Tecnologia e consciência para um setor mais sustentável

Conheça as tecnologias ecológicas da Wega, que unem inovação e sustentabilidade para transformar o setor automotivo.
Filtros e velas Wega: aliados essenciais para reduzir o consumo de combustível

Descubra como filtros e velas de ignição Wega, com tecnologia avançada, garantem maior eficiência, performance e economia no consumo de combustível do seu carro.
Filtros automotivos Wega: proteção e desempenho para o motor

Saiba como os filtros automotivos Wega protegem e mantém a vida útil do motor. Entenda as funções de cada tipo e a importância da manutenção preventiva. Cuidar do motor é cuidar do coração do seu veículo. Por isso, a filtragem é uma das etapas mais importantes para garantir o bom funcionamento, a durabilidade e a performance do sistema como um todo. Na Wega, cada filtro é desenvolvido com foco em eficiência, durabilidade e qualidade original, atendendo rigorosamente aos requisitos técnicos de cada aplicação. Isso assegura que os produtos entreguem o desempenho ideal e contribuam para manter o motor sempre protegido. O portfólio da Wega abrange os principais segmentos do setor automotivo: linha leve, pesada, moto e náutica. São soluções tecnológicas projetadas para garantir proteção contínua e performance elevada, em qualquer tipo de veículo. Por que os filtros são tão importantes? As ruas e estradas estão cheias de impurezas que podem comprometer o desempenho do motor. Poeira, fuligem, partículas sólidas, resíduos de combustão e contaminantes circulam o tempo todo. Se não forem retidos, acabam atingindo sistemas sensíveis e provocando desgaste prematuro. O bom desempenho de um motor não depende apenas de combustível de qualidade ou óleo no nível certo. Todos os componentes precisam estar em perfeito funcionamento para garantir potência, economia e segurança durante todo o trajeto. É nesse cenário que os filtros assumem um papel essencial. Eles protegem o motor ao impedir que essas impurezas cheguem à admissão de ar, à lubrificação ou ao sistema de injeção. Quando estão em boas condições, os filtros garantem: Ignorar a manutenção ou escolher filtros de baixa qualidade pode resultar em danos sérios, perda de desempenho e altos custos com reparos inesperados. Tipos de filtros e suas funções De maneira geral, existem quatro tipos principais de filtros automotivos: filtro de ar do motor, filtro de óleo, filtro de combustível e filtro de cabine. Realizar a manutenção desses filtros é essencial para garantir o bom funcionamento do veículo. Cada um tem uma função específica e atua diretamente na proteção dos sistemas internos, contribuindo para a durabilidade do motor, a eficiência do consumo de combustível e a saúde dos ocupantes do carro. A seguir, veja as funções de cada um deles: Filtro de ar do motor – Responsável por reter impurezas, poeira e partículas presentes no ar que entra no motor. Garante que a mistura ar-combustível ocorra com ar limpo, o que melhora a eficiência da combustão, protege os componentes internos e contribui para o desempenho geral do veículo. Filtro de óleo – Filtra resíduos e impurezas presentes no óleo lubrificante, evitando o desgaste de peças móveis e mantendo a vida útil do motor. Um filtro em boas condições garante uma lubrificação mais eficiente e segura. Filtro de combustível – Impede que partículas e impurezas presentes no combustível cheguem ao sistema de injeção. Protege os bicos injetores e ajuda a manter o consumo equilibrado, evitando falhas e assegurando melhor desempenho do motor. Filtro de cabine (ar-condicionado) – Filtra o ar que entra no interior do veículo através do sistema de ventilação. Reter poeira, poluentes, pólen e agentes alergênicos é fundamental para garantir qualidade do ar e mais conforto para o motorista e os passageiros. Filtro bom tem nome: Wega Motors A filtragem é uma etapa essencial para a saúde do motor, a eficiência do veículo e o conforto de quem está ao volante. Manter os filtros em boas condições é uma medida simples que faz toda a diferença no desempenho e na durabilidade do sistema. A Wega oferece uma linha completa de filtros desenvolvidos com tecnologia avançada e alto padrão de qualidade. São soluções pensadas para atender às exigências dos mais diversos segmentos automotivos, sempre com compromisso técnico, confiabilidade e padrão original de fábrica.
Preços de combustíveis voltam a subir em agosto

O Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade avaliou o valor da gasolina comum, etanol e diesel S10 em todos os estados O valor por litro dos combustíveis automotivos para o consumidor final voltou a subir na primeira quinzena de agosto. Os preços da gasolina comum, etanol e diesel S10 interromperam a trajetória de queda que vinha se desenhando desde meados de fevereiro. Entre a última semana de julho e a segunda semana de agosto, dois combustíveis registraram aumento nos preços médios nacionais: o diesel S10 passou de R$ 6,14 para R$ 6,18 por litro, enquanto o etanol subiu de R$ 4,25 para R$ 4,29 por litro. A gasolina comum, por sua vez, manteve-se estável no mesmo período, com o preço médio em torno de R$ 6,29 por litro. Na análise por estados, o Rio Grande do Norte apresentou a maior alta nos preços de todos os combustíveis analisados. A gasolina comum teve um aumento de 4,7%, passando de R$ 6,04 para R$ 6,33. O etanol subiu 4,2%, de R$ 4,99 para R$ 5,20, e o diesel S10 está 3,5% mais caro, com o preço médio passando de R$ 5,90 para R$ 6,11. Entre os estados que registraram queda, o Ceará se destacou no preço do etanol, com recuo de 1,7% (de R$ 5,43 para R$ 5,34). O diesel S10 apresentou variação negativa de 1,5%, caindo de R$ 6,30 para R$ 6,20. Já no Rio Grande do Sul, a gasolina comum teve redução de 0,7%, com o preço médio passando de R$ 6,21 para R$ 6,17. Os dados fazem parte da mais recente edição do Monitor de Preço de Combustível, estudo mensal elaborado pela Veloe em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A iniciativa integra o Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade desde fevereiro de 2023. Acompanhe o levantamento completo aqui.
AMMA reforça papel da inclusão para fortalecer o setor automotivo
Lançada na Automec 2025, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo já articula parcerias com entidades como a Aliança Aftermarket A presença feminina no setor automotivo ainda é pequena — apenas 6% da força de trabalho, segundo dados de mercado —, mas cresce impulsionada por iniciativas que buscam ampliar oportunidades e dar visibilidade às profissionais. Uma das mais recentes é a AMMA (Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo), lançada oficialmente durante a Automec 2025. A entidade nasceu para conectar talentos, compartilhar experiências e criar oportunidades em todos os elos da cadeia automotiva, da indústria à reparação, passando por comunicação, gestão e liderança. “Não estamos mais pedindo espaço, estamos construindo espaços juntos”, afirmou Carla Norcia, comunicadora e uma das idealizadoras da AMMA, em entrevista ao Novo Varejo. Com atuação descentralizada, a associação já busca fortalecer laços com outras organizações do setor, como a Aliança Aftermarket Automotivo. A proposta é desenvolver ações conjuntas, incluindo capacitações, eventos com recorte de diversidade e campanhas de comunicação com impacto social. Entre as iniciativas previstas para o segundo semestre de 2025, estão novas edições do podcast AMMAcast, encontros híbridos do AMMATalks, lançamentos de e-books, Clube do Livro e grupos de networking dentro da Comunidade AMMA. A agenda também inclui palestras, artigos e participação em eventos do mercado. Para Carla, o momento é propício para acelerar mudanças culturais e promover um ambiente mais plural e inovador: “A AMMA chega com respeito, atenção e compromisso para valorizar quem já está, preparar quem está chegando e caminhar junto com todos os profissionais e empresas que querem construir um mercado automotivo cada vez mais representativo e sustentável”. Fonte: Novo Varejo
Indústria de Duas Rodas de Manaus bate recorde e reforça liderança global

O PIM (Polo Industrial de Manaus) consolidou-se, mais uma vez, como potência global na fabricação de veículos de duas rodas. No primeiro semestre de 2025, o setor atingiu faturamento recorde de R$ 23,3 bilhões, um crescimento de 30,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do PEA (Painel da Economia Amazonense). Com capacidade produtiva anual de 1,8 milhão de motocicletas e 500 mil bicicletas, o PIM mantém sua posição como o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático, abastecendo uma rede nacional com mais de 7,8 mil pontos de venda e concessionárias. Esse forte desempenho também se traduz em geração de empregos: até julho, o setor empregava 20,3 mil trabalhadores diretos em Manaus, aumento de 8,56% sobre 2024 (18,7 mil). Em todo o Brasil, a cadeia produtiva sustenta cerca de 150 mil empregos diretos. A produção de bicicletas elétricas desponta como um dos destaques de 2025. Segundo a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a fabricação registrou alta de 122% no ano, com 18,2 milhões de unidades até julho, frente a 9,2 milhões no mesmo período de 2024. Atualmente, o PIM fabrica 45 modelos diferentes de e-bikes, em sintonia com as tendências globais de mobilidade sustentável. Para Lúcio Flávio de Moraes, presidente executivo do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), os números comprovam a força e a relevância estratégica do setor: “O polo de Duas Rodas de Manaus é um exemplo claro de como o Brasil pode competir de igual para igual com os maiores centros industriais do mundo. Temos alta capacidade produtiva, tecnologia de ponta, processos sustentáveis e uma rede de fornecedores que garante qualidade e agilidade ao consumidor”, explica o executivo. Qualidade, inovação e sustentabilidade com DNA brasileiro A indústria brasileira de duas rodas é reconhecida por seus centros de produção certificados pela ISO 9001 e alinhados aos mais exigentes padrões internacionais. Altamente verticalizada, alia competitividade, inovação e responsabilidade ambiental, posicionando o Brasil como referência global em qualidade, segurança e confiabilidade. A sustentabilidade é parte central dessa trajetória: 65% da produção nacional já utiliza motorização flexfuel, reforçando o compromisso com soluções mais limpas e eficientes. “Além do impacto econômico, nosso setor cumpre um papel estratégico na mobilidade urbana, na inclusão social e na preservação ambiental. Produzir na Amazônia é garantir desenvolvimento regional com a floresta em pé”, destaca Lúcio. Fabricadas majoritariamente em Manaus, as motocicletas brasileiras incorporam tecnologia de ponta comparável aos principais mercados internacionais, com garantia média de dois a quatro anos e ampla rede de reposição, assegurando rapidez e eficiência no atendimento ao consumidor. O setor abriga os principais fabricantes mundiais, fortalecendo a posição do Brasil no cenário internacional. Os dados e tendências foram apresentados no webinar “Diálogos Amazônicos”, moderado por Márcio Holland, coordenador da Pós-Graduação Master da FGV EESP. O evento contou ainda com a participação de Marcos Bento, presidente da Abraciclo e head de Vendas da Moto Honda da Amazônia, e Fernando Rocha, vice-presidente do segmento de bicicletas e diretor de Operações da Caloi.
Emplacamentos crescem em julho com estímulo do Programa Carro Sustentável

Além da redução tributária no IPI, para automóveis sustentáveis, o mês de julho teve três dias úteis a mais do que junho De acordo com dados levantados pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos de veículos, considerando todos os segmentos, somaram 458.055 unidades em julho de 2025, uma alta de 9,13% na comparação com julho de 2024 e de 11,55% em relação a junho deste ano. Com esse resultado, o setor acumula 2.798.699 emplacamentos no ano, crescimento de 7,33% sobre o mesmo período de 2024. O desempenho, na opinião de Arcelio Junior, Presidente da Fenabrave, reflete um conjunto de fatores positivos, com destaque para a entrada em vigor do Programa Carro Sustentável, que reduziu, desde o dia 10 de julho, a carga tributária de automóveis mais eficientes e acessíveis, antecipando decisões de compra por parte dos consumidores. “O mês de julho teve três dias úteis a mais do que junho, o que ajuda a explicar parte da alta mensal. No entanto, o movimento de alta foi além do calendário. A nova política de IPI para automóveis impactou os preços dos veículos de entrada, o que estimulou a demanda já no mês da sua implementação e deve refletir nos emplacamentos do restante do ano, fazendo com que o setor mantenha o crescimento estimado pela Fenabrave, de 5%. Essa medida, somada a um ambiente de crédito um pouco mais estável, ajudou a sustentar o desempenho positivo de julho para a maior parte dos segmentos em julho “, avalia. A Fenabrave participou das discussões e participou do lançamento do Programa Carro Sustentável em Brasília (DF), no dia 10 de julho. “Notamos que os emplacamentos dos automóveis de entrada, das marcas participantes do Programa Carro Sustentável, aumentaram 11,35% em julho/2025 sobre julho/2024. Em julho do ano passado, os modelos das cinco marcas participantes, incluídos no Programa, somaram 85.588 emplacamentos e, em julho/2025, após a divulgação do decreto, os emplacamentos desses modelos totalizaram 95.305 unidades”, analisa Arcelio Junior. EMPLACAMENTOS DE VEÍCULOS EM JULHO DE 2025 E ACUMULADO DO ANO Acumulado de veículos eletrificados – janeiro a julho Acumulado de veículos eletrificados – janeiro a julho EMPLACAMENTOS – Avaliação por Segmento PROJEÇÕES PARA 2025 A Fenabrave manteve as projeções anunciadas à imprensa no último mês de julho, e poderá fazer nova revisão no terceiro trimestre. Confira, abaixo:
Wega celebra 23 anos no Brasil e reforça sua posição como referência no aftermarket automotivo

Da chegada empreendedora de Cristian Neto em 2002 à consolidação em Itajaí, a marca reafirma seu compromisso com inovação e qualidade Celebrar 23 anos no Brasil é revisitar uma jornada que começou com coragem e visão. Quando Cristian Neto, filho do fundador Rafael Neto, desembarcou em Pernambuco em 2002, trouxe na bagagem o desejo de dar continuidade ao legado iniciado pelo pai em Buenos Aires, em 1969. O mercado brasileiro estava em plena expansão e exigia quem tivesse fôlego para crescer junto com ele. No início, a operação era pequena, quase artesanal. Cristian acumulava papéis: comprava, gerenciava estoque, cuidava da logística, atendia clientes e ainda pensava em marketing. A virada aconteceu quando percebeu uma grande demanda por filtros para veículos importados – um nicho pouco explorado, mas com enorme potencial. Foi aí que a Wega encontrou seu espaço no Brasil. Com o crescimento, veio a mudança estratégica para Itajaí (SC). A cidade, próxima a um dos principais portos do país, se mostrou o endereço certo para ganhar agilidade logística e ampliar a distribuição. Hoje, a Wega ocupa uma sede própria de 66.510 m², com áreas de tecnologia, laboratórios de desenvolvimento, centro de treinamento e um hub logístico moderno. O portfólio também cresceu. São mais de 4 mil aplicações que atendem veículos leves, pesados, utilitários, agrícolas, marítimos e motocicletas. A marca se consolidou como referência em filtros, velas e peças de alta qualidade, com certificações internacionais que atestam seus padrões de produção e compromisso com o mercado. “Cada conquista nesses 23 anos é resultado de trabalho em equipe e da confiança dos nossos clientes. Mantemos vivo o legado do meu pai, investindo em inovação e em soluções que fazem sentido para quem está no dia a dia da reparação e do aftermarket”, afirma Cristian Neto, diretor da Wega Motors. O aniversário também marca um novo ciclo de investimentos. A empresa aposta em tecnologia, expansão de canais de distribuição e ações para fortalecer a presença em toda a América Latina. “Estamos olhando para o futuro com o mesmo entusiasmo de quando começamos. Queremos continuar sendo parceiros do mercado, oferecendo qualidade, suporte técnico e inovação”, complementa Cristian. Para quem acompanha a Wega desde o início, é fácil perceber que a história da marca vai além de números. Ela é feita de proximidade com clientes, de parcerias sólidas e da certeza de que excelência não se constrói de um dia para o outro – ela se cultiva, passo a passo, como um compromisso de longo prazo.
Wega Motors inaugura filiais no México e no Panamá e amplia sua presença na América Latina

Com estrutura capaz de atender mais de 7 milhões de peças, a marca avança em seu compromisso com qualidade e inovação.A Wega Motors inicia um novo capítulo em sua trajetória de expansão ao anunciar, neste ano, a abertura de filiais no México e no Panamá. A iniciativa marca um passo estratégico da empresa, que amplia sua presença internacional para atender de forma ainda mais próxima e ágil os mercados da América Latina, sempre mantendo o padrão de qualidade que é referência no Brasil e na Argentina. A jornada até aqui reflete a visão empreendedora que acompanha a Wega desde a sua fundação, em 1969, pelo argentino Rafael Neto. “Nossa essência sempre foi levar ao mercado produtos de excelência, com inovação e confiança. Agora, queremos que clientes de toda a América Latina experimentem essa mesma entrega de valor com ainda mais proximidade”, afirma Cristian Neto, diretor da Wega Motors. As novas estruturas no México e no Panamá foram planejadas para garantir capacidade de atendimento superior a 7 milhões de peças, impulsionando a operação logística e a distribuição de componentes. Com isso, a empresa busca encurtar prazos de entrega, otimizar estoques e oferecer um suporte técnico personalizado para distribuidores e parceiros comerciais em toda a região. A cultura e os valores que formam o DNA da Wega são o fio condutor dessa expansão. A equipe brasileira está presente em todas as etapas de implantação das novas filiais, conduzindo treinamentos e padronizando processos, de modo a garantir que cada operação siga o compromisso de qualidade e inovação que caracterizam a marca. Para a Wega Motors, expandir não é apenas abrir novas portas; é construir pontes. Pontes que conectam histórias, aproximam clientes e reafirmam que a confiança se constrói no detalhe – seja no filtro de óleo que protege um motor ou na logística que garante que a peça certa chegue no tempo certo. Em 2025, a empresa reafirma seu protagonismo em filtros e peças de reposição com o maior portfólio da América Latina, posicionando-se como uma marca que une tradição, tecnologia e um olhar inovador para o futuro do setor automotivo. As novas filiais são, portanto, um símbolo de continuidade e de visão estratégica, sem perder o respeito pelas raízes que a trouxeram até aqui. “O México e o Panamá são mercados estratégicos para nosso crescimento e consolidam nossa meta de ser referência não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina. Este é apenas o começo de um novo ciclo de expansão que trará ainda mais oportunidades para nossos clientes e parceiros”, complementa Cristian Neto. A Wega Motors segue investindo em inovação, parcerias e no desenvolvimento de soluções inteligentes para veículos leves, pesados, comerciais, agrícolas e motocicletas. A marca destaca que sua expansão internacional é também um convite para que novos mercados conheçam a qualidade certificada que a consolidou como referência em reposição automotiva.
Copom mantém a taxa Selic em 15,00% a.a.

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 15,00% ao ano, diante de um cenário global adverso e persistentes pressões inflacionárias. A decisão reflete a estratégia de segurar a inflação dentro da meta, em um contexto de expectativas desancoradas e incertezas tanto no ambiente internacional quanto no doméstico. No plano externo, a conjuntura econômica dos Estados Unidos — especialmente em relação à política fiscal e comercial — tem afetado a volatilidade dos mercados e as condições financeiras globais. Isso aumenta os riscos para países emergentes, que ainda enfrentam instabilidades geopolíticas e precisam calibrar suas políticas com mais cautela. No Brasil, o ritmo da atividade econômica mostra sinais de moderação, como já era previsto, mas o mercado de trabalho permanece aquecido. A inflação acumulada e seus núcleos continuam acima da meta, o que reforça o desafio da autoridade monetária. As expectativas captadas pela pesquisa Focus apontam inflação de 5,1% em 2025 e 4,4% em 2026 — ambas acima do centro da meta. Já a projeção do Copom para o primeiro trimestre de 2027, considerado o novo horizonte relevante, está em 3,4%. Segundo o Comitê, os riscos para a inflação seguem elevados em ambas as direções. Do lado altista, pesam fatores como a persistência da inflação de serviços, uma eventual desancoragem prolongada das expectativas e impactos das políticas econômica e cambial. Entre os riscos baixistas estão uma possível desaceleração mais forte da atividade interna, uma queda nos preços das commodities e um desaquecimento global mais profundo, impulsionado por incertezas comerciais. O Copom destacou também a preocupação com os anúncios recentes dos EUA sobre possíveis tarifas ao Brasil, além do acompanhamento contínuo da política fiscal local e seus reflexos sobre os ativos e a política monetária. Nesse ambiente de alta incerteza, o Comitê entende que uma taxa de juros elevada e mantida por um período prolongado ainda é necessária para garantir a convergência da inflação à meta. A decisão unânime de manter a Selic foi tomada por Gabriel Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Guillen, Gilneu Vivan, Izabela Correa, Nilton David, Paulo Picchetti, Renato Gomes e Rodrigo Teixeira. O Comitê reforçou que segue vigilante e poderá retomar o ciclo de alta dos juros, se as condições assim exigirem. Tabela 1 Projeções de inflação no cenário de referência Variação do IPCA acumulada em quatro trimestres (%) Índice de preços 2025 2026 1º tri 2027 IPCA 4,9 3,6 3,4 IPCA livres 5,1 3,5 3,3 IPCA administrados 4,4 4,0 3,9 No cenário de referência, a trajetória para a taxa de juros é extraída da pesquisa Focus e a taxa de câmbio parte de R$5,55/US$, evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC). O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “verde” em dezembro de 2025 e de 2026. O valor para o câmbio foi obtido pelo procedimento usual.