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Autopeças em foco: CBCPAVE discute parcerias com a GM, inspeção veicular e agenda legislativa

A Câmara Brasileira do Comércio de Peças e Acessórios para Veículos (CBCPAVE) reuniu lideranças empresariais e sindicais em Brasília, no dia 22 de julho, para discutir iniciativas que impactam diretamente o setor automotivo. O encontro aconteceu na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com coordenação de Ranieri Palmeira Leitão e mediação de Andréa Marins, da Assessoria das Câmaras Brasileiras da CNC. Representantes de federações estaduais, do Sincopeças Brasil, da General Motors (GM), técnicos da CNC e convidados participaram da reunião. Luiz Carlos Bohn, coordenador-geral das Câmaras da CNC, também esteve presente por videoconferência. Entre os principais temas debatidos, a General Motors apresentou duas propostas de parceria com o setor. A primeira, chamada Parceiro Chevrolet, oferece condições especiais para empresas (CNPJ) na compra de veículos zero quilômetro da marca, com acesso por meio de uma plataforma digital. Já o programa Amigos Chevrolet é voltado aos colaboradores (CPF), garantindo benefícios exclusivos na aquisição de veículos. Ambas as iniciativas são atualizadas mensalmente, sem custo para as entidades participantes, com foco na ampliação do acesso à mobilidade para empresas e funcionários. A reunião também abordou a regulamentação da Inspeção Técnica Veicular (ITV). A análise apresentada por Guilherme Cardoso, da Gerência Executiva de Análise e Desenvolvimento Econômico e Estatístico da CNC, mostrou que falhas mecânicas estão presentes em cerca de 6% dos acidentes nas rodovias federais. Com potencial de reduzir sinistros entre 5% e 10%, a ITV se mostra uma medida eficaz para a segurança viária. Embora prevista no Código de Trânsito desde 1997, ainda aguarda regulamentação. O debate legislativo teve destaque na apresentação de Felipe Miranda, da Diretoria de Relações Institucionais da CNC, que citou projetos em tramitação no Congresso com impacto direto no setor de autopeças. Entre eles, o PL 5.301/2016, que trata da regulamentação da ITV; o PL 338/2015, que obriga a manutenção de peças por até 10 anos após o fim da produção; e o PL 4.821/2016, que exige o fornecimento digital das especificações técnicas das peças, fortalecendo o comércio independente. Na área de inovação, Danilo Fraga, CEO da Fraga Inteligência Automotiva, apresentou soluções tecnológicas para aprimorar a gestão comercial, ressaltando a importância de plataformas integradas de dados diante da complexidade crescente da frota circulante. A empresa já conta com dados de mais de 2 mil fabricantes, 250 distribuidores e 18 mil usuários ativos. Encerrando a programação, o período da tarde foi dedicado ao planejamento estratégico da CBCPAVE. A proposta é mobilizar sindicatos estaduais para mapear parlamentares alinhados às pautas do setor, ampliando a atuação política da Câmara em prol do comércio de autopeças.

Wega reforça presença na América Latina com participação na EXPOPARTS e fecha semestre de expansão estratégica

A Wega Motors segue avançando em sua estratégia de consolidação na América Latina ao marcar presença, pela primeira vez, na EXPOPARTS Bogotá, realizada no final do primeiro semestre de 2025 no Centro Internacional de Negócios e Exposições na Colômbia. O evento, que reuniu mais de 24.000 visitantes profissionais e mais de 600 expositores de 28 países, consolidou-se como um ponto de encontro fundamental para o mercado de reposição automotiva na região, e a presença da Wega reforçou o compromisso da marca em estreitar laços com o mercado latino-americano. Com o objetivo de conhecer de perto o mercado local, apresentar seu portfólio e fortalecer o relacionamento com clientes e distribuidores estratégicos, a Wega participou ativamente dos três dias de evento, distribuindo brindes, folders e flyers e realizando demonstrações que evidenciaram a qualidade e a confiabilidade de suas peças divulgando o kit de filtros que é um case no Brasil. A interação com o público foi intensa, resultando em centenas de visitantes no estande, a maioria profissionais técnicos e tomadores de decisão engajados, interessados em conhecer soluções que facilitam o dia a dia das oficinas e distribuidores. “Percebemos que a marca Wega já era conhecida e admirada pelos clientes locais, o que reforça a força da nossa marca e a importância de estarmos presentes fisicamente nesses mercados”, destaca Cristian Neto, CEO da Wega. A participação na EXPOPARTS encerra um primeiro semestre marcado por uma agenda intensa de presença estratégica da Wega em eventos relevantes. A marca esteve na Automec, em São Paulo, maior feira de autopeças da América Latina, onde reforçou seu relacionamento com distribuidores e oficinas brasileiras; marcou presença na Agrishow, em Ribeirão Preto, apresentando sua linha de filtros e soluções para veículos pesados e máquinas agrícolas; e agora, com a participação na EXPOPARTS, ampliou seu alcance internacional, fortalecendo sua presença em mercados latinos que são chave. Esse ciclo de eventos demonstra o foco da Wega em estar próxima de quem movimenta o mercado automotivo, entendendo as demandas regionais e apresentando soluções certificadas, alinhadas ao padrão de qualidade que caracteriza a marca. Ao longo do semestre, a Wega não apenas fortaleceu sua presença, mas também ampliou sua rede de contatos qualificados e consolidou novas oportunidades de negócios na América Latina.  A Wega segue comprometida em apoiar o mercado de reposição automotiva com produtos de alta qualidade, reafirmando sua posição como parceira confiável e estratégica para oficinas, distribuidores e varejistas.   Sobre a Wega Motors A Wega Motors é uma marca pertencente ao Grupo Argentino R. Neto S.A, fundada em 1969 por Rafael Neto. Localizada em Buenos Aires, a empresa possui três plantas industriais em solo argentino, centro de distribuição e assistência técnica no Brasil. Suas modernas instalações produzem uma ampla gama de produtos de autopeças para veículos nacionais e importados nas categorias leves, pesados, comerciais, motos, tratores, dentre outros. A Wega construiu, ao longo dos últimos anos, o maior portfólio do mercado na linha de filtros. A empresa possui certificações ISO9001:2015; ISO14001:2015 e IATF16949:2016, cujo alcance se estende à fabricação e comercialização de filtros de óleo, ar e combustível, peças e acessórios. Tem como foco principal consolidar-se na América Latina, como uma marca líder de qualidade internacional para o mercado de reposição. Carla L. Nórcia Relações Públicas e Imprensa Cel: +55 11 98441-4243 E-mail: carla.norcia@insighttrade.com.br

Motociclistas no Brasil: frota cresce e número de habilitados ultrapassa os 40 milhões

Alagoas, Amazonas, Bahia e Piauí apresentaram o maior aumento entre os estados As motocicletas e os motociclistas têm ganhado cada vez mais espaço e relevância no Brasil. Atualmente, a frota nacional ultrapassa os 35 milhões de veículos, representando um aumento de 42% ao longo da última década. De acordo com os dados da Secretaria Nacional de Trânsito – SENATRAN, analisados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, esse crescimento expressivo foi acompanhado por uma elevação de 38,4% no número de condutores habilitados na categoria A, específica para veículos motorizados de duas ou três rodas. Hoje, mais de 40 milhões de brasileiros estão aptos a conduzir motocicletas ou similares, evidenciando a importância crescente desse meio de transporte no cenário nacional. Para comemorar o Dia do Motociclista (27 de julho), a Abraciclo divulga um ranking com os estados que apresentaram o maior crescimento porcentual no número de habilitações para motocicletas. O levantamento revela que esse avanço não se limita aos maiores centros urbanos nacionais: Alagoas, Amazonas, Bahia e Piauí lideram a lista, demonstrando que o uso da motocicleta tem se expandido por diversas regiões do País, especialmente fora dos principais polos econômicos. Ranking Estado 2016 2025* Share (%) Variação (%) 2025 1º Alagoas 211.879 394.695 1,0% 86,3% 2º Amazonas 220.789 396.834 1,0% 79,7% 3º Bahia 1.207.453 1.963.168 4,8% 62,6% 4º Piauí 315.297 500.245 1,2% 58,7% 5º Rio de Janeiro 1.115.628 1.746.143 4,3% 56,5% 6º Sergipe 242.913 370.449 0,9% 52,5% 7º Maranhão 414.489 630.882 1,5% 52,2% 8º Ceará 1.064.632 1.610.944 3,9% 51,3% 9º Paraíba 382.409 568.263 1,4% 48,6% 10º Tocantins 326.142 469.854 1,2% 44,1% TOTAL 29.520.716 40.848.708 100,0% 38,4%                                                 Fonte: SENATRAN (*) – Dados até maio/2025 Esses números comprovam que o setor de duas rodas vive um momento histórico. A motocicleta se consolida como uma das principais soluções de mobilidade no Brasil, além de ser uma ferramenta essencial de trabalho e geração de renda para milhões de brasileiros.

Panorama econômico: relatório aponta inflação acima da meta e juros elevados em 2025

As projeções mais recentes do mercado financeiro, reunidas no Relatório Focus divulgado em 18 de julho pelo Banco Central do Brasil, revelam um cenário de expectativas cautelosas para a economia brasileira em 2025. Apesar de sinais de desaceleração inflacionária e perspectivas estáveis de crescimento, os juros altos e os desafios fiscais seguem no radar dos analistas. Inflação segue pressionada A estimativa do mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2025 é de 5,29%, acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, de 4,5%. Embora o índice tenha sido revisado para baixo nas últimas semanas (com algumas casas prevendo 5,10%), a inflação ainda preocupa, especialmente por conta dos preços administrados, cuja previsão é de alta de 6,13% neste ano. Selic deve continuar elevada Para conter as pressões inflacionárias, o Banco Central tem mantido uma política monetária restritiva. A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, deve encerrar 2025 em 13%, segundo o relatório. A expectativa é de redução gradual nos próximos anos: 12% em 2026, 10% em 2027 e estabilização nesse patamar em 2028. O nível elevado dos juros encarece o crédito e reduz o ritmo da atividade econômica no curto prazo, mas é considerado necessário para ancorar as expectativas inflacionárias. PIB em crescimento moderado A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 é de 2,21%, com leve avanço para 2,5% nos anos seguintes. O desempenho é considerado positivo, porém insuficiente para impulsionar mudanças estruturais significativas. A agropecuária segue sendo o principal motor da economia, mas especialistas apontam a necessidade de diversificação e fortalecimento de outros setores, como indústria e serviços, para garantir crescimento sustentável. Câmbio instável As expectativas para o câmbio indicam volatilidade, refletindo o ambiente externo incerto e as questões fiscais internas. A oscilação do real frente ao dólar afeta diretamente os preços de importados e, consequentemente, a inflação. Além disso, um câmbio instável pode influenciar negativamente decisões de investimento e comércio exterior. Contas públicas pressionadas O cenário fiscal segue desafiador. A previsão para o resultado primário em 2025 é de déficit de 0,60% do PIB, enquanto o resultado nominal deve ficar negativo em 6,87%. A dívida pública líquida também permanece em trajetória de alta. Apesar disso, o investimento direto no país deve permanecer em US$ 70 bilhões por ano, sinalizando a confiança de parte dos investidores no potencial de médio e longo prazo da economia brasileira. Perspectiva é de ajuste O Relatório Focus indica que o mercado aposta em um processo gradual de ajuste macroeconômico. A convergência da inflação para a meta, aliada a uma política fiscal mais equilibrada, poderá abrir espaço para uma flexibilização da política monetária nos próximos anos. Por ora, a combinação de juros altos, inflação resistente e déficits fiscais impõe um ritmo moderado de recuperação econômica. Em meio a incertezas globais e pressões internas, o Brasil caminha com prudência. O foco, agora, está na consolidação de expectativas e no fortalecimento das bases fiscais e estruturais para garantir um ciclo sustentável de crescimento. Veja o relatório aqui

O carro digital como modelo: como os ecossistemas interconectados constroem a base para o setor do futuro 

Fabricantes de automóveis e empresas de vários setores ganham em desempenho, segurança e conformidade ao adotar plataformas seguras de interconexão digital Na atual era da digitalização contínua que está transformando radicalmente a maneira como os setores, as empresas e os fornecedores operam e se conectam, a quantidade de dados trocados entre empresas, parceiros e clientes está em constante crescimento. Entre os inúmeros exemplos no mercado para essa tendência, o setor automotivo se destaca: No futuro, o desenvolvimento e o uso de carros autônomos serão baseados em conectividade segura, extremamente resiliente e de alto desempenho, permitindo a troca constante de dados. De acordo com Ivo Ivanov, CEO da DE-CIX, a principal operadora de Internet Exchanges (IXs – pontos de troca de tráfego), com 60 localizações em todo o mundo, o sucesso de um carro digital (e de qualquer serviço ou produto digital) depende diretamente da qualidade e da performance da conectividade com o ecossistema digital. “Os fabricantes de automóveis e muitas outras empresas automotivas exigem conectividade estável e latência mínima (intervalo de tempo), resiliência máxima e segurança de última geração nas trocas de dados para garantir o funcionamento adequado de seus serviços digitais. Isso só é possível por meio da interconexão direta com as redes de conteúdo, aplicativos e dados necessários, de preferência por meio de pontos de interconexão (locais físicos onde diferentes redes de comunicação se conectam para trocar dados diretamente), ou IXs (Internet Exchanges) neutras, seguras e de alto desempenho”, explica ele. Redes sobre rodas Os carros autônomos são um bom exemplo de um ecossistema de dados complexo que permeia desde informações de segurança, tráfego e manutenção de veículos até entretenimento personalizado. A integridade e a privacidade desses dados são cruciais, e qualquer falha afeta diretamente a experiência do usuário e a reputação da marca. Para superar esses desafios, a DE-CIX propõe que os fabricantes adotem ecossistemas de interconexão fechados e seguros, como os grupos fechados de usuários (CUGs), oferecidos pela empresa em suas plataformas IX. Esses ambientes controlados permitem que os fabricantes de automóveis: Da interconexão bilateral ao ecossistema digital Tradicionalmente, o setor automotivo dependia de interconexões bilaterais e soluções como MPLS (Multiprotocol Label Switching), com pouca visibilidade dos fluxos de dados de ponta a ponta. Essa abordagem não atende mais às necessidades do carro digital contemporâneo, que exige capacidade, controle e adaptação regulatória internacional. Com o uso de IXs (Internet Exchanges) como as da DE-CIX, é possível evoluir para um tipo de interconexão “um-para-muitos” ou “muitos-para-muitos”, com controle total sobre os dados e os parceiros envolvidos. Como um verdadeiro IoT (dispositivo conectado) sobre rodas, o carro digital exige os mais altos padrões de segurança, e, como um dos riscos mais críticos é o comprometimento de informações sigilosas do motorista ou a manipulação do veículo, as montadoras podem criar vários CUGs (Closed User Groups – grupos fechados de usuários) em diferentes regiões para lidar com legislações específicas. O Brasil, por exemplo, obriga os fabricantes de carros autônomos a garantir seguros contra acidentes e a manter os ecossistemas digitais sempre atualizados, assegurando o desempenho e a segurança ideal ao veículo. Com interconexões diretas e ambientes de peering (acordo entre duas redes de computadores para trocar tráfego de forma direta e sem custos adicionais) fechados, como os oferecidos pela DE-CIX, é possível rastrear e validar todas as redes envolvidas, eliminando intermediários anônimos e aumentando a proteção contra ameaças cibernéticas. Modelo replicável para outros setores Embora o carro digital seja um exemplo emblemático, o modelo de interconexão defendido pela DE-CIX é aplicável a muitos setores que estão entrando na economia: companhias aéreas, operadores de logística, bancos, sistemas digitais de saúde, hotelaria, fabricação eletrônica e muitos outros. “Ambientes de interconexão fechados, seguros e privados são essenciais para que empresas de todos os setores desenvolvam modelos de negócios digitais com segurança e resiliência desde o início. A interconexão é a espinha dorsal da economia digital e possibilitará o crescimento sustentável e competitivo dos setores no futuro – não apenas para garantir a segurança e a conformidade, mas também como base para a inovação na economia de plataforma”, conclui Ivanov.

62% da indústria automotiva investe em tecnologia buscando impacto comercial a longo prazo

– Relatório mostra que os fabricantes estão apostando em IA, qualificação profissional e inovação para superar desafios operacionais e de força de trabalho Pressões sobre a força de trabalho, investimentos em tecnologia e o impulsionamento do uso de IA foram os principais temas levantados pelos gestores do setor automotivo para a 10ª edição do “Relatório do Estado da Produção Inteligente: edição automotiva”, divulgado pela Rockwell Automation, maior empresa do mundo dedicada à automação industrial e à transformação digital. O estudo global, que reuniu as respostas de 130 líderes do setor automotivo e de pneus, fabricantes de equipamentos originais, empresas de engenharia, aquisições e construção, e integradores de sistemas em 15 países, revelou o cenário atual do setor, bem como as estratégias adotadas pelas empresas para se manterem competitivas no mercado. Os dados mostram que as pressões relacionadas à força de trabalho surgem como o desafio mais urgente, indicando uma mudança significativa em relação aos resultados do ano anterior. Ao mesmo tempo, as preocupações com a cibersegurança diminuíram, o que sugere que muitos fabricantes já avançaram na proteção de seus ambientes digitais. “O futuro da fabricação automotiva depende da transformação, não apenas tecnológica, mas de talentos”, afirma o Vice-presidente Global de Indústria da Rockwell Automation, James Glasson. “À medida que a IA e a automação transformam o chão de fábrica, o sucesso estará nas mãos de quem investe nas pessoas. A capacitação e a inovação são agora as principais forças que impulsionam o crescimento”, explica. As principais descobertas do estudo incluem: O Relatório do Estado da Produção Inteligente faz parte de uma iniciativa global de pesquisa da Rockwell, que ouviu mais de 1.500 tomadores de decisão de produção. As conclusões completas do relatório podem ser encontradas aqui. Metodologia Este relatório se baseia nas respostas de 130 gerentes e executivos de fabricantes automotivos, fabricantes de equipamentos originais (OEMs), empresas de engenharia, aquisições e construção (EPCs) e integradores de sistemas em 15 países. Ele faz parte da 10ª edição do Relatório do Estado da Produção Inteligente, que entrevistou 1.560 tomadores de decisão de diversos setores industriais, em uma pesquisa realizada em parceria com a Sapio Research e a Rockwell Automation.

Por que o filtro de cabine continua essencial no inverno 

Quando pensamos em filtros de cabine, é natural que a associação imediata seja com o verão, afinal, o ar-condicionado é bastante utilizado nessa época, e a troca do filtro costuma ser lembrada junto com ele. No entanto, o que muitos motoristas ainda não percebem é que o filtro de cabine também exerce um papel fundamental durante o inverno. Isso porque, mesmo com temperaturas mais baixas, o sistema de ventilação do veículo continua ativo, agora com a função de aquecer o interior do carro. E é nesse ponto que a qualidade do ar interno segue diretamente ligada ao estado de conservação do filtro.  Por que o filtro de cabine continua importante no inverno?  Durante os meses frios, o ambiente dentro do carro se torna mais fechado. As janelas permanecem quase sempre fechadas durante a condução, o que reduz a ventilação natural e faz com que o ar interno circule repetidamente. Isso significa que, se o filtro estiver saturado ou sujo, os contaminantes não serão barrados de maneira eficaz e o que deveria ser um sistema de proteção pode acabar se tornando uma fonte de impurezas.  Além disso, o ar mais seco típico do inverno favorece a proliferação de microrganismos em ambientes úmidos e fechados. Quando o filtro de cabine não é trocado com a frequência adequada, ele pode acumular partículas de poeira, poluição, fungos e bactérias, afetando diretamente os ocupantes do veículo, especialmente aqueles com alergias respiratórias ou sensibilidade ao ar impuro.  Sinais de alerta e impactos diretos  Algumas situações específicas tornam ainda mais evidente a importância de um filtro de cabine em bom estado no inverno:  A recomendação técnica é seguir a quilometragem indicada no manual do veículo, geralmente a cada 10 mil quilômetros. No entanto, sinais como odores persistentes, baixa ventilação, vidros embaçando com frequência ou aumento de sintomas alérgicos são indicativos claros de que a troca precisa ser antecipada.  A substituição correta garante não só ar mais limpo e saudável, mas também o bom funcionamento do sistema de climatização. Com isso, o conforto, a segurança e o bem-estar dos ocupantes são mantidos mesmo nos dias mais frios.  Consulte aplicações com mais agilidade  Para identificar o filtro de cabine ideal para cada veículo e realizar substituições com segurança, conte com o Catálogo Wega Motors. A ferramenta permite buscas por modelo, código ou aplicação, oferece dados atualizados e ajuda a reduzir erros, trocas e retrabalhos.  e tenha mais confiança e agilidade no seu dia a dia profissional.