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Wega Motors reforça compromisso com a liderança feminina no 2º Encontro de Mulheres do Mercado de Reposição Automotiva – MG

O mercado de reposição automotiva brasileiro vive uma transformação silenciosa, porém estrutural: cada vez mais mulheres ocupam posições estratégicas em um setor historicamente marcado pela predominância masculina. É nesse contexto que acontece, no próximo dia 5 de março, em Belo Horizonte, o 2º Encontro de Mulheres do Mercado de Reposição Automotiva – Minas Gerais, iniciativa que reúne lideranças femininas para discutir conexão, negócios e protagonismo. A Wega Motors, fabricante de filtros automotivos com forte atuação na América Latina, apoia e integra esse movimento por meio da participação de Thuanney Castro, gerente de Marketing da companhia e founder da AMMA – Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo, que será uma das vozes do encontro. Mais do que um evento, trata-se de um marco simbólico para o setor. O mercado de reposição movimenta bilhões de reais por ano no Brasil e sustenta milhares de empresas em toda a cadeia. Ao ampliar a presença feminina em cargos de decisão, o segmento fortalece sua capacidade de inovação, gestão e competitividade. Para a Wega Motors, apoiar essa agenda é coerente com sua estratégia de desenvolvimento sustentável e governança corporativa. Representatividade não é apenas pauta social — é vetor econômico. Empresas mais representativas tomam decisões mais eficientes, compreendem melhor o consumidor e constroem ambientes mais produtivos. O encontro também contará com a participação especial de Talita Peres, executiva de marketing para o mercado de reposição há mais de 20 anos, com trajetória construída em multinacionais do setor em momentos decisivos de crescimento, reposicionamento e transformação. Formada em Relações Públicas, possui especializações em Branding, Gestão Empresarial, Gestão de Marketing, Marketing H2H e Neuromarketing. O evento será realizado no Infinity – Centro de Eventos (ViaShopping Barreiro), em Belo Horizonte, e reunirá profissionais que atuam em diferentes elos da cadeia automotiva independente. A proposta é clara: criar rede de apoio, fomentar negócios e consolidar a presença feminina em um mercado essencial para a economia brasileira. Ao incentivar espaços de diálogo, visibilidade e qualificação, a Wega Motors reafirma seu posicionamento institucional: crescimento sustentável passa, necessariamente, pelo fortalecimento de novas lideranças. Serviço2º Encontro de Mulheres do Mercado de Reposição Automotiva – MGData: 5 de marçoHorário: 17hLocal: Infinity – Centro de Eventos (ViaShopping Barreiro) – Belo Horizonte/MGInvestimento: R$ 65,00 – Pix: mulheresafterauto@gmail.com

Stellantis inicia nova etapa do programa Bio-Hybrid com primeiro modelo produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE)

A Stellantis anuncia os próximos passos do programa Bio-Hybrid e confirma o lançamento do primeiro híbrido-leve flex concebido e produzido no Polo Automotivo de Goiana, em Pernambuco, ainda no primeiro semestre no Brasil. O modelo será equipado com a tecnologia MHEV 48V, inédita no lineup da empresa no país.  O novo modelo traz como elemento adicional uma máquina elétrica multifuncional, que substitui o alternador e o motor de partida. Trata-se de equipamento capaz de fornecer energia mecânica e elétrica, que tanto gera torque adicional para o motor térmico do veículo quanto gera energia elétrica para carregar a bateria adicional de Íon-Lítio de 48 Volts, que opera paralelamente ao sistema elétrico convencional do veículo. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos de condução, otimizando eficiência e economia e proporcionando uma dirigibilidade ainda mais agradável aos clientes.    “O Polo Automotivo de Goiana inicia uma nova fase que está alinhada com o seu DNA pioneiro, vanguardista e disruptivo, responsável desde a inauguração pela produção de modelos com altíssimo nível de sofisticação e tecnologia, criando tendências e liderando diferentes segmentos do mercado. Nosso planejamento estratégico para o Brasil e a América do Sul permanece em curso, com autonomia total para produzir localmente e oferecer aos consumidores novos produtos com diferentes níveis de eletrificação que atendam aos desejos e as necessidades da região”, comemora Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.  A Stellantis confirmou recentemente que serão quatro modelos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid e produzidos na fábrica pernambucana ainda em 2026. A empresa também anunciou a produção da Leapmotor em Goiana, reafirmando o compromisso e a capacidade de localização, autonomia regional e novos modelos alinhados com o perfil dos clientes na América do Sul.  Para a chegada dos novos modelos eletrificados, a Stellantis passou a produzir novos chicotes específicos em sua planta de componentes em Jaboatão e aprimorou diferentes áreas da planta em Goiana. Funilaria, prensas e montagem receberam as modificações necessárias, permitindo a produção de modelos com a nova tecnologia Bio-Hybrid na mesma estrutura em que são montados modelos com motores de combustão interna  Bio-Hybrid: sucesso inicial e rota tecnológica traçada  A Stellantis lançou, em 2024, os primeiros modelos equipados com uma tecnologia de motopropulsão híbrida-leve que combina energia térmica flex e eletrificação, denominada Bio-Hybrid. Desenvolvida pelo TechMobility – Centro Stellantis de Desenvolvimento de Produto & Mobilidade Híbrida-Flex, o maior da América Latina, a tecnologia considera as virtudes do Brasil ao potencializar o uso do etanol. No Polo de Goiana, a Stellantis foi pioneira no Brasil ao começar a abastecer os carros flex que saem da linha de montagem com 100% de etanol, o que será mantido para os modelos MHEV flex.  A companhia prevê plataformas eletrificadas em diferentes níveis ao longo dos próximos anos para atender aos desejos do consumidor local, iniciando a jornada com a tecnologia híbrida-leve MHEV 12V, que foca em acessibilidade aos consumidores e a popularização de uma tecnologia de hibridização de baixa voltagem e baixo custo. Em 2025, a Stellantis comercializou mais de 24.900 mil veículos com esta tecnologia na América do Sul por meio dos modelos Fiat Pulse e Fastback, e Peugeot 208 e 2008. Agora, a empresa anuncia um novo passo, com nova tecnologia híbrida-leve MHEV 48V que dá continuidade ao plano de expansão da eletrificação no lineup da companhia que permanece em curso.  A Stellantis continua acelerando em seu plano estratégico na região, com o investimento de R$ 32 bilhões de reais, o maior da história da indústria automotiva sul-americana. Em 2026, a companhia prepara 16 novos modelos e atualizações, incluindo um total de seis veículos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid e produzidos no Brasil. 

CONAREM lança 11º módulo de EAD gratuito sobre técnicas de brunimento de cilindros para o setor de retífica de motores

Curso destaca etapas do procedimento com foco específico na preparação correta dos cilindros para assegurar desempenho, consumo e durabilidade adequados O CONAREM – Conselho Nacional de Retíficas de Motores, acaba de ampliar seu programa de capacitação on-line e gratuita para o setor de retífica, com o lançamento do 11º módulo EAD: “Técnicas de Brunimento Aplicadas a Cilindros de Motores de Combustão Interna”. Voltado a profissionais de retíficas e interessados em ingressar na área, o novo conteúdo aprofunda uma das etapas mais críticas para o desempenho e a durabilidade dos motores. Este módulo complementa a formação em retífica com foco específico na preparação correta dos cilindros para assegurar desempenho, consumo e durabilidade adequados. O novo módulo aborda, de forma didática e aplicada:• interpretação de desenho técnico e especificações;• processos de broqueamento;• seleção correta de ferramentas e insumos;• preparação de blocos para brunimento;• ajuste de parâmetros de processo;• aplicação de procedimentos de controle de qualidade.•Trata-se de mais um capítulo do programa inédito de capacitação profissional EAD do CONAREM em parceria com o SENAI, totalmente online, voltado para em motores a combustão interna e oferecido gratuitamente aos profissionais do setor de retífica e novos talentos interessados na carreira. O programa, criado em 2022, já conta com mais de 86 mil pessoas inscritos, evidenciando a demanda crescente por formação técnica qualificada. “O objetivo é garantir a jovens a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho, além de atualizar aqueles profissionais que já atuam na área”, destaca José Arnaldo Laguna, presidente do CONAREM. “São 11 módulos que visam levar conhecimento técnico aos retificadores e também preparar novos profissionais para o setor, pois há dificuldade de encontrar mão de obra especializada”, complementa. Segundo Laguna, a modalidade EAD permite que o aluno organize o seu próprio ritmo de estudo. Após a inscrição em cada módulo, o conteúdo fica disponível 24 horas por dia, durante 21 dias. Ao concluir o curso e ser aprovado na avaliação final, o participante pode baixar o certificado de participação, disponível para download enquanto o curso estiver vigente.Estrutura do programa EAD CONAREM/SENAI – O setor de retífica de motores tem acesso a um pacote completo de cursos EAD gratuitos do CONAREM, desenvolvidos em parceria com o SENAI, atualmente com 11 módulos que foram estruturados para oferecer uma base técnica de qualidade e atualizada, contemplando desde fundamentos até processos específicos de usinagem e montagem. Os temas de cada módulo são: Os profissionais de retífica e interessados podem acessar os cursos gratuitos diretamente pelo site do CONAREM, na área de cursos desenvolvidos em parceria com o SENAI: • Cursos gratuitos CONAREM/SENAI:• https://www.conarem.com.br/cursos-do-senai/ Basta escolher o módulo desejado, fazer a inscrição on-line e aguardar o e-mail com as orientações de acesso enviado pelo SENAI em até 24 horas após a efetivação da matrícula.

Gestão de combustível: o elo invisível entre eficiência e lucro

Depois de entender que combustível não deve ser tratado apenas como commodity, muitas empresas enfrentam um segundo desafio: a falta de gestão estruturada. Profuel e o especialista Gilles Laurent Grimberg mostram como controle, análise de dados e tecnologia transformam o combustível em uma ferramenta estratégica para frotas e operações, conectando eficiência operacional diretamente ao resultado financeiro. Superada a ideia de que combustível é apenas um item de custo, surge uma nova pergunta dentro das empresas: como gerir esse insumo de forma inteligente? É nesse ponto que muitas operações ainda encontram dificuldades — não por falta de intenção, mas por ausência de método, dados e integração entre áreas. Para a Profuel, especializada em soluções técnicas voltadas à eficiência de motores e operações, gestão de combustível começa com visibilidade. “Não se gerencia o que não se mede. Sem dados confiáveis de consumo, abastecimento e comportamento operacional, o combustível segue sendo um custo invisível”, afirma Gilles Laurent Grimberg, especialista em combustíveis e comportamento de motores. Na prática, a gestão inteligente envolve o uso de tecnologias de monitoramento, análise de consumo por veículo, rota e perfil de operação, além do cruzamento dessas informações com indicadores de manutenção e disponibilidade. Quando esses dados passam a ser analisados de forma integrada, surgem oportunidades reais de correção de desvios, redução de desperdícios e ganho de eficiência. Do ponto de vista técnico, o combustível influencia diretamente o desempenho do motor, mas é a forma como ele é utilizado que define o impacto no custo total da operação. Condução inadequada, abastecimento fora de especificação, ausência de controle e falta de padronização transformam um insumo essencial em fonte constante de perdas silenciosas. Para frotistas, operadores e gestores, o combustível deixa de ser apenas um item do financeiro e passa a ocupar um papel estratégico na operação. “Quando a gestão é feita com base em dados, o combustível se torna um indicador de eficiência, não apenas uma despesa”, explica Gilles. É nesse contexto que a atuação conjunta da Profuel e de Gilles Laurent Grimberg ganha relevância. Ao unir produto, tecnologia e conhecimento técnico aplicado, a proposta é orientar o mercado na construção de processos mais maduros de gestão energética, corrigindo práticas empíricas e substituindo achismos por decisões técnicas. ​Você sabia ? • Muitas operações ainda não possuem controle detalhado de consumo por veículo ou rota, o que dificulta a identificação de desperdícios. • A falta de integração entre dados de abastecimento e manutenção impede uma visão real do custo total de operação. • Pequenos desvios de consumo, quando repetidos diariamente, geram impactos financeiros significativos ao longo do ano. • Gestão de combustível eficiente começa com dados, mas se consolida com análise e tomada de decisão. Dica para CFOs e gestores financeirosAvalie o combustível como indicador de eficiência operacional.Acompanhar consumo real, desvios por operação e relação entre abastecimento e manutenção permite decisões mais precisas, reduz perdas silenciosas e melhora a previsibilidade financeira da frota. Segundo Gilles, a maturidade na gestão de combustível está diretamente ligada à competitividade das operações. “Empresas que tratam combustível como estratégia conseguem transformar informação em vantagem operacional. As demais continuam reagindo a problemas que poderiam ser evitados”, resume.

Custos logísticos no Brasil consomem 15,5% do PIB em 2025 

A escassez de investimentos em infraestrutura, alta da taxa básica de juros, margem de lucro reduzida e aumento com despesas de estoques são os principais impulsionadores do atual cenário O estudo anual “Custos Logísticos e o Impacto nas Empresas Brasileiras”, desenvolvido há mais de 20 anos pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), revelou que os custos logísticos no Brasil equivalem a 15,5% do PIB em 2025. Em 2014, essas despesas representavam 10,4% do Produto Interno Bruto (PIB). O sócio-diretor do ILOS e responsável pelo estudo,Maurício Lima explica que nos últimos 10 anos, o Brasil transportou 25% a mais em volume de carga com praticamente a mesma infraestrutura logística. “Ou seja, os investimentos em infraestrutura não acompanharam o mesmo desempenho do setor logístico. Esse cenário pressiona os custos e faz com que os gastos com logística aumentem gradativamente, a cada ano. O País não tem como crescer a taxas elevadas quando o custo logístico aumenta muito”, alerta Mauricio Lima. O especialista em logística e supply chain também cita que as despesas com estoque passaram de 3% para 5% desde 2014. “Ao mesmo tempo, a taxa de juros elevada aumenta o custo desse capital imobilizado.” Desde 2004, os quatro anos em que a relação entre Selic e estoque imobilizado foi mais pesada sobre o PIB estão concentrados em 2022, 2023, 2024 e 2025”. MARGEM REDUZIDA E A POSSIBILIDADE DO CAOS  O estudo revela também contradições da logística brasileira. Para as empresas contratantes dos serviços de transporte, o serviço é considerado um custo alto. Ao mesmo tempo, os preços de praticado têm sido insuficientes para compensar o aumento dos custos das transportadoras. “As despesas das empresas de transporte aumentaram entre 2023 e 2024, mas não houve repasse para os preços de frete ou o repasse feito não foi suficiente para compensar o aumento dos custos”.  Em 2025, os preços de frete cobrados foram similares aos de 2024. Ele explica que isso pode parecer ser um cenário positivo inicialmente, mas também pode revelar um possível caos no médio prazo. “Observo que muitos operadores logísticos estão deixando de atuar em setores específicos, pelo fato de a margem de lucro não atender a sua atuação. Isso ocorre até mesmo no setor de graneis agrícolas, que cresceu a produção em cerca de 17% em 2025.”

Nova diretoria do CONAREM assume e lança agenda estratégica para a jornada “Retífica 2050”

Gestão 2026–2029 amplia governança, cria núcleos de renovação e fortalece presença nacional do setor de retíficas O Conselho Nacional de Retíficas de Motores (CONAREM) inicia um novo ciclo sob a liderança da diretoria eleita para o triênio 2026–2029 . A gestão será presidida por José Arnaldo Motta Laguna, tendo como 1º vice-presidente Eduardo Américo Lúcio Naia, 2º vice-presidente Éderson Matheus Almeida e 3º vice-presidente Fernando Beninca Martinello. A Diretoria Executiva é composta ainda por Elaine Scartezini Soares de Meirelles (1ª secretária), Daniel Freitas Resende (2º secretário), Ricardo Gambassi Nonis (1º tesoureiro) e André Luiz Forelli Niederauer (2º tesoureiro). O Conselho Fiscal será formado por Pedro Luiz Arias, Arivonaldo Vicente da Silva e Felipe Santos Nantes, com suplência de Arlindo Bulhões de Santana, Christiano Forza de Araujo e Aélida Cristina Silva Pera . A nova gestão reforça sua capilaridade nacional com a eleição de Diretores Estaduais e Regionais em diferentes unidades da federação, consolidando presença ativa em todo o país . A diversidade regional da composição evidencia a dimensão nacional da retífica brasileira e sua relevância econômica. O novo ciclo se inicia em um ambiente de transformação estrutural do aftermarket automotivo. Motores mais complexos, digitalização crescente, exigências ambientais e pressão por eficiência colocam o setor diante de uma transição que não é apenas técnica, mas empresarial. Entre as primeiras iniciativas anunciadas está a criação do núcleo CONAREM Mulher e do CONAREM Jovem, ampliando a participação feminina e incentivando a formação de novas lideranças. A entidade também inicia um programa de capacitação voltado aos empresários do setor, com foco em governança, sucessão, planejamento estratégico e adaptação a novos modelos de negócio. Essa agenda está inserida na jornada estratégica denominada “Retífica 2050”, um plano de longo prazo que pretende preparar o setor para transformações tecnológicas, reorganização produtiva e transição energética. A estratégia parte de uma base consolidada: a rede credenciada do CONAREM, construída ao longo de 25 anos, cuja experiência acumulada representa ativo estratégico para as próximas décadas. Segundo o presidente José Arnaldo Motta Laguna, o momento exige visão e responsabilidade institucional. “O setor construiu uma base técnica sólida ao longo de 25 anos. Agora precisamos dar o próximo passo: preparar nossas empresas para um novo modelo de atuação. A Retífica 2050 é uma jornada de transição, que une experiência, inovação e gestão profissional para garantir competitividade às próximas gerações.” Ao ampliar sua governança com a criação de um Conselho Consultivo , o CONAREM sinaliza que a nova diretoria assume não apenas a condução administrativa da entidade, mas um processo de transformação estratégica. Em um setor que equilibra tradição e inovação, preparar o futuro começa com organização no presente.