Inflação e incertezas sobre política fiscal não deram opção ao COPOM que não aumentar a Selic, observa FecomercioSP

Inflação de fevereiro foi muito significativa para decisão do comitê; aumento dessa magnitude será o último de 2025, prevê Entidade O Comitê de Política Monetária (COPOM), do Banco Central, não tinha outra opção que não subir a taxa básica de juros do País, a Selic, em 1 ponto percentual (p.p.), em decisão anunciada nesta quarta-feira (19). Ela é apenas um efeito da conjuntura interna inflacionada e das incertezas que se avolumam sobre os rumos da política fiscal e sobre o cenário internacional com a presidência de Donald Trump nos Estados Unidos. [GRÁFICO 1] VARIAÇÃO DA TAXA SELIC (2023–2025) Fonte: Banco Central (Bacen) Com a decisão desta quarta, o Brasil permanece com a quarta maior taxa de juros nominal do planeta: 14,25%. No âmbito nacional, o IPCA de fevereiro subiu 1,31%, a maior alta para o mês em mais de 20 anos. Embora o número não tenha surpreendido o mercado, ainda é um cenário grave, considerando que o grupo de alimentos e bebidas, que pesa no bolso das classes mais baixas, segue bastante pressionado, com uma alta de 0,70% nos preços no mês em questão — que havia sido de 0,96% em janeiro. Tudo isso levando em conta que a alimentação no domicílio, outra variação da pesquisa do IBGE, também subiu (0,79%). Em paralelo, o mercado de trabalho em bom momento tem, como um dos seus efeitos, o aquecimento da demanda, principalmente nos Serviços. Dados da XP Investimentos apontam que a inflação desse setor foi de 0,82% em fevereiro, o que significa uma taxa anualizada que beira os 10%. [GRÁFICO 2] VARIAÇÃO DO IPCA (2024–2025) Fonte: IBGE Além disso, as políticas do governo parecem não estar em consonância com o cenário atual. De um lado, o Banco Central segue utilizando a política monetária para trazer a inflação de volta à meta, de outro, o governo segue anunciando políticas de estímulo ao crédito e ao consumo. Isso torna a tarefa do COPOM ainda mais difícil. Como se não bastasse toda a situação interna, demasiada complexa, as medidas cada vez mais protecionistas nos Estados Unidos, sob a guarida do presidente Donald Trump, estão exportando dúvidas para economias de todo o mundo — e no Brasil, não é diferente. Já é possível senti-la, por exemplo, no aumento das taxas de juros dos títulos norte-americanos e na convulsão de Wall Street nesses últimos dias. A fuga de dólares para o mercado estadunidense terá, como consequência, uma pressão sobre as moedas de países emergentes, principalmente. O real não está ileso disso. A FecomercioSP entende que o ciclo de altas permanecerá, mas não mais nessa magnitude, na medida em que os efeitos do início dos aumentos da Selic começarão a ser mais perceptíveis. O patamar máximo da taxa, neste ano, será na casa dos 15%, da qual estaremos mais perto agora. Com uma política fiscal responsável, é até possível cogitar uma queda ainda em 2025.
Parcial vendas de automóveis e comerciais leves – base 18 de março

Por: Marcelo Cavalcante Vendas de automóveis e comerciais leves registram um crescimento de 16% em relação ao ano anterior, quando comparamos com o mês de fevereiro o setor avança 10,44%. Foram vendidos até o dia 18 de março 84.724 unidades, sendo 20.239 comerciais leves (23,89%) e 64.485 automóveis (76,11%).No acumulado do ano já foram vendidos 418.415 veículos, anotando um crescimento de 10% ante o ano anterior, na comparação com o ciclo pré pandemia (2019) as vendas recuam 10,32%. A modalidade varejo está recuando 2,59% com um total de 40.485 unidades, o atacado alavanca o bom resultado da parcial com um crescimento de 25,85% e uma participação de 52,22%.No ranking de marcas a Fiat lidera com 19.617 registros no mês, anotando um crescimento de 23% ante o mês de fevereiro, sua carteira de vendas está concentrada 71% na modalidade de vendas diretas. No acumulado do ano a marca já vendeu 91.334 unidades, registrando um crescimento de 13,51% ante o ano anterior, sua participação de mercado é de 21,83%. Na segunda posição está a VW, a marca vendeu na parcial 14.562 unidades, registrando um crescimento de 9%, no acumulado seu volume é de 63.113 veículos e cresce 10,23% ante o ano anterior. Sua carteira de vendas do mês está concentrada 61% na modalidade de vendas diretas.A GM deve fazer um mês de recuperação depois de ficar com sua unidade de Gravataí paralisada por 30 dias para ajustes técnicos, a unidade retornou as atividades na última segunda-feira. Na parcial a GM segue na terceira posição com vendas no mês de 9.004 unidades, avançando 17,79% ante o mês anterior, no acumulado seu resultado segue discreto com vendas totais de 44.653 veículos, avançando apenas 0,72% ante o ano anterior. No ranking de modelos a Fiat Strada segue líder, seguida no mês pelo Fiat Argo e VW Polo.No acumulado a Strada lidera com 24.340 unidades, seguida pelo VW/Polo com 17.323 e fecha o trio GM/Onix com 12.490.A queda no fluxo em função do Carnaval, foi compensada pelo crescimento nas vendas do atacado. O mês tem apenas 19 dias úteis, contra 20 do ano anterior, nossa projeção para o fechamento são vendas entre 175 mil até 184 mil unidades. Compartilhar
Automec 2025 se aproxima com programação intensa e entrada gratuita mediante inscrição antecipada

A 16ª edição da Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços já tem data marcada: de 22 a 26 de abril de 2025, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). A maior feira da América Latina para os segmentos de reposição, manutenção, reparação, acessórios e equipamentos automotivos promete ser a mais completa da história, reunindo mais de 1.500 marcas expositoras e um público estimado em 90 mil visitantes. Organizada pela RX Brasil, a feira oferece entrada gratuita mediante credenciamento prévio, disponível até o dia 19 de abril no site oficial. Após esse prazo, o credenciamento passa a custar R$ 150,00 — por isso, vale a pena se antecipar. Além da feira de negócios, a programação contará com conteúdos técnicos, capacitação, experiências e debates de alto nível para todos os elos da cadeia do aftermarket automotivo. Três grandes eventos movimentam a agenda da Automec Entre os destaques da programação, três encontros merecem atenção especial dos profissionais do setor: • 1º Congresso da Aliança do Aftermarket Automotivo Data: 23 de abril (terça-feira), das 8h às 12h40 Local: Sala 211 – Mezanino – São Paulo Expo Entrada gratuita • 5º Encontro da Indústria de Autopeças – Sindipeças Data: 24 de abril (quarta-feira), das 8h às 12h Local: Sala 211 – Mezanino – São Paulo Expo • Elas na Automec Data: 25 de abril (quinta-feira), das 16h às 18h Local: Arena do Conhecimento – São Paulo Expo Entrada gratuita Conteúdos para todos os públicos na Arena do Conhecimento A Arena do Conhecimento será palco de uma série de conteúdos diários durante toda a feira, sempre com acesso gratuito para os visitantes credenciados. Os temas vão desde tendências tecnológicas e novos modelos de negócios até a capacitação técnica de oficinas, passando por estratégias para distribuição, reparação de veículos pesados, impactos da eletrificação, direito do consumidor, meio ambiente, transformação digital e gestão de talentos. A grade contará com: • Talks com especialistas de montadoras e autopeças • Cases de sucesso de oficinas e varejistas • Painéis sobre a evolução do aftermarket • Debates com foco em ESG, diversidade e inovação É um ambiente ideal para quem quer se atualizar, trocar experiências e ampliar sua visão sobre o futuro do setor automotivo. Muito além da feira: experiências que se destacam Além da exposição e da Arena do Conhecimento, a Automec 2025 traz novidades como: • Universidade Automec, com treinamentos certificados por SENAI, IQA e empresas do setor • Garage Show, com manobras de drift de alta performance, em parceria com a Ultimate Drift e patrocínio da Mahle, NGK e SKY Group • Networking e negócios com matchmaking digital, para otimizar os encontros entre empresas e visitantes A Automec é realizada a cada dois anos e conta com o apoio das principais entidades do setor: Sindipeças, Abipeças, Aliança, Andap, Anfape, Asdap, Conarem, Sicap, Sincopeças e Sindirepa. O evento reforça sua posição como principal plataforma de negócios, inovação e desenvolvimento do aftermarket automotivo na América Latina. • Data: 22 a 26 de abril de 2025 • Local: São Paulo Expo – SP • Inscrição gratuita até 19 de abril:
Anuário do Comércio de Autopeças destaca aumento da participação dos carros asiáticos na frota nacional

Além de dados da frota, material produzido pelo Sincopeças consolida volume de varejos e atacados de autopeças espalhados pelo país No último mês de janeiro, o Sincopeças Brasil divulgou a terceira edição do seu Anuário do Comércio de Autopeças. Como de costume, o documento atualizou dados relevantes para todo o Aftermarket Automotivo nacional – desde os mais básicos, como o tamanho e a origem da frota de veículos do país, aos mais específicos a todo o mercado, como os produtos mais consultados junto ao varejo e à distribuição. No âmbito da frota, um dos principais destaques desta edição 2024/2025 é a crescente representatividade dos veículos asiáticos da linha leve em circulação. Observe no gráfico abaixo que o número de carros das montadoras da Ásia têm aumentado consistentemente desde 2018, enquanto que os americanos e os europeus estão, respectivamente, em queda ou estagnação. Ainda na temática da frota, um ponto que chama atenção é o fato de que, segundo o anuário, os automóveis elétricos e híbridos irão alcançar o volume de 1 milhão de unidades em circulação pela primeira vez no ano de 2028 – previsão que, se concretizada, marcará um crescimento exponencial de 572% em um espaço de cinco anos. Veja no gráfico, porém, que, de acordo com a projeção divulgada pelo Sincopeças nacional, o aumento dos elétricos e híbridos não será acompanhado por uma queda progressiva dos veículos a gasolina e/ou etanol, nem tampouco dos veículos movidos a diesel, cenário que endossa os especialistas que há muito têm projetado que a frota brasileira seguirá sendo marcada pelo perfil heterogêneo. Ou, em outras palavras, que, diferente do que se projeta para locais como a China e a Europa, a eletrificação não será a nossa principal marca no futuro próximo. Especialista minimiza queda de varejos em São Paulo Um dos pontos altos do anuário do Sincopeças Brasil é a consolidação do número de empresas dedicadas ao comércio de autopeças em cada estado brasileiro. E, nesta edição, um dos pontos que mais saltaram aos olhos foi o fato de São Paulo ser a única, entre todas as 27 unidades da Federação, a apresentar uma queda no número de lojas de autopeças entre os anos de 2022 e 2023, como mostra a tabela. O fato de o território paulista ter perdido mais de duas mil empresas cadastradas com o CNAE 45307-03 (varejo de peças e acessórios novos) nos dez anos que separaram 2013 e 2023, no entanto, não é visto pelo diretor da Alvarenga Projetos Automotivos e consultor do Sincopeças, Luiz Sergio Alvarenga, como algo significativo. Pelo contrário, segundo ele, ele o movimento reflete apenas um balanço natural do mercado. “Uma das hipóteses em que se pode concentrar é a dança dos CNAEs, isto é, enquanto a reparação de veículos apresenta um deslocamento de seu CNAE principal para o CNAE de varejo de autopeças, o próprio varejo, em intensidade menor, se desloca para o CNAE do distribuidor, fenômenos de ajustes na competição e que podem ser avaliados por inúmeras formas”, afirma. Neste contexto, vale pontuar, aliás, que em São Paulo o segmento dos distribuidores se movimentou de maneira inversamente proporcional ao dos varejistas de autopeças. Isso porque, o estado foi aquele que ganhou o maior número de atacadistas durante a última década, saindo de 2262, em 2013, para 2434, em 2023. Outra diferença que pode ser observada na movimentação nacional da distribuição é que, diferente do varejo, um aumento no número de empresas esteve longe de ser uma quase unanimidade. Afinal, estados importantes como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia têm, hoje, menos atacadistas do que tinham em 2013. De olho nas peças usadas e remanufaturadas Presidente do Sincopeças Brasil, Ranieri Leitão abre o Anuário do Comércio de Autopeças com uma análise do cenário que nos trouxe até aqui e das tendências que devem ditar os próximos movimentos de varejistas e atacadistas do setor. Entre os pontos de destaque do texto da liderança está a preocupação com a competitividade das empresas tradicionais do aftermarket diante da crescente relevância dos marketplaces. Segundo ele, o quadro exige um cuidado dos legisladores com a justiça da competitividade tributária, bem como com a fiscalização da procedência dos produtos. Outro ponto polêmico, mas crucial, destacado por Leitão é a iminência de um aumento de espaço para as autopeças usadas e remanufaturadas na esteira da inclusão do tema da reciclagem no ‘Mover’, novo programa automotivo do Governo Federal. Fonte: Lucas Torres, Novo Varejo
Levantamento destaca estabilidade nos preços dos combustíveis no balanço parcial de março

Os preços nacionais dos combustíveis no Brasil se mantiveram praticamente estáveis nas duas primeiras semanas de março de 2025. É o que mostram os mais recentes números do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Considerando o levantamento com abrangência nacional, o preço médio da gasolina comum manteve-se praticamente inalterado entre a última semana de fevereiro e a segunda semana de março, ao valor de R$ 6,44/litro nos postos. O preço médio do etanol hidratado, comparativamente, exibiu uma queda de R$ 0,01 no mesmo período, sendo cotado a R$ 4,44/litro na segunda semana de março. Já o preço médio do litro do diesel S-10 passou de R$ 6,52 para R$ 6,54, na média nacional – o que correspondeu a um discreto declínio de R$ 0,02 no balanço parcial do mês corrente. Já no levantamento exclusivo das capitais, o comportamento dos preços entre o final de fevereiro e a segunda semana de março não foi diferente: o valor médio da gasolina apresentou discreto recuo de R$ 0,01, para R$ 6,46/litro. O valor médio do etanol apresentou também exibiu decréscimo de R$ 0,01, sendo encontrado por R$ 4,54/litro nos postos. Finalmente, o preço do diesel s-10 recuou R$ 0,02, para R$ 6,53/litro. Os resultados refletem a ausência de fatores relevantes que costumam incidir sobre os preços dos combustíveis no mercado doméstico, como alterações nos impostos e/ou na política de preços da Petrobras junto às refinarias e distribuidoras. Contudo, o período foi marcado por mudanças mais significativas nos preços regionais e estaduais, refletindo a complexidade do mercado de combustíveis no Brasil, que é influenciado por uma combinação de fatores como custos logísticos, exposição às variações cambiais, condições de oferta e demanda, e os custos de produção e distribuição. No caso da gasolina comum, os maiores aumentos de preço foram identificados na Bahia (+R$ 0,10), Distrito Federal (+R$ 0,08), Rio Grande do Sul (+R$ 0,02), entre outros. Em contrapartida, os preços recuaram em Rondônia (-R$ 0,11), Rio Grande do Norte (-R$ 0,08), Piauí (-R$ 0,05), entre outros. No Rio de Janeiro, os preços não se alteraram no período, enquanto em São Paulo, houve uma discreta variação negativa de R$ 0,01 Comparativamente, o valor do litro do etanol teve o maior aumento no preço médio na Bahia (+R$ 0,13), seguido pelo Ceará (+R$ 0,08) e Mato Grosso (+R$ 0,04). Assim como no caso da gasolina, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram estabilização ou variações pouco significativas nos respectivos preços. O combustível ficou mais barato no Rio Grande do Norte (-R$ 0,17), Tocantins (-R$ 0,04), Minas Gerais (-R$ 0,04), entre outros. Por fim, o preço médio do diesel S-10 registrou os maiores aumentos em Roraima, com um acréscimo de R$ 0,10, Amazonas e Alagoas, ambos com alta de R$ 0,04 por litro. Por outro lado, o combustível pode ser encontrado por um valor mais em conta no Amapá (-R$ 0,53), Paraíba (-R$ 0,07), Rondônia (-R$ 0,06), entre outros estados. O acompanhamento dos preços dos combustíveis leva em consideração dados transacionais da Veloe, informações de coletas realizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de resultados do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (IPC-Fipe) para gasolina comum, etanol hidratado e GNV na capital paulista.
Etanol: descubra os principais mitos e verdades sobre o combustível

Especialista esclarece as principais dúvidas sobre os aspectos ambientais, econômicos e de desempenho do biocombustível Considerado um dos grandes pilares da matriz energética brasileira, o etanol se destaca no cenário global como uma alternativa limpa, renovável e eficiente para a mobilidade. Produzido em sua maioria a partir da cana-de-açúcar, o etanol brasileiro combina alta produtividade com baixos impactos ambientais, sendo capaz de reduzir até 80% as emissões de gases de efeito estufa em relação à gasolina. A expertise do País na produção e utilização do etanol serve como referência para outras nações que buscam alternativas mais sustentáveis para o transporte. No entanto, apesar de sua relevância para a matriz energética e de sua aceitação no mercado, o etanol ainda desperta dúvidas entre os consumidores. Para esclarecer as questões e destacar os benefícios desse biocombustível, Gilberto Pose, especialista em combustíveis da Raízen, desmitifica as principais dúvidas em torno do produto. 1. O etanol prejudica o motor do veículoMito: Ao contrário do que muitos pensam, o etanol pode trazer benefícios importantes para o motor. Versões aditivadas, como o Shell V-Power Etanol, contém detergentes que ajudam a limpar e proteger o sistema de alimentação de combustível, além de reduzir o desgaste e prolongar a vida útil do motor. “Assim como os outros combustíveis aditivados, o etanol em versão aditivada oferece uma série de benefícios além da economia. Ele promove a limpeza do motor, melhora o desempenho com redutores de atrito e ajuda a preservar o motor. Além disso, o Shell V-Power Etanol foi projetado para quem busca uma experiência completa de proteção e alta performance”, afirma Pose. 2. O etanol não é indicado para quem busca economiaMito: Embora o rendimento energético por litro do etanol seja menor que o da gasolina, o preço do litro muitas vezes compensa essa diferença, especialmente em estados onde a relação custo-benefício é mais favorável. Além disso, o etanol aditivado ajuda a proteger o motor contra a formação de resíduos carbônicos, reduzindo os custos com manutenção e proporcionando excelente custo-benefício para veículos flex. 3. Etanol é mais sustentável que gasolinaVerdade: O etanol produzido a partir da cana-de-açúcar, cujo cultivo contribui para a absorção do CO₂ emitido durante sua queima, já evitou a emissão de mais de 620 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera desde a introdução dos veículos flex, em 2003. Comparado aos combustíveis fósseis, o impacto ambiental do etanol é significativamente menor, tornando-o uma escolha alinhada aos objetivos da transição energética globais. 4. Etanol não deve ser utilizado no invernoMito: Em temperaturas mais baixas, pode haver dificuldades para dar partida em carros movidos a etanol, mas isso não significa que o etanol não seja uma opção prática e eficiente. O etanol possui um comportamento específico quando a temperatura cai abaixo de 13°C, o que pode afetar sua capacidade de entrar em combustão. Para resolver essa situação, os veículos flex são equipados com um reservatório de gasolina, usado exclusivamente para facilitar a partida nessas condições. Durante o inverno, é importante manter esse reservatório abastecido, de preferência com gasolina aditivada, garantindo que o etanol continue sendo uma escolha viável, sustentável e mais limpa para o meio ambiente. 5. O etanol é eficiente em motores modernos Verdade: Com maior octanagem, o etanol oferece mais potência e torque do que a gasolina. Em motores modernos, como os flex, ele otimiza a curva de ignição, melhorando o desempenho do veículo e proporcionando uma aceleração mais rápida e suave.
Impulsionada pela alta nas exportações e pelo mercado interno aquecido, produção foi a maior para o mês de fevereiro desde 2019

As 217,4 mil unidades que deixaram as linhas de montagem em fevereiro representaram a maior produção para o mês desde 2019. Com isso, a produção acumulada do primeiro bimestre chegou a 392,9 mil unidades, alta de 14,8% sobre o mesmo período de 2024, de acordo com os dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). Trata-se do melhor resultado para os dois primeiros meses do ano desde 2021. Boa parte dessa alta na produção pode ser creditada à consistente recuperação dos volumes de exportações neste início de ano, intensificando tendência verificada desde a metade do ano passado. E esse bom desempenho dos embarques está associado ao crescimento de 172% nos envios de veículos para a Argentina no primeiro bimestre. Ao todo, 76,7 mil unidades saíram do Brasil neste ano, 55% a mais que nos dois primeiros meses de 2024, sendo 62% desse montante para o país vizinho. No mercado doméstico, as vendas no primeiro bimestre foram as maiores desde 2020, somando 356,2 mil unidades. Em fevereiro, a média diária de 9.248 emplacamentos subiu 19% em relação a janeiro, com destaque para as vendas diretas, que cresceram 39%, bem acima do varejo. “Dentro desse volume de emplacamentos, há de se destacar em forma de alerta a elevação contínua da participação de importados, que neste ano está acima de 21%. Desde 2012 não havia uma presença tão grande de modelos estrangeiros nas vendas, e boa parte dessa elevação se deve a veículos de fora do Mercosul, em especial os eletrificados chineses”, afirmou o Presidente Márcio de Lima Leite, reiterando a necessidade da aplicação imediata do Imposto de Importação de 35% para todos, independentemente de origem ou motorização. Veículos pesados em alta O segmento de ônibus foi um dos que mais cresceu no primeiro bimestre, com 3,7 mil unidades emplacadas e 4,3 mil produzidas, elevação de 50% e 11% sobre o mesmo período do ano passado, respectivamente. Os motivos para essa aceleração são as entregas dentro do programa Caminho da Escola e o reaquecimento do transporte municipal. Ainda sob efeito das encomendas feitas durante a Fenatran, em novembro, o segmento de caminhões cresceu 11%, tanto em vendas como em produção. No entanto, a elevação da taxa de juros gera grande preocupação para as fabricantes, que já notam uma menor procura nas concessionárias, e isso pode se refletir nos números dos próximos meses. Ao contrário dos segmentos de veículos leves, caminhões dependem essencialmente de financiamento para a concretização de vendas.
Abrafiltros encerra 2024 com mais de 44 milhões de filtros automotivos reciclados

Programa de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo criado em 2012 em São Paulo, e implantado no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, deve abranger novos estados com os avanços das legislações estaduais O programa Descarte Consciente Abrafiltros, de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, criado em 2012 pela Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso, atualmente implantado em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul para atendimento às legislações estaduais, já reciclou 44.917.587 filtros até dezembro de 2024, realizando coleta em 5.702 pontos de 402 municípios. No ano passado foram reciclados 7.228.217 filtros com o atendimento dos quatro estados. Atualmente, 37 organizações, com 62 CNPJs, estão abrigadas no sistema. “O volume de filtros usados do óleo lubrificante automotivo reciclados e abrangência do programa só tendem a aumentar. As metas tanto do montante reciclado quanto dos municípios e pontos de coleta são progressivas”, afirma João Moura, presidente executivo da Abrafiltros. Segundo Marco Antônio Simon, gestor do programa, as empresas recorrem ao programa Descarte Consciente Abrafiltros por ser um sistema de logística reversa coletivo, no qual a Abrafiltros atua como entidade gestora e cuida de todo o processo administrativo e logístico. “Isto facilita as empresas cumprirem as legislações ambientais e, por ser um sistema coletivo, acaba reduzindo o custo individual, que é bem mais elevado caso a empresa fizesse um plano individual”, comenta. A administração é realizada pela equipe interna de gestão em conjunto com a Presidência e Diretoria, incluindo a definição e negociação de metas, contatos governamentais, emissão de relatórios, contratos, Termos de Compromisso estaduais, ações de comunicação e marketing, suporte de escritório jurídico e financeiro. Ele explica também que a coleta e processamento dos filtros usados do óleo lubrificante automotivo são realizados pelo Grupo Supply Service, que conta com grande expertise no País em 32 anos de atividade, motivo pelo qual tem vencido os processos de concorrência e mantido elevado grau de excelência na prestação dos serviços. Como funciona o programa – Simon explica que o processamento do filtro do óleo lubrificante automotivo usado é completo, inclusive, com a separação do metal do elemento filtrante e do óleo lubrificante usado contaminado (OLUC). O metal (23%) é encaminhado para siderúrgicas, o OLUC – Óleo Lubrificante Usado Contaminado (2%), vai para rerrefino; e o restante dos resíduos (75%) segue para coprocessamento em cimenteiras, para geração energética e uso das cinzas (clínquer) na fabricação do cimento. Ele destaca ainda que para ser reprocessado o metal deve estar descontaminado de óleo, processo que também é realizado antes do envio às siderúrgicas. Outros estados devem instituir novas leis e novas empresas sinalizam adesão ao programa – “As legislações ambientais só avançam e novas leis entrarão em vigor em outros estados. Com isso, a tendência é de que o programa cresça ainda mais”, ressalta Simon. O Estado do Mato Grosso já instituiu uma nova legislação que entrou em vigor no final do ano passado, que se encontra em regulamentação e será alvo de envio de proposta de implantação do programa ainda 2025. O Estado de Santa Catarina está em fase de aprovação dos resultados da consulta pública realizada também no final do ano passado, que norteará a elaboração da legislação estadual.Com relação às empresas, o gestor destaca que já há três novas empresas com o processo de filiação e adesão em curso, que ingressarão no programa em 2025. Programa avança e traz novos desafios – O gestor explica que o processo de reciclagem dos filtros do óleo lubrificante automotivo é bastante complexo e são pouquíssimas as empresas habilitadas a tratá-los em larga escala. “Isto, futuramente, deve gerar dificuldades em novas implantações do programa, devido às próprias diferenças de infraestrutura no Brasil, um país de dimensões continentais, o que também impacta no custo final”, alerta Simon, concluindo: “Por isso, as implantações devem sempre ser realizadas com muito critério e observando o princípio de viabilidade logística e econômica estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que é a base das legislações estaduais”. Sobre a Abrafiltros:Criada em 2006, a ABRAFILTROS – Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso – tem a missão de promover a integração entre as empresas de filtros e sistemas de filtração para os segmentos automotivo, industrial e tratamento de água, efluentes e reúso, representando e defendendo de forma ética os interesses comuns e consensuais dos associados. Para baixar imagens, basta acessar http://versoassessoriadeimprensa.com.br/abrafiltros-encerra-2024-com-mais-de-44-milhoes-de-filtros-automotivos-reciclados/ Mais informações:Verso Comunicação e Assessoria de ImprensaJornalista responsável – Majô Gonçalves – MTB 24.475versocomunicacao@uol.com.brSolange Suziganversocomunicacao1@uol.com.br(11) 4102-2000/99905-7008www.versoassessoriadeimprensa.com.brhttps://www.facebook.com/verso.assessoria
Vendas do varejo paulista crescem 9,3% em 2024 e atingem R$ 1,4 trilhão, maior cifra da história

Sete das nove atividades pesquisadas bateram recorde histórico de faturamento O varejo no Estado de São Paulo fechou 2024 com um desempenho excepcional, com o volume total de vendas alcançando R$ 1,42 trilhão — alta de 9,3% em comparação a 2023. É o maior faturamento da série histórica iniciada em 2008 e a maior taxa de crescimento desde 2021. Em termos absolutos, esse desempenho representa R$ 121 bilhões a mais em receitas em relação ao ano anterior. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a partir de informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). No mês de dezembro, as vendas do varejo avançaram 7,3% em comparação ao mesmo período de 2023, e também atingiram a maior cifra — R$ 138,6 bilhões — para um mês desde o início da série histórica. Na visão da FecomercioSP, essa performance favorável é reflexo, principalmente, do mercado de trabalho aquecido, que resulta em um aumento no contingente de pessoas com capacidade de consumir, além de fatores como expansão do crédito e aumento da renda, que culminaram em uma forte propensão ao consumo no segundo semestre, impulsionada pela Black Friday, pelas compras de final de ano e pela injeção do 13º salário. “Outro fator que contribuiu para o resultado positivo foi o avanço da digitalização e omnichannel, já que as empresas seguiram apostando na integração entre lojas físicas e online, ampliando o alcance das vendas”, afirma Fabio Pina, assessor econômico da Entidade. Alta em todos os segmentos De acordo com a pesquisa da FecomercioSP, as nove atividades pesquisadas encerraram 2024 com alta no faturamento, em comparação a 2023 (tabela 1). As maiores variações ocorreram nas vendas das concessionárias de veículos (+17,9%) e das lojas de autopeças e acessórios (+14,3%). Destaque também para as farmácias e perfumarias (+11,7%), lojas de vestuários, tecidos e calçados (+10,7%) e móveis e decoração (+10,5%). TABELA 1 PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO VAREJISTA – ESTADO DE SÃO PAULO Relatório anual de faturamento real 2024 Vendas na capital paulista O varejo do município de São Paulo também fechou 2024 com resultado positivo, exibindo um crescimento de 9,9% em relação ao ano anterior e batendo o recorde de faturamento com uma receita de R$ 441,4 bilhões em 2024, cerca de R$ 39,7 bilhões acima do apurado em 2023. Em dezembro, a capital teve um aumento de 6,8% nas vendas, atingindo a cifra de R$ 43,4 bilhões no mês, também a maior receita mensal da série histórica. TABELA 2 PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO VAREJISTA – SÃO PAULO (CAPITAL) Relatório anual de faturamento real 2024 Setor deve desacelerar em 2025 Embora a Federação mantenha uma visão otimista para esse primeiro trimestre, principalmente por conta do desempenho do mercado de trabalho, a Entidade recomenda uma certa dose de cautela aos empresários na realização de investimentos e na formação de estoques. Na visão da FecomercioSP, o ano de 2025 deve ser extremamente desafiador, considerando a atual conjuntura de inflação acima do teto da meta e o ciclo de alta da taxa Selic, que já estão afetando a confiança dos consumidores e devem influenciar as vendas ao longo do ano. As vendas das concessionárias de veículos e de materiais de construção, que comercializam bens duráveis, em que a venda normalmente depende de crédito e compromete a renda ao longo de vários meses, já mostraram sinais de desaceleração no último trimestre do ano. Nesse contexto, “empresas do setor precisarão ajustar suas estratégias para manter a competitividade e preservar margens em um possível cenário de menor crescimento em 2025”, recomenda Fabio Pina.
O impacto da integração de processos no setor automotivo

Centros de serviços confiáveis, gestão integrada dos dados do produto e de fornecedores possibilita redução de custos, governança corporativa e aprimoramento da operação Segundo levantamento da Automotive Business, de 2021 a 2025, a indústria automobilística brasileira planeja investir aproximadamente R$32 bilhões em diversas áreas, incluindo tecnologias digitais, inovação e sustentabilidade. As soluções integradas de tecnologia, que englobam a combinação de hardware, software e conectividade em uma única plataforma, estão transformando a indústria de forma profunda, desde a produção até a experiência do consumidor final. Portanto, fazem-se essenciais empresas que oferecem ferramentas para o setor, como a SoftExpert, multinacional especializada em software para conformidade e governança. Com a digitalização do segmento, as montadoras e fornecedores de peças estão adotando tecnologias mais sofisticadas para otimizar processos, reduzir custos e melhorar a segurança dos veículos. Nessa linha, a SoftExpert oferece ferramentas para gestão integrada que automatizam e centralizam as ferramentas necessárias para a gestão estratégica da indústria, como qualidade, processos e documentação, eliminando a necessidade de múltiplos sistemas para a gestão de dados. Os fabricantes de automóveis e seus fornecedores têm enfrentado constantes mudanças nas demandas dos clientes e preocupações com segurança e meio ambiente, além da competitividade do mercado e da necessidade de crescimento do uso de PD&I para projetos inovadores, fomentando o desenvolvimento de carros elétricos e híbridos. Pressão no custo e na complexidade, mercados divergentes e integração nos processos de fabricação são alguns dos principais desafios do segmento. Por isso, existem processos estratégicos para ajudar as empresas automotivas a impulsionar a inovação e aprimorar a excelência nos negócios. O primeiro deles é contar com centros de serviços confiáveis: a indústria automotiva é uma das mais bem supridas em termos de automação. Os centros de manutenção e calibração desempenham um papel importante não apenas na garantia de que os equipamentos em uso não produzam peças defeituosas, mas também na eficiência de todo o processo. O tempo de parada das máquinas para calibração ou manutenção tem um grande impacto na produtividade do processo. Centros de serviços eficientes promovem o uso otimizado dos recursos, reduzem o tempo de inatividade, permitem um melhor controle dos custos e garantem a confiabilidade em todo o sistema. A solução da SoftExpert oferece gestão de calibração e manutenção. A ferramenta ajuda a organizar, controlar e aumentar a eficiência das ordens de serviço por meio de uma interface web simples e intuitiva. O sistema permite rastrear o histórico e as tendências de equipamentos e ativos, por meio de recursos de prevenção e análise de falhas. Ele também minimiza o tempo gasto em tarefas de manutenção e calibração, gerenciando o agendamento de ativos, peças, suprimentos, ferramentas e recursos técnicos, otimizando de maneira abrangente os programas de serviço. Outro processo é a gestão integrada dos dados do produto, que faz o gerenciamento dos dados do produto e das informações relacionadas ao processo em um único sistema. Essas informações incluem dados de projeto CAD, modelos, informações de peças, instruções de fabricação, requisitos, notas e documentos. Também é possível citar a gestão da qualidade do produto, que envolve análise de riscos e integrações com o plano de controle, garantindo monitoramento contínuo da qualidade do produto durante a implementação e ao longo de sua vida útil. Para uma OEM (Original Equipment Manufacturer – Fabricantes de equipamento original) na indústria automotiva, o produto (veículo) é um sistema complexo de subsistemas integrados, módulos montados, submódulos e componentes, ou todos eles. Para reduzir o tempo de lançamento no mercado e cortar custos, as OEMs estão transferindo a maioria de suas atividades para os fornecedores de primeiro nível ao longo da cadeia de suprimentos, o que torna o processo de gerenciamento de dados do produto ainda mais complexo. Portanto, OEMs e fornecedores automotivos que possuem um sistema de informações ágil e integrado podem conduzir tranquilamente qualquer revisão de engenharia de seus processos de negócios. Para isso, a ferramenta da SoftExpert gerencia produtos de forma automatizada e totalmente integrada que coleta e centraliza os dados do produto, envolvendo todas as partes interessadas e oferecendo à organização recursos avançados de geração de relatórios. A solução também promove automação e integração de processos, eliminando processos manuais e aumentando a eficiência por meio de abordagem paperless. Outro ponto importante é a gestão eficaz de fornecedores. É importante que as empresas criem estruturas claras e tenham controle total sobre o gerenciamento de fornecedores. Além de dar a devida atenção à gestão de auditoria dos processos do fornecedor, reforçando a utilização de checklists automatizados, planos de ação e dashboards, otimizando auditorias de fornecedores e garantindo conformidade e rastreabilidade. As companhias do setor devem se concentrar em uma gestão baseada em fatos, com uma relação clara entre os requisitos e as habilidades profissionais ou o conhecimento tecnológico de cada fornecedor. Em primeiro lugar, é necessário conduzir adequadamente a seleção e a qualificação de novos fornecedores, realizando análises, avaliações e auditorias estruturadas. “Depois disso, vem o monitoramento e o desenvolvimento do desempenho do fornecedor, apoiando e respeitando os requisitos de qualidade no processo de criação e desenvolvimento de produtos; implementando medidas de melhoria de qualidade e eficiência no chão de fábrica; e apoiando e otimizando o processo de tratamento de erros, gerenciamento de mudanças, o processo de reclamações e o processo de garantia”, reforça o Product Marketing Lead, Marcelo Becher. Nesse sentido, o software da SoftExpert é projetado para medir o desempenho das entregas e serviços dos fornecedores, assim como garantir a qualidade da entrada e saída de materiais e insumos dos processos operacionais e de negócio. A solução facilita todas as atividades de inspeção: cria formulários e checklists, agenda inspeções, registra resultados e monitora ações corretivas até a sua finalização. O setor automotivo está no epicentro da transformação digital, com as soluções integradas de tecnologia desempenhando um papel fundamental em sua evolução. Com soluções completas para empresas de diversos segmentos, do setor público ao automobilístico, a SoftExpert atende, a nível global, dores específicas do mercado a partir de um único contrato, proporcionando maior eficiência, agilidade e economia nas operações, por meio da padronização de processos e da digitalização responsável.