Qualidade das rodovias brasileiras melhora em 2025

Levantamento registra avanço dos trechos bons e queda relevante das vias ruins ou péssimas, com impacto direto na segurança de quem vive da estrada As estradas brasileiras não são apenas corredores logísticos. São, todos os dias, o ambiente de trabalho de milhões de motoristas profissionais e a espinha dorsal de uma economia que depende do transporte rodoviário para fazer o país circular. Quando a qualidade do asfalto melhora, o efeito aparece na prática, no tempo de viagem, no custo operacional e, principalmente, na segurança. É esse o retrato da Pesquisa CNT de Rodovias 2025, que avaliou 114.197 quilômetros de rodovias pavimentadas e registrou avanço em relação a 2024. A proporção de trechos classificados como ótimos ou bons subiu para 37,9%, ante 33% no ano anterior. Já os trechos avaliados como ruins ou péssimos caíram de 26,6% para 19,1%. A categoria regular manteve patamar semelhante, com 43% em 2025. Segurança viária começa na condição da estrada A pesquisa também aponta redução de pontos críticos, que passaram de 2.446 em 2024 para 2.144 em 2025, indicando melhora em ocorrências associadas a buracos grandes, erosões e quedas de barreira. O levantamento analisou 22 variáveis relacionadas ao pavimento, à sinalização e à geometria da via, com metodologia 100% digital e uso de novas tecnologias e inteligência artificial. Para o Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), os números reforçam um ponto central: rodovia bem cuidada significa menos risco e mais previsibilidade para quem trabalha na boleia, especialmente em operações que exigem regularidade, controle de tempo e redução de perdas. “Quando uma rodovia recebe manutenção de verdade, o motorista sente na hora. Quando não está bem cuidada, ele sente antes ainda”, afirma José Ronaldo Marques da Silva, o Boizinho, presidente do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg). “A estrada precisa oferecer previsibilidade. Sem isso, quem vive da boleia trabalha sempre em desvantagem.” O Sinaceg é uma entidade patronal que congrega uma cadeia de 5.000 trabalhadores diretores envolvidos no transporte de veículos zero quilômetro. Gestão contínua reduz custo, risco e atraso Ao detalhar o desempenho por tipo de gestão, o estudo mostra redução dos trechos ruins tanto em rodovias concedidas quanto em rodovias públicas. Entre as concedidas, 618 quilômetros foram classificados como ruins em 2025, ante 1.609 km em 2024. Nas rodovias públicas, houve redução de 23,3% nos trechos avaliados como ruins. A CNT atribui o resultado à expansão das concessões e ao melhor direcionamento de recursos na malha pública. Ao apresentar os dados, o presidente da Confederação, Vander Costa, defendeu a manutenção de investimentos públicos e a diretriz de “privatizar o que for possível”, preservando atenção às regiões com menor atratividade econômica para o setor privado. Na avaliação do Sinaceg, a melhora registrada em 2025 é positiva, mas o país ainda convive com uma extensão significativa de rodovias em condição regular, cenário que pressiona custos e amplia a exposição ao risco. Em um país em que o transporte rodoviário concentra grande parte do fluxo de mercadorias e onde motoristas profissionais sustentam a rotina logística diariamente, a qualidade do pavimento não é um detalhe técnico, mas um fator direto de segurança pública e produtividade. Para Márcio Galdino, diretor regional do Sinaceg, essa agenda deve ser tratada como política permanente, com planejamento e continuidade na conservação, evitando ciclos de melhora pontual seguidos por degradação. “Rodovia boa não é luxo. É condição mínima para que o transporte de veículos aconteça com segurança e previsibilidade. Quando a estrada melhora, reduz acidente, reduz custo, reduz atraso. Quando fica no regular, o risco e o prejuízo continuam rondando a operação”, afirma Galdino, diretor regional do Sinaceg. A pesquisa também aponta redução de pontos críticos, que passaram de 2.446 em 2024 para 2.144 em 2025, indicando melhora em ocorrências associadas a buracos grandes, erosões e quedas de barreira. O levantamento analisou 22 variáveis relacionadas ao pavimento, à sinalização e à geometria da via, com metodologia 100% digital e uso de novas tecnologias e inteligência artificial. Para o Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), os números reforçam um ponto central: rodovia bem cuidada significa menos risco e mais previsibilidade para quem trabalha na boleia, especialmente em operações que exigem regularidade, controle de tempo e redução de perdas. “Quando uma rodovia recebe manutenção de verdade, o motorista sente na hora. Quando não está bem cuidada, ele sente antes ainda”, afirma José Ronaldo Marques da Silva, o Boizinho, presidente do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg). “A estrada precisa oferecer previsibilidade. Sem isso, quem vive da boleia trabalha sempre em desvantagem.” O Sinaceg é uma entidade patronal que congrega uma cadeia de 5.000 trabalhadores diretos envolvidos no transporte de veículos zero quilômetro. Gestão contínua reduz custo, risco e atraso Ao detalhar o desempenho por tipo de gestão, o estudo mostra redução dos trechos ruins tanto em rodovias concedidas quanto em rodovias públicas. Entre as concedidas, 618 quilômetros foram classificados como ruins em 2025, ante 1.609 km em 2024. Nas rodovias públicas, houve redução de 23,3% nos trechos avaliados como ruins. A CNT atribui o resultado à expansão das concessões e ao melhor direcionamento de recursos na malha pública. Ao apresentar os dados, o presidente da Confederação, Vander Costa, defendeu a manutenção de investimentos públicos e a diretriz de “privatizar o que for possível”, preservando atenção às regiões com menor atratividade econômica para o setor privado. Na avaliação do Sinaceg, a melhora registrada em 2025 é positiva, mas o país ainda convive com uma extensão significativa de rodovias em condição regular, cenário que pressiona custos e amplia a exposição ao risco. Em um país em que o transporte rodoviário concentra grande parte do fluxo de mercadorias e onde motoristas profissionais sustentam a rotina logística diariamente, a qualidade do pavimento não é um detalhe técnico, mas um fator direto de segurança pública e produtividade. Para Márcio Galdino, diretor regional do Sinaceg, essa agenda deve ser tratada como política permanente, com planejamento e continuidade na conservação, evitando ciclos de melhora pontual seguidos por degradação. “Rodovia boa não é luxo. É condição mínima para que o transporte de veículos aconteça com segurança e
BNDES abre programa de R$ 10 bi para renovação da frota de caminhões

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá iniciar a operacionalização do Programa BNDES Renovação de Frota para apoio à aquisição de caminhões novos, mais eficientes e menos poluentes, credenciados no BNDES e seminovos que atendam os requisitos ambientais alinhados ao Proconve 7, fabricados a partir de 2012. Esta iniciativa contribuirá para execução da política pública voltada para descarbonização, modernização logística e inclusão produtiva. Os caminhoneiros autônomos, cooperados e empresas transportadoras rodoviárias de carga poderão buscar a rede de instituições financeiras parceiras, credenciadas ao BNDES, a partir de 23 de dezembro de 2025. “O modal rodoviário ainda é o maior no país, representando 68% da matriz de transporte. A medida adotada pelo presidente Lula e confiada ao BNDES, por sua capacidade de fazer o crédito chegar à ponta com agilidade, promoverá a renovação da frota, com veículos novos e mais sustentáveis, garantirá maior segurança aos motoristas nas estradas brasileiras e impulsionará a indústria nacional a produzir e a gerar empregos”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. O programa terá a disponibilidade de R$ 10 bilhões, sendo R$ 6 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 4 bilhões em recursos captados pelo Banco a taxa de mercado, o que permitirá um custo financeiro mais acessível aos clientes com taxa de juros entre 13% e 14% ao ano. O objetivo é ampliar a oferta de crédito para apoiar a retomada da indústria nacional de caminhões. As condições financeiras para acesso ao crédito foram definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), na última sexta-feira, 19. O Programa oferecerá um prazo de pagamento de até 60 meses, com carência de até 6 meses, oferecendo previsibilidade e fôlego financeiro aos clientes. O valor máximo do financiamento será de até R$ 50 milhões por beneficiário. Dos recursos disponíveis, R$ 1 bilhão será reservado exclusivamente para transportadores autônomos e pessoas físicas ligadas a cooperativas, reforçando o caráter social e inclusivo da iniciativa. A autorização do uso de recursos do Tesouro para linhas de financiamento para aquisição de caminhões novos ou seminovos, para renovação de frota, foi feita por meio da Medida Provisória 1.328, publicada em 17 de dezembro de 2025. Fonte: Agência BNDES de Notícias
Nissan Kait é um dos veículos mais seguros do segmento

Modelo fabricado no Complexo Industrial da marca japonesa em Resende (RJ) tem 17 sistemas e equipamentos que garantem tranquilidade na condução Com design expressivo e espaço interno de sobra para passageiros e bagagens, o novo Nissan Kait também preza pela segurança de seus ocupantes. Para isso, o modelo conta com 17 equipamentos e sistemas que monitoram, respondem e atuam para deixar a condução mais segura e, os ocupantes, tranquilos. Eles formam as três linhas de defesa do avançado sistema Nissan Safety Shield, o “escudo de segurança” da marca japonesa. Para monitorar o veículo e ajudar a evitar colisões e outros riscos, o novo Nissan Kait faz uso de oito equipamentos, com destaque para o Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), o Alerta de Ponto Cego (BSW), o Alerta de Colisão Frontal (FCW) e o Alerta Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDW). Na linha de defesa tecnológica, que visa responder aos imprevistos, o Nissan Kait é equipado com três sistemas inéditos para um Nissan no Brasil na faixa de mercado onde ele atua: Assistente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDP); Assistente Inteligente de Frenagem e Detecção de Pedestre (P-FEB) e o Controle de Cruzeiro Adaptativo de Velocidade e Distância (ICC). Caso uma colisão seja iminente, o veículo conta, como parte da última linha de defesa, com cintos traseiros com pré-tensionadores e limitador de carga e seis airbags (2 frontais + 2 laterais + 2 de cortina), todos de série desde a opção de entrada. Como reforço extra para a segurança, o modelo possui estrutura do assoalho “Anti-Submarine”, que ajuda a manter a posição dos passageiros atrás e a evitar o deslizamento deles pelo cinto de segurança em uma colisão; e sensores de pressão nas portas dianteiras. Além disso, os bancos dianteiros com o exclusivo sistema Zero Gravity, da Nissan, contam com apoios de cabeça desenvolvidos para reduzir o movimento da cabeça e pescoço em caso de acidente. Conheça o novo Nissan Kait Com 4,30 m de comprimento, 2,62 m de entre eixos e porta-malas de 432 litros, o Nissan Kait é espaçoso e confortável. Esse interior amplo é emoldurado por um design expressivo e que chama a atenção. O SUV produzido no Complexo Industrial da Nissan em Resende (RJ) tem linhas arrojadas que transmitem dinamismo e uma estética que une funcionalidade e emoção. A frente do modelo é elegante, com um conjunto ótico separado e faróis full led de longo alcance. Enquanto a traseira traz o nome do modelo no centro do porta-malas. Por dentro, o Nissan Kait conta com painel de instrumentos digital de 7 polegadas que é 100% personalizável. A conectividade é destaque com a multimídia de 9 polegadas, disponível nas versões Advance Plus e Exclusive. O equipamento tem tela sensível ao toque com resolução de 1024 x 600 pixels, além de contar com processador de som AK7604, da AKM, para produzir um áudio de alta qualidade. O Nissan Kait é oferecido em quatro versões: Active, Sense Plus, Advance Plus e Exclusive. Todas elas contam com rodas de liga leve aro 17, que vêm equipadas com pneus 205/55. Nas versões Advance Plus e Exclusive elas têm design com estilo mais esportivo, batizado de blades (lâminas). Sob o capô, o Nissan Kait é equipado com um powertrain confiável, o eficiente conjunto formado pelo motor 1.6 16V com a caixa de transmissão XTRONIC CVT. Essa dupla consagrada da Nissan é reconhecida pelos consumidores brasileiros por sua durabilidade, equilíbrio e baixo custo de manutenção. O propulsor desenvolve, com etanol, 113 cavalos de potência a 5.600 rpm e torque de 15,2 kgfm a 4.000 rpm. Abastecido com gasolina, ele tem 110 cavalos a 5.600 rpm e 14,9 kgfm a 4.000 rpm. O resultado é um desempenho eficiente e baixo consumo de combustível.
Honda Automóveis encerra 2025 com crescimento de 13% e registra o melhor resultado em cinco anos

A marca ampliou seu portfólio com o inédito WR‑V e expandiu o segundo turno de produção, fortalecendo sua atuação no mercado brasileiro A Honda Automóveis encerrou 2025 com resultados positivos, registrando crescimento de 13% nas vendas em relação ao ano anterior. Ao todo, foram comercializadas mais de 103 mil unidades entre janeiro e dezembro, o melhor desempenho anual desde 2020. Um dos grandes destaques foi o HR‑V, protagonista de dois recordes no último ano: em junho, o Brasil foi o país com maior número de vendas do modelo, globalmente, registrando mais de 6 mil unidades; e em outubro, bateu recorde de vendas com 6.711 unidades emplacadas, o melhor resultado mensal desde o início da produção e comercialização do modelo, em março de 2015. Além disso, em 2025, ano em que completou 10 anos de produção nacional, o HR‑V alcançou o melhor resultado anual de vendas desde seu lançamento, com mais de 61 mil unidades vendidas, totalizando quase 500 mil unidades comercializadas ao longo de uma década no mercado brasileiro, reforçando sua relevância no segmento de SUVs no Brasil. Outro marco importante foi o lançamento do WR‑V, que já superou 4.500 unidades vendidas desde sua chegada ao mercado, em novembro. O modelo chegou para redefinir o segmento de entrada de SUVs, oferecendo um pacote robusto de tecnologia, conforto e segurança. O veículo é uma das entregas previstas no ciclo de investimentos anunciado em abril de 2024, de R$ 4,2 bilhões até 2030. O WR‑V também inaugurou a Garantia Total de seis anos da marca, sem limite de quilometragem, que a partir desse mês passa a ser válida para todo o portfólio 0km da marca, seja para modelos produzidos no Brasil ou importados, considerando ano/modelo 26/26. Com isso, a Honda se torna a única marca do segmento a oferecer cobertura completa por seis anos, sem restrições. Além de fortalecer a confiança dos consumidores, a iniciativa contribui diretamente para o excelente valor de revenda dos veículos. Ao longo de 2025, além da nova geração do HR-V e do lançamento do WR-V, a marca também apresentou ao mercado a nova versão do Civic Advanced Hybrid e o New City Hatchback Touring Sport. Para concluir o calendário de lançamentos, a Honda anunciou em novembro o retorno de um ícone ao mercado brasileiro: o Prelude, que chegará em sua quarta geração com motorização híbrida, design arrojado e o inovador sistema Honda S+ Shift, ampliando as opções de eletrificação da marca. A comercialização está prevista para o segundo semestre de 2026. “O ano de 2025 foi histórico para a Honda Automóveis, marcado por conquistas que refletem nossa visão estratégica e execução consistente. Consolidamos o HR-V como referência no segmento, lançamos o WR-V com um posicionamento altamente competitivo e introduzimos a Garantia Total de seis anos, um diferencial único no mercado. Seguiremos avançando apoiados em estratégias comerciais voltadas à geração de valor e à construção da confiança extrema de nossos clientes, por meio de nossa sólida rede de concessionárias, pós-venda de excelência e produtos alinhados às necessidades do consumidor brasileiro”, afirma Marcelo C. Langrafe, Head Comercial da Honda Automóveis. Outro destaque do ano foi a comemoração dos 25 anos de atuação do Banco Honda no Brasil. A operação faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Consórcio Honda e corretora de Seguros Honda. Em 2025, as operações de consórcio e financiamento representaram, em média, uma participação de mais de 21% nos automóveis. Produção O avanço das vendas também impulsionou o ritmo produtivo, que alcançou mais de 100 mil unidades produzidas, representando crescimento de 11% em relação a 2024. Para fortalecer a estrutura fabril e atender à crescente demanda pelos produtos da marca, a Honda iniciou um ciclo de 350 contratações no ano passado para complementar o segundo turno das fábricas. Com esses resultados, a empresa alcançou o melhor resultado dos últimos cinco anos, reforçando seu compromisso com produtos inovadores e alinhados às expectativas dos consumidores brasileiros. A produção nacional também é abastecida por energia elétrica 100% limpa, proveniente do parque eólico Honda Energy, localizado no Rio Grande do Sul. Operando há 11 anos, o parque já permitiu que mais de 1,1 milhão de automóveis da marca fossem produzidos no país com energia renovável. Expectativas para 2026 Para 2026, a Honda mantém uma perspectiva positiva para o mercado brasileiro, com foco na expansão do portfólio e no fortalecimento do recém-lançado WR‑V, que já apresenta resultados consistentes desde sua apresentação em outubro de 2025. A empresa seguirá reforçando sua presença no país por meio do ciclo de investimentos até 2030, do aumento da produção e da força de trabalho nas fábricas.
Preços de carros usados sobem mais de 80% desde a pandemia no Brasil

Entre janeiro de 2020 e novembro de 2025, os preços de veículos usados no Brasil acumularam alta de 80,5%, segundo o índice IBV Auto. No mesmo período, os zero-quilômetro subiram 51,9% (IPC-Fipe), mostrando uma valorização muito mais intensa nos seminovos. O fenômeno reflete a migração de consumidores para o mercado de usados após fortes reajustes nos novos durante a pandemia, causados por escassez de componentes e gargalos produtivos. Essa demanda extra pressionou ainda mais os preços dos seminovos. Especialistas do banco BV alertam para cautela: mesmo com sinais de estabilização recente, os valores permanecem elevados, exigindo planejamento financeiro e escolha consciente.
Novo Tera encerra 2025 com quase 50 mil unidades emplacadas

Com sete meses de mercado, o Novo Tera encerrou 2025 com 48.143 unidades vendidas e na liderança de seu segmento, número 8,4% maior que o segundo colocado e 148,8% superior ao terceiro colocado; – Em dezembro, o modelo teve 10.449 unidades emplacadas, sendo o segundo SUV mais vendido, atrás apenas do T‑Cross; – Nota máxima em segurança pelo Latin NCAP e vencedor de prêmios importantes em 2025, o SUV tem tudo para ter mais um ano de destaque em 2026; O Novo Tera fechou 2025 da mesma maneira que começou o ano: em grande estilo. Com apenas sete meses de mercado, o modelo terminou dezembro com 10.449 unidades emplacadas, sendo o segundo SUV mais vendido e o segundo carro de passeio com mais unidades emplacadas no último mês de 2025, atrás apenas do T‑Cross, que foi o líder nos dois quesitos, com 10.721 unidades. Em dezembro, o Novo Tera manteve seu crescimento, encerrando o ano com chave de ouro. Com esse resultado, o modelo fechou 2025 com 48.143 emplacamentos, número que fez o SUV ser o carro mais vendido de seu segmento, mesmo com apenas sete meses de vendas no último ano, desde a abertura das vendas em junho. Na comparação com os dois principais concorrentes, o Tera teve 8,4% a mais de vendas que o segundo colocado, e 148,8% a mais que o terceiro modelo mais vendido de sua categoria. “Desde o início, sabíamos do potencial do Novo Tera, em virtude de reunir tudo aquilo que o cliente busca: design, inovação, tecnologia, segurança, performance e qualidade, por isso o modelo sempre foi chamado de um novo ícone pop. Evidentemente que um ícone é construído pelo seu desempenho no mercado, mas é exatamente isso que o Tera demonstra desde sua estreia. Depois de um início extremamente marcante na abertura das vendas, com 12 mil pedidos em menos de uma hora no Open Doors, o SUV se consolidou como uma força do mercado, e a cada mês cresce mais em vendas. Por isso, a expectativa para 2026 é a melhor possível”, afirma Fernando Silva, Vice-Presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil. Desenvolvido totalmente no Brasil, o Novo Tera marca uma nova era para a Volkswagen. Fabricado em Taubaté (SP), o SUV fez a histórica fábrica, que completa 50 anos em 2026, passar por um processo avançado de modernização. Somente em 2025, o Tera demandou um volume de R$ 3,23 bilhões em compras de peças, e tem 241 fornecedores de peças, sendo que toda a Volkswagen do Brasil tem 414 fornecedores. Sendo assim, 58% dessas empresas abastecem o Novo Tera. Por conta da fabricação do modelo, a planta de Taubaté (SP) teve parte da produção do Polo Track remanejada para a fábrica da Anchieta (SP), primeira planta da empresa fora da Alemanha. O Novo Tera fez com que 260 novos empregos diretos fossem criados em Taubaté, sendo 40% mulheres, além de cerca de 2.600 empregos indiretos, na cadeia de fornecedores, foram criados por conta da produção do modelo. Vencedor nas ruas e na mídia Com quase 50 mil unidades vendidas nos sete primeiros meses de mercado, o Novo Tera conquistou os brasileiros com seu pacote completo em todas as versões, design moderno e segurança embarcada, com o modelo obtendo a nota máxima de segurança do Latin NCAP, com as cinco estrelas. A imprensa especializada corroborou o sucesso do veículo com o público, ao premiar o SUV com importantes premiações ao longo de 2025. Entre os destaques, o Tera foi o vencedor do ‘Qual Comprar’, da Revista Autoesporte, ‘Melhor Compra’, da Revista Quatro Rodas, e ‘Destaque do Ano’, no Prêmio UOL Carros. Confira aqui todas as premiações do Tera em 2025. Com um desempenho sólido e reconhecimento da imprensa e dos consumidores, o Novo Tera inicia 2026 como peça-chave na estratégia da Volkswagen para o mercado brasileiro. A marca seguirá investindo em tecnologia, conectividade e segurança, reafirmando seu compromisso de oferecer soluções que atendam às expectativas e necessidades dos clientes.
Ford reestrutura divisão de veículos elétricos com encargos bilionários e mudança de estratégia

A Ford anunciou uma profunda reestruturação em sua divisão de veículos elétricos, a Model e, com encargos totais de US$ 19,5 bilhões — o maior impacto financeiro já registrado pela empresa nesse segmento. A maior parte desses custos será contabilizada no quarto trimestre de 2025, refletindo anos de prejuízos acumulados e uma adaptação à demanda mais lenta por EVs puros. Após registrar perda de US$ 5,1 bilhões na Model e em 2024 e prever números ainda piores para 2025, a montadora decidiu cancelar projetos ambiciosos, como a picape elétrica da linha F-Series, e redirecionar investimentos para veículos a gasolina, híbridos e tecnologias com retorno mais rápido. O CEO Jim Farley e o chefe da divisão EV, Andrew Frick, justificaram: “A realidade mudou, e estamos redirecionando investimentos para áreas com maior retorno”. Principais Mudanças na Produção Dos US$ 19,5 bilhões em encargos, cerca de US$ 5,5 bilhões afetarão o caixa real, principalmente em 2026. Apesar das perdas nos EVs, a Ford revisou para cima sua previsão de lucro ajustado para 2025, agora em US$ 7 bilhões. Visão para o Futuro A empresa mira lucratividade na Model e até 2029, apostando em veículos elétricos menores e mais acessíveis a partir de 2030, além de crescimento no mercado de armazenamento de energia — que explodiu 50% em 2025, impulsionado por data centers de IA. Até o fim da década, a Ford espera que metade de suas vendas globais venha de híbridos, EVs com maior alcance e modelos plug-in, contra os atuais 17%. Essa guinada reflete um cenário mais desafiador para os elétricos puros, influenciado por mudanças políticas nos EUA e concorrência global, forçando a Ford a equilibrar transição verde com resultados financeiros imediatos.
Volkswagen tem ano histórico e celebra premiações em 2025

– Lançamentos bem-sucedidos, reconhecimentos dentro e fora do setor automotivo e excelência em segurança marcaram o ano da Volkswagen do Brasil; – Com protagonismo do VW Tera e resultados consistentes de todo o portfólio, o fabricante celebra um ciclo de conquistas que reforça a confiança do consumido brasileiro; – Design, engenharia e produção brasileira foram extremamente reconhecidos por prêmios relevantes e pelo desempenho no mercado. A Volkswagen do Brasil encerra 2025 com um balanço altamente positivo de seu portfólio de produtos e iniciativas corporativas, um ano marcado por forte desempenho comercial, amplo reconhecimento dentro e fora do setor automotivo e conquistas importantes em segurança veicular. Ao longo do ano, a marca foi premiada por importantes publicações, entidades especializadas e pelo próprio mercado, reforçando a confiança dos consumidores e a solidez da estratégia de produto e institucional da Volkswagen no País. Por Produto, o grande destaque do ano foi, sem dúvidas, o Volkswagen Tera, modelo lançado em 2025 e que rapidamente se consolidou como um dos principais protagonistas do mercado brasileiro. Planejado, desenvolvido e produzido no Brasil, o VW Tera reúne design nacional, engenharia local, elevados padrões de qualidade e tecnologia alinhada às demandas do consumidor brasileiro. Em poucos meses, o modelo acumulou resultados expressivos em vendas e uma sequência relevante de prêmios, tornando-se definitivamente o lançamento mais bem-sucedido do ano. Ao longo de 2025, o Tera figurou entre os modelos mais vendidos do País, alcançando posições de liderança em seu segmento em diferentes períodos e demonstrando desempenho consistente desde os primeiros meses de comercialização. Essa performance comercial foi acompanhada por amplo reconhecimento editorial e do mercado, refletindo a rápida aceitação do modelo pelos consumidores brasileiros. Além de vencer os principais comparativos realizados pela imprensa especializada, entre os principais reconhecimentos recebidos pelo Volkswagen Tera estão o prêmio ‘Qual Comprar’, da revista Autoesporte, na categoria SUV de entrada; o prêmio ‘Melhor Compra’, da revista Quatro Rodas, entre os SUVs até R$ 150 mil; o ‘Prêmio AutoData’ na categoria Automóveis e Picapes; além de distinções como ‘Melhor Carro do Ano’ pelo Top Car TV 2025, ‘Melhor SUV Urbano’ pelo Trend Car (Portal Terra), ‘Melhor Carro Nacional’ pelo Car Awards (Car Magazine) e ‘Melhor SUV pelo Mobilidade Estadão’, do jornal O Estado de S. Paulo. O modelo também foi eleito ‘Destaque do Ano’ e ‘Melhor SUV Compacto’ no Prêmio UOL Carros 2025, além de figurar tanto como o carro mais desejado quanto o mais confiável até R$ 150 mil no ‘ranking EXAME casual – Melhores Carros de 2025’, da revista Exame. Foi ainda escolhido com o ‘Melhor SUV Compacto’ no Prêmio Imprensa Automotiva 2025, promovido pela Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva), e o ‘Melhor SUV/Crossover’ do ano pelo Prêmio Roda Rio. O reconhecimento ao Tera se estendeu ainda a aspectos técnicos e de engenharia. O modelo recebeu o Troféu SAE BRASIL CarBody 2025, evidenciando a excelência do projeto estrutural em uma competição que celebra inovação em carrocerias e materiais automotivos. Comunicação e construção de marca O desempenho da Volkswagen do Brasil em 2025 também foi reconhecido sob a ótica da comunicação e da construção de marca. A estratégia de Comunicação de lançamento do Novo Tera foi vencedora global do prêmio ‘Volkswagen AG Communication – Best Global Performing Campaign’, destacando a força do produto e de sua estratégia de posicionamento antes mesmo de o carro chegar de fato às lojas. Pós lançamento, foi a vez da campanha publicitária ‘Tera: A Grande Chegada’ brilhar ao ser premiada com o ‘Effie de Ouro’, em uma ação inédita que colocou o Tera em uma superprodução como protagonista em séries e filme Netflix. O VW Tera também foi Ouro na categoria ‘Displays e Peças de Merchandising’ no Prêmio Popai 2025, que reconhece os mais originais e eficazes projetos de arquitetura comercial, visual merchandising, comunicação visual, displays e materiais de comunicação no Ponto de Venda. Segurança como prioridade O Novo Volkswagen Tera recebeu ainda a classificação máxima de cinco estrelas no Latin NCAP, o mais rigoroso programa de avaliação de segurança veicular das Américas. O protocolo atual do Latin NCAP (2020-2025) é dividido em 4 grupos de avaliação, sendo eles, Proteção aos Ocupantes Adultos, Proteção aos Ocupantes Crianças, Proteção aos Pedestres e Sistemas de Assistência ao Condutor, e a nota geral é definida pelo menor índice entre os 4 grupos. Em 2025, a marca também celebrou a renovação de cinco estrelas para o Taos, reforçando a segurança como um pilar transversal de seu portfólio, uma vez que a Volkswagen é a marca com o maior portfólio 5 estrelas no Latin NCAP no Brasil – além dos SUVs, Virtus e Jetta GLI são os outros modelos com nota máxima. Linha premiada Outros produtos da Volkswagen do Brasil tiveram papel relevante neste ano de conquistas: – O Virtus foi eleito vencedor na categoria Sedãs Compactos em ‘Os Eleitos’, da revista Quatro Rodas, uma premiação baseada na votação direta dos consumidores; – Já o Nivus se destacou no levantamento ‘Maior Valor de Revenda’, da Autoinforme, na categoria SUV de entrada (combustão), registrando o segundo menor índice de desvalorização em um ano, além de ser reconhecido por Automotive Business no Prêmio ‘Lançamento do Ano 2026’, na categoria ‘Compacto Urbano’; – O Taos, por sua vez, foi reconhecido no ‘Prêmio Mobilidade Limpa 2025’, também promovido pelo Autoinforme, na categoria SUV Médio a combustão, reforçando a eficiência do modelo dentro de seu segmento. O reconhecimento obtido por diferentes modelos, em diversas frentes, reforça a confiabilidade da marca Volkswagen e sua capacidade de entregar produtos competitivos, confiáveis, desejados e reconhecidos pelo mercado. Conquistas Corporativas Além das conquistas em Produto, 2025 se consolida como um ano emblemático para a Volkswagen do Brasil também nos reconhecimentos corporativos, de tecnologia, fortalecimento da marca e valorização das pessoas. Esses resultados refletem a consistência de uma estratégia pautada no desenvolvimento local, qualidade construtiva, segurança veicular, alinhamento às expectativas do consumidor brasileiro e na busca contínua por ser uma empresa de excelência para as pessoas colaboradoras e para a sociedade. Confira: • Top of Mind pelo 34º ano – Folha de
Stellantis e Bolt fazem parceria para avançar na implantação em larga escala da mobilidade autônoma na Europa

• Colaboração aproveita as AV-Ready Platforms™ da Stellantis para viabilizar uma implantação escalável de veículos autônomos Nível 4 (sem condutor)• Parceria representa o próximo passo na ambição da Bolt em ter 100.000 veículos autônomos disponíveis em sua plataforma de mobilidade compartilhada até 2035• As duas empresas compartilham o compromisso com os mais altos padrões de segurança, confiabilidade e cibersegurança na Europa• Projetos pilotos terão início na Europa a partir de 2026 A Stellantis e a Bolt, principal plataforma de mobilidade da Europa, anunciaram hoje que firmaram uma parceria para desenvolver e implantar conjuntamente veículos autônomos de Nível 4 (sem condutor) para operações comerciais em toda a Europa. A colaboração irá combinar as AV-Ready Platforms™ da Stellantis – especificamente a plataforma da van média eK0 e a plataforma STLA Small – com a ampla rede de mobilidade da Bolt. Atualmente, a Bolt oferece serviços de mobilidade por aplicativo em mais de 50 países, incluindo 23 países da União Europeia, e pretende integrar os veículos autônomos da Stellantis à sua plataforma de mobilidade compartilhada para oferecer serviços totalmente autônomos de transporte sob demanda, sem motorista.As Plataformas™ AV-Ready da Stellantis são projetadas para flexibilidade e escalabilidade, integrando conjuntos avançados de sensores, computação de alto desempenho e sistemas para atender aos mais altos padrões de segurança e confiabilidade, enquanto otimizam o custo de posse para os operadores de serviço, tornando-as uma das soluções mais competitivas do setor. As empresas planejam começar a implantar veículos de teste na Europa a partir de 2026, com foco em construir um serviço que ofereça os mais altos padrões de segurança e desempenho da Europa. A implantação seguirá uma abordagem faseada, desde protótipos e pilotos, até uma expansão industrial progressiva, com uma meta inicial de produção em 2029. Ambas as empresas trabalharão em estreita colaboração com reguladores europeus para apoiar uma abordagem responsável em testes, certificação e implantação escalável, em total alinhamento com os padrões europeus de segurança, proteção de dados e cibersegurança. Para a Stellantis, essa colaboração amplia o crescente ecossistema de parceiros na Europa e reforça sua estratégia global de mobilidade autônoma, aproveitando as AV-Ready Platforms™, projetadas para uma implantação segura e confiável de veículos autônomos Nível 4 em larga escala.Para a Bolt, a parceria representa o próximo passo rumo à sua ambição de ter 100 mil veículos autônomos disponíveis na plataforma até 2035. Antonio Filosa, CEO da Stellantis, afirmou: “Nossas AV-Ready Platforms™ foram projetadas para oferecer o máximo de flexibilidade, garantindo a melhor experiência possível aos clientes europeus. Frotas autônomas também podem reduzir a pegada de carbono ao promover uma mobilidade compartilhada e otimizada, diminuindo congestionamentos e emissões. A parceria com a Bolt reforça essa visão, unindo nossa expertise em engenharia ao alcance operacional da empresa para tornar a mobilidade sem condutor uma solução confiável no cotidiano europeu.” Markus Villig, Founder and CEO da Bolt, declarou: “Esta parceria une duas empresas que compreendem profundamente as dinâmicas específicas de operar na Europa. Ao combinar as AV-Ready Platforms™ da Stellantis com nossa expertise operacional, planejamos criar a melhor oferta de veículos autônomos, adaptada às necessidades europeias e alinhada aos padrões europeus, para que milhões de pessoas possam utilizá-la. A parceria marca o próximo passo na nossa ambição de ter 100.000 veículos autônomos disponíveis na plataforma Bolt até 2035.”
Setor de autopeças cresce 8,6% no faturamento acumulado até outubro, mas outubro mostra desaceleração

Segundo o Sindipeças, as vendas para as montadoras impulsionaram o faturamento do setor com alta de 11,4% nos primeiros dez meses de 2025, enquanto o mercado de reposição registrou leve recuo de 0,3% A indústria brasileira de autopeças manteve trajetória de crescimento em 2025, com avanço de 8,6% no faturamento nominal acumulado de janeiro a outubro, o que representa uma alta real de 5,4%, segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelas vendas para as montadoras, que cresceram 11,4% em termos nominais (8,1% reais), seguidas pelas exportações, com alta de 8,6% nominal (5,5% real), e pelas vendas intrassetoriais, que avançaram 7,1% nominal (4,0% real). Já o mercado de reposição apresentou leve recuo de 0,3% nominal (-3,2% real), com queda mais acentuada no segmento de veículos leves (-0,6% nominal e -3,5% real) e uma pequena alta no de linha pesada (0,8% nominal, mas -2,1% real). No entanto, o mês de outubro isoladamente revelou sinais de desaceleração. O faturamento nominal caiu 4,4% em relação a setembro e registrou queda de 6,2% na comparação com outubro de 2024 (-8,5% em termos reais). As vendas recuaram em todos os canais: montadoras (-4,19% reais), reposição (-3,2%), exportações (-4,61%) e intrassetoriais (-10,91%). O Sindipeças atribui parte dessa retração mensal aos impactos de uma forte tempestade que destruiu mais de 90% da unidade da Toyota em Porto Feliz (SP), paralisando a produção da montadora por dois meses e afetando a cadeia de suprimentos. Além disso, o setor enfrenta uma desaceleração geral da indústria automotiva no segundo semestre. A capacidade produtiva das fábricas caiu de 75% em agosto para 72% em outubro, refletindo esses efeitos. No mercado de trabalho, houve redução de 0,85% nos postos de emprego em outubro ante setembro e de 0,2% na comparação anual, embora o acumulado do ano mostre expansão de 4,6% em relação a janeiro-outubro de 2024. De acordo com a Anfavea, a produção de autoveículos acumula alta de 4,1% até novembro, enquanto os emplacamentos crescem 1,4% no mesmo período. Apesar dos desafios recentes, o Sindipeças projeta que o faturamento do setor fechará 2025 com crescimento entre 6% e 7%. Uma sondagem mensal realizada em outubro, porém, indicou piora nas expectativas das empresas para o próximo ano: apenas 58,8% preve em aumento no volume de vendas (contra 86,4% no início de 2025), e 30,9% esperam melhora na rentabilidade (ante 54,6% em janeiro). O balanço reflete a resiliência do setor em meio a um cenário de recuperação gradual da indústria automotiva brasileira, mas também alerta para vulnerabilidades externas e sazonais que podem influenciar o desempenho nos próximos meses.