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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Mistura de biodiesel no diesel é mantida em 14% para conter inflação

Governo desistiu de aumentar o percentual para 15% em março O percentual de biodiesel misturado ao óleo diesel ficará em 14% para conter a alta no preço dos alimentos, decidiu nesta terça-feira (18) o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O percentual subiria para 15% em 1º de março. Embora a maior parte do biodiesel no país tenha origem na soja, produto majoritariamente exportado e pouco consumido pelos brasileiros, a decisão ajuda a segurar o preço dos alimentos. Isso porque a elevação da mistura para 15% encareceria o combustível, usado no transporte de cargas, com impacto no preço da comida. Atualmente, o óleo diesel representa 35% do valor do frete. “O preço dos alimentos é a grande prioridade do nosso governo. Considerando a necessidade de buscarmos todos os mecanismos para que o preço seja mais barato na gôndola do supermercado, mantemos a mistura em B14 [teor de 14% de biodiesel] até que tenhamos resultados no preço dos alimentos da população, já que boa parte da produção do biodiesel vem da soja”, afirmou, em nota, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Apesar de ser menos poluente e renovável, o biodiesel é mais caro que o diesel, combustível fóssil. Quanto maior o teor de biodiesel no diesel, mais alto fica o preço na bomba. Caso o percentual de mistura subisse, o diesel teria o segundo aumento em um mês. No fim de janeiro, a Petrobras elevou o preço do combustível para as distribuidoras em R$ 0,22 para diminuir a defasagem em relação ao preço internacional. O biodiesel, que é adicionado ao diesel fóssil, esteve em trajetória de alta nas últimas semanas. Sancionada em outubro de 2024, a Lei Combustível do Futuro estabelece que a parcela de biodiesel varie de 13% a 25%. No entanto, a adição é obrigatória desde 2008, como política nacional para reduzir o nível de poluição do transporte de cargas. Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Produção industrial cai em janeiro

Recuo na passagem de ano era esperado, mas foi mais brando do que o usual. Otimismo dos empresários para os próximos seis meses e intenção de investimento aumentaram A produção da indústria caiu na passagem de dezembro para janeiro, aponta a Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (19). O índice ficou em 48,9 pontos, abaixo da linha de 50 pontos, que separa aumento de queda na produção do setor. O levantamento mostra que a produção diminuiu nas pequenas e médias empresas, mas cresceu entre as grandes. No recorte por região, o indicador revelou queda da produção nas indústrias do Centro-Oeste, Norte e Sudeste. No Nordeste e no Sul, a produção cresceu. “Normalmente, a produção acelera no fim do terceiro trimestre para atender as festas de fim de ano. Após isso, é normal que a produção caia, mas é importante notar que, em 2025, ela foi mais branda que em outros períodos semelhantes”, compara Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI. O emprego industrial ficou praticamente estável no primeiro mês de 2025. Em janeiro, o índice de evolução do número de empregados ficou em 49,6 pontos. Assim como a produção, o emprego avançou nas grandes indústrias, mas recuou nas pequenas e médias. A quantidade de trabalhadores nas indústrias do Centro-Oeste e do Sul aumentou, mas caiu no Nordeste, no Norte e no Sudeste. Depois de avançar 1 ponto percentual frente a dezembro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) fechou janeiro em 69%. Trata-se do 11º mês consecutivo em que a UCI fica acima das médias mensais da série histórica. A UCI subiu nas grandes indústrias, manteve-se estável nas médias e recuou nas pequenas. No recorte por região, a UCI só não avançou no Norte e no Centro-Oeste. Pelo terceiro mês consecutivo, o indicador de evolução do nível de estoques ficou abaixo dos 50 pontos. O movimento foi visto entre pequenas, médias e grandes empresas. Na passagem para janeiro, o índice se aproximou da linha divisória de 50 pontos, o que mostra que o recuo observado no mês foi menos intenso do que o recuo em dezembro. Entre as regiões, apenas as indústrias do Norte e do Nordeste não revelaram queda dos estoques. De acordo com a pesquisa, o índice de estoque efetivo em relação ao usual permaneceu em 49,3 pontos. O indicador, que não ultrapassa os 50 pontos há 14 meses, revela que os estoques ficaram abaixo do nível planejado pelos industriais no mês. O nível de estoques ficou abaixo do planejado nas pequenas e médias indústrias, mas, nas grandes, ultrapassou o planejado. O índice ficou abaixo da linha divisória em todas as regiões. Expectativas positivas crescem Em fevereiro, os indicadores que medem as expectativas de demanda, quantidade exportada, compras de matérias-primas e número de empregados aumentaram. Todos eles já estavam acima da linha de 50 pontos. Por isso, o resultado mostra que o otimismo dos industriais para os próximos seis meses se intensificou. VEJA INFOGRÁFICO O indicador de intenção de investimento também subiu em fevereiro. Avançou 0,3 ponto em relação a janeiro, chegando aos 58 pontos. O índice está 5,7 pontos acima da média histórica. Amostra Nesta edição da Sondagem Industrial, a CNI consultou 1.453 empresas: 595 de pequeno porte; 514 de médio porte; e 344 de grande porte, entre 3 e 12 de fevereiro de 2025.  Fonte: Agência de notícias da indústria

Ônibus são os preferidos para 29% dos turistas, aponta pesquisa

Levantamento encomendado pelo Ministério do Turismo mostra que a procura pelo transporte rodoviário de passageiros cresceu em relação ao verão passado Os ônibus são o meio escolhido por 29% das pessoas que pretendem viajar durante o verão 2025. A preferência cresceu 1% em relação ao ano passado e reflete a importância do setor e confiança da população no transporte rodoviário de passageiros. Os números fazem parte da pesquisa Tendências de Turismo Verão 2025 – comportamento da população brasileira, encomendada pelo Ministério do Turismo (MTur). E, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), este é um bom momento para os consumidores aproveitarem as promoções das companhias rodoviárias, com cashback e descontos de até 50% para viagens nos primeiros meses do ano. A pesquisa foi realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados. O cenário mostra a importância da segurança nas estradas brasileiras, já que 69% dos turistas utilizam o transporte rodoviário para os momentos de lazer. Além dos que preferem os ônibus, 40% dos entrevistados viajarão em seus próprios veículos neste verão. E esse índice vem caindo, já que, em 2023, 45% das viagens eram feitas de carro. O transporte aéreo foi o escolhido por apenas 23% dos entrevistados. “Os números refletem a preferência dos brasileiros pelo modal rodoviário. E garantir a segurança nas estradas é um trabalho contínuo, que depende da fiscalização das autoridades e das escolhas seguras dos passageiros. Por isso, é fundamental optar por empresas regulares, que seguem as normas de transporte, garantindo veículos em boas condições e motoristas treinados para uma viagem tranquila, em que a única preocupação seja aproveitar as belezas do trajeto e do destino escolhido”, destacou a conselheira da Abrati, Leticia Pineschi. Segundo a pesquisa, as belezas da região Nordeste são o destino escolhido por 53% dos turistas neste início de ano. Em seguida, as regiões Sudeste e Sul são as preferidas para 37% e 20% dos viajantes, respectivamente. Com serviços seguros e de alta qualidade, as tarifas rodoviárias de curtas e médias distâncias representaram uma economia de cerca de 90% em relação a outros modais de transporte, como por exemplo os trechos aéreos operados para os mesmos destinos em trajetos de até 12 horas. E, para garantir a segurança e o conforto dos passageiros, as empresas associadas à Abrati investem constantemente em melhorias. Em 2024, foram investidos mais de R$ 3,6 bilhões na modernização e manutenção de frotas, incluindo ônibus com diferentes configurações de poltronas, como executivo, leito e cama, além de Wi-Fi, serviços de bordo, telemetria, rastreamento em tempo real e sistemas antitombamento. “São muitos motivos para escolher os ônibus regulares. A segurança e o conforto são itens indispensáveis, mas as empresas também investem em promoções. Por isso, é importante que o passageiro siga as empresas nas redes sociais e fiquem atentos às promoções-relâmpago exclusivas dos canais próprios de vendas da marca”, destacou a conselheira da Abrati.

Saiba quais os principais eventos em que a WEGA Motors marcará presença em 2025

O ano começou, mas a WEGA já está focada nas feiras e congressos automotivos O setor automotivo cresceu muito em 2024, mas este é o momento de mostrar os lançamentos da WEGA Motors para 2025. Além disso, neste post já vamos antecipar algumas de nossas participações em eventos no setor, que devem ocorrer durante todo o ano. Vem com a gente! Foco em veículos a Diesel Desde 1976, o Brasil não permite que carros populares sejam movidos a Diesel. Naquela época, a justificativa se deu a partir do fato de que o mundo passava por uma crise de petróleo. Por causa disso, 78% do total do combustível disponível no país era importado pelo governo federal. Apesar da restrição aos veículos populares, outros tipos podem atuar normalmente, como é o caso de caminhonetes, VUC’s, ônibus e caminhões. O contexto é importante para anunciar o foco da WEGA Motors em desenvolver produtos para veículos a Diesel, principalmente veículos pesados. Em 2025, lançamos Kits de Troca Completa para Linha Pesada, evidenciando nossa ampla atuação no setor automotivo. Os filtros WEGA, separados ou em kits, foram projetados para garantir proteção e longevidade ao motor, bem como otimizar o desempenho e queima de combustível e segurança, promovendo, portanto, a segurança e confiabilidade em ônibus e caminhões. A WEGA Motors irá participar de eventos em 2025? Assim como em 2024, a WEGA marcará presença em diversos eventos do setor automotivo. De 22 a 26 de abril, a Automec chega para dar início ao calendário mais diversificado do ano. A Automec é voltada para promover o contato direto e constante de profissionais de reposição e reparação automotiva com distribuidoras, varejos de autopeças, oficinas automotivas e fornecedores nacionais e internacionais do setor automotivo. Na sequência, de 28 de abril a 02 de maio, a Agrishow chega para a sua 30ª edição. A feira é uma das maiores festas no setor do agronegócio, reunindo soluções para culturas e propriedades, bem como lançamentos e tendências. Posteriormente, já no segundo semestre de 2025, a Autonor (Feira de Tecnologia Automotiva do Nordeste) ocorre de 17 a 20 de setembro. Fruto de um projeto datado de 1999, a feira teve seu foco sempre centrado na interação de fornecedores, aplicadores e clientes. Por fim, o Congresso Brasileiro do Mecânico está marcado para o dia 25 de outubro de 2025. O evento reúne não somente montadoras e fabricantes de peças, como também mecânicos e diversos profissionais do setor automotivo, com foco em oferecer práticas de manutenção de veículos e inovações. Se liga na #DicaWEGA! Com um 2025 tão movimentado, a WEGA Motors não poderia deixar de convidar você, leitor. A gente se encontra em cada evento marcado e estaremos de braços abertos para qualquer contato. Mas, se você já quer conferir as novidades, a gente sugere conhecer nosso portfólio e ficar de olho nas nossas redes sociais!

Condições especiais para certificação automotiva de mecânicos e vendedores de autopeças, em comemoração ao Dia do Mecânico

Para celebrar o Dia do Mecânico, comemorado em 20 de dezembro, o IQA – Instituto da Qualidade Automotiva está oferecendo condições imperdíveis para os profissionais do setor de reparação automotiva. Durante todo o mês, mecânicos e balconistas de todo o Brasil terão acesso a descontos especiais para obter a Certificação IQA para Reparadores Automotivos, com validade até 31 de dezembro. Essa certificação é uma excelente oportunidade para valorizar o currículo e aprimorar as competências profissionais. Com abrangência em oito escopos diferentes, os mecânicos podem escolher áreas como retífica de motores, freios, suspensão, pintura, funilaria, vendas de autopeças, direção e exaustão. O programa de certificação conta com o apoio de importantes entidades do setor automotivo, como o Sindirepa Brasil e o CONAREM. Essas parcerias reforçam a relevância do IQA como promotor da qualidade e inovação no mercado automotivo brasileiro. O investimento regular para cada escopo de certificação é de R$ 150,00. Contudo, até o fim de dezembro, os valores estão com condições exclusivas, tornando o processo mais acessível a todos os profissionais interessados em impulsionar suas carreiras. “A certificação é um passo importante para quem deseja acompanhar as inovações tecnológicas e se destacar no mercado”, afirma Sérgio Fabiano, gerente de Serviços Automotivos do IQA. A avaliação é prática e totalmente online, o que proporciona maior flexibilidade aos candidatos. O exame aborda conhecimentos sobre normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e aspectos técnicos específicos da área escolhida. A aprovação exige uma nota mínima de 7,0, e a certificação tem validade de três anos, garantindo a atualização constante dos profissionais. Outra vantagem é que a prova pode ser realizada a qualquer momento, sem a necessidade de agendamento prévio. Após o envio da documentação necessária, os candidatos recebem acesso imediato ao exame, sem complicações ou burocracia. Passados três anos, será necessário realizar uma nova avaliação para manter a certificação ativa, acompanhando os avanços tecnológicos do setor. Os interessados devem entrar em contato pelo WhatsApp do IQA, no número (11) 3181-9181, para obter o cupom de desconto e aproveitar os benefícios exclusivos. Mais informações sobre o programa de certificação estão disponíveis no site oficial do IQA: cpiqa.iqa.org.br. Desde 1995, o IQA atua como referência em qualidade no setor automotivo, sendo uma organização sem fins lucrativos criada por entidades do setor e pelo governo. Seu compromisso é promover a segurança e qualidade no mercado de mobilidade, seja por meio de certificações, treinamentos ou estudos técnicos. Representante de órgãos internacionais e acreditado pela CGCRE – Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro, o IQA oferece uma ampla gama de serviços, que incluem certificações, ensaios de laboratório e consultorias técnicas. Sempre atento às necessidades do mercado, o instituto permanece comprometido com a inovação e o fortalecimento do setor automotivo brasileiro.

Conheça os cases das empresas vencedoras do programa Melhores Práticas de ESG e os resultados da Pesquisa ESG 2024

Conheça os cases das empresas vencedoras do programa Melhores Práticas de ESG e os resultados da Pesquisa ESG 2024 Na segunda quinzena de outubro foi realizado de forma on-line o XX Fórum ESG do Sindipeças. Larissa Torres, analista de Sustentabilidade do Sindipeças, apresentou a Pesquisa ESG 2024. Juliano Picoli, gestor de Projetos na FGV, Claudio Anjos, presidente da Fundação Iochpe, e Tiago Isaac, professor do IBGC, falaram sobre práticas de ESG, deram dicas para as empresas iniciantes nesse processo e responderam a perguntas dos participantes. Patrícia Bittencourt, gerente de ESG e Sustentabilidade do Secovi-SP, falou sobre avaliação da materialidade. No final do evento foram apresentados os vencedores do programa Melhores Práticas de ESG. Pesquisa ESG 2024 Com a participação de 116 empresas associadas ao Sindipeças, 57% de grande porte e as demais pequenas e médias, o que no total representou mais de 20% das associadas do sindicato, uma das constatações da pesquisa foi que a maioria, 92%, considera ESG na sua tomada de decisão e 75% delas têm uma área específica dedicada a esse tema. Quanto ao grau de maturidade, 96,4% das associadas estão pelo menos no estágio 1 e quando questionadas sobre os benefícios alcançados pelo ESG, conformidade regulatória ficou em primeiro lugar, seguida pelo uso sustentável de recursos naturais, mitigação de riscos, melhoria de imagem e a vantagem competitiva. “Os benefícios existem e eles fazem parte das consequências das ações de ESG trazidas para as empresas”, afirmou Larissa. Ações ambientais – Dentre as ações e controles ambientais, Larissa contou que elas estão bem disseminadas nas empresas respondentes. “Desde a gestão ambiental e prevenção da poluição até a qualidade do ar interno, eficiência energética e poluição sonora. São temas que são efetivamente tratados dentro das empresas e elas possuem programas estruturados”. As ações sociais – A pesquisa também constatou que as empresas atuam ativamente com ações sociais, entre elas, internamente, nas questões de saúde ocupacional, treinamento profissional e política de benefícios. Governança – Ao contrário das ações ambientais, algumas empresas ainda caminham para ter programas estruturados de governança. “A gente vê um pouco de diferença entre social e meio ambiente. Muitas empresas conhecem e aplicam, mas não possuem programas estruturados, mas acredito que no ano que vem a gente já possa ver outros resultados”, otimizou Larissa.   Emissões atmosféricas – 70% dos respondentes idealizam o inventário de emissões de gases de efeito estufa e de forma semelhante, 68,2% têm metas. Junto aos seus fornecedores, 37,3% das empresas têm conhecimento sobre a realização de inventários de emissões de gases de efeito estufa por parte deles e 35% possuem conhecimento e se utilizam de metas ou não. Objetivos de desenvolvimento sustentável – Dentre os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas), a pesquisa constatou quais eram os mais representativos nas empresas. São eles: consumo e produção sustentáveis; indústria, inovação e infraestrutura; saúde e bem-estar; energia limpa e acessível, trabalho decente e crescimento econômico. E, ainda, 88% dos respondentes conhecem os objetivos de desenvolvimento sustentável. Programa Melhores Práticas de ESG Nessa edição da pesquisa foram inscritos 44 trabalhos. Os três melhores avaliados foram o Programa de Integridade, da Cinpal, Ressignificação dos Resíduos de Embalagens de Madeira, da Seg Automotive, e Engenharia Reversa como Estratégia para Avançar na Sustentabilidade, da Cipatex. Programa de Integridade – Apresentado por Gabriela Soares, coordenadora de ESG & Compliance na Cinpal, o Programa de Integridade adotado tem sete pilares: Suporte da alta administração; avaliação de riscos; código de ética e conduta; treinamento e comunicação; canal de denúncias independente, investigações internas e controle e diligência. Segundo Gabriela, “decidimos definir sete engrenagens dentro do programa, que podem ser chamadas de pilares. Cada empresa trabalha de uma forma, o importante é que (os pilares) sejam aliados às melhores práticas. Algumas empresas adotam no programa de integridade um pilar de diversidade e inclusão. Na Cinpal, como temos a área de ESG Compliance, as áreas estão bem segmentadas, então, foi uma opção nossa não incluir esse pilar”. Gabriela destacou que um dos pilares mais importes dentro do programa de integridade é o suporte da alta administração. “Sem esse pilar, a existência do programa se torna inviável. É importante essa participação e no fomento de todas as práticas que vão advir depois da construção do programa”, relatou. A coordenadora de ESG & Compliance na Cinpal comentou cada um dos pilares. Sobre o sétimo, disse ela. “Diligência é crucial para avaliar os riscos associados aos nossos parceiros, fornecedores e prestadores de serviços. Além de minimizar os riscos, ela fortalece a transparência e a confiança nas relações comerciais, assegurando que todos os parceiros compartilhem os mesmos valores éticos e compromissos com a integridade”. Ressignificação dos Resíduos de Embalagens de Madeira, da Seg Automotive – Com capacidade de produção de 1,5 milhão de peças de alternadores e 1,3 milhão de peças para motor de partida, na fábrica em Itupeva (SP), Thiago Torres, analista de Logística Sênior da Seg Automotive, contou que 60% dos resíduos no processo produtivo estão relacionados às embalagens que contêm madeira, plástico e papelão. Os dois últimos têm atrativo comercial para reciclagem, enquanto madeira tem uma destinação mais difícil. Antes do projeto, os resíduos de madeira eram retirados por parceiros, sem compensação financeira para a Seg Automotive, e destinados à produção de biomassa. Foi então que eles buscaram uma solução sustentável, dentro do conceito de economia circular, economia solidária, com parcerias com o poder público e o terceiro setor. “Dessa forma, evoluímos em três frentes: reuso dentro do processo logístico (das embalagens), para uso interno e para exportação. O segundo, a nossa menina dos olhos, é um projeto social para a construção de móveis. O terceiro, o que sobra de todo esse resíduo, continua como destino à geração de biomassa”. Thiago acrescentou que eles estão trabalhando junto aos seus parceiros para propor oficinas de capacitação de marcenaria, para beneficiar não apenas quem aprende uma nova função, mas também a comunidade em si. “Estamos firmando parcerias com a prefeitura de Jundiaí (SP) para realizar, com o suporte do Senai, treinamentos para que através do terceiro setor possam gerar emprego

Mecanizou: confira dicas práticas para cuidar dos pneus do seu carro

Os pneus são um dos componentes mais importantes do seu veículo, sendo a única parte que entra em contato direto com o solo. Sendo assim, mantê-los em boas condições garante a segurança nas estradas, mas contribui para o desempenho, a economia de combustível e a durabilidade do veículo. No entanto, muitos motoristas não sabem como cuidar adequadamente dos pneus, o que pode levar a desgaste irregular, maior risco de acidentes e custos extras com substituições. Hugo Mendonça, Gerente Técnico Automotivo da Mecanizou, startup que conecta oficinas mecânicas a fornecedores de peças automotivas, destaca algumas práticas essenciais para prolongar a vida útil dos pneus e melhorar o desempenho do veículo. “O rodízio de pneus consiste em trocar a posição dos pneus do veículo para que o desgaste seja mais uniforme. Isso é especialmente importante porque os dianteiros tendem a desgastar mais rápido, especialmente em carros com tração dianteira. O ideal é realizar o rodízio a cada 10.000 km ou conforme as recomendações do manual do veículo. Em alguns casos, esse intervalo pode variar de acordo com o tipo de veículo e os pneus utilizados.” Hugo destaca ainda, que a pressão adequada dos pneus é fundamental para garantir o desempenho do veículo e aumentar a durabilidade. Pneus com pressão inadequada podem causar desgaste irregular, aumentar o consumo de combustível e até prejudicar a estabilidade do veículo.  Idealmente, a pressão dos pneus deve ser verificada a cada 15 dias e antes de viagens longas. Essa verificação é importante porque a cada 3 PSI de pressão abaixo do especificado, aumenta o desgaste do pneu em 5%. Não se esqueça de checar também a pressão do pneu sob estepe. A pressão correta pode ser encontrada no manual do veículo ou em uma etiqueta localizada na lateral da porta do motorista. Ela deve ser verificada sempre com os pneus frios, ou seja, antes de o carro ser utilizado por muito tempo. Já o balanceamento e o alinhamento das rodas são serviços que garantem o funcionamento adequado do sistema de suspensão e da direção do veículo, além de contribuir para a vida útil dos pneus. Quando as rodas não estão balanceadas e alinhadas corretamente, pode ocorrer desgaste irregular dos pneus, vibrações durante a direção e até aumento no consumo de combustível. “O balanceamento deve ser feito sempre que você trocar os pneus ou notar alguma vibração durante a condução. Com relação ao alinhamento, recomenda-se realizar o alinhamento a cada 10.000 km ou sempre que houver necessidade, como após a troca de pneus, bater em um buraco ou sentir o volante desalinhado”, afirma Mendonça. Fazer uma inspeção visual regular nos pneus é fundamental para identificar problemas antes que se agravem. Verifique se há cortes, rachaduras, bolhas ou objetos presos nos pneus (como pregos ou vidros). Se perceber qualquer irregularidade, leve o veículo a um mecânico para uma avaliação.Outras duas inspeções importantes, é da validade do pneu (estimado em 5 anos) que pode ser conferida a partir dos 4 últimos dígitos do DOT, que são informações padronizadas localizadas na lateral do pneu. No exemplo abaixo, os 2 primeiros dígitos significam a semana de fabricação e os dois últimos o ano de fabricação, nesse caso a semana 33 de 2015. Além disso, é sempre importante acompanhar o TWI, que seria um indicador de desgaste da banda de rodagem. Ele fica localizado na parte central do pneu (geralmente tem uma seta na lateral indicando sua posição exata). Sempre que o pneu desgastar até essa marcação, nivelando com esse indicador, significa que o sulco do pneu atingiu o limite de 1,6 mm de profundidade e deve ser trocado. Por fim, evitar sobrecarregar o veículo e realizar acelerações ou freadas bruscas pode diminuir o desgaste dos pneus e ajudar a preservar sua integridade. Pneus que são expostos a situações de estresse excessivo podem se desgastar mais rapidamente e até estourar.

Nova Geração de Motores Scania V8 de 16 Litros tem potência que ultrapassa os 700 cavalos

Economia de combustível, redução do peso total, menores custos de manutenção e reparação e maior disponibilidade do veículo em seu tempo de uso A estratégia aplicada no reajuste adicional da plataforma modular do motor de 16 litros Scania, juntamente com a inteligente da tecnologia avançada, proporcionou redução do consumo de combustível diesel ente 7 e 10%, contribuindo com as empresas que praticam o transporte sustentável.   A nova geração de motores baseia-se no mesmo bloco motor e na mesma configuração básica que o seu antecessor, mas as semelhanças param aqui. A alteração mais significativa é que os coletores de gás de escape agora funcionam separadamente até ao turbo, cujo lado da turbina é diretamente alimentado a partir de duas direções dos respetivos bancos de cilindros. O sistema é conhecido como um turbo Rotated Twin Scroll VGT.   O fato de três dos motores (exceto da versão 730) utilizarem a Redução   Catalítica Seletiva (SCR) apenas para o pós-tratamento dos gases de escape significa que os motores V8 passaram a ter uma unidade turbo de geometria fixa que é mais robusta e mais leve do que um turbo variável. Agora, o turbo é montado diretamente no bloco do motor, entre os bancos dos cilindros, o que lhe dá um ambiente de operação estável e à prova de vibração.  Admissão mais direta e pressão mais elevada   Também foram introduzidas grandes alterações nos processos de indução e injeção.   A entrada de ar é agora mais direta e o sistema de distribuição de combustível é uma chamada single rail variety, com extração mais simples através de um tubo central de alta pressão e tubos de distribuição mais longos, que também facilitam o acesso durante a manutenção. A pressão máxima para o sistema de distribuição de combustível diminuiu para 1800 bar, devido à utilização de tecnologia SCR para pós-tratamento.   Quando o combustível chega aos cilindros através do sistema de injeção recentemente desenvolvido, auxiliado por uma bomba de alta pressão XPI, que tem apenas dois pistões, há maior compressão e é aplicada uma pressão máxima do cilindro de 210 bar – características importantes para a redução do consumo de combustível.   Menor atrito interno   O cabeçote, os pistões, os parafusos do pistão, o cárter e o virabrequim, bem como todos os rolamentos foram retrabalhados para se obter a melhor vedação e redução do atrito. Estas mudanças ocorreram no contexto do sistema modular Scania para unidades de cilindro, o que significa que a maioria das peças é partilhada com as outras plataformas de motor Scania. Em destaque ficam os novos coletores de gases de escape, dando um novo significado ao verdadeiro e clássico V8. A nova geração de V8 Scania baseia-se num turbo robusto, de geometria fixa (VGT), em que o turbo de gases de escape é alimentado a partir de duas direções (um sistema conhecido como o rolamento de rolos duplos) através dos coletores de gases de escape assinalados a verde para cada linha de cilindros. Sistema avançado na admissão de ar do motor de 520 CV