo neste momento, trazendo grande grau de imprevisibilidade para fabricantes, fornecedores, distribuidores e toda a cadeia. “Se algo tem tirado nosso sono é esse tributo, previsto no âmbito da Reforma Tributária a partir de janeiro de 2027”, afirmou Igor Calvet, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). “Estamos a menos de um ano e meio do início da vigência das novas regras e ainda não temos ideia da carga tributária que incidirá sobre os nossos produtos. Ao fim, podemos ter aumento de carga de impostos para os automóveis, o que não era a proposta original do governo”, alertou o dirigente. A declaração de Calvet foi feita durante o painel de encerramento do ABX25, evento promovido pela Automotive Business no São Paulo Expo, e endossada pelos outros palestrantes, todos CEOs de grandes empresas: Rafael Chang, da Toyota América Latina, Ciro Possobon, da Volkswagen Brasil, Mauro Correia, da HPE, e Martin Galdeano, da Ford América do Sul, além de Diego Fernandes, COO da GWM Brasil. O Imposto Seletivo deverá incidir de forma complementar a outros tributos sobre automóveis de todos os tipos de motorização, o que, segundo a Anfavea, terá potencial para afastar compradores de modelos novos, prolongando o uso de modelos com maior tempo de rodagem, menos seguros e mais poluentes – totalmente na contramão da atual política industrial do próprio governo federal, o Mover, que incentiva investimentos em produtos cada vez mais limpos e com itens de segurança de última geração. Calvet também destacou a necessidade de avançar rapidamente nas regulamentações do programa Mover. “Temos uma grande lista de normas a serem publicadas. O Mover ainda não é o grande marco, porque ainda não foram concluídas todas as regulamentações. Previsibilidade era e segue sendo a palavra-chave.” Apesar do atual cenário adverso, nenhuma empresa sinalizou até o momento algum tipo de revisão dos investimentos, estimados em R$ 190 bilhões na soma de fabricantes e fornecedores. “Nosso setor é resiliente. Batemos em agosto o recorde de emplacamentos de novas tecnologias, 11% do mercado interno, sendo que um quarto desse montante já é composto por veículos fabricados no Brasil”, finalizou o presidente da Anfavea.

Licenciamento Ambiental Simplificado: o que sua empresa precisa saber

O licenciamento ambiental é uma das ferramentas mais importantes da política ambiental brasileira. Ele garante que empreendimentos e atividades que utilizam recursos naturais ou que possam causar algum tipo de impacto ambiental sejam analisados, monitorados e regulamentados. Embora muitos empresários ainda enxerguem o licenciamento como um processo burocrático e complexo, nos últimos anos surgiram modelos simplificados, que tornam a regularização mais ágil, acessível e proporcional ao porte e ao risco da atividade. O que é o licenciamento ambiental simplificado? O Licenciamento Ambiental Simplificado (LAS) foi criado para facilitar a vida de empreendimentos de baixo impacto ambiental. Ele pode ser realizado por meio de uma única licença, geralmente com análise mais rápida e menos exigências técnicas em comparação ao processo tradicional. Entre as principais vantagens estão:– Agilidade no processo: análise em prazos reduzidos;– Menor custo: taxas e estudos técnicos proporcionais ao porte do empreendimento;– Segurança jurídica: a empresa fica regularizada e evita multas ou embargos;– Oportunidade de crescimento: a regularização abre portas para financiamentos, licitações e parcerias. Quem precisa se preocupar com isso? Empresas como oficinas mecânicas, postos de combustíveis, indústrias , estabelecimentos de saúde, comércio e serviços que gerem resíduos ou emissões devem ficar atentas. Mesmo em atividades de baixo impacto, o licenciamento é obrigatório. A ausência do documento pode gerar penalidades graves e afetar a imagem da empresa. Licenciamento como estratégia, não só obrigação Na Judi Cantarin Assessoria de Negócios, defendemos que o licenciamento não deve ser tratado apenas como uma exigência legal, mas como parte da estratégia empresarial. Quando bem conduzido, o processo:– Integra equipes internas, que passam a compreender a importância da conformidade ambiental;– Fortalece a relação com clientes, mostrando comprometimento com práticas responsáveis;– Reduz riscos e custos, evitando autuações e interrupções nas operações;– Cria diferenciais competitivos, posicionando a empresa como sustentável e confiável. Conclusão O Licenciamento Ambiental Simplificado é uma oportunidade de alinhar a sua empresa à legislação sem complicação, trazendo benefícios que vão muito além do compliance. Tratar o licenciamento como parte da gestão estratégica ambiental é investir em credibilidade, sustentabilidade e crescimento. Em um mercado cada vez mais exigente, estar regularizado não é apenas cumprir a lei  é construir vantagem competitiva. Judi CantarinConsultora em Gestão Estratégica e AmbientalJudi Cantarin Assessoria de Negócios