Elas na liderança: 70% das oficinas certificadas “Oficina Amiga da Mulher” são comandadas por mulheres

O mercado automotivo está em constante transformação, e um dos dados mais reveladores desse cenário é que mais da metade dos clientes que buscam oficinas mecânicas atualmente são mulheres. Nesse contexto, surge a necessidade de repensar o ambiente das oficinas e a preparação de suas equipes. Investir não apenas no aprimoramento das habilidades técnicas, mas também no desenvolvimento de competências voltadas para o atendimento humanizado é uma estratégia indispensável para empresas que desejam se destacar e atender a esse público de forma profissional e acolhedora. A iniciativa da rede Oficina Amiga da Mulher demonstra como essa abordagem pode trazer resultados consistentes. Com mais de 110 oficinas certificadas, Bárbara Brier, idealizadora e fundadora da certificação afirma que 70% delas são lideradas por mulheres, um dado que surpreende as estatísticas. É um indicativo poderoso de que empresas que dão espaço para a representatividade feminina alcançam eficiência e resultados financeiros sólidos. O treinamento de equipes, portanto, torna-se um dos pilares centrais para esse modelo de gestão bem-sucedido. Não basta priorizar competências técnicas: a maneira como os atendimentos são realizados também faz toda a diferença. Compreender as necessidades específicas do público feminino vai muito além de uma simples política de inclusão – trata-se de criar um ambiente que inspire confiança e ofereça respeito. “É fundamental que qualquer cliente, ao entrar em uma oficina, sinta-se valorizado e recebido com profissionalismo, especialmente mulheres, que por vezes enfrentam desafios no relacionamento com esse tipo de serviço.”, explica Bárbara Brier. Além de trazer benefícios diretos para o cliente, valorizar o atendimento humanizado reflete positivamente no desempenho do negócio. Oficinas que estabelecem relações respeitosas e empáticas com sua clientela conquistam maior fidelidade e fortalecem sua reputação no mercado. Esse impacto se soma à crescente percepção de que diversidade e resultados caminham lado a lado. Lideranças femininas nas oficinas certificadas pela rede comprovam que apostar em equipes bem-preparadas tecnicamente e sensíveis à importância do contato humano é uma escolha inteligente, que vai além do simples cumprimento de tendências. “A combinação de competência técnica, atendimento eficiente e representatividade feminina está moldando um novo padrão de referência para o segmento. Esse modelo, valorizado pelas “Oficinas Amiga da Mulher”, não apenas melhora o bem-estar dos clientes, mas também coloca as empresas em uma posição vantajosa no mercado. O futuro das oficinas mecânicas está sendo construído com estratégias que conectam pessoas e resultados, comprovando que acolhimento e inovação andam de mãos dadas na busca pelo sucesso.”, finaliza Brier. Para conhecer mais sobre as iniciativas e como se tornar uma oficina certificada, acesse @oficinamigadamulher.
SINCOPEÇAS-SP reelege Heber Carvalho e formaliza posse da nova Diretoria

Heber Carlos de Carvalho foi reeleito na presidência, com mandato até 2030 Reunião de Diretoria do Sincopeças-SP, realizada em 05 de fevereiro, na sede da entidade, formalizou a posse dos novos membros eleitos na Assembleia Geral Extraordinária, de 06 de outubro de 2025, para exercício definitivo do mandato de quatro anos, iniciados em 24 de janeiro de 2026 e com término em 23 de janeiro de 2030. Heber Carlos de Carvalho foi reeleito Presidente e, na Ordem do Dia, tomou a palavra para apresentar os componentes da nova Diretoria e detalhar as propostas e ações de trabalho programadas para 2026, entre elas o empenho em defender os interesses do comércio de autopeças nas negociações coletivas de trabalho, promover a capacitação dos profissionais por meio das parcerias com Sebrae, FecomercioSP e G&B distribuidora, como também representar o setor nos pleitos pautados pela Aliança do Aftermarket Automotivo, grupo que reúne as entidades do mercado de reposição e reparação automotiva. Também entram na pauta da nova gestão:✔ acompanhamento das mudanças tributárias e regulatórias que impactam o varejo✔ fortalecimento da representação do setor junto às entidades nacionais✔ orientação jurídica e empresarial preventiva aos associados✔ produção de informação técnica para apoiar decisões estratégicas✔ ampliação do diálogo com a categoria “O compromisso da nova Diretoria é fortalecer o empresário, dar segurança ao setor e preparar o comércio de autopeças para os desafios dos próximos anos, promovendo uma gestão forte em união com a categoria”, afirma Heber Carvalho. Diretoria SINCOPEÇAS-SPSindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São PauloMandato – 24.01.2026 a 23.01.2030 PRESIDENTE: Heber Carlos de CarvalhoVICE-PRESIDENTE: Antônio Carlos Sanches Nunes1º Secretário: Alexandre Lima Pereira2º Secretário: Sergio Augusto Costa Mendes1° Tesoureiro: Álvaro Pereira2º Tesoureiro: Edson Shosaburo Koga1º Diretor: Rui Antonio Girardelli2º Diretor: Telma Patricia Nagaoka Kuhl de Moraes3º Diretor: João Ribeiro da Silva4º Diretor: Bruno Magri da Silva1º Membro do Conselho Fiscal: Alexandre Lima Pereira2º Membro do Conselho Fiscal: Renato Silveira de Carvalho3º Membro do Conselho Fiscal: Roger de Souza Gomes Silva1º Suplente do Conselho Fiscal: Rogério Alves Lins2º Suplente do Conselho Fiscal: Sidney Campos Neto1º Delegado Efetivo: Heber Carlos de Carvalho2º Delegado Efetivo: Álvaro Pereira1º Delegado Suplente: Alexandre Lima Pereira2º Delegado Suplente: Sidney Campos Neto
A Wega Motors comunica força operacional, escala e seriedade em sua Convenção de Vendas 2026

Mas o diferencial real está em gente, cultura e processo comercialEntre os dias 29 e 31 de janeiro de 2026, a Wega Motors reuniu cerca de 70 profissionais das áreas de vendas, marketing, promoção de vendas e representantes comerciais de todo o Brasil para sua Convenção de Vendas 2026. O encontro marcou um momento estratégico para a companhia, ao combinar análise de resultados, definição de metas e fortalecimento da cultura organizacional. O ponto de partida foi a celebração dos resultados alcançados em 2025, um ano que consolidou o desempenho comercial da empresa. A partir desse balanço, a liderança apresentou as diretrizes e estratégias para 2026, reforçando o papel da força de vendas como elemento central na construção do crescimento sustentável da marca e no alinhamento entre as áreas. Ao longo dos três dias, os participantes passaram por uma agenda intensa de treinamentos integrados, com conteúdos conduzidos por diferentes áreas da companhia. A proposta foi ampliar a visão estratégica do time, reforçar processos comerciais e preparar as equipes para um mercado cada vez mais competitivo, orientado por relacionamento, eficiência e consistência. Um dos destaques da convenção foi a participação de Rodrigo Noll, especialista em Marketing de Indicação e criador do Método Vendas por Indicação. Em sua palestra, trouxe reflexões práticas sobre geração de valor, construção de relacionamentos e crescimento comercial baseado em confiança, recomendação e estratégia. O encerramento do evento reservou um momento simbólico voltado ao bem-estar emocional e à conexão entre os colaboradores. Em uma experiência coletiva que combinou pintura e vinho, os participantes, divididos em grupos, criaram um grande mosaico artístico sem conhecer previamente o resultado final. A surpresa veio ao final da atividade, quando a obra revelou a recriação de quadros pintados por Dona Silvia Rodrigues, mãe de Cristian Rodrigues Neto, CEO da Wega Motors. O momento emocionou os participantes e reforçou, de forma genuína, a importância do pertencimento, da sensibilidade e do trabalho em equipe dentro da cultura da empresa. Mais do que uma convenção de vendas, o encontro consolidou o posicionamento da Wega Motors como uma organização que acredita que resultados consistentes são construídos quando estratégia, método e pessoas caminham juntas, fortalecendo sua liderança no mercado e sua marca empregadora.
Inspeção Técnica Veicular precisa ser debatida com toda sociedade civil e entidades do setor automotivo

A Associação Nacional dos Fabricantes e Comercializadores de Autopeças para o Mercado de Reposição – ANFAPE manifesta seu posicionamento sobre o Projeto de Lei (PL) 3507/2025, que propõe a obrigatoriedade da Inspeção Técnica Veicular para veículos com mais de cinco anos de uso. Embora a medida possa, à primeira vista, ser interpretada como mais um encargo tributário sobre os proprietários de veículos, a Inspeção Veicular representa um avanço significativo para a segurança viária no Brasil, alinhando o País aos padrões internacionais de manutenção automotiva, sendo fundamental destacar seus benefícios concretos e de longo prazo. A inspeção periódica garantirá que os automóveis circulem em condições adequadas, reduzindo falhas mecânicas que frequentemente contribuem para acidentes graves. Com isso, espera-se uma diminuição expressiva no número de mortes no trânsito – um problema que ceifa milhares de vidas anualmente no Brasil – além de uma redução nos gastos do sistema público de saúde com o atendimento a vítimas de colisões, aliviando o orçamento do SUS e permitindo a alocação de recursos para outras prioridades. Nas últimas décadas, o Brasil tem vivenciado um crescimento acelerado e expressivo de sua frota de veículos. Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) indicam que o número de automóveis em circulação ultrapassou 60 milhões de unidades em 2023. Quando considerados todos os segmentos de veículos com placa, incluindo motocicletas, esse total chega a 119,2 milhões. Associado à maior circulação de veículos, conforme dados estatísticos do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Departamento de Informação e Informática do SUS (DataSUS), do Ministério da Saúde, o número de acidentes fatais de condutores e passageiros de veículos automotores de vias terrestres cresceu consideravelmente nas décadas de 1990 e 2000, atingindo o pico da série histórica em 2014, com 24.138 mortes registradas. Em 1996 foram 12.952 mortes de pedestres vítimas de atropelamento e 16.463 mortes em acidentes com veículos não identificados. Em 2023 foram 22.034 mortes, reforçando a importância de políticas voltadas à segurança dos ocupantes de veículos automotores. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já determina que os veículos em circulação sejam inspecionados a cada dois anos, excetuando-se aqueles com até três anos desde o primeiro licenciamento. No entanto, estima-se que apenas cerca de 20 milhões de veículos sejam inspecionados anualmente. A ANFAPE enfatiza a necessidade de que todas as entidades representativas do setor, incluindo toda cadeia automotiva, de fabricantes a distribuidores, de varejistas a reparadores, sejam devidamente ouvidas durante o processo legislativo para oferecer sua contribuição enquanto players ativos e conhecedores do mercado. Da mesma forma, toda sociedade civil organizada, assim como entidades de defesa do consumidor, do meio ambiente, de medicina do trânsito, e toda e qualquer representatividade social precisam ser ouvidas, de modo a promover um amplo e profundo debate em busca de soluções que sejam ao mesmo tempo acessíveis, não onerosas e eficientes na preservação de vidas e na promoção de uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Juntos podemos tornar as ruas e estradas brasileiras mais seguras para todos.
ANDAP empossa nova diretoria para o quadriênio 2026–2030 e reconduz Rodrigo Francisco Araujo Carneiro à presidência

A Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças (ANDAP) empossou, no dia 24 de janeiro, a nova diretoria que estará à frente da entidade no quadriênio 2026–2030. A posse ocorre após a eleição realizada em 18 de dezembro de 2025 e marca o início de um novo ciclo de atuação institucional. Rodrigo Francisco Araujo Carneiro foi reconduzido ao cargo de presidente, reforçando a continuidade das diretrizes que vêm contribuindo para o fortalecimento da ANDAP nos últimos anos. A nova gestão mantém o compromisso com a inovação, o diálogo com o mercado e a construção de um futuro sólido e sustentável para o setor de distribuição de autopeças. Segundo a entidade, a composição da diretoria reflete a união entre experiência e renovação, com foco na ampliação das frentes de atuação e no alinhamento às transformações do mercado e às demandas das próximas gerações. Diretoria ANDAP – Gestão 2026–2030 PresidenteRodrigo Francisco Araujo Carneiro Vice-presidentes1º Alcides José Acerbi Neto2º Conrado Comolatti Ruivo Secretários1º Joaquim Alberto da Silva Leal2º Carlos Alberto Pires Tesoureiros1º Guido Maria Luporini2º Mateus Garros de Barros DiretoresAna Paula CassorlaAnselmo DiasFelipe Caldeira Carneiro MartinsNeomar Guimarães CostaRandal Juliano Dias BevilacquaRogério Ferreira Gomide Conselho Fiscal – EfetivoDiogo SturaroGuido LuporiniRafael Palobino Acerbi Conselho Fiscal – SuplenteArnaldo Alberto PiresRenato Franco GianniniSidney Catania Conselho ConsultivoJaime Barrela OziJayme SchererJosé Angelo Bonarette SturaroLuiz CassorlaLuiz Norberto PascoalRenato Agostinho GianniniSergio Comolatti Diretores AdjuntosAntonio Carlos de PaulaMário Vito Domingues CainePaulo César Massulini Acosta Diretores RegionaisCarlos Eduardo (Cacai) – NordesteJacqueline Scherer Caporrino – Santa CatarinaArmando Diniz – SP InteriorCláudio Gilberto Marques – SP Capital A ANDAP agradece a todos os diretores e conselheiros que passam a integrar a nova gestão e destaca a confiança de que o mandato será marcado pela continuidade com inovação, fortalecimento institucional e maior representatividade do setor. A entidade segue atuando com responsabilidade, visão de longo prazo e compromisso com o desenvolvimento do mercado de distribuição de autopeças no Brasil.
Picape inédita da VW se chamará Tukan

– Primeiro o nome, depois a cor: Amarelo Canário está no portfólio de cores da marca e estampará picape como símbolo de conexão, legado e identidade; – Nova picape, em segmento inédito para a Volkswagen, é mais um projeto 100% desenhado, planejado e desenvolvido no País; – Com produção confirmada em São José dos Pinhais (PR), Tukan simboliza um novo capítulo da Volkswagen no Brasil; – Saiba como nasce o nome e a cor de um projeto inédito com vocação regional e global; – Projeto integra a ofensiva de 21 lançamentos da Volkswagen na América do Sul até 2028, sustentada por investimentos de R$ 20 bilhões na região. Alguns projetos começam ganhando forma. Outros começam ganhando nome e cor. A Volkswagen do Brasil anuncia, pela primeira vez, o nome de sua nova picape inédita e antecipa uma das cores que marcarão sua chegada ao mercado. Tukan tem nome revelado e confirma o retorno da tonalidade Amarelo Canário ao portfólio da marca como símbolo de identidade e legado. Parte da ofensiva de 21 novos lançamentos da Volkswagen para a América do Sul até 2028, sustentada por um investimento de R$ 20 bilhões na região, a nova picape Volkswagen Tukan nasce como um projeto que traduz identidade, intenção e significado, dando início a um novo e importante capítulo da Volkswagen no País. A picape Tukan será mais um veículo 100% desenhado, planejado e desenvolvido no Brasil, com produção confirmada para a fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2027. “Como brasileiro, não encontro outra palavra a não ser ‘orgulho’ para descrever este momento. A Tukan simboliza uma virada estratégica para a nossa marca no Brasil e reforça o papel estratégico do País no desenvolvimento de veículos da Volkswagen, valorizando a nossa engenharia, nossas pessoas e a nossa capacidade local de criar produtos com relevância regional e vocação global”, afirma Ciro Possobom, CEO e Presidente da Volkswagen do Brasil. A revelação do nome e cor de lançamento da nova picape Tukan aconteceu na sede da CBF, em uma ação que marcou o anúncio do patrocínio da Volkswagen do Brasil às seleções brasileiras de futebol, masculina e feminina. No primeiro sketch da Tukan, a picape, posicionada em um segmento inédito para a marca, aparece na companhia da mascote da Seleção Brasileira, o Canarinho. Amarelo Canário une legado, futuro e identidade Ao longo da história da Volkswagen, a cor amarela esteve presente em modelos que marcaram gerações e ajudaram a construir uma relação afetiva e profunda entre a marca e as pessoas. Ao estampar saudosos modelos como Kombi, Fusca, Brasília, com a cor sendo até tema de música, SP, Passat, Saveiro, Golf, Gol, em diferentes séries especiais, New Beetle, CrossFox e Fox, o amarelo apareceu em momentos emblemáticos da trajetória da Volkswagen no País. A cor sempre esteve associada à ousadia, à emoção e à capacidade da marca de criar produtos que se conectam com o imaginário coletivo brasileiro. Na picape Tukan, o Amarelo Canário surge como uma escolha que reforça essa conexão histórica, traduzindo energia, presença e identidade regional, valores que atravessam décadas da relação da Volkswagen com seu público no Brasil e na região. “A definição da cor para o lançamento de um projeto inédito, como a nova picape Volkswagen Tukan, vai muito além da estética. A cor traduz propósito, reforça a identidade do produto e se conecta diretamente com o perfil e as expectativas do cliente e na Volkswagen, essa escolha é tratada com sensibilidade, garantindo que cada detalhe contribua para uma experiência marcante”, afirma Telma Blasquez, gerente de CMF (Color, Materials and Finishing) da Volkswagen do Brasil. Nome e sobrenome: a cor como parte intrínseca do produto Mais do que um impacto visual imediato, a cor cumpre um papel estratégico na construção da identidade do novo produto. “Nunca é somente a cor pela cor”, explica a executiva. “Quando você vê um carro com uma cor diferente na rua, primeiro você olha a cor em si, sente o que ela desperta em você e, só depois, identifica o modelo”, complementa Telma. Desde a sua concepção, a nova picape Volkswagen Tukan foi pensada para expressar versatilidade e personalidade antes mesmo de chegar às ruas. Por isso, a definição do Amarelo Canário como uma das cores lançamento se deu ainda nas fases iniciais de desenvolvimento do produto, em um processo finamente integrado entre Design, Marketing, Produto e Comunicação locais, em alinhamento com a matriz da Volkswagen, na Alemanha. Em um tom mais sóbrio e maduro do que os amarelos historicamente utilizados pela marca, o Amarelo Canário da Tukan reforça uma proposta de imponência, robustez e confiança, sem perder a conexão emocional com a brasilidade e a identidade regional. Uma escolha que equilibra legado de marca e contemporaneidade, alinhada também a tendências globais de design e comportamento. Tukan: como nasce o nome de um novo Volkswagen A definição do nome de um novo modelo Volkswagen segue o mesmo cuidado e profundidade do processo que envolve a escolha da cor de lançamento do produto. E, no caso da Tukan, não foi diferente. A construção do nome envolveu rodadas de discussão, validações regionais e análises estratégicas, até chegar a opções que representassem, de forma legítima, a identidade do produto e o posicionamento desejado para a nova picape. O processo envolveu um time multifuncional, com representantes das áreas de marketing, marketing de Produto, comunicação, design, estratégia, planejamento e desenvolvimento do Produto, jurídico e mercados regionais, incluindo Brasil e outros países da América do Sul, além de áreas responsáveis por exportação. “O objetivo era encontrar um nome único, curto e forte, capaz de dialogar com diferentes culturas, soar bem em diversos idiomas e refletir a missão do produto desde sua origem”, explica Fernando Silva, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil. Ao longo do processo, diferentes alternativas foram avaliadas e amadurecidas a partir de critérios como leitura cultural, sonoridade, facilidade de pronúncia, memória e adequação aos mercados onde o modelo será comercializado. “E assim chegamos a Tukan, um nome que carrega
Setor automotivo entra em 2026 com demanda imprevisível e decisões cada vez mais guiadas por IA

A incapacidade de prever cenários e reagir rapidamente pode comprometer a competitividade de montadoras e fornecedores nos próximos anos O setor automotivo entra em 2026 sob um cenário de forte incerteza, marcado por oscilações na demanda, pressão sobre custos e desafios estruturais na cadeia de suprimentos. No Brasil, onde a indústria automotiva responde por cerca de 20% do PIB industrial e emprega mais de 1,2 milhão de pessoas, direta e indiretamente, segundo a Anfavea, montadoras e fornecedores precisam planejar em um ambiente cada vez mais instável. A rápida adoção de veículos eletrificados — que vêm crescendo ano a ano no país, mas ainda representam uma fatia minoritária do mercado total — se soma a mudanças em subsídios, variações no poder de compra do consumidor e a impactos macroeconômicos globais, como juros elevados e tensões comerciais. Esse conjunto de fatores torna o planejamento tradicional insuficiente e coloca a inteligência artificial no centro das decisões estratégicas e operacionais do setor. “Hoje, o maior desafio das empresas automotivas não é apenas produzir mais ou reduzir custos, mas lidar com a incerteza. A pergunta deixou de ser ‘quanto produzir’ e passou a ser ‘como reagir rapidamente quando o cenário muda’”, afirma Gabriel Vasconcellos, CEO Latam da o9 Solutions, plataforma líder em IA, planejamento e tomada de decisão empresarial. Incerteza na demanda e risco de excesso de capacidade De acordo com análises da o9 Solutions, um dos principais pontos de atenção para o setor automotivo em 2026 é a crescente dificuldade de prever a demanda com precisão. A adoção de veículos elétricos segue avançando, mas de forma desigual entre regiões, segmentos e perfis de consumidores, o que torna os ciclos de planejamento mais instáveis. Ao mesmo tempo, montadoras convivem com o risco de excesso de capacidade produtiva em um ambiente de competição global mais acirrada e preços pressionados, além de eventos externos como pandemias, gargalos logísticos e escassez de semicondutores. Nesse contexto, o uso de inteligência artificial tem se tornado essencial para lidar com variáveis que mudam em ritmo quase diário. “No passado, as empresas planejavam com base em históricos relativamente estáveis. Hoje, isso não funciona mais. Mudanças em subsídios, nas preferências do consumidor ou nas condições de crédito impactam a demanda quase em tempo real”, explica Gabriel Vasconcellos. Segundo ele, plataformas que combinam simulação de cenários e análise preditiva permitem avaliar rapidamente diferentes caminhos antes de decisões irreversíveis, como investimentos em capacidade ou o lançamento de novos modelos. “Sem ferramentas que permitam simular cenários e entender o impacto dessas variáveis, o risco de decisões equivocadas aumenta significativamente.” Pressão sobre fornecedores e necessidade de colaboração digital Outro ponto crítico para 2026 é a situação dos fornecedores automotivos, historicamente pressionados por margens estreitas. Além de lidar com custos elevados e exigências de eficiência, muitos fornecedores precisam investir em novas tecnologias, como eletrificação, novos materiais e componentes, em um cenário de incerteza sobre volumes futuros. Para Vasconcellos, o gargalo está na forma como as informações circulam ao longo de uma cadeia altamente interdependente. A produção de um veículo depende de centenas de fornecedores. Quando um desses elos falha, seja por dificuldade financeira, falta de insumos ou incapacidade de reagir a uma mudança repentina de volume, o efeito se propaga rapidamente, provocando atrasos, paradas de produção ou custos adicionais em toda a cadeia. Em muitos casos, decisões ainda são tomadas com base em dados fragmentados, trocados por e-mails, planilhas e sistemas que não conversam entre si. Isso faz com que sinais importantes, como uma mudança no mix de produtos, um pico inesperado de demanda ou uma restrição de capacidade de um fornecedor, cheguem tarde demais para orientar o planejamento. Nesse contexto, plataformas digitais apoiadas por inteligência artificial passam a ter um papel estrutural. Elas permitem consolidar informações de demanda, produção e capacidade em um único ambiente, dando visibilidade em tempo real para montadoras e fornecedores. “Com esse nível de integração, é possível antecipar gargalos, simular alternativas e ajustar planos antes que o problema se materialize”, explica Vasconcellos. O resultado é uma cadeia mais coordenada, capaz de reagir com maior rapidez às oscilações do mercado e reduzir o risco de rupturas que, no modelo tradicional, só seriam percebidas quando o impacto já estivesse instalado. Expansão em 2026 Para a o9 Solutions, o setor automotivo avança para um modelo em que as decisões serão cada vez menos lineares e mais orientadas por dados, simulações e cenários integrados, envolvendo não apenas as montadoras, mas toda a cadeia de valor, de fornecedores a distribuidores. A capacidade de antecipar impactos, testar alternativas e reagir rapidamente passa a ser um diferencial competitivo. “As empresas que conseguirem integrar dados, pessoas e decisões estarão mais preparadas para atravessar esse período de volatilidade com resiliência”, conclui Vasconcellos. “Não se trata de substituir o fator humano, mas de ampliar sua capacidade de decisão em um ambiente que se tornou estruturalmente mais complexo.”
O mercado automotivo está contratando — mas quem não se torna visível está ficando de fora

Por Carla Nórcia O setor automotivo brasileiro vive um paradoxo que pouca gente tem coragem de dizer em voz alta: há vagas abertas, mas falta gente disponível — e, principalmente, gente localizável. Enquanto oficinas, distribuidoras, indústrias e varejos de autopeças reclamam da escassez de mão de obra, milhares de profissionais seguem trabalhando sem perceber que estão fora do radar do mercado. Não por falta de competência, mas por invisibilidade. Dados do IBGE mostram que o Brasil ainda não recuperou totalmente a participação da população na força de trabalho no pós-pandemia. O envelhecimento da população, a redução da entrada de jovens na indústria e o crescimento acelerado do trabalho informal — que já responde por mais de 40% das ocupações no país — estão mudando silenciosamente a lógica da empregabilidade. No Estado de São Paulo, o saldo migratório negativo retirou quase 170 mil pessoas do mercado formal entre 2010 e 2022. O resultado é simples e duro: o mercado precisa de gente, mas não encontra quem não aparece. Nesse novo cenário, o currículo deixou de ser um documento guardado “para quando precisar”. Ele virou instrumento de sobrevivência profissional. Quem não mantém seu histórico atualizado, organizado e exposto em uma vitrine certa corre o risco de só descobrir isso quando a urgência bater — e a vaga já tiver sido preenchida. É nesse ponto que o Vagas Automotivas deixa de ser apenas um site e passa a cumprir um papel estrutural no setor. A plataforma, única no Brasil dedicada exclusivamente à empregabilidade automotiva, vem se consolidando como o principal ponto de encontro entre quem precisa contratar e quem precisa ser encontrado. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 — um período tradicionalmente fraco para contratações — o portal registrou a entrada de mais de 2 mil novos currículos, elevando sua base para mais de 4 mil profissionais ativos. O dado não indica apenas crescimento da plataforma, mas um movimento claro de conscientização: o trabalhador começou a entender que precisa estar visível antes de precisar da vaga. Criado a partir de um projeto entre CONAREM e SENAI e hoje liderado pela Insight Trade, o Vagas Automotivas nasceu dentro do ecossistema do aftermarket, com linguagem, curadoria e inteligência alinhadas à realidade do setor. Diferente dos portais genéricos, ele conecta oficinas, retíficas, fábricas, distribuidores e varejo a profissionais que realmente pertencem a esse mercado. A plataforma permite cadastro gratuito de currículos, utiliza inteligência artificial para cruzar perfis e oportunidades e reduz em até 70% o custo de recrutamento para as empresas, eliminando ruído, desperdício de tempo e desalinhamento técnico. Mas o recado mais importante não é tecnológico. É humano. Hoje, não basta trabalhar bem. É preciso ser encontrado. Não basta ter experiência. É preciso organizá-la. Não basta esperar ser indicado. É preciso estar disponível quando o mercado procura. O Vagas Automotivas se posiciona, assim, como a solução prática e imediata para um problema estrutural: dar visibilidade a quem sustenta o setor com o próprio trabalho e ajudar empresas a preencher vagas que hoje ficam abertas por falta de acesso ao talento certo. Num mercado cada vez mais pressionado por produtividade, tempo e escassez de pessoas, ficar invisível não é mais uma opção. Quem atua no setor automotivo — do balcão à gestão — precisa entender que o jogo mudou. E quem se movimentar agora, estará um passo à frente quando a próxima vaga surgir. Profissionais podem cadastrar seus currículos gratuitamente em www.vagasautomotivas.com.br. Empresas encontram ali o caminho mais direto entre necessidade real e talento real. O mercado está contratando. A pergunta é: você está visível?
Etanol e gasolina sobem em janeiro, impactados por ajuste do ICMS

Combustíveis tiveram preço médio de R$ 6,46 e R$ 4,70, respectivamente Em janeiro, o preço médio da gasolina nos postos de todo o Brasil registrou alta de 1,89% em comparação com dezembro, chegando a R$6,46. O etanol também avançou no período, com aumento de 3,52%, sendo comercializado a preço médio de R$4,70. Os dados são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações realizadas nos postos de combustível em todo o País, garantindo uma média precisa. Valores médios e variações nacionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 “O aumento observado em janeiro reflete uma retomada gradual da demanda típica do início do ano, aliada a fatores regionais de oferta, especialmente no caso do etanol. A gasolina apresentou alta moderada, influenciada principalmente pelo reajuste do ICMS, enquanto o biocombustível sofreu maior pressão, impulsionado por reajustes mais intensos em alguns estados”, explica Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade. Segundo o executivo, apesar da redução de 5,2% anunciada pela Petrobras no preço da gasolina para as distribuidoras, o reajuste do ICMS, que representou um aumento médio de 6,37%, acabou se sobrepondo, resultando em um balanço final positivo de cerca de 1,17% em relação a dezembro. “Na prática, isso significa que, mesmo com a queda no preço de origem, o consumidor ainda percebeu um leve aumento nas bombas, com impacto relativamente limitado no bolso”, completa. Na análise por regiões, todas registraram aumento tanto para gasolina quanto para etanol em janeiro. O Nordeste apresentou a maior alta do etanol (5,23%), alcançando preço médio de R$5,03. Já o Sudeste seguiu como a região com o etanol mais barato do País, mesmo após avanço de 3,82%, com média de R$4,62. O Norte manteve o etanol mais caro entre as regiões, a R$5,30 (+1,73%). Para a gasolina, o Sul registrou a maior alta regional (2,38%), chegando ao preço médio de R$6,46. O Sudeste, apesar do aumento de 1,77%, permaneceu como a região com a gasolina mais barata do País, com média de R$6,34. O Norte seguiu como a região mais cara, com preço médio de R$6,83 (+0,59%). Valores médios e variações regionais do etanol e da gasolina na comparação jan/26 x dez/25 Na análise por estados, o etanol mais caro do País em janeiro foi novamente o do Amazonas, com preço médio de R$5,48 (+0,18%), enquanto São Paulo registrou o menor valor, a R$4,50, mesmo após alta de 3,69%. O Rio Grande do Norte apresentou o maior aumento mensal do biocombustível (15,18%), chegando a R$ 5,31, enquanto Rondônia teve a maior redução (-2,05%), com o etanol recuando para R$5,25. Já para a gasolina, Roraima manteve o maior preço médio do País, a R$7,41 (estável). A Paraíba apresentou a gasolina mais barata, a R$6,20, após alta de 1,81%. O maior aumento estadual foi registrado no Rio Grande do Norte (7,06%), onde o combustível chegou a R$6,52, enquanto Alagoas teve a maior queda (-0,61%), com preço médio de R$6,55. “Mesmo com os reajustes observados no início do ano, a escolha do combustível mais vantajoso segue dependente do perfil do veículo e dos preços locais. Ainda assim, o etanol permanece como uma alternativa mais sustentável, por emitir menos poluentes e contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, reforça Mascarenhas. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, apoiado por uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações, garantindo alta confiabilidade. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, possui mais de 30 anos de experiência e administra uma frota superior a 1 milhão de veículos, com média de oito transações por segundo, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar a gestão de mobilidade de seus clientes.
Como funciona um filtro marítimo e por que ele é essencial para motores náuticos

Entenda como funciona um filtro marítimo, por que ele é essencial para motores náuticos e quais cuidados são indispensáveis em ambientes com salinidade, vibração e alta exigência.