Por que tratar combustível como commodity custa caro às empresas

No início de um novo ciclo de planejamento, quando empresas revisam metas, custos e eficiência operacional, uma decisão técnica segue sendo tratada de forma simplificada: a escolha do combustível. Profuel e o especialista Gilles Laurent Grimberg alertam que tratar combustível como commodity gera custos ocultos relevantes, afeta a performance dos motores e reduz sua vida útil — impactos que vão muito além do preço por litro e comprometem o resultado ao longo do ano. Todo início de ano traz consigo um movimento conhecido no ambiente corporativo: revisão de orçamento, controle de despesas e busca por eficiência. Ainda assim, mesmo em operações altamente dependentes de motores, uma decisão estratégica continua sendo tomada quase exclusivamente com base no preço: o combustível. Para a Profuel, empresa especializada em soluções técnicas para eficiência e proteção de motores, esse é um dos equívocos mais recorrentes da gestão operacional. “Combustível não é um insumo neutro. Ele interfere diretamente no desempenho, no consumo, na manutenção e na durabilidade do motor”, afirma Gilles Laurent Grimberg, especialista em combustíveis e comportamento de motores. Dados técnicos e análises de campo mostram que combustíveis de qualidade inadequada ou mal especificados podem provocar aumento de até 5% no consumo, além de acelerar o desgaste de componentes como bicos injetores, bombas e sistemas de alimentação. Em operações de frota, esse percentual representa um impacto financeiro relevante ao longo do ano, muitas vezes invisível no momento da compra. Outro ponto pouco considerado são os custos indiretos relacionados à manutenção corretiva. Falhas associadas à qualidade do combustível estão entre as principais causas de paradas não planejadas, redução de disponibilidade dos veículos e aumento do custo por quilômetro rodado. “O combustível mais barato no abastecimento tende a ser o mais caro no fechamento do mês”, explica Gilles. Do ponto de vista técnico, a diferença está na composição e no comportamento do combustível dentro do motor. Instabilidade química, contaminação por água, formação de depósitos e combustão ineficiente comprometem o funcionamento adequado do sistema. Esses efeitos não surgem de forma imediata, mas se acumulam ao longo do tempo, reduzindo a vida útil dos ativos. É nesse contexto que a Profuel propõe uma mudança de mentalidade: tratar o combustível como insumo técnico estratégico, e não apenas como despesa variável. Ao alinhar engenharia, operação e gestão financeira, decisões passam a ser tomadas com foco no custo total de operação, e não apenas no preço por litro. Você sabia ? • Combustíveis de baixa qualidade podem aumentar o consumo em até 5%, mesmo sem alteração perceptível no desempenho imediato. • Problemas relacionados à qualidade do combustível estão entre as principais causas de falhas prematuras em sistemas de injeção. • Custos com manutenção corretiva e paradas não planejadas impactam diretamente o custo por quilômetro rodado, mas raramente entram na conta do abastecimento. • A vida útil de componentes do sistema de alimentação pode ser significativamente reduzida quando o combustível não atende às especificações técnicas do motor. Dica para CFOs e gestores financeiros Ao revisar custos operacionais, avalie o combustível pelo custo total de uso, e não apenas pelo valor do litro. Incluir indicadores como consumo médio, frequência de manutenção corretiva, disponibilidade da frota e vida útil dos componentes permite decisões mais precisas e previsíveis — e evita economias aparentes que se transformam em prejuízo ao longo do ano. Em um cenário de margens pressionadas, motores cada vez mais exigentes e operações que dependem de confiabilidade, rever a forma como o combustível é tratado pode ser um dos movimentos mais estratégicos do início do ano. “Eficiência operacional não nasce do menor preço, mas da escolha correta ao longo do ciclo de uso”, resume Gilles Laurent Grimberg.
NOTA PÚBLICA

Projeto de Lei nº 3.507/2025 – Vistoria Veicular Obrigatória A Aliança Aftermarket Automotivo Brasil acompanha a tramitação do Projeto de Lei nº 3.507/2025, que propõe a obrigatoriedade da vistoria veicular no país. O tema envolve segurança viária e impactos diretos ao cidadão. É fundamental diferenciar “vistoria” — verificação da presença e conformidade de itens obrigatórios — de “inspeção técnica”, que avalia o funcionamento efetivo dos componentes segundo critérios normativos. A clareza conceitual é essencial para evitar desinformação e insegurança jurídica. O Brasil possui uma frota circulante que está envelhecendo, e incentivar a manutenção adequada e reduzir acidentes é necessário. Ainda que a vistoria se limite à verificação de itens obrigatórios, pode representar um passo inicial na educação para a segurança veicular. A Aliança defende que o debate seja conduzido com base técnica, transparência e diálogo amplo. A regulação deve promover equilíbrio, previsibilidade e foco no cidadão — princípio que orienta nossa atuação.
Financiamento de veículos cresce 12% em 2025 e supera expansão do crédito total, apesar de juros altos

Apesar dos juros altos e de mais escassez de crédito no mercado em 2025, o saldo total da carteira de financiamento de veículos atingiu R$ 544,4 bi, crescimento de 12% em relação ao ano anterior, quando chegou a R$ 486,2 bilhões, de acordo com o Balanço Anual daANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras). O aumento supera a expansão do crédito total do SFN (Sistema Financeiro Nacional) de 10,2% no período,conforme divulgado pelo Banco Central, em dezembro. Já o total de recursos liberados cresceu moderadamente 3,5%, chegando a R$ 283,4 bilhões. Em 2024, esse número chegou a R$ 273,7 bilhões. A pessoa física por meio do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) foi a grande responsável pela tomada de crédito. A modalidade concedeu R$ 281,4 bilhões, no total em financiamentos, sendo que R$ 222,7 bilhões refletiram o consumo financiado pelas famílias. Em relação ao ano passado, o número representou um crescimento de 5,6%. O total de recursos liberados pelo Leasing cresceu 39,1%, atingindo R$ 1,9 bilhão. Os principais tomadores de crédito foram as pessoas jurídicas. Outro dado importante é que houve queda da taxa de juros do financiamento de veículos ao longo do ano, mesmo em um cenário de elevação da Selic, que chegou a 15%. Ao final de 2025, a taxa média anual caiu para 21,5%, ante 24,4% no início do ano. Segundo Enilson Sales, presidente da ANEF, essa redução se deve às campanhas comerciais lideradas pelos bancos das montadoras, que ofereceram taxas mais atrativas e reduziram seus spreads. “O movimento reflete a dinâmica competitiva do mercado, que, por meio de incentivos, atraiu compradores com perfis de menor risco”, afirma. Formas de escoamento das vendas Em se tratando de carros de passeio, as vendas à vista, que chegaram a atingir um patamar de 64%, em 2022, ano de pandemia, continuaram a decrescer. Caíram de 50% em 2024 para 48% em 2025. O financiamento também reduziu sua participação, descendo três pontos percentuais, indo de 46% para 43%. Já o Consórcio ganhou a preferência do consumidor, subindo 4% para 9%. No segmento de pesados, caminhões e ônibus, o leasing voltou a ganhar espaço, com avanço de 2 pontos percentuais. Já o consórcio dobrou sua participação, passando de 4% para 8%. O CDC manteve-se estável em 31%, enquanto o Finame recuou de 31% para 22%. O Consórcio voltou ao patamar de 35% na preferência dos compradores de motos. Já as vendas à vista aumentaram de 31% para 33%, enquanto as financiadas caíram de 37% para 32%. Em 2025, a inadimplência ficou em 5,6%, aumento de 1,4 ponto percentual em 12 meses. Para 2026, a ANEF projeta crescimento moderado do mercado, com expansão de cerca de 3,9% nos recursos liberados para financiamento de veículos. “Após a resiliência demonstrada em 2025, mesmo com juros elevados, o setor deve avançar com cautela, apoiado na gradual melhora das condições de crédito, mas ainda sob um cenário macroeconômico desafiador. A seletividade dos bancos na concessão do crédito deve se manter. Porém, haverá mais competitividade entre as modalidades de financiamento, uma vez que o Consórcio e o Leasing vêm aumentando sua participação”, conclui o presidente da entidade.
WEGA renova patrocínio com Raphael Abbate na Copa Truck 2026 e inicia nova fase com a Usual Racing

Automobilismo é mais do que velocidade. É risco, repetição e emoção. É um ambiente onde decisões são testadas sob pressão e onde desempenho precisa se sustentar ao longo do tempo. É exatamente nesse território que a WEGA escolhe continuar. A WEGA acaba de renovar o patrocínio ao piloto Raphael Abbate para a temporada 2026 da Copa Truck Petrobras, mantendo sua atuação em uma das competições mais exigentes do automobilismo brasileiro. A nova etapa marca também o retorno do piloto à Usual Racing (IVECO), equipe pela qual fez sua estreia na categoria. Depois de três temporadas defendendo a ASG — hoje Full Time Truck —, Abbate inicia um novo ciclo com a bagagem de quem conhece profundamente a categoria e entende o peso das escolhas dentro e fora da pista. O retorno à Usual Racing representa continuidade, mas também reposicionamento, em um momento de maior maturidade profissional. Para a WEGA, o automobilismo é mais do que exposição de marca. A Copa Truck funciona como um ambiente real de testes, onde produtos e soluções são submetidos a condições extremas de uso. É nesse contexto que desempenho, confiabilidade e consistência deixam de ser conceitos abstratos e passam a ser medidos na prática, corrida após corrida. A parceria com Raphael Abbate reflete a estratégia da WEGA de associar sua marca a projetos que unem método, tecnologia e pessoas. Cada temporada oferece aprendizados que extrapolam o esporte e ajudam a fortalecer a relação da empresa com o mercado, clientes e parceiros. O retorno à Usual Racing também traz um componente simbólico: a equipe onde o piloto começou na categoria agora recebe um profissional mais experiente, com visão mais ampla e objetivos claros para 2026. A expectativa é de uma temporada construída com foco em regularidade, evolução técnica e resultados consistentes. A Copa Truck Petrobras 2026 contará com nove etapas, passando por diferentes regiões do Brasil e exigindo adaptação constante de pilotos, equipes e equipamentos: Ao renovar esse patrocínio, a WEGA reafirma sua presença no automobilismo como parte de uma estratégia de longo prazo, na qual desempenho e confiança são construídos ao longo de toda a temporada, reforçando seu posicionamento e sua conexão com um público que valoriza qualidade, precisão e entrega.
Grupo Escola do Mecânico inaugura complexo e amplia estratégia nacional para formação técnica

Em Campinas, o hub conta com 2.000 m², abrigará unidade da Escola do Funileiro e Oficina Verde, além do centro de treinamento. O espaço foi desenvolvido para funcionar como um polo de excelência em ensino técnico automotivo, alinhado às demandas reais das oficinas e do mercado Em meio ao crescimento consistente do mercado de reparação automotiva que movimenta mais de R$ 60 bilhões por ano e registrou expansão de cerca de 50% nos últimos quatro anos, segundo dados da Oficina Brasil — o Grupo Escola do Mecânico inaugura um novo Complexo Educacional – o maior da região – , reforçando sua estratégia de expansão e profissionalização do setor. O movimento acompanha uma frota circulante superior a 60 milhões de veículos no Brasil, segundo o Sindipeças, e um gargalo estrutural relevante: a escassez de mão de obra qualificada para atender a crescente complexidade tecnológica dos automóveis. A partir dessa expansão, a escola passa a reunir, em um mesmo complexo, diferentes frentes de formação técnica, incluindo funilaria, mecânica, pintura, práticas e um olhar direcionado para as questões de sustentabilidade, criando um ecossistema educacional mais completo. Fundada em 2011, a Escola do Mecânico nasceu com a missão de capacitar, reciclar e formar profissionais para o segmento automotivo, com foco direto em empregabilidade e geração de renda. Desde então, já formou mais de 120 mil alunos e opera hoje com 48 unidades no país, entre rede própria e franquias. “O mercado está aquecido, mas a falta de profissionais preparados limita o crescimento do setor. Nosso papel é reduzir esse déficit, formar mão de obra qualificada e conectar esses profissionais às oportunidades reais de trabalho”, afirma Sandra Nalli, CEO e fundadora do grupo, executiva com mais de 30 anos de atuação no segmento automotivo. Sandra sempre soube que poderia ir longe, só não imaginava o tamanho do impacto que seu trabalho traria para a educação que transforma vidas. O suntuoso espaço foi erguido na Vila Industrial em Campinas, no interior do Estado de São Paulo. Um bairro histórico, conhecido com uma das primeiras vilas operárias do Brasil surgidas no século XIX, que o complexo foi construído e passará a ser o endereço oficial da nova unidade da Escola do Funileiro, voltada para a qualificação em funilaria, pintura e estética automotiva. Ecossistema integrado e conexão com a indústria O novo complexo consolida um modelo de ecossistema educacional ao reunir, em um único espaço, a Escola do Funileiro, a Oficina Verde e o centro de treinamento técnico e administrativo do grupo. A estrutura amplia a formação prática nas áreas de mecânica, funilaria, pintura e sustentabilidade, alinhando ensino técnico às demandas reais das oficinas e da indústria automotiva. O projeto conta com parcerias estratégicas globais, como a Axalta, referência mundial em tintas e revestimentos automotivos, e a Norton, marca do grupo Saint-Gobain — maior fabricante de abrasivos do mundo e parceira da Escola do Funileiro. As alianças fortalecem a transferência de tecnologia, metodologias atualizadas e padrões internacionais de qualidade para dentro do ambiente educacional. Na área de lubrificação e aditivos, a Escola do Mecânico também mantém parcerias com empresas como o Grupo MOOve, Mobil e Terreno, ampliando o acesso dos alunos a tecnologias, boas práticas e produtos alinhados às exigências técnicas do mercado atual. Qualificação com impacto social Além da formação técnica, o grupo mantém plataformas próprias de empregabilidade que conectam alunos e ex-alunos ao mercado de trabalho, contribuindo para reduzir o descompasso entre oferta de vagas e profissionais qualificados. O novo complexo também abriga a Oficina Verde, modelo operacional voltado à sustentabilidade, uso consciente de recursos e diagnósticos técnicos responsáveis — refletindo uma tendência crescente de profissionalização, eficiência e transparência no setor reparador. Com o investimento, o Grupo Escola do Mecânico reforça sua estratégia de crescimento nacional e consolida sua posição como um dos principais agentes de transformação da educação técnica automotiva no Brasil, combinando expansão de negócios com impacto social mensurável.
Mercado automotivo inicia 2026 estável e eletrificados mostram sinais de ajuste

Janeiro registra melhora frente a dezembro do ano passado e reforça cenário mais equilibrado para veículos novos e usados O mercado automotivo brasileiro iniciou 2026 com um cenário mais equilibrado nos preços. É o que aponta o Índice Webmotors, que analisou a variação na precificação de veículos novos e usados em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, evidenciando um movimento típico de ajuste neste início do ano. De acordo com o levantamento, o Índice Geral, que considera veículos zero quilômetro e usados, fechou janeiro em -0,200%, ante -0,468% em dezembro, o que representa uma melhora de 0,268 ponto percentual. O resultado indica uma desaceleração da desvalorização e um mercado mais estável no primeiro mês de 2026. Observando somente os usados a combustão, o movimento foi ainda mais nítido. O índice passou de -0,495% em dezembro para -0,211% em janeiro – avanço de 0,284 ponto percentual, sinalizando uma retomada gradual da demanda após o período de fim de ano. Já entre os veículos 0KM a combustão, houve recuo de 0,003% para -0,012% em janeiro – oscilação de -0,015 ponto percentual. Em relação aos veículos eletrificados, os dados de janeiro mostram comportamentos distintos. Os híbridos usados apresentaram leve melhora, progredindo de -0,974% em dezembro de 2025 para -0,945% em janeiro de 2026 – variação positiva de 0,029 ponto percentual. Já os híbridos 0KM registraram maior ajuste, com o índice recuando de -0,065% em dezembro para -0,182% em janeiro – diferença de -0,117 ponto percentual. Os elétricos usados deram sinal de recuperação no período, saindo de -1,648% em dezembro para -0,698% em janeiro – melhora de 0,95 ponto percentual. Os modelos 0KM da categoria mantiveram trégua na abertura de 2026 registrando 0,000% em janeiro – repetindo o mesmo cenário do final do ano passado. “O início de 2026 reforça um movimento natural de reorganização do mercado após o fechamento do ano, com redução da intensidade de desvalorização em diversos segmentos. É válido notar que, mesmo com ajustes pontuais, os eletrificados começam o ano revelando sinais de maior equilíbrio, especialmente os modelos 0KM híbridos, ratificando o interesse crescente por novas tecnologias no país”, afirma Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors. Confira abaixo, na íntegra, os indicadores do Índice Webmotors para janeiro de 2026. Índice Webmotors Janeiro 2026 Dezembro 2025 Variação mês a mês Índice Geral (0KM e usados) -0,200% -0,468% +0,268 p.p Usados (a combustão) -0,211% -0,495% +0,284 p.p 0KM (a combustão) -0,012% -0,003% -0,015 p.p Híbridos usados -0,945% -0,974% +0,029 p.p Híbridos 0KM -0,182% -0,065% -0,117 p.p Elétricos usados -0,698% -1,648% +0,95 p.p Elétricos 0KM 0,000% 0,000% 0 p.p
Fábrica Anchieta da Volkswagen celebra 15 milhões de carros produzidos

• Produção da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), representa 57% dos 26,3 milhões de veículos produzidos pela Volkswagen do Brasil em 72 anos, a maior fabricante de automóveis do País. • Anchieta é um complexo industrial completo e um centro de pesquisa, planejamento e desenvolvimento de novos produtos com a mais alta tecnologia e inovação. • Sucesso de vendas: Anchieta produz o Polo Track, Novo Nivus, Nivus GTS, Virtus e Saveiro. • Líder absoluto: Polo é o carro de passeio mais vendido do Brasil há 3 anos consecutivos (2023, 2024 e 2025), além de líder entre os hatches. • Top 10: Polo, T‑Cross e Saveiro fecharam 2025 entre os dez veículos mais vendidos do Brasil. • Nova era de eletrificação: a partir de 2026, todo novo VW desenvolvido e fabricado na Região América do Sul terá versões eletrificadas. Marca terá todas as modalidades de híbridos: híbridos leves, híbridos e híbridos plug-in. • Confirmado: produção do 1º veículo com a Plataforma MQB37 será na fábrica Anchieta com sistema de propulsão HEV flex. • Anchieta conta com o SENAI Volkswagen, que já formou mais de 7.000 alunos em 52 anos e é referência em ensino com aulas práticas e teóricas. • Sustentabilidade: fábricas Anchieta e Taubaté foram as pioneiras do setor a terem biometano em sua matriz energética. Ação é parte da estratégia global de descarbonização da Volkswagen, que tem como meta a neutralidade de carbono até 2050. • Inaugurada em 1959, a Anchieta foi a primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, iniciando a expansão global da marca. A Volkswagen do Brasil celebra o marco de 15 milhões de veículos produzidos em sua fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Inaugurada em 1959, a Anchieta é a primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, iniciando a expansão global da marca, e responde por 57% dos 26,3 milhões de veículos produzidos pela Volkswagen em seus 72 anos no Brasil, sendo a maior fabricante de automóveis do País. A Anchieta é um complexo industrial completo e um centro de pesquisa, planejamento e desenvolvimento de novos produtos com a mais alta tecnologia e inovação, abrigando todas as áreas da empresa, entre as quais Design, Engenharia, Way to Zero Center, Produção, entre outras. A partir de 2026, todo novo VW desenvolvido e fabricado na Região América do Sul terá versões eletrificadas e a produção do 1º veículo com a Plataforma MQB37 será na fábrica Anchieta com sistema de propulsão HEV flex. “Estamos muito felizes e orgulhosos de completar um marco tão importante para a Volkswagen. Para cada carro nascer, é preciso o trabalho de muita gente envolvida em cada etapa do processo, especialmente na linha de produção. Por isso, comemorar 15 milhões de carros produzidos é também celebrar o esforço e a dedicação de todos que já passaram por aqui e dos que continuam fazendo história diariamente. Estamos animados com os novos passos que estão sendo dados, com projetos que já estão em desenvolvimento e que prometem marcar ainda mais a nossa trajetória”, destaca Leandro Oliveira, Plant Manager da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), unidade que completará 67 anos em 18 de novembro de 2026. Modelos da Anchieta são sucesso de vendas A fábrica Anchieta produz atualmente modelos que são sucesso de vendas: Polo Track, Novo Nivus, Nivus GTS, Virtus e Saveiro. Em 2025, a Volkswagen registrou total de 436.336 veículos vendidos no Brasil, alcançando 17,1% de participação de mercado no segmento de veículos de passeio. Três modelos Volkswagen fecharam o ano passado entre os dez mais vendidos do País: Polo, T‑Cross e Saveiro. O Polo, fabricado na Anchieta e em Taubaté (SP), é o carro de passeio mais vendido do Brasil há 3 anos consecutivos (2023, 2024 e 2025), além de líder entre os hatches em todo esse período. Só em 2025, foram 122.677 unidades do Polo emplacadas no Brasil. O Polo também é sucesso além das fronteiras. Foi o modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil em 2025, com 32.579 unidades embarcadas e crescimento de 10% em relação a 2024. No ano passado, 11 mercados da América Latina receberam o Polo, sendo os principais Argentina, México, Colômbia e Uruguai. O Novo Nivus e Nivus GTS contribuem fortemente para que a Volkswagen mantenha sua liderança no segmento de SUVs, o mais importante do Brasil. Em 2025, a VW vendeu 204.899 unidades dos modelos Novo Nivus, Nivus GTS, Tera, Novo T-Cross, Taos, Tiguan e ID.4. Vale lembrar que o Nivus GTS é um modelo esgotado nas concessionárias, pelo sucesso que faz. O Novo T-Cross segue como o SUV mais vendido do Brasil há 3 anos consecutivos (2023, 2024 e 2025), com 92.842 unidades comercializadas no ano passado. Com 44 anos de produção ininterrupta, a Saveiro é a picape com história mais longeva no mercado brasileiro e já soma mais de 1,8 milhão de unidades fabricadas. O modelo reúne tradição e robustez e segue com força no mercado brasileiro, tendo figurado no Top 10 dos veículos mais vendidos no País em 2025. Nova era de eletrificação da Volkswagen: marca terá todos os tipos de híbridos A partir de 2026, todo novo modelo Volkswagen desenvolvido e fabricado na Região América do Sul terá versões eletrificadas. O portfólio da marca terá veículos híbridos em todas as modalidades possíveis: híbridos leves, híbridos e híbridos plug-in. Cada um dos híbridos é pensado para atender às diferentes necessidades dos consumidores brasileiros e para aproveitar ao máximo o potencial dos biocombustíveis nacionais. É a união da sustentabilidade, autonomia e performance. E já está confirmado: a produção do 1º veículo com a Plataforma MQB37 será na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), com sistema de propulsão HEV flex. Vale destacar que os modelos Total Flex também seguirão no portfólio da Volkswagen do Brasil. Referência em ensino: SENAI VW já formou mais de 7 mil alunos na Anchieta A fábrica Anchieta também conta com o SENAI Volkswagen, que já formou mais de 7.000 alunos em seus 52 anos e é referência em ensino da mais alta
Eletrificados leves atingem 15% de participação de mercado em janeiro

Elétricos plug-in chegam a 10% de market share sobre as vendas totais; Com 23 mil emplacamentos, eletrificados sobem 88% sobre janeiro de 2025; HEV crescem 133% no comparativo com janeiro de 2025. O mercado brasileiro de veículos leves eletrificados iniciou 2026 em forte ritmo de expansão, com 23.706 emplacamentos em janeiro. Esse desempenho elevou a participação de mercado (market share) dos eletrificados para 15% sobre o total de 162.484 veículos leves vendidos no país no período. Na comparação com janeiro de 2025 (12.556), houve um crescimento expressivo de 88%, evidenciando a aceleração da demanda por tecnologias mais eficientes e de menor impacto ambiental. Já sobre dezembro, houve uma queda de 30%, normal por motivos sazonais e pelo excepcional desempenho das vendas no último mês do ano passado (33.905), o maior da série histórica da ABVE. Destaque A participação de mercado dos veículos elétricos plug-in (BEV e PHEV) atingiu 10% em janeiro, com vendas de 16.649 unidades. É a primeira vez na série histórica da ABVE que os veículos com recarga externa alcançam dois dígitos de market share sobre o total das vendas domésticas de veículos leves. Os veículos híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex) também apresentaram participação significativa. Em janeiro, foram 7.057 unidades vendidas, o que corresponde a 4% das vendas totais. Os elétricos plug-in, que englobam os modelos 100% elétricos (BEV) e os híbridos plug-in (PHEV), seguem como protagonistas desse crescimento. Juntas, essas tecnologias responderam por mais de 70% dos emplacamentos de eletrificados em janeiro. “O bom desempenho dos eletrificados reflete o amadurecimento do ecossistema da eletromobilidade no país” –disse o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “Esse amadurecimento envolve não apenas a ampliação do portfólio de modelos disponíveis, mas avanços na infraestrutura de recarga, mais familiaridade do consumidor com as novas tecnologias e estratégias mais criativas das montadoras no mercado nacional”. “Os veículos eletrificados deixaram de ser um nicho para ocupar um espaço cada vez mais relevante no mercado automotivo brasileiro, sinalizando um ano que deve consolidar novos patamares de participação e volume para o setor” – concluiu o presidente da ABVE. Pela classificação da ABVE, os eletrificados incluem os veículos BEV, PHEV, HEV e HEV Flex. PLUG-IN Dos 23.706 eletrificados vendidos em janeiro, 70,2% (16.649) foram elétricos plug-in (BEV e PHEV). A fatia dos PHEV foi de 34,5% (8.399), e a dos BEV 100% elétricos, de 34,8% (8.250). Em relação a dezembro de 2025 (25.411), houve uma queda de 37,2% nas vendas. Mas um crescimento de 60% sobre janeiro de 2025 (10.401). As vendas dos híbridos plug-in (8.339) caíram 39,8% relação a dezembro de 2025 (13.861). Sobre janeiro de 2025 (6.701), houve um crescimento de 25%, que pode ser atribuído ao bom desempenho das vendas dos modelos PHEV. Na comparação com janeiro de 2025 (10.401) o crescimento foi superior a 60%. Os BEV 100% elétricos registram em janeiro (8.250) uma retração de 29% sobre as vendas de dezembro de 2025 (11.550). Em relação a janeiro de 2025 (3.700), houve um expressivo crescimento de 123%. Híbridos Já os híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex) totalizaram 7.057 unidades vendidas em janeiro, o que representa 29,8% do total de eletrificados do mês. Os HEV foram responsáveis por uma fatia de 15,2% do total de eletrificados do mês (3.600), e os HEV Flex, por 14,6% (3.457). Em dezembro, a participação dos híbridos sobre o total de eletrificados leves tinha sido de 25,1% (7.394). Em janeiro de 2025 (2.155), essa participação era de 17,2%. Os híbridos convencionais (HEV) totalizaram 3.600 unidades vendidas em janeiro, com queda de 6,8% sobre dezembro de 2025 (3.865), mas excelente crescimento de 133% sobre janeiro de 2025 (1.545). Os HEV Flex venderam 3.457 unidades em janeiro, com queda de 25% sobre dezembro (4.629) e um excepcional crescimento de 467% em relação a janeiro de 2025 (610). Veículos leves eletrificados por tecnologia no Brasil em janeiro de 2026: MICRO-HÍBRIDOS Já as vendas dos veículos micro-híbridos MHEV totalizaram em janeiro 3.685 unidades, com uma retração nas vendas de 37% sobre dezembro (5.838). Em relação a janeiro de 2025 (3.946) a retração é de 7%. Os MHEV 12V foram responsáveis por 69% das vendas desse segmento (2.554), com uma queda de 38% em relação a dezembro de 2025 (4.089). Já os MHEV 48V ficaram com os 31% restantes (1.131), registrando uma retração de 35% sobre outubro (1.948). Pelos critérios da ABVE Data, vigentes a partir de janeiro de 2025, os micro-híbridos MHEV não são considerados veículos eletrificados. Estes incluem apenas os BEV, PHEV, HEV e HEV Flex. Ainda assim, a evolução dos MHEV pode ser acompanhada mensalmente no site da ABVE. Geografia da eletromobilidade O Sudeste manteve a liderança nas vendas de veículos leves eletrificados, com 11.127 unidades, respondendo por 47,0% do total nacional. Em segundo lugar, está o Nordeste, com 4.465 unidades (18,8%), seguido do Sul, com 4.032 emplacamentos (17,0%), sinalizando que a eletromobilidade já extrapola os grandes centros tradicionais. O Centro-Oeste também apresentou um desempenho mais modesto, com 3.253 veículos eletrificados vendidos, o que representa 13,7% do mercado nacional, impulsionado principalmente por capitais e regiões administrativas com maior renda per capita. A região Norte, com 829 unidades em janeiro (3,5%), segue em processo de amadurecimento do mercado de eletrificados, enfrentando desafios estruturais ligados à logística, infraestrutura e grandes distâncias. Vendas de veículos leves eletrificados por regiões brasileiras em janeiro 2026: Os 5 estados que mais venderam veículos eletrificados leves em janeiro de 2026: As 5 cidades que mais venderam veículos eletrificados leves em janeiro de 2026:
Rumo ao bi: WEGA renova com campeão Rodrigo Noll e acelera na Mitsubishi Cup 2026

A WEGA anuncia a renovação da parceria com o piloto Rodrigo Noll, campeão da categoria Outlander Sport R Pro da Mitsubishi Cup 2025, e confirma sua presença na temporada 2026 da principal competição off-road monomarca do país. A continuidade do projeto reforça uma relação construída sobre desempenho, consistência e confiança em condições extremas. O título conquistado em 2025 foi resultado de uma temporada marcada por regularidade, leitura precisa de terreno e decisões técnicas bem executadas. Na Mitsubishi Cup, cada etapa impõe desafios distintos, com percursos severos, alto nível de desgaste e variáveis imprevisíveis. Vencer nesse ambiente exige preparo técnico, estratégia e capacidade de adaptação contínua. Para a WEGA, o automobilismo off-road representa um ambiente legítimo de validação. Os veículos Mitsubishi utilizados na competição contam com filtros WEGA nas linhas de ar, óleo, combustível e cabine, componentes fundamentais para a proteção do motor e dos sistemas em situações de poeira intensa, lama, vibração e uso prolongado. Em condições como essas, confiabilidade deixa de ser conceito e passa a ser requisito básico. A Mitsubishi Cup funciona, na prática, como um laboratório a céu aberto. É nesse cenário que os filtros são submetidos a níveis extremos de contaminação e esforço, permitindo validar desempenho, resistência e eficiência em situações muito mais severas do que as encontradas no uso cotidiano. O aprendizado gerado nas pistas contribui diretamente para o desenvolvimento e aprimoramento dos produtos oferecidos ao mercado. A trajetória de Rodrigo Noll ao longo da temporada traduz essa lógica. O campeonato não foi decidido em um único momento, mas construído etapa a etapa, em um processo constante de ajuste, leitura de terreno e evolução técnica. Cada prova funcionou como um ciclo de teste, confirmação e amadurecimento, tanto para o piloto quanto para os parceiros envolvidos. Para 2026, a Mitsubishi Cup já tem calendário definido e levará pilotos e equipes a diferentes regiões do estado de São Paulo, com etapas que combinam terrenos variados e alto nível técnico: A renovação da parceria para a nova temporada reafirma o compromisso da WEGA com projetos de longo prazo, que unem pessoas, tecnologia e desenvolvimento em ambientes de alta exigência. Mais do que defender um título, o foco segue sendo consistência, evolução técnica e entrega em cada etapa. No off-road, o resultado é consequência direta da preparação. E quando a performance se confirma no terreno mais difícil, ela se transforma em validação real — para o piloto, para a equipe e para a marca. É essa lógica que sustenta a continuidade da parceria entre WEGA e Rodrigo Noll na temporada 2026 da Mitsubishi Cup.
Etanol avança 3,5% em janeiro e lidera alta nos preços dos combustíveis

Gasolina também ficou mais cara para os brasileiros (+1,8%), refletindo aumento das alíquotas do ICMS no início do ano O etanol hidratado liderou a alta nos preços dos combustíveis em janeiro de 2026, com avanço mensal de 3,5% em relação a dezembro, em um cenário marcado pela entressafra da cana-de-açúcar e por reajustes nas principais regiões produtoras. O preço médio nacional do biocombustível ficou em R$4,630 por litro, movimento que se destacou em meio a um comportamento majoritariamente altista dos combustíveis no início do ano. Os dados são do Monitor de Preço de Combustível, estudo mensal elaborado pela Veloe em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). De acordo com o levantamento, os preços médios nacionais por litro em janeiro foram de R$ 6,396 para a gasolina comum, R$ 6,543 para a gasolina aditivada, R$ 4,630 para o etanol hidratado, R$ 4,541 para o GNV, R$ 6,142 para o diesel comum e R$ 6,213 para o diesel S-10. Em relação a dezembro, as variações mensais indicaram alta para o etanol hidratado (+3,5%), gasolina comum (+1,8%), gasolina aditivada (+1,8%), diesel S-10 (+0,6%) e diesel comum (+0,3%). O GNV foi o único combustível monitorado a registrar queda no período, com recuo de 2,3%. No recorte de 12 meses encerrados em janeiro de 2026, três combustíveis apresentaram aumento médio de preços no País: etanol hidratado (+8,4%), gasolina comum (+2,3%) e gasolina aditivada (+2,3%). Em sentido oposto, os preços médios nacionais do GNV (-4,9%), do diesel S-10 (-0,6%) e do diesel comum (-0,9%) acumularam recuos no período. A gasolina comum foi comercializada, em média, a R$6,396 por litro em janeiro, com alta mensal de 1,8%. Os maiores preços médios foram observados na Região Norte (R$6,733) e no Centro-Oeste (R$6,465), enquanto Sudeste (R$6,284) e Nordeste (R$6,385) registraram os menores valores. No acumulado de 12 meses, o preço médio da gasolina comum subiu 2,3%, com aumento em todas as regiões, especialmente no Sul, onde a alta chegou a 4,2%. MAIORES E MENORES PREÇOS MÉDIOS R$/LITRO Acre – R$ 7,43 Piauí: R$ 6,22 Roraima – R$ 7,05 Maranhão: R$ 6,14 Amazonas – R$ 7,00 Paraíba: R$ 6,02 No caso do etanol hidratado, o avanço mensal de 3,5% levou o preço médio nacional a R$ 4,630 por litro. Os maiores valores foram registrados nos postos do Norte (R$5,325) e do Nordeste (R$ 4,901), enquanto Sudeste (R$ 4,530) e Centro-Oeste (R$ 4,718) apresentaram os menores preços. Em 12 meses, o etanol acumulou alta de 8,4%, com aumentos em todas as regiões, especialmente no Centro-Oeste (+10,9%) e no Sudeste (+8,7%). MAIORES E MENORES PREÇOS MÉDIOS R$/LITRO Amazonas: R$ 5,49 Paraíba: R$ 4,44 Rondônia: R$ 5,47 São Paulo: R$ 4,43 Roraima: R$ 5,40 Mato Grosso do Sul: R$ 4,38 O diesel S-10 apresentou elevação mais moderada em janeiro, de 0,6%, com preço médio nacional de R$6,213 por litro. Regionalmente, os maiores valores foram observados no Norte (R$ 6,439) e no Centro-Oeste (R$ 6,353), enquanto os menores ocorreram no Sul (R$ 6,089) e no Nordeste (R$ 6,128). No acumulado de 12 meses, o diesel S-10 registrou recuo médio de 0,6%, resultado da combinação de quedas no Nordeste (-2,4%), Sul (-0,5%) e Centro-Oeste (-0,1%), parcialmente compensadas por altas no Norte (+1,6%) e no Sudeste (+0,3%). MAIORES E MENORES PREÇOS MÉDIOS R$/LITRO Acre: R$ 7,81 Paraná: R$ 6,01 Amapá: R$ 6,97 Sergipe: R$ 5,97 Roraima: R$ 6,92 Pernambuco: R$ 5,94 A análise do informe também incorpora o Indicador de Custo-Benefício Flex, que relaciona os preços médios do etanol hidratado e da gasolina comum. Em janeiro de 2026, o preço médio do etanol correspondeu a 74,8% do valor da gasolina comum na média das Unidades da Federação e a 75,3% na média das capitais. O distanciamento em relação ao patamar de referência de 70% tem ampliado a vantagem da gasolina como opção mais econômica na maior parte do País, com destaque para Rio Grande do Norte (82,4%), Maranhão (82,1%) e Alagoas (80,7%). Em Mato Grosso (69,8%) e Mato Grosso do Sul (70%), a relação permanece mais próxima do nível de equilíbrio. Além dos preços, o estudo apresenta os últimos dados disponíveis do Indicador de Poder de Compra de Combustíveis, que mede a parcela da renda domiciliar necessária para abastecer um tanque de 55 litros de gasolina comum. Com base no terceiro trimestre de 2025, o custo médio desse abastecimento correspondeu a 5,9% da renda média domiciliar das famílias, abaixo dos 6,2% registrados no mesmo período de 2024. Na média das capitais, o percentual caiu de 4,2% para 4,0%, indicando ganho de poder de compra. Regionalmente, o impacto foi mais elevado no Nordeste (9,2%) e no Norte (7,9%), enquanto Sudeste (5,0%), Centro-Oeste (5,0%) e Sul (5,1%) apresentaram proporções menores.