Etanol: descubra os principais mitos e verdades sobre o combustível

Especialista esclarece as principais dúvidas sobre os aspectos ambientais, econômicos e de desempenho do biocombustível Considerado um dos grandes pilares da matriz energética brasileira, o etanol se destaca no cenário global como uma alternativa limpa, renovável e eficiente para a mobilidade. Produzido em sua maioria a partir da cana-de-açúcar, o etanol brasileiro combina alta produtividade com baixos impactos ambientais, sendo capaz de reduzir até 80% as emissões de gases de efeito estufa em relação à gasolina. A expertise do País na produção e utilização do etanol serve como referência para outras nações que buscam alternativas mais sustentáveis para o transporte. No entanto, apesar de sua relevância para a matriz energética e de sua aceitação no mercado, o etanol ainda desperta dúvidas entre os consumidores. Para esclarecer as questões e destacar os benefícios desse biocombustível, Gilberto Pose, especialista em combustíveis da Raízen, desmitifica as principais dúvidas em torno do produto. 1. O etanol prejudica o motor do veículoMito: Ao contrário do que muitos pensam, o etanol pode trazer benefícios importantes para o motor. Versões aditivadas, como o Shell V-Power Etanol, contém detergentes que ajudam a limpar e proteger o sistema de alimentação de combustível, além de reduzir o desgaste e prolongar a vida útil do motor. “Assim como os outros combustíveis aditivados, o etanol em versão aditivada oferece uma série de benefícios além da economia. Ele promove a limpeza do motor, melhora o desempenho com redutores de atrito e ajuda a preservar o motor. Além disso, o Shell V-Power Etanol foi projetado para quem busca uma experiência completa de proteção e alta performance”, afirma Pose. 2. O etanol não é indicado para quem busca economiaMito: Embora o rendimento energético por litro do etanol seja menor que o da gasolina, o preço do litro muitas vezes compensa essa diferença, especialmente em estados onde a relação custo-benefício é mais favorável. Além disso, o etanol aditivado ajuda a proteger o motor contra a formação de resíduos carbônicos, reduzindo os custos com manutenção e proporcionando excelente custo-benefício para veículos flex. 3. Etanol é mais sustentável que gasolinaVerdade: O etanol produzido a partir da cana-de-açúcar, cujo cultivo contribui para a absorção do CO₂ emitido durante sua queima, já evitou a emissão de mais de 620 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera desde a introdução dos veículos flex, em 2003. Comparado aos combustíveis fósseis, o impacto ambiental do etanol é significativamente menor, tornando-o uma escolha alinhada aos objetivos da transição energética globais. 4. Etanol não deve ser utilizado no invernoMito: Em temperaturas mais baixas, pode haver dificuldades para dar partida em carros movidos a etanol, mas isso não significa que o etanol não seja uma opção prática e eficiente. O etanol possui um comportamento específico quando a temperatura cai abaixo de 13°C, o que pode afetar sua capacidade de entrar em combustão. Para resolver essa situação, os veículos flex são equipados com um reservatório de gasolina, usado exclusivamente para facilitar a partida nessas condições. Durante o inverno, é importante manter esse reservatório abastecido, de preferência com gasolina aditivada, garantindo que o etanol continue sendo uma escolha viável, sustentável e mais limpa para o meio ambiente. 5. O etanol é eficiente em motores modernos Verdade: Com maior octanagem, o etanol oferece mais potência e torque do que a gasolina. Em motores modernos, como os flex, ele otimiza a curva de ignição, melhorando o desempenho do veículo e proporcionando uma aceleração mais rápida e suave.
Impulsionada pela alta nas exportações e pelo mercado interno aquecido, produção foi a maior para o mês de fevereiro desde 2019

As 217,4 mil unidades que deixaram as linhas de montagem em fevereiro representaram a maior produção para o mês desde 2019. Com isso, a produção acumulada do primeiro bimestre chegou a 392,9 mil unidades, alta de 14,8% sobre o mesmo período de 2024, de acordo com os dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). Trata-se do melhor resultado para os dois primeiros meses do ano desde 2021. Boa parte dessa alta na produção pode ser creditada à consistente recuperação dos volumes de exportações neste início de ano, intensificando tendência verificada desde a metade do ano passado. E esse bom desempenho dos embarques está associado ao crescimento de 172% nos envios de veículos para a Argentina no primeiro bimestre. Ao todo, 76,7 mil unidades saíram do Brasil neste ano, 55% a mais que nos dois primeiros meses de 2024, sendo 62% desse montante para o país vizinho. No mercado doméstico, as vendas no primeiro bimestre foram as maiores desde 2020, somando 356,2 mil unidades. Em fevereiro, a média diária de 9.248 emplacamentos subiu 19% em relação a janeiro, com destaque para as vendas diretas, que cresceram 39%, bem acima do varejo. “Dentro desse volume de emplacamentos, há de se destacar em forma de alerta a elevação contínua da participação de importados, que neste ano está acima de 21%. Desde 2012 não havia uma presença tão grande de modelos estrangeiros nas vendas, e boa parte dessa elevação se deve a veículos de fora do Mercosul, em especial os eletrificados chineses”, afirmou o Presidente Márcio de Lima Leite, reiterando a necessidade da aplicação imediata do Imposto de Importação de 35% para todos, independentemente de origem ou motorização. Veículos pesados em alta O segmento de ônibus foi um dos que mais cresceu no primeiro bimestre, com 3,7 mil unidades emplacadas e 4,3 mil produzidas, elevação de 50% e 11% sobre o mesmo período do ano passado, respectivamente. Os motivos para essa aceleração são as entregas dentro do programa Caminho da Escola e o reaquecimento do transporte municipal. Ainda sob efeito das encomendas feitas durante a Fenatran, em novembro, o segmento de caminhões cresceu 11%, tanto em vendas como em produção. No entanto, a elevação da taxa de juros gera grande preocupação para as fabricantes, que já notam uma menor procura nas concessionárias, e isso pode se refletir nos números dos próximos meses. Ao contrário dos segmentos de veículos leves, caminhões dependem essencialmente de financiamento para a concretização de vendas.
Abrafiltros encerra 2024 com mais de 44 milhões de filtros automotivos reciclados

Programa de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo criado em 2012 em São Paulo, e implantado no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, deve abranger novos estados com os avanços das legislações estaduais O programa Descarte Consciente Abrafiltros, de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, criado em 2012 pela Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso, atualmente implantado em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul para atendimento às legislações estaduais, já reciclou 44.917.587 filtros até dezembro de 2024, realizando coleta em 5.702 pontos de 402 municípios. No ano passado foram reciclados 7.228.217 filtros com o atendimento dos quatro estados. Atualmente, 37 organizações, com 62 CNPJs, estão abrigadas no sistema. “O volume de filtros usados do óleo lubrificante automotivo reciclados e abrangência do programa só tendem a aumentar. As metas tanto do montante reciclado quanto dos municípios e pontos de coleta são progressivas”, afirma João Moura, presidente executivo da Abrafiltros. Segundo Marco Antônio Simon, gestor do programa, as empresas recorrem ao programa Descarte Consciente Abrafiltros por ser um sistema de logística reversa coletivo, no qual a Abrafiltros atua como entidade gestora e cuida de todo o processo administrativo e logístico. “Isto facilita as empresas cumprirem as legislações ambientais e, por ser um sistema coletivo, acaba reduzindo o custo individual, que é bem mais elevado caso a empresa fizesse um plano individual”, comenta. A administração é realizada pela equipe interna de gestão em conjunto com a Presidência e Diretoria, incluindo a definição e negociação de metas, contatos governamentais, emissão de relatórios, contratos, Termos de Compromisso estaduais, ações de comunicação e marketing, suporte de escritório jurídico e financeiro. Ele explica também que a coleta e processamento dos filtros usados do óleo lubrificante automotivo são realizados pelo Grupo Supply Service, que conta com grande expertise no País em 32 anos de atividade, motivo pelo qual tem vencido os processos de concorrência e mantido elevado grau de excelência na prestação dos serviços. Como funciona o programa – Simon explica que o processamento do filtro do óleo lubrificante automotivo usado é completo, inclusive, com a separação do metal do elemento filtrante e do óleo lubrificante usado contaminado (OLUC). O metal (23%) é encaminhado para siderúrgicas, o OLUC – Óleo Lubrificante Usado Contaminado (2%), vai para rerrefino; e o restante dos resíduos (75%) segue para coprocessamento em cimenteiras, para geração energética e uso das cinzas (clínquer) na fabricação do cimento. Ele destaca ainda que para ser reprocessado o metal deve estar descontaminado de óleo, processo que também é realizado antes do envio às siderúrgicas. Outros estados devem instituir novas leis e novas empresas sinalizam adesão ao programa – “As legislações ambientais só avançam e novas leis entrarão em vigor em outros estados. Com isso, a tendência é de que o programa cresça ainda mais”, ressalta Simon. O Estado do Mato Grosso já instituiu uma nova legislação que entrou em vigor no final do ano passado, que se encontra em regulamentação e será alvo de envio de proposta de implantação do programa ainda 2025. O Estado de Santa Catarina está em fase de aprovação dos resultados da consulta pública realizada também no final do ano passado, que norteará a elaboração da legislação estadual.Com relação às empresas, o gestor destaca que já há três novas empresas com o processo de filiação e adesão em curso, que ingressarão no programa em 2025. Programa avança e traz novos desafios – O gestor explica que o processo de reciclagem dos filtros do óleo lubrificante automotivo é bastante complexo e são pouquíssimas as empresas habilitadas a tratá-los em larga escala. “Isto, futuramente, deve gerar dificuldades em novas implantações do programa, devido às próprias diferenças de infraestrutura no Brasil, um país de dimensões continentais, o que também impacta no custo final”, alerta Simon, concluindo: “Por isso, as implantações devem sempre ser realizadas com muito critério e observando o princípio de viabilidade logística e econômica estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que é a base das legislações estaduais”. Sobre a Abrafiltros:Criada em 2006, a ABRAFILTROS – Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso – tem a missão de promover a integração entre as empresas de filtros e sistemas de filtração para os segmentos automotivo, industrial e tratamento de água, efluentes e reúso, representando e defendendo de forma ética os interesses comuns e consensuais dos associados. Para baixar imagens, basta acessar http://versoassessoriadeimprensa.com.br/abrafiltros-encerra-2024-com-mais-de-44-milhoes-de-filtros-automotivos-reciclados/ Mais informações:Verso Comunicação e Assessoria de ImprensaJornalista responsável – Majô Gonçalves – MTB 24.475versocomunicacao@uol.com.brSolange Suziganversocomunicacao1@uol.com.br(11) 4102-2000/99905-7008www.versoassessoriadeimprensa.com.brhttps://www.facebook.com/verso.assessoria
Vendas do varejo paulista crescem 9,3% em 2024 e atingem R$ 1,4 trilhão, maior cifra da história

Sete das nove atividades pesquisadas bateram recorde histórico de faturamento O varejo no Estado de São Paulo fechou 2024 com um desempenho excepcional, com o volume total de vendas alcançando R$ 1,42 trilhão — alta de 9,3% em comparação a 2023. É o maior faturamento da série histórica iniciada em 2008 e a maior taxa de crescimento desde 2021. Em termos absolutos, esse desempenho representa R$ 121 bilhões a mais em receitas em relação ao ano anterior. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a partir de informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). No mês de dezembro, as vendas do varejo avançaram 7,3% em comparação ao mesmo período de 2023, e também atingiram a maior cifra — R$ 138,6 bilhões — para um mês desde o início da série histórica. Na visão da FecomercioSP, essa performance favorável é reflexo, principalmente, do mercado de trabalho aquecido, que resulta em um aumento no contingente de pessoas com capacidade de consumir, além de fatores como expansão do crédito e aumento da renda, que culminaram em uma forte propensão ao consumo no segundo semestre, impulsionada pela Black Friday, pelas compras de final de ano e pela injeção do 13º salário. “Outro fator que contribuiu para o resultado positivo foi o avanço da digitalização e omnichannel, já que as empresas seguiram apostando na integração entre lojas físicas e online, ampliando o alcance das vendas”, afirma Fabio Pina, assessor econômico da Entidade. Alta em todos os segmentos De acordo com a pesquisa da FecomercioSP, as nove atividades pesquisadas encerraram 2024 com alta no faturamento, em comparação a 2023 (tabela 1). As maiores variações ocorreram nas vendas das concessionárias de veículos (+17,9%) e das lojas de autopeças e acessórios (+14,3%). Destaque também para as farmácias e perfumarias (+11,7%), lojas de vestuários, tecidos e calçados (+10,7%) e móveis e decoração (+10,5%). TABELA 1 PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO VAREJISTA – ESTADO DE SÃO PAULO Relatório anual de faturamento real 2024 Vendas na capital paulista O varejo do município de São Paulo também fechou 2024 com resultado positivo, exibindo um crescimento de 9,9% em relação ao ano anterior e batendo o recorde de faturamento com uma receita de R$ 441,4 bilhões em 2024, cerca de R$ 39,7 bilhões acima do apurado em 2023. Em dezembro, a capital teve um aumento de 6,8% nas vendas, atingindo a cifra de R$ 43,4 bilhões no mês, também a maior receita mensal da série histórica. TABELA 2 PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO VAREJISTA – SÃO PAULO (CAPITAL) Relatório anual de faturamento real 2024 Setor deve desacelerar em 2025 Embora a Federação mantenha uma visão otimista para esse primeiro trimestre, principalmente por conta do desempenho do mercado de trabalho, a Entidade recomenda uma certa dose de cautela aos empresários na realização de investimentos e na formação de estoques. Na visão da FecomercioSP, o ano de 2025 deve ser extremamente desafiador, considerando a atual conjuntura de inflação acima do teto da meta e o ciclo de alta da taxa Selic, que já estão afetando a confiança dos consumidores e devem influenciar as vendas ao longo do ano. As vendas das concessionárias de veículos e de materiais de construção, que comercializam bens duráveis, em que a venda normalmente depende de crédito e compromete a renda ao longo de vários meses, já mostraram sinais de desaceleração no último trimestre do ano. Nesse contexto, “empresas do setor precisarão ajustar suas estratégias para manter a competitividade e preservar margens em um possível cenário de menor crescimento em 2025”, recomenda Fabio Pina.
O impacto da integração de processos no setor automotivo

Centros de serviços confiáveis, gestão integrada dos dados do produto e de fornecedores possibilita redução de custos, governança corporativa e aprimoramento da operação Segundo levantamento da Automotive Business, de 2021 a 2025, a indústria automobilística brasileira planeja investir aproximadamente R$32 bilhões em diversas áreas, incluindo tecnologias digitais, inovação e sustentabilidade. As soluções integradas de tecnologia, que englobam a combinação de hardware, software e conectividade em uma única plataforma, estão transformando a indústria de forma profunda, desde a produção até a experiência do consumidor final. Portanto, fazem-se essenciais empresas que oferecem ferramentas para o setor, como a SoftExpert, multinacional especializada em software para conformidade e governança. Com a digitalização do segmento, as montadoras e fornecedores de peças estão adotando tecnologias mais sofisticadas para otimizar processos, reduzir custos e melhorar a segurança dos veículos. Nessa linha, a SoftExpert oferece ferramentas para gestão integrada que automatizam e centralizam as ferramentas necessárias para a gestão estratégica da indústria, como qualidade, processos e documentação, eliminando a necessidade de múltiplos sistemas para a gestão de dados. Os fabricantes de automóveis e seus fornecedores têm enfrentado constantes mudanças nas demandas dos clientes e preocupações com segurança e meio ambiente, além da competitividade do mercado e da necessidade de crescimento do uso de PD&I para projetos inovadores, fomentando o desenvolvimento de carros elétricos e híbridos. Pressão no custo e na complexidade, mercados divergentes e integração nos processos de fabricação são alguns dos principais desafios do segmento. Por isso, existem processos estratégicos para ajudar as empresas automotivas a impulsionar a inovação e aprimorar a excelência nos negócios. O primeiro deles é contar com centros de serviços confiáveis: a indústria automotiva é uma das mais bem supridas em termos de automação. Os centros de manutenção e calibração desempenham um papel importante não apenas na garantia de que os equipamentos em uso não produzam peças defeituosas, mas também na eficiência de todo o processo. O tempo de parada das máquinas para calibração ou manutenção tem um grande impacto na produtividade do processo. Centros de serviços eficientes promovem o uso otimizado dos recursos, reduzem o tempo de inatividade, permitem um melhor controle dos custos e garantem a confiabilidade em todo o sistema. A solução da SoftExpert oferece gestão de calibração e manutenção. A ferramenta ajuda a organizar, controlar e aumentar a eficiência das ordens de serviço por meio de uma interface web simples e intuitiva. O sistema permite rastrear o histórico e as tendências de equipamentos e ativos, por meio de recursos de prevenção e análise de falhas. Ele também minimiza o tempo gasto em tarefas de manutenção e calibração, gerenciando o agendamento de ativos, peças, suprimentos, ferramentas e recursos técnicos, otimizando de maneira abrangente os programas de serviço. Outro processo é a gestão integrada dos dados do produto, que faz o gerenciamento dos dados do produto e das informações relacionadas ao processo em um único sistema. Essas informações incluem dados de projeto CAD, modelos, informações de peças, instruções de fabricação, requisitos, notas e documentos. Também é possível citar a gestão da qualidade do produto, que envolve análise de riscos e integrações com o plano de controle, garantindo monitoramento contínuo da qualidade do produto durante a implementação e ao longo de sua vida útil. Para uma OEM (Original Equipment Manufacturer – Fabricantes de equipamento original) na indústria automotiva, o produto (veículo) é um sistema complexo de subsistemas integrados, módulos montados, submódulos e componentes, ou todos eles. Para reduzir o tempo de lançamento no mercado e cortar custos, as OEMs estão transferindo a maioria de suas atividades para os fornecedores de primeiro nível ao longo da cadeia de suprimentos, o que torna o processo de gerenciamento de dados do produto ainda mais complexo. Portanto, OEMs e fornecedores automotivos que possuem um sistema de informações ágil e integrado podem conduzir tranquilamente qualquer revisão de engenharia de seus processos de negócios. Para isso, a ferramenta da SoftExpert gerencia produtos de forma automatizada e totalmente integrada que coleta e centraliza os dados do produto, envolvendo todas as partes interessadas e oferecendo à organização recursos avançados de geração de relatórios. A solução também promove automação e integração de processos, eliminando processos manuais e aumentando a eficiência por meio de abordagem paperless. Outro ponto importante é a gestão eficaz de fornecedores. É importante que as empresas criem estruturas claras e tenham controle total sobre o gerenciamento de fornecedores. Além de dar a devida atenção à gestão de auditoria dos processos do fornecedor, reforçando a utilização de checklists automatizados, planos de ação e dashboards, otimizando auditorias de fornecedores e garantindo conformidade e rastreabilidade. As companhias do setor devem se concentrar em uma gestão baseada em fatos, com uma relação clara entre os requisitos e as habilidades profissionais ou o conhecimento tecnológico de cada fornecedor. Em primeiro lugar, é necessário conduzir adequadamente a seleção e a qualificação de novos fornecedores, realizando análises, avaliações e auditorias estruturadas. “Depois disso, vem o monitoramento e o desenvolvimento do desempenho do fornecedor, apoiando e respeitando os requisitos de qualidade no processo de criação e desenvolvimento de produtos; implementando medidas de melhoria de qualidade e eficiência no chão de fábrica; e apoiando e otimizando o processo de tratamento de erros, gerenciamento de mudanças, o processo de reclamações e o processo de garantia”, reforça o Product Marketing Lead, Marcelo Becher. Nesse sentido, o software da SoftExpert é projetado para medir o desempenho das entregas e serviços dos fornecedores, assim como garantir a qualidade da entrada e saída de materiais e insumos dos processos operacionais e de negócio. A solução facilita todas as atividades de inspeção: cria formulários e checklists, agenda inspeções, registra resultados e monitora ações corretivas até a sua finalização. O setor automotivo está no epicentro da transformação digital, com as soluções integradas de tecnologia desempenhando um papel fundamental em sua evolução. Com soluções completas para empresas de diversos segmentos, do setor público ao automobilístico, a SoftExpert atende, a nível global, dores específicas do mercado a partir de um único contrato, proporcionando maior eficiência, agilidade e economia nas operações, por meio da padronização de processos e da digitalização responsável.
Fusões e aquisições de Industrial Markets sobem 32% em 2024

O setor de Industrial Markets registrou 41 fusões e aquisições em 2024, uma alta de 32% na comparação com 2023, quando foram registradas 31 transações. Sobre os tipos de transações, das operações mais recentes realizadas no setor, 19 foram domésticas, ou seja, feitas no Brasil; 9 do tipo CB1, empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil; 10 do tipo CB2, empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior, 2 do tipo CB3, quando empresa de capital majoritário brasileiro adquire, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil e 1 do tipo CB4, quando a empresa de capital majoritário estrangeiro adquire, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. Os dados constam na tradicional pesquisa da KPMG sobre o assunto, realizada com empresas de 43 setores da economia brasileira. “Apesar de um cenário desafiador para a indústria, a pesquisa retrata que as empresas seguem confiantes e executando suas estratégias de crescimento inorgânico e/ou ajuste das operações demonstrada no apetite para fusões e aquisições bem como parcerias e joint ventures. Tais movimentos desempenham um papel importante na adoção de novas capacidades tecnológicas e diversificação de suas cadeias de abastecimento. A busca por digitalização e inovação continuam sendo grandes impulsionadores deste mercado. Olhar cuidadoso para futuro por conta das altas taxas de juros, bem como da insegurança fiscal e política”, afirma Flávia Spadafora, sócia-líder do setor de Industrial Markets da KPMG no Brasil. O Brasil registrou 1.582 fusões e aquisições de empresas em 2024, uma leve alta de 5% na comparação com 2023, quando foram realizadas 1.505 operações desse tipo. As operações domésticas entre organizações brasileiras (981) lideraram essas transações, seguidas de transações de empresas de capital majoritário estrangeiro (394) que adquiriram, de brasileiros, capital daquelas estabelecidas no Brasil. Os dados são da tradicional pesquisa da KPMG sobre o assunto, conduzida com 43 setores da economia. “Os dados evidenciam uma retomada importante no mercado de fusões e aquisições. Após dois anos consecutivos de queda nessas transações, os números revelam que as empresas estão mais ativas nessas operações. O número de 2024 superou 2023, e, apesar de ser inferior ao de 2022 e 2021, já é superior aos totais registrados em 2020 e demais anos anteriores de nossa série histórica. Apesar da retomada, ainda não é possível prever se ela se sustentará ao longo de 2025 dadas as questões econômicas atuais”, afirma Gustavo Vilela, sócio-líder de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil.
Indústria automotiva avança no uso de plásticos reciclados

Segundo levantamento solicitado pelo Movimento Plástico Transforma, o setor consumiu 71 mil toneladas de plástico reciclado em 2023 O setor automotivo tem utilizado o plástico de maneira crescente e estratégica, com o objetivo de aumentar a eficiência e reduzir o peso dos veículos. Além disso, o uso de plásticos reciclados tem ganhado destaque, principalmente em componentes internos, acabamentos e suportes, alinhando o setor a práticas mais sustentáveis e atendendo às exigências ambientais globais. Algumas montadoras têm adotado plásticos reciclados projetados para manter qualidade e desempenho das resinas tradicionais, garantindo a durabilidade e a segurança dos veículos. Com o avanço das tecnologias de reciclagem e inovações no design automotivo, o futuro do plástico no setor está cada vez mais alinhado com práticas sustentáveis. Segundo dados do “Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plásticos Pós-consumo no Brasil”, solicitado pelo Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PICPlast, e desenvolvido pela MaxiQuim, a indústria automotiva consumiu, em 2023 (dados mais recentes), 71 mil toneladas de resinas recicladas pós-consumo (PCR). Desse total, 38,5 mil toneladas correspondem ao polipropileno reciclado pós-consumo (PP PCR), utilizado na produção de peças automotivas de segunda linha e compostos. De acordo com o levantamento, a indústria automotiva utiliza cerca de 20 mil toneladas de polietileno tereftalato reciclado pós-consumo, conhecido como PET. Com essa resina, são produzidos tapetes, revestimentos internos, forros e cintos de segurança. O poliestireno (PS) também está presente no setor, com o uso de cerca de 3 mil toneladas do material, que é empregado na fabricação de peças de segunda linha e reposição. “O setor automotivo tem uma oportunidade única de se beneficiar cada vez mais com a utilização de plásticos reciclados, reduzindo custos e melhorando sua sustentabilidade. À medida que a indústria adota soluções mais verdes, não só contribui para a preservação do meio ambiente, mas também impulsiona um movimento que pode transformar o mercado global, criando uma economia circular mais eficiente e sustentável para todos”, explica Simone Carvalho, integrante do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma. Pensando nessa alta demanda e nos diferentes usos do plástico no setor, o Movimento Plástico Transforma também preparou o e-book “Plásticos em movimento”, que aborda a utilização do material no setor automotivo trazendo uma visão de sustentabilidade e a inovação tecnológica na área. Clique aqui para visualizar o material.
Preço dos combustíveis seguem em alta e comprometem 6,2% da renda das famílias brasileiras

Diesel e etanol lideram aumento, enquanto custo-benefício entre gasolina e etanol favorece a gasolina na maior parte do país Para encher um tanque de 55 litros, 6,2% da renda mensal familiar fica comprometida no quarto trimestre de 2024. O dado corresponde ao valor médio nacional, com maior impacto no Nordeste (9,9%) e Norte (8,5%), enquanto o Sudeste (5,0%) e Centro-Oeste (5,1%) registraram os menores percentuais. Os dados são do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O percentual revela que o poder de compra se manteve praticamente estável entre o último trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024, seja na média nacional (6,2%) ou das capitais (4,0%). Entretanto, quando analisados regionalmente, há grandes diferenças e desigualdades justificadas pela variação na oferta e demanda de combustível nas localidades e pela diferença de nível e variação de renda. Aumento no preço dos combustíveis Todos os combustíveis, em fevereiro de 2025, registraram alta em seus preços médios na comparação com janeiro do mesmo ano. O diesel comum e o diesel S-10 lideraram os aumentos, com variação de +4,6% cada, seguidos pelo etanol (+3,9%), gasolina comum (+2,9%), gasolina aditivada (+2,8%) e GNV (+0,1%). No acumulado do primeiro bimestre do ano, os combustíveis que mais encareceram foram o etanol hidratado (+6,6%), diesel comum (+5,2%) e diesel S-10 (+5,1%). Em 12 meses, os preços seguem em elevação, com destaque para o etanol hidratado, que subiu 22,1%. O preço médio nacional da gasolina comum foi de R$ 6,434 por litro, com alta de 2,9% no mês e 10,3% nos últimos 12 meses. O Norte (R$ 6,869) e o Nordeste (R$ 6,511) registraram os maiores valores, enquanto os menores preços foram observados no Sudeste (R$ 6,274) e Sul (R$ 6,434). O etanol foi comercializado a uma média de R$ 4,437 por litro, subindo 3,9% no mês e 22,1% no acumulado de 12 meses. Os preços mais elevados foram encontrados no Norte (R$ 5,207) e Nordeste (R$ 4,912), enquanto os menores valores foram no Sudeste (R$ 4,321) e Centro-Oeste (R$ 4,477). Já o diesel S-10 teve preço médio de R$ 6,533 por litro, registrando um avanço de 4,6% no mês e 7,9% nos últimos 12 meses. Os maiores preços foram verificados no Norte (R$ 6,827) e Centro-Oeste (R$ 6,676), enquanto o Sul (+5,5%) apresentou a maior variação mensal. Gasolina x Etanol De acordo com o Indicador de Custo-Benefício Flex, em fevereiro de 2025, o preço médio do etanol correspondeu a 72,2% do valor cobrado pela mesma quantidade de gasolina, na média das UFs. Comparativamente, na média das capitais, a relação apurada entre os preços foi bastante similar, correspondendo a 72,7%. O patamar acima de 70% favorece a vantagem de preço do etanol sobre a gasolina, tornando o abastecimento com gasolina melhor em termos de custo-benefício. No entanto, as variações de preço por região mostram um cenário um pouco mais favorável para o etanol em estados como São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Vale lembrar que, há um ano, o cenário era diferente: o indicador, em fevereiro/2024,estava em seu menor nível histórico (ao menos, desde 2017), o que tornava o etanol uma opção bastante competitiva no país todo.
PIB cresce 3,4% em 2024 e fecha o ano em R$ 11,7 trilhões

Em 2024, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 3,4% frente a 2023. A Indústria (3,3%) e os Serviços (3,7%) cresceram, enquanto a Agropecuária recuou (-3,2%). Período de comparação Indicadores PIB AGROP INDUS SERV FBCF CONS. FAM CONS. GOV Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal) 0,2% -2,3% 0,3% 0,1% 0,4% -1,0% 0,6% Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal) 3,6% -1,5% 2,5% 3,4% 9,4% 3,7% 1,2% Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal) 3,4% -3,2% 3,3% 3,7% 7,3% 4,8% 1,9% Valores correntes no 4º trimestre (R$) 3,1 trilhões 110,6 bilhões 638,6 bilhões 1,9 trilhão 528,2 bilhões 2,0 trilhões 660,2 bilhões Valores correntes no ano (R$) 11,7 trilhões 655,3 bilhões 2,5 trilhões 7,0 trilhões 2,0 trilhões 7,5 trilhões 2,2 trilhões Taxa de investimento (FBCF/PIB) 2024 = 17,0% Taxa de Poupança (POUP/PIB) 2024 = 14,5% PIB per capita 2024 = R$ 55.247,45 com alta de 3,0% ante 2023 Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 11,7 trilhões em 2024. Já o PIB per capita chegou a R$ 55.247,45, com avanço real de 3,0% frente ao ano anterior. A taxa de investimento em 2024 foi de 17,0% do PIB, contra 16,4% em 2023. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 14,5% em 2024, ante 15,0% em 2023. Frente ao 3º trimestre de 2024, na série com ajuste sazonal, o PIB variou 0,2%. Houve variações positivas na Indústria (0,3%) e nos Serviços (0,1%), enquanto a Agropecuária recuou 2,3%. Em relação ao 4º trimestre de 2023, o PIB avançou 3,6%, 16º resultado positivo consecutivo nesta comparação. A Agropecuária recuou 1,5%, enquanto a Indústria e os Serviços cresceram 2,5% e 3,4%, respectivamente. Principais resultados do PIB a preços de mercado do 4º trimestre de 2023 ao 4º trimestre de 2024 (%) 2023.IV 2024.I 2024.II 2024.III 2024.IV Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior 3,2 2,6 3,0 3,3 3,4 Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores 3,2 2,8 2,7 3,1 3,4 Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior 2,4 2,6 3,3 4,0 3,6 Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal) 0,4 1,0 1,3 0,7 0,2 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais PIB cresce 3,4% em 2024 O PIB em 2024 cresceu 3,4% frente ao ano anterior. Com isso, o PIB per capita alcançouR$ 55.247,45 em 2024, com avanço real de 3,0% em relação ao ano anterior. A alta do PIB frente ao ano anterior resultou do aumento de 3,1% do Valor Adicionado a preços básicos e de 5,5% no volume dos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado frente a 2023 refletiu o desempenho das três atividades: Agropecuária (-3,2%), Indústria (3,3%) e Serviços (3,7%). A queda de 3,2% do Valor Adicionado da Agropecuária em 2024 decorreu do fraco desempenho da Agricultura, que suplantou a contribuição positiva da Pecuária, Produção Florestal e Pesca. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE, efeitos climáticos adversos impactaram várias culturas importantes, ocasionando quedas em suas estimativas anuais de produção, com destaque para a soja (-4,6%) e o milho (-12,5%). Na Indústria, o destaque positivo foi a Construção com alta de 4,3%, corroborada pelo crescimento da ocupação na atividade, da produção de insumos típicos e da expansão do crédito. Houve elevação das Indústrias de Transformação (3,8%), que foram puxadas, principalmente, pela alta na fabricação: da indústria automotiva e de equipamentos de transporte; máquinas e equipamentos elétricos; produtos alimentícios e móveis. Cresceram também a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (3,6%), influenciada pelo aumento das temperaturas médias do ano e as Indústrias Extrativas (0,5%). Houve crescimento em todas as atividades que compõem os Serviços: Informação e comunicação (6,2%), Outras atividades de serviços (5,3%), Comércio (3,8%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,7%), Atividades imobiliárias (3,3%), Transporte, armazenagem e correio (1,9%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,8%). Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 7,3%, devido aos aumentos da produção interna e da importação de bens de capital, além da expansão da Construção e do Desenvolvimento de Software. A Despesa de Consumo das Famílias cresceu 4,8% em relação ao ano anterior puxada pela melhora no mercado de trabalho, pelo aumento do crédito e pelos programas governamentais de transferência de renda. A Despesa do Consumo do Governo, por sua vez, cresceu 1,9%. No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 2,9%, enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 14,7%. Os destaques da pauta de importações foram: produtos químicos; máquinas e aparelhos elétricos; veículos automotores; máquinas e equipamentos e serviços. PIB varia 0,2% em relação ao 3º tri de 2024 No quarto trimestre de 2024, o PIB apresentou variação positiva de 0,2% contra o trimestre anterior, na série com ajuste sazonal. A Indústria variou 0,3%, os Serviços apresentaram variação positiva de 0,1%, enquanto a Agropecuária recuou 2,3%, respectivamente. Entre as atividades industriais, houve crescimento na Construção (2,5%), nas Indústrias de Transformação (0,8%) e nas Indústrias Extrativas (0,7%). Já a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,2%) registrou queda. Nos Serviços, as atividades de Transporte, armazenagem e correio (0,4%) e Comércio (0,3%) registraram variação positiva. Houve estabilidade para Atividades imobiliárias (0,1%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) e Outras atividades de serviços (-0,1%). Já as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%) e Informação e comunicação (-0,4%) apresentaram resultados negativos. Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo variou 0,4% e a Despesa de Consumo do Governo cresceu 0,6%, ao passo que houve queda da Despesa de Consumo das Famílias (-1,0%). No setor externo, na mesma comparação, as Exportações de Bens e Serviços recuaram 1,3%, enquanto as Importações de Bens e Serviços mostraram variação negativa (-0,1%). Em relação ao 4º tri de 2023, PIB cresce 3,6% Comparado ao quarto trimestre de 2023, o PIB avançou 3,6% no último trimestre de 2024, seu 16º resultado positivo consecutivo nesta comparação. O Valor Adicionado a preços básicos e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios cresceram 3,3% e 6,1%, respectivamente. Entre as atividades, a Agropecuária recuou 1,5% em relação a igual período de 2023. Apesar da contribuição positiva da Pecuária e Produção Florestal, este resultado é explicado, principalmente, pelo fraco desempenho de cultivos com safra relevante no quarto trimestre, como por exemplo: laranja (-21,1%), fumo (-9,8%), trigo (-2,9%) e cana (-0,9%). A Indústria avançou 2,5% no trimestre. As Indústrias de Transformação registraram crescimento (5,3%),
1º Congresso Aliança do Aftermarket Automotivo reforça a força do setor e promove debate sobre temas estratégicos

Evento acontece durante a Automec 2025 e reunirá grandes lideranças para discutir o futuro do aftermarket Em um movimento inédito para fortalecer o setor automotivo, a Aliança promoverá o 1º Congresso Aliança do Aftermarket Automotivo, um encontro estratégico que reunirá os principais líderes, especialistas e executivos do mercado. O evento acontecerá no dia 23 de abril de 2025, das 9h às 12h, na sala 211, mezzanino do São Paulo Expo, durante a Automec 2025, a maior feira de autopeças da América Latina. O congresso surge como um marco para o setor, abordando temas essenciais para o desenvolvimento e sustentabilidade do aftermarket. Com um formato dinâmico de painéis e talks, o evento trará especialistas nacionais e internacionais para debater Right to Repair, Inspeção Técnica Veicular, Reforma Tributária, Descarbonização da Frota e Inteligência Artificial no Aftermarket. Diálogo e colaboração para o futuro do setor O evento será um ambiente de troca de experiências e conhecimento, proporcionando uma visão ampla sobre os desafios e oportunidades do aftermarket. Entre os destaques da programação estão: Right to Repair – Visão Global – Com Bill Hanvey, Presidente & CEO da Auto Care (EUA), abordando a legislação global sobre o direito à reparação automotiva. Right to Repair – Visão Brasil – Com Dra. Raquel Preto, especialista em Direito Tributário e defensora do movimento Right to Repair no Brasil. Inspeção Técnica Veicular no Brasil – Apresentado por Claudio Torelli, presidente do SIVESP. Reforma Tributária e o Aftermarket – Com Carolina Verginelli e Alexandre Furmann, especialistas da Deloitte, discutindo os impactos das novas regras fiscais no setor. O Inimigo é o Carbono – Talk sobre descarbonização da frota e seus efeitos no aftermarket, com J.E. Luzzi, do Sindipeças. Inteligência Artificial no Aftermarket – Palestra de Guga Stocco, renomado especialista em inovação e transformação digital. Público-alvo e oportunidade de networking O 1º Congresso Aliança será voltado para fabricantes de autopeças, distribuidores, varejistas, reparadores, associações setoriais, instituições de ensino, gestores públicos e jornalistas especializados. O evento também proporcionará um espaço exclusivo para networking, fortalecendo conexões e impulsionando novos negócios. Como participar Os interessados em participar do 1º Congresso Aliança do Aftermarket Automotivo devem ficar atentos às divulgações oficiais da Aliança. Mais informações estarão disponíveis no site e nas redes sociais da entidade.